Daily Archives: 2011/05/10

Quids S23: Em que mês e ano foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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As duas vias para a solução da crise financeira portuguesa: Islândia e Argentina

Tumultos na Argentina em 2001 (http://www.verdant.net)

Tumultos na Argentina em 2001 (http://www.verdant.net)

A “solução” para a crise atual não pode passar por dez anos de restrições orçamentais severas para manter os Bancos que – de forma ávida e desbragada – nos emprestaram dinheiro. Com efeito, se o Lucro deve recompensar o Risco, então não se compreende porque é que têm que ser os Estados e o total da população a impedirem que os Bancos espanhóis (são eles os nossos maiores credores) percam dinheiro com os nossos empréstimos.

Portugal tem assim duas opções: Empréstimos draconianos e recessão durante dez anos ou Bancarrota. Parcial (Portugal em 1911) ou Total (Argentina em 2001).

A alternativa argentina (a bancarrota):

As Bancarrotas de Estados não são de alguma forma uma ocorrência rara na História. Em épocas recentes, a Rússia declarou-a em 2004, a Alemanha também o havia já feito em 1923 e 1945.

Quando um país declara bancarrota sacrifica durante anos qualquer regresso aos mercados financeiros uma vez que ao declarar que é incapaz de honrar os seus compromissos financeiros em juros ou amortizações de dívida, os mercados deixam de confiar (compreensivelmente) nele como recetor de novos empréstimos.

Uma das consequências mais comuns de uma Bancarrota estatal são elevados níveis de inflação, os quais serão, aliás, intensificados pela política cegamente monetarista do Banco Central Europeu. Se Portugal declarar bancarrota podemos contar com o mesmo fenómeno que se observou em 2001 na Argentina: uma deslocação massiva de “homens de negócios” com malas de viagem cheias de dólares formando filas nos bancos espanhóis e marroquinos. Foi isso que aconteceu em 2001, com os mais abastados argentinos que inundaram os bancos uruguaios com milhões de dólares e será isso que acontecerá também em Portugal caso o país declare bancarrota. Após este previsível êxodo de capitais, todas as contas bancárias serão previsivelmente congeladas pelo governo, como sucedeu em 2001 na Argentina, após o que dias depois serão reabertas com levantamentos limitados. Isto significa que os pequenos depositadores serão os mais afetados. Será de esperar quedas dos níveis de consumo da ordem dos 60%, e vagas de saques a lojas comerciais. Portugal está na sua maior crise financeira dos últimos cem anos. Em 2001, a Argentina também estava. Mas em 2001, a Argentina podia deixar flutuar a cotação do peso (antes esta tinha estado fixada à do dólar) e em resposta a esta crise foi isso que fez. Em consequência, muitas empresas – que tinham créditos da época em que o peso valia o mesmo que o dólar – abriram falência. O desemprego, que já era elevado, subiu acima dos 25%. A instabilidade política argentina nesta época foi tremenda, com cinco presidentes em apenas duas semanas até que o último, Kirchner declarou oficialmente que o país não conseguia pagar os 115 mil milhões de dólares que devia ao exterior. Curiosamente, um valor que é cinco vezes inferior ao português, com os seus impressionantes 507 mil milhões de euros (2009).

A alternativa islandesa:

As consequências de uma bancarrota podem assim – como se viu no exemplo argentino – ser terríveis. Importa assim observar a alternativa à “solução” argentina: a Islândia. A sua via não tem sido divulgada devidamente porque consistiu numa corajosa resistência ao complexo financeiro-político que hoje governa ademocraticamente a União Europeia. A opção islandesa não serviu os interesses dos bancos europeus, logo estes têm todo o interesse em que se não fale dela nem que esta possível via chegue aos ouvidos dos cidadãos.

Quando em 2007, a Islândia foi o primeiro país europeus a soçobrar perante a crise mundial, declarando bancarrota por causa da falência do seu maior banco muitos desconsideraram o impacto de tal crise alegando que se tratava apenas de um pequeno país com pouco mais de meio milhão de habitantes e que seria facilmente “socorrido” por um empréstimo do FMI. O problema foi que na Islândia a “ajuda” do FMI foi levada a referendo e… derrotada.

Qual será a melhor para Portugal? Ou melhor: qual será aquela que os nossos “amigos” europeus nos vão deixar seguir?… Nenhuma das duas, claro.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: , | 20 comentários

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