“O Património Lusófono enriquece o espólio cultural da Humanidade”

“A minha Pátria é a língua Portuguesa” tem uma grande atualidade cultural e cívica, porque o Património Lusófono enriquece o espólio cultural da Humanidade e permite o estreitamento de laços afetivos e institucionais entre os povos de língua portuguesa visando a cooperação humanitária e a ajuda mútua com vista ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum.”

Nuno Sotto Mayor Ferrão
Nova Águia 7

A língua portuguesa é assim um vetor crucial de aproximação entre os povos e provavelmente o património mais rico de que Portugal dispõe hoje. Estima-se que perto de 10% do PIB português atual seja proveniente de produtos e serviços culturais e muito mais espaço de crescimento existe hoje se tivermos em conta a virtualização crescente das sociedades e as enormes potencialidades de incremento de comunicação de povos separados pela geografia mas próximos pela Cultura e pela Língua que caraterizam hoje a Lusofonia. Só pela via do cibermundo (Internet) se poderá cumprir a missão de aproximar por todas as vias e formas os povos de fala lusófona. Neste respeito existe uma ligação umbilical entre  Lusofonia e Cibermundo e ambos terão que caminhar lado a lado nesta nossa senda comum de aproximação mútua.

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Nacional, Portugal | 37 comentários

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37 thoughts on ““O Património Lusófono enriquece o espólio cultural da Humanidade”

  1. Riquepqd

    Gostaria de escrever uma curiosidade que percebi várias vezes, e inclusive outros brasileiros comentaram a mesma coisa comigo.

    Por incrivel que pareça, para um brasleiro, é muito, mais muito mais fácil compreender a fala de um galego do que a de um português recém chegados da Europa. Não é incrível.

    Na net, assistindo a falas de galegos e portugueses, isto também fica evidente.

    Desculpem a minha ignorancia, mas sabem se há alguma explicação para isto?

    Apesar dos sotaques serem muito diferentes do brasileiro, o galego é muito mais compreensível a nós, os portugueses tem um modo de falar mais fechado, já o dos galegos é um pouco mais aberto, um pouco mais semelhante aos sotaques brasileiros.

    Sou totalmente a favor da união em torno da lusofonia, mas as vezes receio que não falemos mais no Brasil a mesma língua de Portugal.

    Se em uma língua, o mais importante é a fala, já que a escrita é apenas uma expressão desta, muitos brasileiros acreditam, entre estes até professores de português que tive, que no Brasil não se fala mais português, se fala brasileiro.

    Porque na grande maioria das vezes em que escutamos um português falar, não compreendemos nada, as vezes entendemos uma palavra perdida em uma longa frase.

    Nos telejornais brasileiros, quando entrevistam portugueses residentes em Portugal, os telejornais sempre colocam a tradução simultanea na tela enquanto os portugueses falam.

    Eu continuo defendendo que no Brasil se fala português.

    Precisamos logo da união lusófona em todos os ambitos, que as mídias faladas e escritas portuguesas e brasileiras possam transmitir livremente no país alheio, antes que nossos idiomas se separem ainda mais.

    O acordo ortográfico, mesmo com alguns erros. foi um avanço na tentativa de união, mais precisamos avançar mais, porque já há muitos brasileiros que dizem falar brasileiro, tupiniquim, luso-brasileiro e até galego.

    Agora gostaria que me esclarecessem algo, vejo por aqui e pela net muitos portugueses dizendo que na Galiza se fala o idioma português com sotaque galego, ou que o galego é um dialeto do português, e os mais brandos dizem que o galego é um idioma originado do português.

    Mas não seria o contrário? Na verdade não é a Galiza a terra onde se originou o idioma falado em Portugal, e que foi levado de lá até Portugal e que depois os portugueses souberam expandir este idioma pelo mundo? Não podemos dizer que o idioma português é que foi originado do galego?

    Encontrei na net inclusive sites galegos que dizem que no Brasil não se fala português, se fala galego.

    • A lingua ‘e a mesma, ou seria impossivel estarmos a ter esta conversa… O que se passa ‘e que no Brasil existem arcaismos que tambem subsistem na matriz da lingua, que ‘e a Galiza. O fechamento das vogais ‘e uma carateristica da variante de Portugal, assim como outras, nao sao tracos de uma outra lingua, apenas provas de uma lingua muito viva e dinamica e sinais da sua vitalidade…

  2. Riquepqd

    “…A lingua ‘e a mesma, ou seria impossivel estarmos a ter esta conversa…”

    Mas será que eu conseguiria te entender perfeitamente como faço agora, se você estivesse falando, ao invés de escrevendo…

    Como é o entendimento entre portugueses e galegos falando, conseguem se comunicar com facilidade? Ou é quase necessário tradução?

    Percebo que vocês portugueses e também os galegos conseguem entender bem a conversa de dois brasileiros, também há uma explicação pra isto? Tem alguma coisa haver com os arcaismos que você citou?

    • Ainda nao ha muito tempo estive numa conferencia do MIL em que estavam presentes galegos, brasileiros, angolanos e portugueses… E todos nos entendemos perfeitamente! Essa ‘e a maravilha da nossa lingua comum!

  3. Otus scops

    “a matriz da língua que é a Galiza” o tanas!!!
    a matriz da língua é o Latim, que o Brasil atropela e desrespeita como ninguém.
    o que havia era um território designado por Galécia, (do latim Gallaecia ou Callaecia) território muito mais amplo e muito menos homogéneo.
    de seguida foram OS PORTVCALENSES que fizeram pela vida, viraram costas à Galécia do Norte e conquistaram o território que hoje se designa por Portugal ao fim de 200 anos.
    de seguida desenvolveu-se uma língua independente chamada de português, cuja matriz é PORTUGAL!!!

    quanto à questão do Riquepqd é mais arrogância dos brasileiros por não se interessarem pelos outros, tal como os espanhóis e de certa maneira os americanos, se implica algum esforço para entender não querem saber, bastam-se a si próprios…
    o Odin entende os portugueses, tal como muitos brasileiros e quer em Angola, quer em Moçambique não tive nenhuma dificuldade em em fazer entender, mais de 95% da minha mensagem passava sem problemas… será que os brasileiros são mais burros que os angolanos ou os moçambicanos??? não me parece que seja essa a explicação…

    agora concedo que o português de Portugal é mais fechado e mais formal, mais erudito e com mais fonemas, mais desenvolvido do que as outras variantes do português nomeadamente o falado no Brasil.
    no entanto ainda não entendi porque não se pronuncia explicitamente os “LL” e os “RR” no “fináu daiss palavraiss como Porrtugaúú e Brásiúú…” 😉

    • A matriz primaria ‘e o indoeuropeu. Daqui – com cruzamento do misterioso substrato mediterraneo (albanes?) o latim. Do latim vulgar, o portugalaico, deste o portugues moderno. Por isso reafirmo: o portugalaico (ambas as bandas do rio Minho) ‘e a matriz do portugues.

      • Otus scops

        CP

        “reafirmo: o portugalaico (ambas as bandas do rio Minho) ‘e a matriz do portugues.”
        ok. um teimoso nunca teima sozinho e eu não quero chamar-te isso… 😀

        (indoeuropeu, albanês, latim, que grande cocktail!)

    • Odin

      “…o Odin entende os portugueses…é mais arrogância dos brasileiros…”
      Tanto que eu gosto muito de duas interjeições, o “pá!” e “ena!”, gosto de ouvir algumas gajas usarem expressões coloquiais como “giro/gira”, “fixe”, “porreiro/porreira”, “estou nas tintas”, “isto tá uma tremenda seca”, acho engraçado quando elas chamam os gajos de “totó”, e gosto que os brasileiros conjuguem o tempo presente contínuo com o gerúndio e que os portugueses conjugem com a preposição “a” mais o verbo no infinitivo e, sou arrogante mesmo. Qual o problema? Quem pode, pode! Quem não pode, chora! 😀

      • Otus scops

        Odin

        mais uma vez vieste colocar a sinal de união, muito bem.
        eu também gosto dos vários tipos de linguajar brasileiro. os cariocas são os mais “afectados”, são os que eu estou mais habituado a escutar. os do norte são giríssimos “ó xentiii” 😀
        “Sum” Paulo também tem umas vocalizações muito próprias.
        agora em Angola, por vezes “é de ir às lágrimas”!!!
        um dia virou-se um “indigena” para mim e sai-se com esta: “Chefi” eu “disconsegui “di” “consigui”!!! 😀
        como não tinha alcançado o objectivo então “não conseguiu (desconseguir) conseguir.
        portanto, cada um tem a sua forma de estar na vida, acho bem, respeito e precisamente por isso sou contra o (des)AO90.

        P.S. – já tinha saudades tuas, pá… 😉
        P.P.S. – permite-me uma singela correcção, é “estou-ME nas tintas” que se diz e os gajos (como eu) também o dizem… 😀

  4. Otus scops

    CP
    o meu comentário 2011/07/18 às 20:35 | #5 era para ficar debaixo do teu 2011/07/17 às 16:48 | #2.

    devo ter-me enganado…

    • riquepqd

      Cara, não sou arrogante, e consigo entender bem os portugueses que moram a décadas no Brasil, mas aqui no Rio de Janeiro, todos tem dificuldade de compreender os portugueses residentes em Portugal, não sei se é específico dos cariocas, mas acredito que não, porque o Rio é a cidade mais “portuguesa” do Brasil.

      Se não fosse assim, os telejornais não colocariam legenda para ilustrar a fala de vocês, será que todos os diretores dos telejornais brasileiros são tão arrogantes assim, não! Eles apenas querem que seus telespectadores compreendam tudo o que está sendo dito.

      “…será que os brasileiros são mais burros que os angolanos ou os moçambicanos???”

      Querer comparar o sotaque falado em Angola e Moçambique com o brasileiro é que parece burrice ou brincadeira, até pela diferença do tempo de independencia, é evidente que os angolanos e moçambicanos vão te ententer, a fala é quase igual à portuguesa, tiro isto porque há muitos imigrantes angolanos aqui no RJ, pode ser que haja, mas eu não vejo qualquer diferença na fala de um angolano e de um português. Somente vocês para conseguir achar alguma diferença.

      Já entre um brasileiro e um português… Sem brincadeira, isto até me incomoda, já que sou a favor da lusofonia. Já participei de uma operação de adestramento em conjunto com o Exército Argentino, e quando escutava os argentinos falando entre si, não compreendia nada, e vice-versa, mas quando tentavamos nos comunicar, conseguiamos fazer sem problemas.

      Agora quando um turista português vem ao Rio e tenta pedir uma informação a alguém que não trabalhe no ramo de turismo, as vezes é leva uns dois minutos para entender o que ele quer, talvez você tenha um pouco de razão, e haja algum tipo de má vontade de alguns brasileiros, mas a recíproca também é verdadeira, porque vocês não fazem a mínima questão de tentar se fazer entendidos!

      Quanto a sua explicação sobre a origem do português, fico agradecido, pra mim ela deixa claro que o português realmente se desenvolveu do galego, pelo que entendi os portcalenses falavam galego ou um galego arcaico, e depois viraram as constas pros que falavam a mesma língua no norte da Galaecia, e devido ao pouco contato destes com os que ficaram no norte, o idioma português acabou se desenvolvendo por ter se isolado do galego. Não é isso?

      • Nao ‘es o primeiro que conta algo de semelhante. De facto, brasileiros que estao radicados ha mais de dez anos em Portugal dizem o mesmo: a fonetica do brasileiro comum esta a evoluir rapidamente e esta a tornar-se tao incompreensivel quanto a variante acoriana o ‘e para um portugues de Lisboa ou Coimbra.
        A fonetica ‘e um aspecto da lingua, a grafia outro. Nem uma, nem outra esgotam a Lingua que ‘e uma realidade muito mais extensa e profunda, estando a prova do que escrevo no facto de eu conseguir entender perfeitamente o que dizes, e vice-versa… Agora experimenta escrever isso em tupi…

      • Otus scops

        riquepqd

        eu não te chamei arrogante, o que disse, cometendo um grande abuso de linguagem foi que os brasileiros são arrogantes, fazendo uma grande injustiça a todos aqueles cidadãos brasileiros que o não são nesta questão. a esses peço que me perdoem e que entendam que o que escrevi não passa de uma generalização grosseira, contudo é isso que eu penso.

        “Se não fosse assim, os telejornais não colocariam legenda para ilustrar a fala de vocês,…” mas a questão é mesmo essa: os portugueses entendem os brasileiros e os brasileiros precisam de legendas… 😀

        “evidente que os angolanos e moçambicanos vão te ententer, a fala é quase igual à portuguesa,”
        completamente errado!!! foi na minha 1ª estadia em Angola que entendi definitivamente porque se fala assim actualmente no Brasil, os “LL” e os “RR” lá também quase não se dizem, além de algumas parecenças que agora não me recordo. só estando lá, é um sentimento único, perceber essa similitude. quanto a Moçambique é diferente, mas a matriz africana está lá e é isso que tempera autenticamente a fala brasileira, a massa é o português mas o açúcar e a canela são africanos e tupi-guarani, passe a alegoria culinária com a linguajar brasileiro.

        “Somente vocês para conseguir achar alguma diferença.”
        claro, os brasileiros só entendem… os brasileiros!!! 😀
        até um angolano, moçambicano, etc, não coloca legendas nos programas brasileiros, só o Brasil. há aqui algo estranho, todos (exceptuando os brasileiros) entendem todos, apenas os brasileiros é que não entendem mais ninguém… dá que pensar ou não???

        “Já entre um brasileiro e um português… Sem brincadeira, isto até me incomoda, já que sou a favor da lusofonia.”
        o que é que uma coisa tem a ver com a outra??? não se pode falar??? dizer o que se pensa e sente??? “ué”???
        o restante parágrafo com os argentinos não entendi o propósito.

        “…mas a recíproca também é verdadeira, porque vocês não fazem a mínima questão de tentar se fazer entendidos!”
        Riquepqd, por favor, podias dar sugestões para fazer um manual do tipo “10 Dicas Para Portugueses Se Fazerem Entendidos na Terra Brasilis”??? francamente…

        “…pra mim ela deixa claro que o português realmente se desenvolveu do galego”
        não é bem assim. havia uma língua designada hoje em dia por galaico-português, nem é o actual português, nem é o actual galego (ou lá o que resta dele), era uma coisa comum que com os séculos se modificou. aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_galego-portuguesa explica melhor. o mesmo irá acontecer em breve entre o português e o brasileiro.

        “pelo que entendi os portcalenses falavam galego ou um galego arcaico, e depois viraram as costas pros que falavam a mesma língua no norte da Galaecia”
        sim, de forma simplificada foi isso, os Galaicos do Sul, Portucalenses tiveram que cindir com os Galaicos do Norte, os Galegos. e em boa hora o fizeram!

        • riquepqd

          “…peço que me perdoem…”

          Está perdoado.

          “…a massa é o português mas o açúcar e a canela são africanos e tupi-guarani, passe a alegoria culinária com a linguajar brasileiro.”

          De acordo, eu acresentaria outros temperos e condimentos, como outras línguas ameríndias no sotaque nortista, o italiano e quem sabe o japones em SP e PR, e o pomerano no RS e SC e talvez também o polonês e o ucraniano, o castelhano nas fronteiras do sul e centro-oeste, onde se fala portunhol, e muitos dizem que o gosto para nomes exóticos e o extra-terrestre sotaque nordestino é herança neerlandesa.

          “…todos (exceptuando os brasileiros) entendem todos…os brasileiros só entendem… os brasileiros!!!… dá que pensar ou não???”

          É verdade, e eu PENSO o seguinte, acho que o motivo é mais ou menos o mesmo que fez separar-se o galego e o português do portugalego. (compreendi viu?) Séculos de separação entre os portugueses e brasileiros explicam porque não entendemos bem os portugueses e os demais lusófonos, e justamente devido ao relativo pouco tempo de independencia dos demais lusófonos , em comparação com o Brasil, explica porque vocês se entendem quase que perfeitamente. Pensa nisto agora…

          “…o restante parágrafo com os argentinos não entendi o propósito…”

          Exemplificar que as vezes é mais fácil a um ouvido brasileiro compreender o castelhano falado em países vizinhos do que o português falado em portugal. É relativamente menos burocrático compreender principalmente argentinos, uruguaios e paraguaios. Acho que é questão de costume, talvez estejamos mais acostumados a ouvir os vizinhos do que aos portugueses.

          “…podias dar sugestões para fazer um manual do tipo “10 Dicas Para Portugueses Se Fazerem Entendidos na Terra Brasilis”???…”

          Hahaha, tenho uma dica só, que tal falar pra fora enquanto estiverem no Brasil, ou desculpe, quer dizer, que tal falar com as vogais um pouco mais abertas enquanto estiverem no Brasil, falar assim será um sacríficio passageiro, apenas enquanto durar a estadia. Já ajudaria, hehehe.

          “…se modificou …o mesmo irá acontecer em breve entre o português e o brasileiro…”

          Concordo plenamente, e infelizmente.

          Mais uma vez agradeço pela explicação sobre o galaico-português, então podemos concluir que o galego nao é originado do português, nem o português do galego, ambos vieram do galaico-português, ou portugalego.

          • Otus scops

            riquepqd

            – obrigado pela absolvição!!! 🙂

            – sim, esses condimentos também estão lá, de acordo.
            até me dá a sensação que são esses “estrangeiros” que mais bramem contra Portugal e contra os portugueses, que querem romper com as origens e reescrever a História

            – “compreendi viu?” nunca tive a sensação de perder o meu teu tempo contigo, riquepqd, sempre te achei um interlocutor com valia e valente.

            – “Séculos de separação entre os portugueses e brasileiros explicam porque não entendemos bem os portugueses e os demais lusófonos” não me parece que seja isso, é a arrogância. o Brasil é enorme e basta-se a si próprio, vós estais fechados sobre vós à muito tempo. e se eu te disser que na África lusófona a língua portuguesa é pouco e mal falada??? só que as populações sempre fizeram um esforço, tem os olhos arregalados, bem abertos a tentar captar tudo que nós dizemos, num esforço de querer entender. o brasileiro (dá-me a sensação) não precisa disso. os grandes países e culturas costumam ser assim. aquelas anedotas sobre a ignorância do povo norte-americano e a indiferença que nutrem pelos “exterior” bem podia ser aplicada ao Brasil. uma vez tivemos esse diálogo, sobre a grandeza das empresas brasileiras e portuguesas. se exceptuarmos cirurgicamente a Embraer e talvez a Globo, as restantes empresas brasileiras NÃO são reconhecidas senão no Brasil e por pessoas informados como eu. é esse sentimento de auto-satisfação dos brasileiros (arrogância se calhar é um pouco forte na realidade) que causa essa apatia ao que é diferente…
            além dos fonemas que são mais fechados.
            por curiosidade: http://movv.org/2009/05/04/comentario-ao-texto-portugues-a-lingua-da-globalizacao-de-roberto-moreno-sugerido-pelo-nosso-comentador-pegasus/

            – “que tal falar com as vogais um pouco mais abertas enquanto estiverem no Brasil, falar assim será um sacríficio passageiro, apenas enquanto durar a estadia”
            um bocadinho esquisito, pedir a um visitante que se sujeite… “eita acolhimento esse…”

            – “…talvez estejamos mais acostumados a ouvir os vizinhos do que aos portugueses. ” pois….

            – “Mais uma vez agradeço pela explicação…” caramba, assim até fico sem jeito… foi com todo o gosto e prazer. sim, em grosso modo é isso. só gostava de dizer (aqui o CP até vai gemer… 😀 ) que o galaico-português era uma corruptela do latim, desgarrada, sem estrutura unificada, muito pouco erudita, quase um calão de rua latino com misturas. a língua portuguesa evoluiu e de que maneira, atingiu um grau de sofisticação, diferenciação e desenvolvimento que o galego actual nem tem. temos uma matriz comum, mas estamos muito à frente deles.

            • riquepqd

              Valeu Otus, também lhe tenho estima, é corajoso e não foje a peleja, como milhões de conterrâneos meus, certamente herdamos isto de teu povo valente.

              “…“Séculos de separação entre os portugueses e brasileiros explicam porque não entendemos bem os portugueses e os demais lusófonos” não me parece que seja isso, é a arrogância. o Brasil é enorme e basta-se a si próprio…”

              Talvez tenhamos os dois, 50% de razão cada. Obs: Não sei incluir aquelas carinhas felizes, mas imagine aqui uma bolinha amarela sorridente. Rsrsrs.

              “eita acolhimento esse…”

              È verdade, não foi legal.

              “…atingiu um grau de sofisticação …”

              Concordo plenamente, graças aos independentistas portucalenes, que se apartaram dos galegos do norte, e o resultado, milhares de anos depois temos o português sendo uma das principais linguas do mundo e o idioma galego condenado à morte.

              Não sei se é a favor ou contra uma UL, mas vou escrever lá em baixo, para não ficar muito comprido, o que penso ser o melhor modelo, gostaria de ler sua opinião e a do CP, e quem sabe a do Odin, já que estamos intrigados há algum tempo. Rsrsrs.

              • Bem, a minha opiniao ‘e aquilo que se sabe…
                1. Saida do euro e da UE
                2. Formacao de uma UL a partir da estrutura da CPLP ou (se impossivel) atraves
                3. De uma uniao politica portugal_brasil a que se poderia juntar nesta primeira fase cabo verde
                4. O resto viria atras, seguindo o exemplo…

                • Otus scops

                  CP e riquepqd

                  CP 2011/07/20 às 22:37 | #18

                  as férias pioraram o teu radicalismo e ódio aos europeus…
                  o que propões é completamente insane!!!
                  diz-me lá, quando comentas aquelas coisas, sair do €uro, revitalizar a industria e blá, blá, blá (com que dinheiro???), vais vender O QUÊ e A QUÊM???
                  qual é a utilidade e valor de Portugal para a restante CPLP fora do contexto europeu??? agora deixaste de pensar??? o Prof. Agostinho da Silva até fica zangado contigo, lá do Além… 🙂

                  riquepqd 2011/07/20 às 17:13 | #17

                  “…certamente herdamos isto de teu povo valente.”
                  afinal somos valentes, hein??? eu bem te dizia na nossa 1ª discussão. 😉
                  mas um Lusófono recém convertido não podes dizer isso “do teu povo” senão o Clavis Prophetarum zanga-se, tens de dizer “o nosso povo”… 😀

                  “Talvez tenhamos os dois, 50% de razão cada.”
                  se calhar tens razão…

                  “Obs: Não sei incluir aquelas carinhas felizes, mas imagine aqui uma bolinha amarela sorridente.”
                  experimenta consultar esta página pode ser que ajude: http://codex.wordpress.org/Using_Smilies

                  “…graças aos independentistas portucalenses, (etc…)”
                  os brasileiros fizeram o mesmo passados 700 anos. foi inevitável e justo.

                  “Não sei se é a favor ou contra uma UL, mas vou escrever lá em baixo,”
                  vou lá agora ler e opinar, obrigado mrgreen :mrgreen:

                • Insano?
                  Claro: fazer mais do mesmo tem funcionado tao bem, porque mudar de estrategia?
                  Quanto a sairmos da Europa, vou dar-te uma novidade: nunca “entramos” nela. Deixaram-nos crer nisso enquanto nos viciavam na divida e nos destruiam o setor primario.
                  Entre 1930 e 1973 aproximamo-nos 30 por cento da Europa. Mas depois crescemos uma media de 1.5. A europa ‘e isto.

                • Riquepqd

                  Ok.

              • Odin

                “…e quem sabe a do Odin, já que estamos intrigados há algum tempo. Rsrsrs.”

                Riquepqd,
                Por mim, não há necessidade de permanecermos intrigados. Eu reconheço que, naquele dia, exagerei. Não havia necessidade da minha parte de expor o Brasil daquela maneira. Eu podia ter sido mais respeitoso sim. Mesmo porque o Brasil tem muito potencial para ser uma superpotência mundial, é um país com muitas qualidades. E eu quero que o Brasil seja uma grande nação no mundo. Assumo o meu erro. Mas o que acontece é que naqueles dias eu testemunhei muitos atritos entre brasileiros e portugueses em diversos sites da internet, como o Yahoo Respostas, o jornal Económico, o Diário de Notícias que os comentários são assustadores. O Quintus é um blog cujo proprietário é um cidadão português que tem muito amor pelo Brasil, e pelos países de língua portuguesa em geral. Ele é o vice-presidente do MIL, tem dedicado anos da vida dele perseguindo o sonho de ver os países unidos, já testemunhei tantas vezes ele defendendo o Brasil, então por questão de consciência, me coloco em solidariedade a ele. Milhões de brasileiros não sabem o que o CP faz lá em Portugal, no MIL. Mas eu sei. E ele não merece que nenhum brasileiro venha no espaço dele falar mal do país dele e do povo dele. Porque ele ama o nosso Brasil. E eu confundi você com aqueles “trolls” que provocam brigas na internet, da forma como você se expressou naquele dia. Eu estava meio irritado com os trolls brasileiros e portugueses, lhe interpretei mal e dias depois eu percebi que me enganei a seu respeito. Você apenas é muito patriota e tem muito orgulho do Brasil. Quem manda aqui no Quintus é o Clavis Prophetarum, mas eu não acho justo os trolls virem aqui para falar mal dos povos e países, num espaço que propõe a união e a harmonia. Se eu fosse o CP, apagava tudo quanto é mensagem de crítica destrutiva, de ofensas, inclusive as ofensas pessoais. Mas ele tem o ponto de vista dele, e eu tenho o meu. Aqui sou um mero postador de opiniões, como qualquer outro. Mas no seu caso, foi uma confusão da minha parte. Você até quer a União Lusófona, você não é uma pessoa contra Portugal e os portugueses. Por mim, podemos deixar as intrigas de lado.

                • Riquepqd

                  Valeu Odin, eu tambei exagerei muito naquele dia, que bom poder voltar a debater com alguem com excelentes idéias e muitos conhecimentos como você.

                  No meu as vezes patriotismo cego, acabei ofendendo demais Portugal nas minhas comparações. E me desculpo mais uma vez com todos portugueses por isso, também estava influenciado por esses trolls que você falou.

                  E também era minha primeira vez no Quintus, ainda não sabia direito o espírito da coisa, e aí encontrei o Otus pela frente, e a coisa foi longe demais…

                  E por falar nele, foi o único que ainda não deu sua opinião aqui sobre o que escrevemos, sobre como eu, você e o CP pensam em ser o melhor modelo de UL. Ele é a favor ou contra a UL?

  5. Otus scops

    CP

    algo se passa com o Qvintvs, os comentários não estão a sair na ordem correcta, estou a verificar isso, por mim e por vós… (tu, o Odin e o riquepqd)

  6. riquepqd

    É, acho que agora cheguei ao que penso ser a melhor maneira de UL.

    A República Confederativa Lusófona, nada de reinos ou impérios.

    Onde o chefe de Estado (presidente ou 1º ministro), também seria o chefe de governo, nada de reis ou imperadores, nós do Novo Mundo temos aversão a isto, ainda mais porque daria uma conotação de neo-colonialismo português a UL. Quer coisa mais ridícula do que uma pessoa ser o líder de uma nação somente porque nasceu em uma determinada família, que no passado até teve méritos em fundar um reino e conquistar o poder, e este poder perpetuo-se a seus descendentes, mas o que seus atuais descendentes fizeram para merecer continuar no poder … Por isso, nada disso, o melhor é alguém eleito democraticamente pelo povo, devido a suas idéias, e não pelo seu berço. Porque por mais mérito que algum fundador de um reino possa ter, não necessariamente seus descendentes tenham o mesmo brilhantismo.

    Penso que ao invés de uma capital rotativa como propõe o MIL, na UL deveriam haver três capitais, uma do poder executivo, uma do legislativo e outra do judiciário, como na África do Sul.

    Mas entre as três, uma rotativa e duas fixas. Além disto, cada país lusófono e cada Estado brasileiro continuaria tendo sua própria bandeira e capital local, com seus poderes locais executivo, legislativo e judiciário, que se submeteriam se necessário aos poderes confederais lusófonos, mais ou menos como funciona hoje no Brasil.

    Para fomentar a justiça e igualdade social no Timor-Leste e nos PALOP, a capital do poder judiciário poderia ser rotativa entre estes países, e também a Galiza poderia participar deste revezamento, que mudaria de sede, toda vez em que houvesse novas eleições legislativas para o parlamento lusófono.

    A sede do poder legislativo, pela tradição democrática européia e por justiça a Portugal, pelo que representa a todos os países lusófonos, poderia ser em Lisboa, que teria uma de suas principais responsabilidades fiscalizar o poder executivo.

    Como todos os lusófonos estariam representados neste parlamento, é como se todos eles tivessem ouvido o chamado para retornar à Terra Madre, assim como os germânicos fizeram no período pré 2ª Guerra Mundial, entretanto, nós ao contrário deles, nos reuniríamos para o bem, para decidir o futuro da nação lusófona no mundo.

    E o parlamento lusófono seria dividido entre uma casa paritária, o senado, e outra proporcional, a câmara dos deputados, no senado cada país teria direito a três senadores, e na câmara, o nº de deputados seria dividido proporcionalmente em relação ao nº de habitantes dos Estados brasileiros federados e os demais países lusófonos, cada estado brasileiro e cada país lusófono com seus respectivos números de representantes.

    Já a sede do poder executivo penso que não poderia ser em Lisboa, porque cairíamos no erro de dar margem aos demais países em pensar que voltaram a ser colônias portuguesas, e atrapalharia o surgimento da UL.

    O poder executivo, seria responsável apenas pela defesa nacional, pelos negócios estrangeiros e relações exteriores, com estas responsabilidades, tem que dar uma mensagem de força e poder aos demais países do mundo, e nenhuma cidade lusófona representa hoje melhor isto do que Brasília.

    Certamente os líderes de Washington, Pequim, Nova Delhi, Moscou, Berlim, Londres e até Madrid e muitos outros, viriam negociar em Brasília ou receberiam o líder lusófono, muito mais imbuídos de um espírito de igualdade, sem arrogância, do que se a capital executiva fosse com todo o respeito em Lisboa, Díli ou num PALOP. Não funcionaria a idéia de negociação do tipo “minha economia é muito superior a sua, cuidado posso te engolir.’

    Outra opção para a sede do poder executivo, poderia ser São Paulo, cidade mais rica e populosa da lusofonia, mas já a descarto porque seria irreal uma capital lusófona em que a maioria de seus habitantes não descendem de portugueses, mas de italianos…

    Por tudo o que representou as navegações portuguesas para o mundo, sugiro que por justiça a sede do comando da Marinha Lusófona seja em Portugal.

    Já quando se pensa em exército, se tem a idéia de milhares, milhões de soldados, e nenhum país lusófono tem mais habitantes e soldados que o Brasil, na verdade somos 80% da lusofonia, então o comando do Exército Lusófono poderia ser no Brasil, quem sabe em Manaus, no coração da selva amazônica.

    Já a sede da FAL, Força Aérea Lusófona, poderia ser em Timor-Leste, penso ser o país mais “diferente” e afastado da lusofonia, e também o mais ameaçado por forças invasores temporariamente ocultas, Indonésia e Austrália, então seria bom fincar de vez a presença do poder lusófono no Timor, certamente eles se sentiriam afagados e prestigiados.

    O que acham deste modelo CP, Otus e Odin?

  7. Odin

    Riquepqd,

    “…nada de reinos ou impérios… nós do Novo Mundo temos aversão a isto, ainda mais porque daria uma conotação de neo-colonialismo português a UL. Quer coisa mais ridícula do que uma pessoa ser o líder de uma nação somente porque nasceu em uma determinada família, que no passado até teve méritos em fundar um reino e conquistar o poder, e este poder perpetuo-se a seus descendentes”
    – Concordo plenamente! Nós brasileiros e portugueses tivemos a mesma monarquia praticamente, a mesmas famílias reais, Avis e Bragança (Borgonha reinou na Idade Média antes dos descobrimentos). Porque a partir de D. Manoel I até D. João VI, quem era rei de Portugal, era rei do Brasil também. E D. Pedro I do Brasil foi posteriormente D. Pedro IV em Portugal. A filha de D. Pedro que ficou no trono luso, Dª Maria II era nascida no Brasil, e os portugueses não a recusaram (??????). E ambos os povos, em datas diferentes e por razões diferentes, romperam com a Monarquia, destronaram a família real de Bragança. E não faz sentido voltar atrás depois de 100 anos de República em Portugal e 121 anos de República no Brasil. Depois de tanto tempo, já era uma vez a Monarquia! A não ser que os galegos venham se tornarem independentes e queiram a Monarquia para eles em particular. Mas o nosso Chefe de Estado deve ser eleito por voto popular direto, sufrágio universal, e mandato temporário.
    “…Penso que ao invés de uma capital rotativa como propõe o MIL, na UL deveriam haver três capitais, uma do poder executivo, uma do legislativo e outra do judiciário, como na África do Sul. Mas entre as três, uma rotativa e duas fixas…”
    Já eu me inspiro no modelo da Alemanha Medieval (Sacro Império), que não tinha uma capital, e sim um governo itinerante. Os poderes do Estado não dependem de uma cidade capital para funcionarem, principalmente numa época em que existe videoconferência, internet, intranet… e um governo itinerante até ajuda a conter gastos.
    “A sede do poder legislativo, pela tradição democrática européia e por justiça a Portugal, pelo que representa a todos os países lusófonos, poderia ser em Lisboa, que teria uma de suas principais responsabilidades fiscalizar o poder executivo.”
    – Eu prefiro só um Senado como Parlamento das nações lusófonas, cujos senadores sejam eleitos pelo voto popular direto e que funcione de forma semelhante ao Conselho da União Européia de hoje, e um Chefe de Estado em comum, com funções protocolares, cerimoniais, igual aos presidentes nos regimes parlamentaristas. Acho que a União Lusófona deve ser mais flexível ainda que a União Européia, deve dar uma ampla liberdade aos países membros. É como se fosse assim, um Presidente enquanto Chefe de Estado para todos, e cada país tem o seu próprio Chefe de Governo, seja na forma de um 1°- Ministro eleito no sistema parlamentarista, seja eleito pelo voto direto. E quanto mais “despartidarizarmos” os governos nacionais e parlamentos nacionais, melhor. Senão a partidocracia vai fazer da UL um pesadelo para os seus cidadãos, como fazem no Brasil e em Portugal. Os povos lusófonos, em especial os brasileiros e os portugueses, precisam iniciar a transição para a democracia participativa (ou democracia direta). Os cidadãos devem ter parte no funcionamento do sistema. Podemos também ter um Supremo Tribunal em comum, uma corte similar ao Tribunal de Justiça da União Européia, este podia ficar na África mesmo como você propôs. Deve ser garantido a qualquer dos países o direito de sair da união em caso de insatisfação e, no caso da criação de moeda única, deve ser garantido aos países o direito de desvalorização da moeda, não deverão fazer com qualquer dos países o que a Alemanha faz com a Grécia e Portugal, impodo medidas de austeridade muito rigorosas para manter a moeda forte. Em situações de emergência, terão que concordar em desvalorizar a moeda sim, e ajudar na recuperação da economia.
    Agora, antes de começarem os primeiros passos para a união, os países precisam de reformas internas, principalmente o Brasil, que tem uma população muito grande. Precisamos fazer transformações profundas no Brasil, ou não há condições deste participar de uma UL.

    • Riquepqd

      Ok, também são boas idéias.

    • Estou a ver que andaste a matutar no tema, Odin… Concordo com praticamente tudo, ainda que acredite que antes de chegar tao longe temos – todos – que fazer ainda muito trabalho de convergencia e divulgacao. Quantos lusofonos ainda desconhecem este projeto de grande amplitude e maior ambicao que ‘e o transformar a cplp numa uniao lusofona?

  8. riquepqd

    Otus 2011/07/20 às 00:08 #16

    “…até me dá a sensação que são esses “estrangeiros” que mais bramem contra Portugal e contra os portugueses, que querem romper com as origens e reescrever a História…”

    Nunca percebi, pode dar alguns exemplos?

    Otus 2011/07/20 às 23:41 | #19

    “…um Lusófono recém convertido não podes dizer isso “do teu povo” senão o Clavis Prophetarum zanga-se, tens de dizer “o nosso povo”… ”

    É verdade, me desculpe CP, é o nosso povo. Rsrs.

    “…vou lá agora ler e opinar, obrigado…”

    Ainda o aguardo, é ou não à favor da UL? O que acha da minha, do Odin e da proposta do CP?

  9. Roberto Britos

    Soy argentino y he visitado Portugal (soy descendiente de portugueses) Galicia y Brasil. Observo que para un hablante castellano el portugués hablado en Portugal es muy dificil de entender, es más fácil el gallego y el brasilero del sur.
    El portugués dice “FLIZ” en vez de “FELIZ”, “INDPENDENCIA” en vez de “INDEPENDENCIA”, se comen las vocales, pronuncian muy debilmente las vocales finales y la “A” pasa a “E”: ej.: “MEDIE” en vez de “MEDIA”.
    Siempre he escuchado a los brasileiros que no entienden el portugués de Portugal y que les resulta más fácil de entender el español de Madrid.
    Sería interesante saber si los gallegos entienden a los portugueses y viceversa.

    • 🙂 olhe que nao… Dizemos esses “e” sim, senhor! Assevero-lhe! 🙂
      Os sotaques e dialetos sao normais (e ate saudaveis) numa lingua global como o portugues.
      Os falantes de castelhano (como o caro comentador) enfermam de um problema: como o quadro vocalico do castelhano se resume a apenas cinco vogais e o do portugueses (assum doze) isso significa que existem vogais (varias variantes de “a”, p. ex.) Que os castelhanos nao conseguem reconhecer (como esse “e”, por exemplo!).
      Os “e” estao la! Estao ‘e sob outras formas…
      A vantagem ‘e que lusofonos entendem perfeitamente os castelhanos (e italianos, ja agora), mas o inverso nao ‘e sucede.

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