A “alternativa islandesa” para sair da Crise

Islândia (http://skvots.net)

Islândia (http://skvots.net)

A Islândia, país que na Europeu sofreu primeiro e como ninguém as consequências da grande crise financeira global de 2008, começa a dar provas ao mundo que o seu original modelo de resposta à crise funcionou: em inícios de junho, o país conseguiu vender mais de 700 milhões de euros a um juro de 4.9%.

Desta forma, os Mercados deram sinais de que acreditam na recuperação islandesa e que a opção islandesa de ter resistido às pressões dos banqueiros e especuladores e de não ter permitido que o Estado assumisse as obrigações da falida banca islandesa e que em 2008 ultrapassavam já dez vezes o PIB da Islândia.

Em resultado da opção islandesa, os seus bancos não têm hoje qualquer representação no estrangeiro e toda a economia se reorientou do setor terciário para o primário, embora a um custo de uma contração significativa da sua economia. Com efeito, a Islândia reorientou a sua economia para a produção de energia, de alumínio e as pescas.

A Islândia desvalorizou a sua moeda (a coroa islandesa) e assim incentivou as exportações o que para além do regresso ao setor primário criou condições para um aumento do PIB na primeira metade de 2011 de 2%. O país – no curto prazo – teve que depender de um empréstimo do FMI para fazer face a necessidades de curto prazo, mas a um juro mais baixo que o juro “punitivo” imposto como castigo a Portugal pelos seus “amigos” norte-europeus.

O sucesso do modelo islandês deveria fazer refletir todos os países europeus que hoje enfrentam a crise da dívida soberana:
1. deixar falir os Bancos falidos
2. a economia reorientou-se do setor terciário para o primário
3. a moeda islandesa foi desvalorizada
4. a Islândia conseguiu um empréstimo do FMI a juros mais baixos que Portugal conseguiu do FEEF

1. Portugal não tem, contudo, o mesmo nível de independência e soberania que este país nórdico. Desde logo, os nossos “amigos” europeus são também os mesmos cujos bancos detêm a maioria da nossa dívida externa (Espanha, França e Alemanha) e estes pressionaram os seus governos a não abdicarem dos seus créditos, obrigando o país a assumir os mais de 2 mil milhões de euros do BPN.

2. A reorientação para o Turismo, os Serviços, a Banca e os Seguros foi imposta pela Europa, que assim destruía a competição industrial, agrícola e pesqueira abrindo (em troca de subsídios) o nosso mercado às importações do norte da Europa.

3. A moeda portuguesa é o Euro e a sua desvalorização não interessa aos “senhores da Europa”, a Alemanha, que não tem pejo em levar o BCE a – inclusivé – aumentar as taxas de juro e assim a agravar ainda mais a crise dos países periféricos.

4. A União Europeia obrigou Portugal a incluir na intervenção externa o seu FEEF, com juros especulativos e que concederam aos países do norte que nos “ajudaram” juros muito interessantes. A muitos trechos, como o juro e até nas medidas impostas, a Europa impôs a Portugal condições muito mais draconianas e recessivas que o FMI.

Estes quatro respostas islandesas estão assim vedadas pela União Europeia a Portugal. Seguir o bom exemplo da Islândia é assim impossível.

A menos que o país saia da União Europeia.

Fonte:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=4A6FC079-3EB5-4B21-B218-3E491C5BADAE&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 31 comentários

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31 thoughts on “A “alternativa islandesa” para sair da Crise

  1. Só tenho uma coisa a acrescentar. Tudo isso pode ser verdade que fomos orientados mas não houve oposição a tal orientação. Vimos as coisas a acontecer e deixámos (ou pelo menos quem se manteve calado e consentiu deixou) isto andar… agora pagam-se as favas (a saída espinhosa e lentíssima deste buraco).

    • Pior do que isso: num dado momento (os meses que precederam 2008) todos os media estavam cheios de defensores do “pensamento unico”, com maximo eco pelos Media oficiais. Mais que calados esses pivots e “jornalistas” foram cumplices num sistema que se insinuou progressivamente ate ganhar hoje demasiuada força para ser facilmente expurgado ou corrigido.

  2. fada do bosque

    É verdade infelizmente Clavis… Saír da UE ainda estarrrece de medo os portugueses. Não querem viver na penúria, estas duas últimas gerações não imaginam sequer o que isso é, mas a realidade é que não se pode viver assim. Vou colocar aqui um excerto de Michel Chossudovsky

    «(…)A ciência económica é uma construção (construct) ideológica que serve para camuflar e justificar a Nova Ordem Mundial. Um conjunto de postulados dogmáticos serve para preservar o capitalismo de livre mercado pela negação da existência da desigualdade social e a natureza orientada para o lucro do sistema é negada. O papel de actores económicos poderosos e como estes actores são capazes de influenciar o funcionamento dos mercados financeiros e de commodities não é um assunto que preocupe os teóricos da disciplina. Os poderes de manipulação de mercado que servem para a apropriação de vastas quantias de riqueza monetária raramente são tratados. E quando são reconhecidos, considera-se que pertencem ao âmbito da sociologia ou da ciência política.

    Isto significa que a estrutura política e institucional por trás deste sistema económico global, a qual foi moldada no decorrer dos últimos trinta anos, raramente é analisada pelos economistas da corrente principal. Segue-se que a teoria económica como disciplina, com algumas excepções, não proporcionou a análise necessária para compreender a crise económica. De facto, os seus principais postulados do livre mercado negam a existência de uma crise. O foco da teoria económica neoclássica está no equilíbrio, desequilíbrio e “correcção de mercado” ou “ajustamento” através do mecanismo de mercado, como meio de colocar a economia outra vez “dentro do caminho do crescimento auto-sustentado”.

    Pobreza e desigualdade social

    A política económica global é um sistema que enriquece muito pouco a expensas da grande maioria. A crise económica global contribuiu para ampliar desigualdades sociais tanto dentro como entre países. Sob o capitalismo global, a pobreza que aumenta cada vez mais não é o resultado de uma escassez ou de uma falta de recursos humanos e materiais. Exactamente o oposto é que é verdadeiro: a depressão económica é marcada por um processo de desligamento de recursos humanos e de capital físico. Vidas de pessoas são destruídas. A crise económica está profundamente enraizada.

    As estruturas de desigualdade social foram, de modo muito deliberado, reforçadas, levando não só a um processo generalizado de empobrecimento como também ao fim dos grupos de rendimento médios e acima da média.

    O consumismo da classe média, sobre o qual este modelo desregrado de desenvolvimento capitalista está baseado, também está ameaçado. As bancarrotas atingiram vários dos sectores mais activos da economia do consumidor. As classes médias no ocidente foram, durante várias décadas, sujeitas à erosão da sua riqueza material. Se bem que a classe média exista em teoria, é uma classe construída e sustentada pala dívida das famílias..

    Os ricos, ao invés da classe média, estão rapidamente a tornar-se a classe consumidora, levando ao crescimento inexorável do crescimento da economia de bens de luxo. Além disso, com a secagem dos mercados de bens manufacturados para a classe média, verificou-se uma mutação central e decisiva na estrutura do crescimento económico. Com o fim da economia civil, o desenvolvimento da economia de guerra da América, suportado por um colossal orçamento de defesa de quase um milhão de milhões de dólares, atingiu novas alturas. Quando os mercados de acções despencam e a recessão se desdobra, as industrias de armas avançadas, os militares e empreiteiros da segurança nacional e as prósperas companhias de mercenários (entre outras) têm experimentado uma expansão e um crescimento estrondoso das suas várias actividades.

    Guerra e crise económica

    A guerra está inextricavelmente ligada ao empobrecimento do povo, internamente e por todo o mundo. A militarização e a crise económica estão intimamente relacionadas. O fornecimento de bens e serviços essenciais para atender necessidades humanas básicas foi substituído por uma “máquina de matar” orientada para o lucro a apoiar a “Guerra global ao terror” da América. Os pobres são feitos para combater os pobres. Mas a guerra enriquece a classe superior, a qual controla a indústria, os militares, o petróleo e a banca. Numa economia de guerra, a morte é um bom negócio, a pobreza é boa para a sociedade e o poder é bom para os políticos. Os países ocidentais, particularmente os Estados Unidos, gastam centenas de milhares de milhões de dólares por ano para assassinar pessoas inocentes em distantes países empobrecidos, enquanto internamente o povo sofre as disparidades de pobreza, classe, género e racial.

    Uma “guerra económica” total que resulta em desemprego, pobreza e doença é executada através do mercado livre. Vidas de povos estão numa queda livre e o seu poder de compra é destruído. Num sentido muito real, os últimos vinte anos de economia global de “livre mercado” terminaram, através da pobreza e da exclusão social, com as vidas de milhões de pessoas.

    Ao invés de tratar de impedir a catástrofe social, os governos ocidentais, que servem os interesses das elites económicas, instalaram uma polícia de Estado “Big Brother”, com mandato para confrontar e reprimir todas as formas de oposição e discordância social.

    A crise económica e social não atingiu de forma alguma o seu clímax e todos os países, incluindo a Grécia e a Islândia, estão em risco. Basta apenas olhar para a escalada da guerra no Médio Oriente e Ásia Central e para as ameaças dos EUA-NATO à China, Rússia e Irão para testemunhar como a guerra e a economia estão intimamente relacionados.»
    Assustador, Clavis… assustador

    • Estamos condenados a perder pelo menos vinte anos de crescimento de nivel de vida, estando ou saindo da Europa e do “seu” euro. Na verdade nao vamos “perder” porque o nivel de vida de 2008 nao era verdadeiro nem assente em riqueza real, mas apenas em credito barato. Quando este encareceu e comecou a escassear o castelo de cartas tombou e com ele a nossa aparente “riqueza”.
      Nao me incomoda minimamente voltar ao meu nivel de vida da decada de 80, na verdade ja o fiz, com a perda de metade dos rendimentos familiares com o desemprego da minha mulher desde 2006…
      Reduzir o padrao de vida ‘e ate mais saudavel num mundo hiperconsumista, emissor de CO2 e num pais que importa quase tudo o que consome. Isso nao me incomoda, sou espartano por temperamento. Incomoda-me ‘e perder o emprego com mais de 40 anos… Ai, sim, residem todos os perigos.

  3. Odin

    “O sucesso do modelo islandês deveria fazer refletir todos os países europeus que hoje enfrentam a crise da dívida soberana:
    1. deixar falir os Bancos falidos
    2. a economia reorientou-se do setor terciário para o primário
    3. a moeda islandesa foi desvalorizada
    4. a Islândia conseguiu um empréstimo do FMI a juros mais baixos que Portugal conseguiu do FEEF”
    > Não tem como os países do euro fazerem isso, se não fizerem todos juntos.

    • fada do bosque

      Depois de ver isto, querido Odin… http://ramanavimana.blogspot.com/2011/08/voce-tem-alguma-ideia-do-que-seja-145.html acho que pouco nos adianta… 😦

    • De facto, tem… Saindo do euro e deixando essa moeda forte com as economias que a querem assim. Sera um processo indolor? Clarto que nao… Mas sair agora seria sair controlando o processo, sair em 2013, quando o emprestimo da troika se esgotar ‘e sair sendo expulsos, e isso sera infinitamente pior…

      • Odin

        Como a Fada já disse acima, “Saír da UE ainda estarrrece de medo os portugueses”. Quem aí está disposto a pagar o preço de sair do Euro e da UE? O Otus Scops é um que eu já percebi que não está disposto. Quantos % da população concorda em sair?

        • Nao ha sondagens… Pela simples razao que nao interessa ao “sistema” que tal se saiba… A mesma razao alias explica porque apesar de todas as transferencias de soberania nunca houve um unico referendo europeu em Portugal.
          Ignoro o valor exato, mas sei que hoje ‘e mais alto do que nunca e nao me surpreenderia se andasse hoje pelos 50 por cento…

  4. Odin

    A crise de 1929 antecedeu a 2ª Guerra Mundial em 10 anos. A crise de 2008 vai anteceder a 3ª Guerra Mundial em quantos anos? 😦

    • fada do bosque

      Odin
      Penso que com a maldita globalização, anda tudo muiiito mais depressa. Creio que dentro de dois anos temos guerra mundial… 😦

      • fada do bosque

        Desculpe a gaffe Odin, a 3º GM já começou, só ainda não chegou cá a Portugal, mas está muito perto.

      • Odin

        “Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras.”

        Albert Einstein

        • fada do bosque

          Aliás, ainda não nos tocou a nós, mas a 3ª GM já começou… e vai espalhar-se.
          Einstein disse uma profecia, de certeza! Agora imagine o que o levou a dizer que a 4ª GM seria com paus e pedras! Ele sabia muito melhor do que qualquer um de nós!

          • Odin

            Einstein não era ateu. Era judeu religioso, mas não ortodoxo, eu acho. Acreditava em Deus. E não sei se Einstein era, mas Isaac Newton era ocultista, ou maçon ou rosa-cruz, cabalista, alquimista e protestante também.

            http://agenciahumanidade.blogspot.com/2011/02/cientistas-sao-ocultistas-1-de-3.html

            Os cientistas são sucessores dos magos antigos.

            • Sim, mas Newton so comecou a escrever (a fundo) sobre Cabala e Alquimia na fase final da sua vida… Nao digo que estivesse decrepito (eu proprio tenho escrito e lido muito sobre a Arte de Hermes), digo que so o fez quando ja tinha uma liberdade de pensamento que o resto do seu trabalho cientifico lhe granjeou.
              E de qualquer forma misticismo e ciencia nao sao incompativeis. A espiritualidade e a ciencia sao compativeis, como alias prova a oposicao moral de Einstein ao lancamento de uma arma atomica sobre o Japao. A ciencia nao pode ser amoral, e so pode haver Moral com espitualidade e desejo de transcendencia.

              • Odin

                Mas a grande culpada pelo comportamento dos cientistas ser anti-espiritualisa, é da Igreja Católica Romana principalmente, com a sua maldita inquisição, e não admitir que as suas “verdades” sejam contestadas. Condenar Galileu Galilei por discordar de Aristóteles e Ptolomeu??? Que nem sequer são personagens da Bíblia?! Freud e Jung recorreram a elementos do ocultismo para fazerem experimentos, Freud era ateu, se não me engano, mas usou técnicas de hipinose nos seus trabalhos. E certamente sofreu influência do Judaísmo desde a sua infância.

                • Podes crer: as ondas de choque da Inquisicao (a par de Espanha, o pais onde ela foi mais influente e duradoura) ainda hoje se fazem sentir num pensamento demasiado convencional e numa aversao ao risco que permeia toda a sociedade.

                • fada do bosque

                  Sabe Odin, as Religiões monoteístas existem com um fim, dividir para reinar… e vai daí, a ciência veio atrapalhar muito o dogma. Não considero mínimamente saudável uma Religião conquistar pela força, como fizeram os cruzados da Idade Média e muito menos o que fez a Inquisição aos cátaros, aos templários, às mulheres que usavam plantas para curar e enfim, a muito boa gente que pensava acima de tudo praticar o bem. Foram autenticamente os enviados do demónio, se é que este existe!
                  Hoje em dia, os povos em crise, África dizimada pela fome e doença e veja se o Vaticano se preocupa com isso. Pelo contrário, o Papa está em Espanha e foram dispendidos na viagem, que fica mesmo ao lado do Vaticano, 50 milhões de euros! Apre!!… que eu não entendo o que professam. Olha para o que eu digo e não para o que eu faço!

        • O cenario pos-apocaliptico que na FC sempre foi o meu favorito… Ou nao fosse eu um leitor voraz de Simon du Fleuve.
          E contudo… Arrisco-me a ser um protagonista numa historia real demasiadamente semelhante! E todos os que escrevem no Quintus a partir do continente europeu, pelo menos…

  5. Odin

    Porém, a esperança é a última que morre. A única certeza absoluta que tenho é que o sistema econômico mundial tem que ser reformado. O capitalismo financeiro globalizado iludiu muita gente na Terra. É hora de termos um sistema econômico PRODUTIVO, mas REALISTA com as necessidades das sociedades.

    • Sim, de devolver ao setor primazia a prioridade que ele perdeu para o financeiro desde a decada de 90.
      Acredito que isso so pode suceder por duas vias: repondo os mecanismos regulatorios que existiam antes dessa decada e atraves de bancarrotas sucessivas que levem ‘a falencia a maioria desses grandes e imperiais bancos globais.

  6. O Turismo…Portugal é um país de oportunidades turísticas inigualáveis: gastronomia, lindas aldeias e paisagens, cultura, História…mas, estando no Euro, Portugal perde a oportunidade de ter milhares de brasileiros abonados a lhe visitar e trazer divisas pelo Turismo. Estes brasileiros, aproveitando o câmibo favorável, hoje visitam a Argentina, o Uruguai e até os EUA…mas fica difícil visitar Portugal, com o Euro ao preço que está.

    Sair do Euro e adotar um moeda mais desvalorizada seria uma calamidade ? Acredito que temporariamente sim…,mas os produtos portugueses ganhariam competitividade (que delícia seria tomar bons vinhos portugueses a preços acessíves…), e os brasileiros, acredito eu, entrariam a rodo para visitar Portugal (eu, inclusive).

    Mas, seriam brasileiros, em sua maior parte…os portugueses, em sua maioria racistas e xenófobos, aceitariam isso ?

    • Os portugueses nao sao “na sua maioria racistas e xenofobos”… Nem de longe. Somos todos fruto de varios cruzamentos etnicos e o partido nacionalista residente (que noutros paises europeus, como a noruega ou a alemanha) sao os segundo ou terceiro maior partido do pais. Em Portugal o “nosso” PNR nunca teve mais de oito mil votos… Isso diz tudo.

  7. Odin

    fada do bosque :
    Sabe Odin, as Religiões monoteístas existem com um fim, dividir para reinar… e vai daí, a ciência veio atrapalhar muito o dogma. Não considero mínimamente saudável uma Religião conquistar pela força, como fizeram os cruzados da Idade Média e muito menos o que fez a Inquisição aos cátaros, aos templários, às mulheres que usavam plantas para curar e enfim, a muito boa gente que pensava acima de tudo praticar o bem. Foram autenticamente os enviados do demónio, se é que este existe!
    Hoje em dia, os povos em crise, África dizimada pela fome e doença e veja se o Vaticano se preocupa com isso. Pelo contrário, o Papa está em Espanha e foram dispendidos na viagem, que fica mesmo ao lado do Vaticano, 50 milhões de euros! Apre!!… que eu não entendo o que professam. Olha para o que eu digo e não para o que eu faço!

    O Judaísmo ao menos não é proselitista, embora já chegou a ser nos dias do Império Romano, se não me engano. Agora, apesar do exemplo de Jesus, as lideranças cristãs optaram por usar os seus próprios métodos. Mas um bispo irlandês do século XI, ao visitar Roma, teve uma visão. Ele viu todos os papas da história da igreja. E segundo o bispo, Bento XVI é o penúltimo papa. O tal bispo foi canonizado pela Igreja. É o São Malaquias.

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