Daily Archives: 2011/06/22

O relatório da “Global Commission on Drug Policy” e liberalização do consumo e comercialização de Drogas

É por demais evidente que a longa, tortuosa, custosa e trágica “guerra contra o narco-tráfico” foi perdida. Perante tal constatação, os Governos de todo o mundo deviam começar a trabalhar na legalização das drogas leves. Essa é a minha convicção pessoal e a de uma comissão que produziu a mesma conclusão e que inclui vários antigos chefes de Estado e o antigo secretário-geral da ONU, Kofi Anan, entre varias outras personalidades.

A “Global Commission on Drug Policy” menciona os terríveis efeitos na criminalidade e nas sociedades do comércio clandestino de drogas e o facto de nunca num país este combate ter sido vencido, havendo apenas interregnos seguidos de transferências de sedes do narcotráfico, como sucede atualmente entre a Colômbia e o Peru.

Segundo o texto do relatório que sumariza as suas conclusões: “os líderes políticos e as figuras públicas devem agir corajosamente por forma a articular publicamente o que muitos afirmam em privado: que as provas demonstram de forma esmagadora que as estratégias repressivas não vão resolver o problema das drogas, e que a guerra contra as drogas não foi vencida e nao pode, nunca, ser vencida”.

Se a nível global – e teria que ser assim – vários ou pelo menos vários países limítrofes acordassem entre si na liberalização total do consumo e venda de drogas, o incrivelmente rico e poderoso submundo do narcotráfico seria destruído de uma só assentada e seria forçado a transferir os gigantescos capitais de que dispõe (muitas máfias da droga têm mais recursos do que os seus próprios governos) para a economia real. A legalização do comércio e do consumo faria com que de um dia para o outro, os preços e os lucros do narcotráfico se eclipsassem e taxando-os, os Estados recuperariam os recursos que depois poderiam investir em redes de recuperação de tóxico-dependentes e em campanhas informativas divulgando os malefícios do consumo de drogas.

A legalização radical do comércio e consumo de drogas não resolveria o problema do consumo, de certo. Mas esse problema (o verdadeiro, aqui) não se resolve pela repressão policial, mas criando sociedades mais justas e que abram mais oportunidades aos jovens para expressarem as suas capacidades… O fim da repressão não curaria milagrosamente nenhum tóxico-dependente, mas tira-lo-ía do mundo do crime (pela drástica queda dos preços das drogas) e daria aos Estados recursos (libertados da guerra contra a droga e da redução da criminalidade) para procurar curar muito mais pessoas das dependências. Baixaria também para níveis inéditos na História os níveis de criminalidade, já que se sabe que mais de 60% de toda a criminalidade radica precisamente no narco-tráfico ou em atividades ou necessidades a ele ligadas. Razões bastantes, para apoiar esta recomendação do “Global Commission on Drug Policy”.

Fonte:
http://www.msnbc.msn.com/id/43248071/ns/us_news-crime_and_courts/

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Categories: Política Internacional, Política Nacional, Portugal, Saúde, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 4 comentários

Quids S23: Que projeto é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 2 comentários

Sobre o estado tecnológico das forças armadas chinesas

Nos últimos anos têm-se multiplicado as noticias que dão conta do reforço de meios por parte das forças armadas chinesas. Tal multiplicação de meios e sobretudo o reforço do investimento em tecnologia indica que a China está cada vez mais próxima da capacidade militar das nações ocidentais.

Mas os peritos militares ocidentais são unânimes a dizer que apesar de todos os esforços dos últimos anos a tecnologia militar chinesa ainda tem um atraso de pelo menos vinte anos em relação ao Ocidente. Isto mesmo foi reconhecido por altas patentes militares chinesas que reconheceram que apesar de todos os programas de modernização dos últimos anos, a “maioria do equipamento militar chinês é de segunda geração”. Por exemplo, a grande maioria do seu exército ainda não é sequer motorizado, quando mais mecanizado, como sucede com os exércitos ocidentais.

Outro exemplo, é a Marinha: o seu principal navio é um antigo porta-aviões soviético modernizado e o muito badalado “caça furtivo” será de facto um produto de espionagem industrial sobre o F-117A (um aparelho com mais de 30 anos e já abandonado pela USAF).

Se o progresso económico da China persistir durante mais umas décadas e se conseguir manter níveis mínimos de estabilidade social e política, ao ritmo atual a que está a tentar adquirir tecnologia de ponta ocidental poderá recuperar este atraso muito rapidamente, talvez em menos de dez anos, especialmente se o ocidente continuar disposto a trocar a sua vantagem tecnológica por dinheiro chinês, compensando assim os gigantescos défices comerciais que favorecem Pequim mas ao custo de assim sacrificar a derradeira vantagem que lhe resta: o know-how tecnológico… É claro que quando até essa desvantagem se for é que começarão os verdadeiros problemas…

Fonte:
http://defensetech.org/2011/06/08/chinas-military-tech-20-years-behind-u-s/#ixzz1OhO3U7LJ
Defense.org

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