Daily Archives: 2011/05/05

Quids S23: Que carro era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S23 | 10 comentários

Reflexão sobre a intervenção do FMI/FEEF em Portugal

Porque é que os nossos “amigos” europeus fizeram tanta pressão para que o obstinado Sócrates aceitasse a intervenção do FMI/FEEF? Não foi certamente por gostarem de nós ou por sentimentos altruístas que estão completamente ausentes dos seus princípios e dos seus líderes menores e sem visão estratégica.

Tal pressão a favor da intervenção FMI/FEEF existiu porque a situação financeira portuguesa está a ameaçar a estabilidade da “sua” moeda, o Euro.

A “ajuda” europeia tem esse objetivo: não se trata de “ajudar” Portugal ou os países periféricos do Euro. Trata-se tão somente de ajudar o Euro. Para esta “ajuda” é irrelevante que Portugal esteja em estagnação à mais de 25 anos devido à pressão da Globalização (incentivada pelos sistemas financeiros dos países do euro) e sobretudo pela radical perda de competitividade externa da sua indústria devido ao estatuto do euro como “moeda forte”.

As transferências recebidas dos numerosos fundos europeus não parecem ter tido efeito e a grosseira tercialização da nossa economia deu um golpe fatal (?) na sobrevivência de Portugal a curto prazo. Neste contexto, a “ajuda” não vai resolver nenhum problema de Portugal, apenas “resolver” provisoriamente o problema do Euro enquanto a saída do país da moeda única é silenciosamente preparada nos bastidores.

Nada na “ajuda FMI/FEEF” vai resolver o problema crucial da nossa baixa natalidade (uma das menores da Europa e muito inferior aos 2.1 filhos por casal exigidos para estabilizar uma população com os seus 1.3). Daqui a uns 5 anos, o FMI/FEEF já terão partido e ainda haverá mais de 500 mil milhões de euros por pagar. Sem contar com os juros desta “ajuda”, claro… Não existe forma concebível para pagar esta dívida monstruosa. Nem mesmo se fossemos o Brasil, nem mesmo se fosse descoberto (não será) um gigantesco “pré-sal” ao largo da nossa costa tal nos haveria de salvar e pagar essa dívida incrível que a inépcia e o desleixo que sucessivo desgovernantes do bi-partido deixaram acumular.

A nossa única opção é a reestruturação da dívida. Em que moldes exatos, se pelo prolongamento dos prazos, do perdão parcial ou total dos juros e até de parte do capital, é algo que resta aclarar. Mas que a situação é terminal e que a “ajuda” é apenas transitória é algo que quem tenha pensamento efetivamente livre não pode deixar de admitir.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Descoberta a cidade maia de Holtun

Cidade maia Holtun (http://blog.smu.edu)

Cidade maia Holtun (http://blog.smu.edu)

Depois de ter estado perdida, a cidade maia de Holtun (ou “cabeça de pedra”) foi redescoberta através de mapeamento tridimensional que revelou a existência de centenas de edifícios sob a densa selva tropical na Guatemala.

Os habitantes da região sabiam que algo se escondia nos arredores mas foi somente depois do uso de um intenso mapeamento por GPS realizado em 2010 que foi descoberta uma pirâmide com sete degraus, um recinto de jogo de pelota, várias habitações construídas de pedra, além de outras estruturas.

Algumas das estruturas agora descobertas na cidade de Holtun poderão ser túmulos dos antigos reis da cidade e oferecem grandes oportunidades aos arqueólogos que agora vão começar a trabalhar neles. A cidade maia terá sido habitada entre 600 a.C. e 900 d.C. tendo tido uma extensão máxima de um quilómetro por meio, tendo tido cerca de dois mil habitantes. A maior estrutura de Holtun é uma pirâmide que até ser identificada como tal parecia apenas uma montanha coberta de densa vegetação.

A cidade foi completamente desconhecida para a ciência até à década de 90, altura em que os arqueólogos foram alertados para a sua existência pela aparição de vários artefatos traficados por salteadores e que pareciam provir desta região e onde apareciam máscaras com até 3 metros de altura e que decoravam muitos edifícios desta cidade maia.

Fonte:
http://news.nationalgeographic.com/news/2011/04/110426-maya-lost-city-holtun-science-guatemala-ancient/

Categories: História | 10 comentários

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