Daily Archives: 2011/06/04

Começaram os primeiros testes de mar da primeira fragata francesa FREMM, a “Aquitaine”

Fragata FREMM  "Aquitaine" (http://www.netmarine.net)

Fragata FREMM "Aquitaine" (http://www.netmarine.net)

Começaram os primeiros testes de mar da primeira fragata francesa FREMM, a “Aquitaine”. Os testes têm como principal objetivo demonstrar as qualidades náuticas do navio, especialmente as qualidades do sistema de navegação e propulsão.

A fragata dispõe de um sistema de propulsão híbrido CODLOG (“COmbined Diesel eLectric Or Gas”) e de uma central elétrica com quatro alternadores diesel. Nestes testes todas as configurações dos sistemas de propulsão serão avaliados.

Fonte:
Défense & Sécurité Internationale
junho 2011

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Proposta para domínio DNS raíz .lus, para conteúdos lusófonos, à semelhança do .cat, catalão

Todos estamos habituados a utilizar os sufixos “.com” e “.org” nos endereços dos sites que visitamos nos nossos web browsers (como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox). Ora, a partir de 2010, a entidade que regula o sistema de nomes de domínios na Internet, a “Internet Corporation for Assigned Names and Numbers” (ICANN) anunciou que iria disponibilizar novos endereços raiz, ou seja novos sufixos primários. Estes novos domínios primários irão cobrir todas as línguas e temáticas.

Com a tecnologia atual, a ICANN permite apenas a criação de domínios com carateres do alfabeto romano padrão, isto é, sem carateres especiais como ç ou á ou í. Ora segundo o diretor de comunicação do ICANN, Brad White a organização vai abrir essa possibilidade a partir da segunda metade de 2010.

A lista de nomes de domínio de topo (DNS) é já relativamente extensa, contendo mais de duas centenas de nomes, para alem dois muito conhecidos .com, .org ou .edu, (respetivamente, “empresas COMerciais”, “ORGanizações” não-lucrativas, “EDUcação)”. A maioria, contudo, designa países como .pt para Portugal, .br para Brasil ou .ao para Angola). Ora é esta lista restrita que se vai abrir em 2010. A partir de então, particulares, empresas e associações e instituições poderão candidatar-se a novos domínios de raiz, quer com objetivos meramente comerciais, por exemplo, empresas como a Nokia, poderão requerer um domínio-raíz “.nokia” e particulares algo como “.nome” de forma a registarem domínios como “billgates”, sem o www (que já aliás já não é necessário) e até sem o “.com” (deselegante se se trata de um site pessoal).

A partir de 2010, será possível propor um nome de domínio raiz novo à ICANN e por pagamento ainda a definir, usá-lo.

Mas mesmo antes de 2010, uma associação catalã, de nome “Associació puntCAT” conduziu e mantêm hoje com sucesso o domínio .cat para uso pela comunidade linguística catalã.

O .cat é hoje um sucesso, contendo já mais de 33 mil domínios registados, desde o seu lançamento, apenas em janeiro de 2009, num processo que começou em setembro de 2005. Cada um destes domínios é verificado antes da aprovação e após de forma a garantir a conformidade com os princípios da defesa e divulgação da língua catalã e que agrega todos aqueles que usavam a língua catalã nas suas comunicações na Internet. Assim, o domínio não é territorial (como .es de Espanha. Ou .fr de França), mas cultural e linguístico, e coexiste com estas entidades nacionais, não sendo raras as organizações que mantêm presenças duplas na Rede mundial.

Qualquer entidade, indivíduo, associação ou empresa pode candidata-se a um domínio .cat, desde que possua no momento da apresentação, conteúdo online em língua catalã.

O domínio .cat utiliza o novo método da “ICANN New sTLD RFP Application” da entidade internacional.

Proposta:

Tendo em conta o exemplo do domínio-raíz .cat, porque não aproveitar este exemplo, aberto precisamente no meio que mais pode unir os geograficamente dispersos povos da lusofonia, a Internet, e propor um nome de domínio raiz lusófono? Porque não abordar a CPLP, que tem precisamente do domínio das tecnologias de informação uma das suas áreas de ação privilegiadas e propor (sob o nome e iniciativa da CPLP) a criação do nome “.luso”?
Com este novo nome de domínio raiz, entidades públicas (como a CPLP) ou privadas que operam comercialmente em vários países lusófonos, como a Portugal Telecom, a Embraer ou o… MIL: Movimento Internacional Lusófono, poderiam adotar domínios como http://www.telecom.luso, http://www.embraer.luso Ou http://www.movimentolusofono.luso e assim potenciar a utilização da língua de Camões e Jorge Amado na Internet, resistindo à influência aglutinante do inglês, potenciando a utilização do português e da cultura dos países lusófonos.

Fontes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375089
http://www.icann.org/en/topics/new-gtld-program.htm

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O Boeing Phantom Ray realizou o seu primeiro voo

Teve lugar a 27 de abril o primeiro voo do Boeing Phantom Ray, um demonstrador tecnológico do drone furtivo de combate e vigilância.

O aparelho é uma variante do anterior drone X-47B e tem como objetivo manter o passo com a Northrop que tem realizado testes com o seu próprio drone furtivo.

Fonte:
Défense & Sécurité Internationale
junho 2011

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Porque é que os “donos da europa” (a Alemanha) estão tão reticentes quanto à reestruturação da dívida grega?

Porque é que os “donos da europa” (a Alemanha) estão tão reticentes quanto à reestruturação da dívida grega?… Porque os bancos internacionais com maior exposição à dívida externa grega são, por mera coincidência… alemães. Se a Grécia declarar bancarrota, grande parte dos bancos alemães seguem pelo mesmo caminho, a Alemanha terá então que salvar os seus bancos (como fizeram a Irlanda e a Islândia), tendo que recorrer aos Mercados e sofrendo a inevitável especulação de juros que daí decorrerá.

Os especialistas são cada vez mais unânimes: a Grécia – a prazo – e apesar de qualquer novo “pacote de resgate de emergência” vai declarar bancarrota. A dimensão da dívida grega é insustentável e ou ocorre um reescalonamento radical dos pagamentos ou Atenas declara a bancarrota parcial ou total. Existem já vozes nas chancelarias europeias (onde até há pouco tal tema era tabu absoluto) que apelam que os bancos estrangeiros devem aceitar uma reestruturação da dívida grega que perdoe pelo menos metade do montante total, ou seja, 165 mil milhões de euros, sendo este o valor que se avalia que os gregos sejam efetivamente capazes de pagar.

A reestruturação da divida grega parece assim cada vez mais inevitável, assim como o efeito dominó que se seguirá e que rapidamente chegará a Portugal, com a consequente reestruturação da dívida externa portuguesa e da entrada da Alemanha no “exclusivo” clube de “países periféricos” em risco de bancarrota e… expulsão do euro.

Fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/reestruturacao-divida-grecia-grecia-alemanha-banca-bancos-alemaes-agencia-financeira/1256782-1729.html

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