Daily Archives: 2011/05/26

Quids S23: Que carro é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 6 comentários

Sobre as candidaturas independentes à Assembleia da República

Assembleia da República (http://www.abola.pt)

Assembleia da República (http://www.abola.pt)

“As candidaturas independentes não constituem em si mesmas, uma garantia de abertura e diálogo com a sociedade (no meu tempo de deputado já não era assim, como tristemente conclui).”

> não, de facto, de per si, não produzem essa garantia. Mas os deputados independentes do tempo de Vicente Jorge Silva não eram realmente independentes. Eram (e são) pessoas eleitas dentro de listas partidárias e que assumem sempre algum tipo de compromisso com o Partido em cujas listas são eleitas conformando-se a um conjunto de limites a que têm que aderir na Campanha e que devem respeitar se desejarem ser reeleitos.

“Podem até resultar num aproveitamento oportunista de disponibilidades suspeitas e de clientelismos enviesados. Mas a independência e a liberdade de espírito são o único penhor de uma vida democrática mais sadia, introduzindo ar fresco na atmosfera bafienta das instituições paralisadas pelo servilismo da mediocridade.”

> Qualquer expressão de uma intervenção política ou cívica pode ser aproveitada para fins pessoais ou egoístas. Isso não é diferente no mundo político nem na vida parlamentar. A eleição de um deputado independente (inserido em listas partidárias) pode assim representar apenas a expressão de um ego particularmente dilatado ou de uma vaidade que no processo não deixará de inflar-se ainda mais. Mas tal tipo de personagem não será eleita pelos cidadãos se se apresentar às eleições em seu estrito nome individual e não inserido numa lista de um dado grande partido, sendo aqui eleito de forma mais ou menos automática em função do voto útil de qualquer eleitorado fiel a um determinado partido político.

“A perspetiva de um Parlamento onde tenderão a prevalecer, mais do que nunca, os alinhamentos tribais e acríticos dos partidos é o pior panorama que nos pode ser oferecido na mais negra conjuntura de sempre do nosso regime democrático”.

> A eleição de deputados, que se apresentem a eleições em listas independentes, uninominais e em círculos nacionais representaria assim uma importante reforma na qualidade da nossa vida parlamentar e na da nossa democracia, porque permitiria que pessoas de comprovados méritos e completamente independentes de qualquer fidelidade aparelhística ou partidária pudessem exercer todas as suas qualidades e potencialidades num Parlamento que assim seria revigorado e dinamizado saindo do doentio torpor atual que explica de forma tão cabal como é que Portugal pôde chegar à maior crise dos últimos cem anos.

São estas as razoes que levaram o MIL: Movimento Internacional Lusófono a promover ESTA petição.

Vicente Jorge Silva
6 de maio de 2011

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