Daily Archives: 2011/08/07

A China vai enviar taikonautas para a Lua entre 2025 e 2030

Estação Tiangong-1 e cápsula Shenzhou (http://www.parabolicarc.com)

Estação Tiangong-1 e cápsula Shenzhou (http://www.parabolicarc.com)

A China estuda neste momento o local da sua primeira alunagem tripulada na Lua. Um dos locais mais prováveis é, atualmente, a Baía dos Arco-Íris, que será explorada pelo primeiro rover chinês já daqui a dois anos, em 2013. Quatro anos depois, em 2017, um segundo rover irá alunar, recolhendo desta feita amostras do solo lunar e enviando-as para Terra, onde serão estudadas.

Ainda que a data exata ainda não esteja apurada, tudo indica que os primeiro “taikonautas” chineses estarão na Lua entre 2025 e 2030. Uma data ambiciosa e que depende do sucesso das tecnologias que a estação espacial que será lançada em finais deste ano, que será chamada de Tiangong-1 vai testar. Os testes de acoplagem serão realizados pela ligação à Estação de uma nave Shenzhou provando assim que a China domina esta tecnologia crucial para o sucesso de qualquer futura missão lunar tripulada.

Numa época em que os EUA – fruto da incompetência de Obama – embarcam decididamente num ocaso e se veem obrigados a pagar “bilhete” nas cápsulas Soyuz para levarem os seus astronautas até à ISS, a Europa vegeta no Mar da Indecisão que carateriza a numa anémica classe política e a Índia luta para recuperar o atraso para a China, esta aparece cada vez mais como a maior potencia espacial das próximas décadas. Ou pelo menos, como a única que tem planos para regressar à Lua e manter um programa espacial tripulado independente.

Fonte:
Jornal “Público” de 10 julho 2011

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Herman Van Rompuy: “A Alemanha está entre os países que mais beneficiaram do mercado interno europeu e do euro”

Herman Van Rompuy (http://i.telegraph.co.uk)

Herman Van Rompuy (http://i.telegraph.co.uk)

“A Alemanha está entre os países que mais beneficiaram do mercado interno europeu e do euro” (…) “Durante a primeira década do euro, houve uma combinação de políticas orçamentais e económicas laxistas, em conjunto com fragilidades das políticas prudenciais e de supervisão dos bancos ao nível nacional, tanto nos países com excedentes como com défices. Houve também uma focalização excessiva nos défices orçamentais, mas já não tanto na sustentabilidade da dívida ou nos desequilíbrios macroeconómicos, e os saldos comerciais foram simplesmente ignorados.”
Herman Van Rompuy
Presidente do Conselho Europeu
em entrevista ao Público de 10 de julho de 2011

Este Herman é um monumento portentoso à suprema inutilidade que é a eurocracia europeias mas neste ponto, tem razão… Não só foi a Alemanha o principal beneficiário da política de “moeda forte” durante os últimos 20 anos (desde 1990) como esta foi moldada à imagem do Marco alemão. Os países que tinham estruturas económicas muito diversas da alemã foram os mais prejudicados. Os que lhe eram mais semelhantes, beneficiaram ou sofreram menos. No primeiro grupo encontramos países como Portugal, a Grécia ou Espanha. No segundo, situam-se países como a França, a Holanda ou a Áustria.

Foi porque os ditos “grandes” países do norte beneficiaram da situação que esta não mudou até que, por fim, depois da grande crise de 2008, ficou patente que a Moeda Única (e através dela, a Europa) tinha tais contradições internas que havia que impor mudanças radicais no sistema económico e monetário europeu: a Moeda forte não convêm a economias desindustrializadas e destituídas de capital abundante. Por isso, mesmo ou a moeda muda, e muda radicalmente, desvalorizando-se, por exemplo, pela multiplicação das suas emissões ou, os países cuja situação económica é mais desconforme às suas careterísticas, a abandonam e regressam às suas moedas soberanas ou se cria – na Europa – uma segunda moeda comum. Mais ajustada e menos hipervalorizada. As opcoes estão aí, e nada fazer nao é uma delas.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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