Daily Archives: 2011/05/25

Quids S23: Que navio era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Quanto custa ao Estado a segurança policial de um “grande jogo de futebol”?

“Quanto custa à PSP e ao Estado o policiamento de um jogo de futebol de grande dimensão? É preciso analisar de uma vez por todas o esforço que o Estado e os contribuintes têm de pagar as despesas diretas e indiretas destes eventos, mas também os prejuízos causados à Polícia na gestão de recursos humanos”. (…) “O que os clubes pagam, será sempre uma gota de água no contexto da despesa global, desde a programação à execução do jogo.”

“Em causa está o facto de os clubes pagarem apenas o efetivo que a PSP destaca para o interior do recinto e acessos – entre 200 a 300 elementos num jogo de alto risco – deixando todas as operações no exterior a cargo da Polícia.” (…) “É preciso rever os valores, os clubes devem pagar o mesmo que qualquer empresa. (…) E muitas vezes são fruto de declarações conflituosas trocadas entre os responsáveis dos clubes, que instigam a violência das claques”. (…) “Só uma escolta às claques feita pelo Corpo de Intervenção que pode envolver perto de 300 elementos custaria cerca de 28 mil euros por jogo. (…) fora do estádio, os 300 elementos nada mais recebem, pois estão no período normal de serviço. (…) muitos deixam de ter fins-de-semana (…) um jogo prepara-se 15 dias antes. Gasta-se muito tempo e dinheiro na recolha de informação, em vigilância, combustível e viaturas. E é também o Estado que paga os danos provocados em veículos, se ninguém for identificado”.

Sol 6 de maio de 2010

Numa época em que 800 mil crianças perdem o abono de família e que os mais pobres vêm severamente reduzidas as suas contribuições sociais este tipo de desperdícios de ESCASSOS recursos públicos para o corrupto, turvo e maléfico “Mundo da Bola” são absolutamente escandalosos. Não é possível compreender como é que têm que ser os nossos impostos a sustentar estas máfias do futebol e a pagar os polícias (desviados, de resto, de atividades socialmente mais úteis) que são obrigados a manter estes claques compostas de criminosos, perigosos indivíduos e (escandalosamente) financiadas quase sempre pelos próprios presidentes dessas autênticas organizações mafiosas que são os grandes clubes de futebol.

Nem mais um polícia para estes jogos de futebol. Nem pais um cêntimo dos meus impostos para a segurança destes jogos. Impõe-se moralidade na despesa, nestes tempos difíceis em que vivemos e gastar dinheiro desta forma com clubes milionários que pagam salários babilónicos aos seus jogadores não devia ser uma prioridade, mesmo se o grosso da população (imbecilizada pelos media e pelas paixões clubísticas) não se escandaliza com este desbarato de recursos dos seus impostos.

As claques devem ser proibidas. Os presidentes dos clubes detidos sempre que pelas suas palavras acirrarem a confrontos ou à destruição de propriedade pública ou privada. Em cada nova perturbação da ordem pública os responsáveis pela mesma (e os dirigentes) devem ser detidos e responsabilizados pelos saques, destruições e violências diversas que praticam com tanta frequência e impunidade. A doce complacência das autoridades policiais tem que cessar e um período de responsabilidade tem que começar recuperando a ordem pública, o espírito social e cívico e a Lei onde elas rareiam: o Mundo da Bola.

Categories: Futebol e Corrupção, Política Nacional, Portugal | 4 comentários

Afinal, a Grécia vai mesmo precisar de mais… “ajuda”

A chamada “crise do Euro” não dá sinais de abrandar. Depois de terem dito que com o “resgate” da Irlanda tudo estava contido. Depois de nos terem dito que depois da Grécia tudo estava resolvido. Depois de nos terem dito que depois do “resgate-furto” de Portugal estaria tudo – de certeza – resolvido. Afinal de contas e confirmando os rumores que davam como certa a reestruturação da dívida grega eis que se vem a saber (e dando credibilidade a todos os rumores) que a Grécia vai mesmo precisar de um “reforço” do pacote europeu/FMI de “ajuda-saque”.

Esta evidencia decorre do reconhecimento de que a Grécia não tem condições para voltar ao mercado da dívida já em 2013 conforme anteviam os planeadores europeus. Os “mercados” continuam a suspeitar da incapacidade grega para honrar os seus compromissos a longo prazo e materializam essa desconfiança em juros altíssimos: em suma o pacote de “ajuda” não cumpriu o seu maior objetivo que era o de “acalmar” os mercados por via de uma severa punição aos países periféricos, que contraísse radicalmente a sua despesa pública e os fizesse retornar ao Mercado.

Os Mercados não confiam na capacidade grega para honrar os seus compromissos porque depois da intervenção do FMI e do FEEF a dívida pública grega não para de subir chegando em 2012 a uns notáveis 150% do PIB quando em 2010 era de 115%.

Não é claro o que a Europa pode fazer para ajudar a Grécia e sobretudo se o quer fazer de forma real e substantiva sem criar novamente condições para agravar ainda mais a sua situação, tornando inevitável a bancarrota ou a reestruturação da dívida e a consequente saída do euro. Algo é certo: se o que for feito for unicamente pela via da contenção orçamental e do aumento de impostos, a Grécia mergulhará ainda mais profundamente na Recessão e com ela, na redução da capacidade de captação de impostos e num desequilíbrio orçamental ainda mais profundo.

Fonte:   
http://economia.publico.pt/Noticia/passado-um-ano-a-ue-ja-admite-que-ajuda-dada-a-grecia-nao-chega_1493468

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: , | 4 comentários

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