Recessão nos EUA. De novo.

Existem sinais de que a economia norte-americana esteja novamente a entrar em recessão: O índice S&P 500 caiu 9% em apenas duas semanas; os custos dos juros pagos pelos EUA não param de subir e o recente acordo entre Democratas e Republicanos que não fez nada para resolver o problema da dívida a curto prazo. Os preços das “commodities” caiem sem parar, com excepção do ouro (o eterno refúgio em épocas de crise).

Os números do crescimento americano aproximam-se da estagnação desde os começos de 2011. A situação é agravada pela crise europeia, provocada pelo desnorte e incompetência dos líderes europeus. Os Mercados respondem a este conjunto de incertezas com medo e nervosismo, amplificando estes sinais de preocupação.

Ainda é possível reverter esta temível recessão “double dip“: regressando aos níveis de cobrança fiscal dos mais ricos e das grandes empresas da época pré-Bush (para aumentar as receitas), alargando os subsídios de desemprego (para aumentar o consumo) e reduzindo despesas onde isso pode ser feito.

Contudo é muito difícil tomar medidas decisivas e corajosas quando os EUA têm como presidente um individuo obcecado com o diálogo e com o compromisso, sem força mental ou assertividade para levar até ao fim ao seu pensamento e que tem que enfrentar um sistema político bloqueado e disfuncional que torna vida difícil a um presidente, mesmo quando este tem a maioria nas duas câmaras, o que não sucede com Obama… E em fundo, temos uma democracia cada vez mais limitada pelo poder das corporações e dos mercados… Uma recessão de “double dip” levará não um par de anos a vencer, mas provavelmente, um par de décadas e terá efeitos permanentes na economia norte-americana, decidindo a descida definitiva da economia dos EUA a um lugar secundário que ela não ocupa no mundo desde o século XIX.

Fonte:
http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2011/08/double-dips

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Categories: Economia, Política Internacional | Etiquetas: | 33 comentários

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33 thoughts on “Recessão nos EUA. De novo.

  1. Sinceramente quanto a isto duvido que mudarem de presidente faça qualquer diferença. São factores estruturais da sua economia que se foram acumulando. A dívida galopante (que agora é culpada em programas sociais mas ninguém se parece lembrar de certas empresas que receberam fortunas) combinada com a falta de vontade de Pequim em continuar a acumular títulos de divida que provavelmente não valem o que pagaram por eles (o que coloca em sério risco o seu plano de poupanças nacional). Agora é rezar aos anjinhos que não haja uma guerra monetária senão…

  2. receberam e deixaram de pagar impostos! é isso que é absurdo no sistema fiscal americano! a secretária paga mais impostos que o CEO para quem trabalha!

    • Completamente de acordo. Um absurdo e atentado à classe média americana.

      • Mas foi ela que quis… Foi ela que se absteve e deixou que os democratas perdessem a maioria na camara dos representantes.

        • E depois? Isso só seria um problema para quem tiver fé na infalibilidade das maiorias eleitorais. As pessoas sabem sequer no votam a maior parte do tempo? Deveriam é verdade… mas na realidade… enfim… seria outra conversa demasiado longa para este post 🙂

          • Nao sabem, mas se votassem creio que este malsano “rotativismo democratico” do bi-partido ja teria terminado e teriam surgido novos agentes politicos,
            Assim como esta, temos um povo que se queixa, sofre e protesta (pouco), mas que nao vota, sendo assim responsavel pelo seu proprio estado.

  3. jose hugo

    Uma coisa que venho notando há tempos é que os chamados investidores ao invés de colocarem seu capital em fábricas, empresas ou outros investimentos reais preferem apenas ganhar dinheiro fácil em aplicação em bolsas mundo afora. Tal fato, não teria outra consequência que não seja uma crise financeira internacional de proporções cada vez mais graves, pois os especuladores acabam retirando dinheiro de um país e aplicando em outro em uma ciranda financeira objetivando ganhar o máximo de dinheiro facilmente, assim a única forma de solucionar esta crise é encontrar uma forma de diminuir o capital especulativo no sistema financeiro internacional. Ao se comprar Títulos da dívida externa de países desenvolvidos a taxa é de +- 2,5% ao ano durante 10 anos, o que se consegue em um dia de operação na bolsa de São Paulo (BOVESPA), portanto há algo muito errado acontecendo.

    • ‘E verdade. O rendimento de um investimento produtivo ronda os 5 ou 10 por cento, no auge das valorizacoes (antes de 2008) havia rendimentos em fundos e acoes superiores a 30 por cento ao ano! (E mesmo mais…). Atualmente o dinheiro que circula em derivados ‘e 18 vezes maior que o @-! Mundial, como pode isto ser?… Alguns teem que perder muito deste “dinheiro”, os mercados tem que ser severamente regulados e taxados e, depois, o capital ha de regressar ‘a economia real…

  4. fada do bosque

    Mas isto é realmente o mais injusto:
    Um roubo de US$16 milhões de milhões
    (…)Os principais beneficiários destes empréstimos – concedidos entre 1 de Dezembro de 2007 e 21 de Julho de 2010 – são os seguintes:

    Citigroup: $2.5 milhões de milhões ($2.500.000.000.000)
    Morgan Stanley: $2.04 milhões de milhões ($2.040.000.000.000)
    Merrill Lynch: $1.949 milhões de milhões ($1.949.000.000.000)
    Bank of America: $1.344 milhões de milhões ($1.344.000.000.000)
    Barclays PLC (Reino Unidos): $868 mil milhões ($868.000.000.000)
    Bear Sterns: $853 mil milhões ($853.000.000.000)
    Goldman Sachs: $814 mil milhões ($814.000.000.000)
    Royal Bank of Scotland (UK): $541 mil milhões ($541.000.000.000)
    JP Morgan Chase: $391 mil milhões ($391.000.000.000)
    Deutsche Bank (Germany): $354 mil milhões ($354.000.000.000)
    UBS (Suíça): $287 mil milhões ($287.000.000.000)
    Credit Suisse (Suíça): $262 mil milhões ($262.000.000.000)
    Lehman Brothers: $183 mil milhões ($183.000.000.000)
    Bank of Scotland (Reino Unido): $181 mil milhões ($181.000.000.000)
    BNP Paribas (França): $175 mil milhões ($175.000.000.000)
    Wells Fargo & Co. $159 mil milhões ($159.000.000.000)
    Dexia SA (Bélgica) $159 mil milhões ($159.000.000.000)
    Wachovia Corporation $142 mil milhões ($142.000.000.000)
    Dresdner Bank AG (Alemanha) $135 mil milhões ($135.000.000.000)
    Societé Generale SA (França) $124 mil milhões ($124.000.000.000)
    Todos os demais: $2,6 milhões de milhões ($ 2.639.000.000.000)
    Total: $16,115 milhões de milhões ($ 16.115.000.000.000)
    fonte e texto integral: http://www.resistir.info/eua/boron_02ago11.html

    Assim não há nada que nos valha. Está traçada a estrada para a guerra pelos neocons.

    • Argh! Que se apressaram depois a pagar premios aos seus executivos. Essas injecoes ate que eram economicamente justificaveis, mas terem sido feitas sem contrapartidas (de gestao e fiscalizacao) foi uma estupidez crassa.

    • A recessao vem ai – impulsionada pelo ciclo mortal austeridade-divida – e nada pode ser feito agora para a travar. Foi o resultado de decadas de cedencia ao setor financeiro.

  5. fada do bosque

    O tecto da dívida começa a ser progressivamente revogado
    – O sr. Obama usa tácticas de intimidação para levar os democratas a votarem o seu plano republicano para a Wall Street
    O salvamento melodramático da Wall Street deve ser visto como um ensaio geral para a não-crise do tecto da dívida.
    O Sr. Obama também procura passar a ideia de que as agências de rating são capazes de actuar como servilmente em relação aos os seus clientes, fazendo a economia pagar um juro cada vez mais alto sobre os cartões de crédito e actividades bancárias. “Pela primeira vez na história”, diz-nos Obama “a classificação triplo A do nosso país será revista em baixa, deixando os investidores de todo o mundo a duvidar de que os Estados Unidos sejam ainda um bom investimento. As taxas de juro dos cartões de crédito, hipotecas, prestações do carro, disparariam para níveis astronómicos, que se juntariam a um aumento da carga fiscal sobre o povo americano”.

    A verdade é que a existência de um superávite no orçamento de estado aumentará as taxas de juro ao obrigar a economia a ficar refém do sistema bancário. A administração Obama encontra-se hoje profundamente mergulhada numa fase de retórica orwelliana.
    texto integra aqui: http://www.resistir.info/crise/hudson_29jul11_p.html Aconselho a leitura.

    • E em claro clima de “fim de imperio”… Infelizmente temo mais o “imperio que se segue” do que este…

      • fada do bosque

        É realmente para temer… se me tivessem contado isto antes do 11/9/2001 eu não acreditaria, mas agora é uma realidade a que pelos vistos não podemos fugir.
        Depois de saber também disto – http://portugueseman.blogspot.com/2009/11/espaco-bush-abriu-caixa-de-pandora.html e ainda disto:
        (…)Mas as grandes implicações são militares. A Rússia passa a ter um sistema GPS de cobertura global, o que quer dizer que todas as suas armas que possam usar o sistema GPS, podem ser usadas em QUALQUER parte do mundo. Para os EUA o arranque deste sistema é deveras preocupante. Até hoje os EUA mantinham o controlo do único sistema GPS existente, e que o mundo inteiro pode usar mas em caso de necessidade/conflito os EUA barravam o sinal. Agora em caso de conflito, qualquer nação, incluindo o oponente tem um sistema de GPS disponível. (…)

        (…) Mas o panorama é grave. A Rússia está a exportar uma série de mísseis, bombas e outros tipos de material militar com capacidade de usar o sistema GLONASS, o que significa que qualquer nação os pode comprar (e usar, pois não podemos esquecer que a cobertura é global) e os EUA não tem como neutralizar esse sistema, tornando ainda mais complicado qualquer actuação.

        Se o mundo ocidental está equipado com armas formidáveis, sendo a maior parte proveniente dos EUA, o resto do mundo cada vez tem melhores opções vindas de uma Rússia cada vez mais forte. http://portugueseman.blogspot.com/2010/09/sistema-gps-russo-um-passo-dos-100.html
        Como já nos demonstraram as ditaduras provenientes do “iluminismo” científico, nada pior do que isso, a não ser o que acontece hoje… O Mundo divido em três potencias ditatoriais e nucleares com alta tecnologia à disposição. Arrepiante!…

        • Odin

          CP, eis o motivo de eu ficar irritado com o tratamento do governo brasileiro com a AEB e o programa espacial brasileiro. O futuro do poder militar será aeroespacial e até submarino também. Se o Partido Republicano através de Bush, e o Partido Democrata através de Obama, quiseram mesmo arruinar o poder dos EUA, conseguiram! Agora, os demais BRICS estão desenvolvendo os seus programas espaciais com uma rapidez impressionante. A Rússia está revitalizando o seu poder militar e aeroespacial da era soviética, a China do começo do século XXI está se tornando semelhante ao Japão do começo do século XX, a Índia também não perde tempo. Israel, um dos maiores aliados dos EUA, já chegou a demonstrar interesse em parceira com o Brasil e a Ucrânia, no passado recente. Os iranianos já estão na frente do Brasil. A África do Sul também tem o seu programa espacial. A ESA vai manter o poderio do Eixo Franco-Alemão-Russo, a ESA e a Roscosmos se unirão. Para mim, será esse eixo a próxima superpotência do planeta, disputando com a China a hegemonia mundial. E o Brasil é o mais atrasado de todos! 😦

          • Pois… Eu sei. E havia tanta esperanca depositada num “Brasil espacial” na decada de 90… Sim, lembro-me bem de artigos em jornais e revistas que apareciam por ca na epoca. Quando se compara esse tempo (30 anos!) Com hoje ve-se bem quanto o Brasil se deixou ficar para tras. E atencao: esse atraso sera particularmente flagrante logo que a Índia colocar um homem em orbita!

  6. Odin

    Sarkozy, Sarkozy!
    Qui vous a vu et qui vous voyez … un marchand d’armes? Un président libanais a approuvé par la Syrie? Votre grand-père et votre premiere épouse étaient des Juifs. Je suis brésilien, l’un des rares brésiliens qui n’ont pas la mémoire courte. Je me souviens de ce que vous disiez à l’élection présidentielle où vous avez été élu.
    Ingênuo é quem acredita que a democracia representativa é realmente um tipo de democracia. O único que não manda é o povo. Com certeza há uma elite mundial ditando as regras para as nações. O grande culpado não é o Obama, é o Bush.
    Eu me recordo do ano de 2003, jovens em todo o mundo, inclusive no Brasil e em Portugal, a voz da democracia participativa mundial protestando, dizendo « não » à invasão ao Iraque, líderes da França, da Alemanha, da Rússia, da China, insistindo diplomaticamente com os líderes americanos e ingleses, para que não invadissem o Iraque, o Conselho de Segurança da ONU simplesmente foi ignorado.
    Mr. Bush, the blame for the decline of U.S.A. is yours! You’re a liar and now you see what you did to your country!
    O Obama é só um fantoche de algum poder oculto por trás de tudo. E para mim, países como Portugal é uma vítima de tal poder oculto. Até o Sócrates era, quando 1.°Ministro, um fantoche desse poder por trás do poder.E hoje, o fantoche é o Passos Coelho. No Brasil, o FHC, o Lula e a Dilma também são fantoches do poder secreto.

    Gostei muito da Fada do bosque, simplesmente está dando um espetáculo de conhecimento aqui no Quintus. Meus parabéns, fadinha !!! 😉

    • fada do bosque

      Obrigada Odin… 🙂
      Partilho consigo a idéia de que temos poderes obscuros por trás das “democracias” ocidentais e também penso que os políticos portugueses, estão desde o 25 de Abril ao serviço desses poderes. Angola teve de ser retirada da mão do Estado português, especialmente Cabinda, para satisfazer a ganância desses poderes. Moçambique também se transformou num laboratório clínico… infelizmente.
      Quanto a Obama, todas as expectativas estavam dirigidas para a sua nomeação como PR dos EUA e salvador do Império. Um erro colossal. É preciso ter muita Fé para acreditar que não seria um fantoche dos neocons e a política não se pode misturar com Fé. A única coisa que me ocorreu com a invasão do Iraque, foi de que o motor para a 3ª Guerra Mundial foi posto a trabalhar e não me enganei.
      É ver as manobras das potencias de leste especialmente a China, para mostrar o seu poderio e intimidar as outras potências veja aqui por exemplo: http://sempreguerra.blogspot.com/2011/08/china-deve-utilizar-porta-avioes-em.html
      Entretanto nos EUA há também movimentações, como se pode ver aqui… mas estas são internas http://www.alterinfo.net/Sequences-video-de-mouvements-de-troupes-massifs-a-travers-les-Etats-Unis-Sont-ils-en-train-de-se-preparer-video_a62159.html
      Eu concluo que estão em curso duas guerras, uma contra os cidadãos por parte das elites e outra, entre potências. Oxalá esteja enganada…

      • Odin

        “A única coisa que me ocorreu com a invasão do Iraque, foi de que o motor para a 3ª Guerra Mundial foi posto a trabalhar e não me enganei…”
        Por incrível que pareça, foram os EUA enquanto 1ª Potência Mundial que impediram a 3ª Guerra Mundial ter acontecido. Se fosse outro tipo de potência com outro tipo de opinião, a 3ª Guerra já teria acontecido faz tempo. Parece um paradoxo, um país que tem uma economia de guerra, que tem uma cultura belicista, adora violência e destruição (filmes de Hollywood), um país que em 250 anos desde a sua independência, só teve 50 anos de paz, os outros 200 foram de guerras, e conseguiu evitar a 3ª Guerra. Mas em 11 de Setembro de 2001, o rumo da história mudou. Ao invadir o Iraque em 2003, Bush provocou o enfraquecimento e o início da decadência americana como superpotência global. A crise veio em 2008, o dinheiro gasto naquela invasão e na ocupação fez falta para resistir a crise, que persiste até hoje. O Obama não consegue reverter a situação (se é que quer mesmo reverter), e assim que os EUA deixarem de ser a 1ª Potência do planeta, e assim que países como a França e a Inglaterra enfraquecerem também, no aspecto militar, aí a contagem regressiva para a 3ª Guerra Mundial vai começar, se já não tiver começado.

        “…e a política não se pode misturar com Fé…”
        Exatamente! A mistura entre Fé e política raramente não acaba em desastre. E esse foi o maior erro do Cristianismo, principalmente da Igreja Católica Romana.

        • Os problemas nao comecaram – contudo – com o Iraque. Comecaram com a cedencia aos globalistas e com a abertura de fronteiras comerciais ‘a China. Foi esse fim de barreiras comerciais que ditou o fim do Ocidente e o intermivel ciclo da divida.

      • E contudo continuo a crer que Obama estava convicto de que poderia mudar alguma coisa. Mas ao chegar ‘a presidencia deve ter-se apercebido (so entao) que a “democracia” americana estava bloqueada e cristalizada contra alteracao significativa de status quo.

        • fada do bosque

          Caro Clavis tenho de dar razão ao que diz, bem como a Odin. A Guerra no terreno, no palco mundial, começou com a invasão do Iraque, mas a globalização foi o caminho aberto para que tal acontecesse… disso eu não tenho dúvidas. Os neoliberais malcomunados com os Neocons no seu louco trajecto para o poder e como escravos da sua própria ganância, esqueceram-se da analisar a História. Erro colossal… foi o bastante para a lei de causa/consequência, ou acção/reacção (desculpem… ainda não sei aplicar as regras do AO) demolir as expectativas em mente destes irresponsáveis políticos. Não se faz política por convicção, nem em cima do joelho, só porque sim! e muito menos desacreditando a CIA e o conhecimento empírico desta na contra informação, criando a equipa B, com esta finalidade dentro dessa organização… Nem lhes vai adiantar muito o Patriot Act, seguido do Conselho dos 13. Por consequência todo o Ocidente, se não todo o Mundo, vai sofrer as consequências… Blair, Bush e seus compinchas do Pentâgono deveriam ser julgados como criminosos de guerra.

    • ‘E mais um caso de nao haver concorrencia ‘a altura… E de Obama ser um magnifico orador, um autentico Demostenes moderno!

      • Odin

        O Obama é na sociedade americana algo parecido com o que o Lula foi na sociedade brasileira. Um “divisor de águas”. O Obama é o primeiro afro-descendente a ser Presidente dos Estados Unidos. O Lula foi o primeiro proletário a ser Presidente do Brasil. Só que o Brasil ainda não teve um presidente negro e nem os EUA tiveram ainda uma presidente mulher. Mas o Obama é uma novidade na sociedade americana, um magnífico orador, como você disse. Vai ser trabalhoso achar alguém entre os políticos americanos alguém para vencer o Obama.

        • A (de facto) magnifica oratoria de Obama so pode ser vencida pela… Mediocridade do seu mandato: da regulacao do sistema financeiro nao resta praticamente nada ja que se deixou enganar pelos lobbies e nao legislou nada em concreto, na saude o mesmo, na economia o mesmo, na nasa, o mesmo, no afeganistao o mesmo… Nao falhou rotundamente (ainda) em nada. Mas nao conseguiu mudar nada e foi precisamente para isso que foi eleito.

  7. Odin

    Joe Biden
    “EUA nunca entraram em incumprimento nem nunca entrarão”
    http://economico.sapo.pt/noticias/eua-nunca-entraram-em-incumprimento-nem-nunca-entrarao_124989.html

    • Um argumento parvo vindo de um vice parvo de uma Administracao paralisada por um sistema caduco e manipulado pelos grandes interesses economicos…
      E dai? Nunca ter acontecido, nao quer dizer que nao aconteca. Ao que sei a divida americana tambem nunca chegou aos patamares fantasticos onde esta hoje.

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