Daily Archives: 2011/06/01

Legislativas 2011: Sondagem para os leitores do Quintus

Categories: Política Nacional, Portugal | 9 comentários

Quids S23: Que avião era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Onde vou votar nas Legislativas de 2011?

Legislativas 2011 (http://www.jornaldenegocios.pt)

Legislativas 2011 (http://www.jornaldenegocios.pt)

Sei que vou votar. Sei-o por dever cívico e imperativo Moral. Portugal atravessa o período mais crítico da sua História e a vertente cívica onde me envolvi (o MIL) e – mais recentemente – política (campanha presidencial de Fernando Nobre) não são agora suficientes para dar cumprimento ao meu dever enquanto cidadão.

Sabendo assim que (como sempre) vou cumprir com o meu direito e DEVER de voto, resta saber em quem votarei… Tarefa difícil, dado o estado esclerosado do nosso panorama político-partidário.

À partida, fiz logo umas “eliminações a priori”.

1. Não votarei CDS/PP porque não gosto dos tiques populistas de Portas, do seu ultracatolicismo, nem das “zonas escuras” com os Submarinos e os Sobreiros do BES embora lhe admire a capacidade de trabalho e clareza de pensamento.

2. PCP-PEV, excluídos porque nunca votarei num partido que defende a tirania chinesa nem a ocupação e genocídio de todo um povo no Tibete.

3. PAN – Partido pelos Animais e pela Natureza: não, porque embora conheça bastante bem o seu fundador e dirigente Paulo Borges, não penso que um partido dedicado “à defesa de cães e gatos” dignifique a política portuguesa. Dizem que são muito mais do que isso, claro. Mas é este o seu cerne e tudo o mais deriva daqui. Falta-lhes substância e balanço para serem alguma vez mais do que um grupo esdrúxulo e lateral.

4. PCTP/MRPP – Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses: Embora tenha trocado já várias vezes impressões muito cordatas e respeitosas com Garcia Pereira (o seu eterno candidato) a verdade é um partido que segue o modelo estalinista-leninista, que usava a Albânia e Mao como exemplo me custa a engolir.

5. PDA – Partido Democrático do Atlântico: Não sou açoriano, nem regionalista. Sou português, lisboeta de nascimento, trabalho e residência e acredito que o futuro de Portugal tem que passar por uma descentralização municipalista, não por uma regionalização que só separara os cidadãos ainda mais do Estado, criando de permeio mais uma camada de burocratas e políticos profissionais, num país sem tradição regionalista nem clivagens culturais significativas entre regiões.

6. PND – Partido da Nova Democracia: Não estou alinhado ideologicamente à Direita, sobretudo à sua ala mais radical, onde se cola o PND.

7. P.N.R. – Partido Nacional Renovador: Extrema direita nacionalista e radical? Ódio abjeto a todos os estrangeiros de pele mais escura e desprezo absoluto pela tradição universalista portuguesa e pela lusofonia? Jamais.

8. POUS – Partido Operário de Unidade Socialista: Carmelinda Pereira e marido… não, não vejo porque votar num partido familiar, sem substância concreta além de um difuso “radicalismo de esquerda”.

9. PPM – Partido Popular Monárquico: Embora não recuse aprioristicamente o conceito de “rei”, se este for eletivo, na boa tradição agostiniana e visigótica, a verdade é que não me parece que o Nó Górdio para o subdesenvolvimento crónico português esteja no formato do regime: monarquia ou república. E apesar de certas causas monárquicas que me tocam especialmente (como Olivença), a verdade é que sendo a monarquia o ponto fulcral do PPM esta me parece escassa para cativar o meu voto.

10. PPV – Portugal Pro Vida: No Referendo do Aborto votei “sim”. Isso disto quanto à exclusão desta opção e isto apesar do PPV ser um “partido lusófono”, com referências públicas e reiteradas ao MIL. Mas havendo uma discordância de fundo no ponto mais essencial do PPV não o posso listar como uma verdadeira opção eleitoral.

11. Bi-Partido PS/PSD: embora tenha bons amigos na chamada “ala esquerda” e na “ala soarista” no PS e outros tantos no PSD (que seguiram Fernando Nobre nesta sua última aventura) a verdade é que sei que foi este bi-partido o grande responsável pela situação calamitosa a que chegámos. A Bancarrota, a desindustrialização, a tercialização, o seguidismo sabujo em relação à Europa, sao os traços que unem PS e PSD no bi-partido e razões de sobejo para os excluir como opção eleitoral.

12. PTP – Partido Trabalhista Português: a Política e a situação atual de Portugal sao coisas demasiado serias para as palhaçadas do “candidato Coelho”. Não gosto igualmente, de candidatos que mudam de um mês para o outro de partido, ao sabor das conveniências e interesses.

Sabendo, as exclusões, restam agora as inclusões, isto é, aqueles que pela análise do seu programa eleitoral poderão cativar o meu voto:

13. MEP demasiado alinhado à esquerda liberal e católica, demasiado focado na “família…

14. BE: Inicialmente, o Bloco de Esquerda estava na minha lista inicial de quatro opções , mas depois de ler o seu programa fiquei muito desiludido: quase em medidas ou propostas concretas… Sempre num registo discursal…

Analisarei assim os programas dos:
1. MPT – Partido da Terra
2. PH – Partido Humanista
3. MEP – Movimento Esperança Portugal

Como se vê, não alinho radicalmente à esquerda ou à direita. Mas aquilo que é o meu pensamento e quadro de crenças. Daqui em diante, nos próximos dias, analisarei o programa eleitoral destes quatro partidos buscando aquele que melhor coincide com as minhas crenças e convicções pessoais.

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