Sobre a “proposta” do Financial Times para que o Brasil anexasse Portugal

Finantial Times (http://www.emo-milan.com)

Finantial Times (http://www.emo-milan.com)

Ainda que a proposta recentemente anunciada pelo “Financial Times” de que o Brasil anexasse Portugal tenha tido intenções pouco serias, a verdade é que merece uma boa, desapaixonada e profunda reflexão.

Elaborada em tom jocoso ou arrogante (duas características da “forma inglesa de viver no mundo”) a proposta do FT implicaria desde logo a imediata saída do Euro e da União Europeia… A notícia está recheada daquela irritante superioridade inglesa, com indiretas à incapacidade de gestão portuguesa, infelizmente com fundo de verdade, dada a trágica situação atual. Do ponto de vista económico, o Brasil cresceu 7.5% em 2010, já é um credor líquido do FMI (depois de ter sido no passado um dos seus maiores devedores) e é um dos países que pela sua riqueza agrícola e petrolífera melhores perspetivas de crescimento tem no mundo. Dito assim, Portugal teria muito a ganhar com essa “anexação”…

A palavra “anexação” tem contudo uma muito evidente conotação negativa e surge num tabloide inglês precisamente por essa razão: os nossos “amigos de Peniche” não perdem uma ocasião para diminuir Portugal e usaram esta proposta de união Portugal-Brasil para humilharem Portugal.

A verdade contudo é que a Europa já demonstrou que não é uma via estratégica de futuro para Portugal. E o Brasil – e depois dele, uma União Lusófona – poderia ser essa alternativa estratégica que Portugal precisa agora. O Brasil poderia ter essa visão global e estratégica, mas continua a ser o mesmo anão diplomático de sempre e poderia ter aproveitado a situação financeira portuguesa para alavancar uma posição de predominância na Europa ao conceder um grande empréstimo bi-lateral com Portugal que permitisse a este dispensar o recurso ao FEEF/FMI aplicando assim os mais de 45 mil milhões de dólares da reservas de divisas que o Brasil guarda hoje nos seus cofres…

Mas tal não sucedeu. O Brasil não acorreu a Portugal e Portugal não se esforçou por encontrar essa alternativa lusófona. Nem se cumpriu o desejo do jornalista da Folha de São Paulo: “A ver se essa generosidade se estende aos países não vizinhos, mas historicamente irmãos.”

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/patriciacamposmello/896600-portugal-colonia-do-brasil-uma-proposta.shtml

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Categories: Brasil, Economia, Lusofonia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 27 comentários

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27 thoughts on “Sobre a “proposta” do Financial Times para que o Brasil anexasse Portugal

  1. Pulsarc

    Ao ler os comentários da noticia da folha de São Paulo, fico a questionar-me como é possível o desenvolvimento de união lusofona ou até do “conceito” de pais irmão.
    E este tipo de comentários relativos a Portugal e aos Portugueses, estão por todo o lado neste tipo de discussões / foruns. Infelizmente o inverso também acontece.

    • Sim, e ha muitos anos. Mas a questao ‘e: vamos deixar que os imbecis e os de ma fe predominem sobre quem deseja o melhor para a sua patria? Ha e havera sempre racistas, gente de escassa visao e menor ambicao. E havera sempre Infantes Dom Henriques e Peros da Covilha. A questao esta em saber quem vai prevalecer. E eu opto pelas forcas do bem.

  2. HSMW

    Como se a economia do Reino Unido estivesse muito melhor…

    Talvez fosse boa ideia serem anexados pelos EUA!

    • Exato! Falando de cor, acho mesmo que o seu defice ‘e o terceiro maior do globo com um buraco de uns 9 trilioes de euros… Intapavel, claro!

  3. Odin

    Clavis Prophetarum

    “Anexação” de Portugal por qualquer país que seja, é um extremo desrespeito a memória dos reis fundadores de Portugal, aos portugueses que durante séculos tiveram o sangue derramado para formar o vosso país. A crise é uma fase. Não vai permanecer para sempre. Uma união entre Portugal e Brasil até pode ser levada em consideração, mas sem relacionamentos de submissão, subserviência. Mil vezes menos aberrante Portugal restaurar o regime monárquico ou se unir à Galiza e deixar os galegos governarem, caso a Galiza se torne independente de Castela, do que Portugal se tornar um estado ou província do Brasil, ou de Angola, ou qualquer outro país. Vocês não precisam ser “anexados” por nenhum país, precisam de uma revolução transformadora como foi a Revolução Francesa, por exemplo. E o Brasil também precisa.

    • Exato, Odin. Precisamos de uma revolucao transformadora. O problema ‘e que ela nao se vislumbra no horizonte nem as elites (ou as massas) parecem dispostas a lanca-la… E ‘e isso que mais me preocupa: a ausencia de perspetivas estrategicas de longo prazo agora que o projeto europeu parece esgotado (pela mediocridade dos seus lideres) e que a Lusofonia ainda parece demasiado exotica (apesar de todos os esforcos do MIL) para poder ser um designio nacional.

      • Odin

        Considerando que Portugal e Brasil necessitam do mesmo tipo de revolução transformadora, e seguindo o costume da sábia coruja do Minho, Otus Scops, uma homenagem ao sonho da revolução que transformadora.

  4. Pingback: Sobre a “proposta” do Financial Times para que o Brasil anexasse … | Info Brasil

  5. é um desrepeito com um país q tanto contribuiu p a humanidade…Gosto mt de Portugal, são mt importantes p nós Brasucas. sds .

  6. Otus scops

    Odin e CP

    eu acho que o Brasil está melhor políticamente do que Portugal, pelo menos a Presidente é muito superior.
    às vezes as revoluções (quando não muitas vezes) ainda são pior. porque não tentamos fazer alguma reformas e ajustes ao sistema??? não seria melhor, mais barato, eficaz e duradouro???
    boa tradição essa, ó Odin!!! “a música (até) amansa as feras”
    🙂

    • Odin

      Otus

      No caso do Brasil, é mais por causa do Congresso, os parlamentares. A classe política é muito corrupta.

      Quais os ajustes de sistema que você propõe para Portugal? E para o Brasil?

      Quem está se beneficiando com a situação se levantará furiosamente contra os ajustes. Daí a revolução acaba por ser necessária do mesmo jeito.

      • Otus scops

        Odin

        não conheço o suficiente sobre o Brasil para sugerir mudanças ao sistema político.

        quanto a Portugal seriam muitas.
        orçamentos mais rígidos, transparência a 100% em concursos e contratos, obrigatoriedade por lei de estabelecer um contrato político e de prestar contas no fim da legislatura sobre os objectivos não alcançados, justificando.
        outra que propunha era uma lei de incompatibilidades muito exigente e com um período longo no pós-política proibindo de trabalharem em sectores que tutelaram.
        básicamente é tornar tudo o mais transparente possível e evitar o mais possível a apropriação individual do património comum, ou seja TOLERÂNCIA ZERO À CORRUPÇÃO.

        • Gosto particularmente do contrato politico… Ainda que duvide que estes tribunais tenham eficacia para julgar do seu incumprimento, mas ‘e sem duvida uma boa ideia que vou tentar promover…

      • Bem… Muita coisa:
        Um parlamento lusofono, dos paises da cplp, de onde saia o presidente da cplp e com poderes efetivos numa diplomacia conjunta (fusao de embaixadas)
        Um sistema bicameral, com senadores eleitos uninominalmente, fora das listas partidarias
        Um rei eletivo, eleito para a vida dentro do senado e confirmado em plebiscito de dez em dez anos
        Uma descentralizacao municipalista profunda, com delegados enviados para a Assembleia da Republica (a par de deputados eleitos pelos atuais circulos distritais)
        E ja chega de “radicalismos”… 😉

        • Otus scops

          CP
          rei eletivo não sei o que é…
          mas se for um rei electivo é um contrasenso, não é??? é um presidente, uma república. apesar de tudo já tivemos um, Mário Soares.

          quanto ao resto, pouco entendi, só me parece mais confusão, mais cargos e mais tachos. 🙂
          bastava aumentar os deputados e a Assembleia da República fechar uma semana por mês e OBRIGAR os deputados eleitos pelos círculos distritos passarem a semana inteira em contacto directo com os seus eleitores, na sede do governo civil.

          • ‘E a tua opiniao… 😉
            O regime precisa de uma reflexao profunda que produza uma alteracao radical, a curto prazo. Ou isso o Sidonismo (ou a ocupacao europeia)

        • Odin

          “Um parlamento lusofono, dos paises da cplp, de onde saia o presidente da cplp e com poderes efetivos numa diplomacia conjunta (fusao de embaixadas)”
          >A fusão de embaixadas é uma idéia interessante.
          “Um sistema bicameral, com senadores eleitos uninominalmente, fora das listas partidarias
          Um rei eletivo, eleito para a vida dentro do senado e confirmado em plebiscito de dez em dez anos
          Uma descentralizacao municipalista profunda, com delegados enviados para a Assembleia da Republica (a par de deputados eleitos pelos atuais circulos distritais)”
          Só para Portugal ou para toda Lusofonia? A maoria dos brasileiros não quer ter um rei, mesmo que eleito. Prefere um Presidente com um mandato de 4 anos, com direito a uma reeleição consecutiva.

          http://pt.wikipedia.org/wiki/Plebiscito_sobre_a_forma_e_o_sistema_de_governo_do_Brasil_(1993)#Resultados

          • Sao apenas ideias, e ideias pessoais (a maioria nem sequer sao propostas do MIL), com excepcao do parlamento lusofono e da descentralizacao municipalista.
            Na minha opiniao, a fusao de embaixadas seria vital para alavancar a propulsao da cplp para um novo nivel.
            A descentralizacao municipalista – tal como a vejo – se fosse aplicada a toda a cplp teria efeitos radicais na democratizacao e desenvolvimento dos nossos paises e – sobretudo – calar todos aqueles que receiam por “imperialismos” portugues ou brasileiro: se o essencial das funcoes do Estado (exceto a diplomacia e a defesa) fossem descentralizados nos municipios nao haveriam mais esses grandes Estados centrais que poderiam ceder a tendencias neoimperialistas.

      • Odin

        Otus Scops
        Tanto para o Brasil quanto para Portugal. Para eleição de Deputados, sou favorável a criação de distritos eleitorais e ao fim do sistema proporcional (quociente eleitoral) no Brasil e ao fim do voto em legenda partidária em Portugal, ambos substituídos pelo sistema de voto distrital.
        http://pt.wikipedia.org/wiki/Voto_distrital
        Cada distrito teria um candidato à Deputado por partido. O mais votado iria para o Parlamento.

        O eleitores teriam também o poder do “recall”, ou seja, cassar o mandato do Deputado que elegeram em caso de crimes ou infrações graves.
        http://estudosdedireito.blogspot.com/2009/07/recall-na-reforma-politica.html
        Como você mesmo sugeriu, o Deputado deve ser acessível aos seus eleitores. No caso português, cujo sistema é parlamentarista, eu ainda sugiro que o Presidente da República seja obrigatoriamente apartidário, e proibido a ser filiado à partidos, como os magistrados do Poder Judiciário (ou Poder Judicial). No sistema presidencialista do Brasil, não é possível fazer isso.

        PS. Um português que eu conheci pessoalmente aqui no Brasil anos atrás me disse que em Portugal se vota em partidos e não em candidatos, então os portugueses são “reféns” dos partidos.

        • Ora bem…. Fernando Nobre (que eu apoiei) foi o primeiro a escapar a essa preversa logica partidaria. Para agora ser candidato por um partido ao parlamento… O sistema protege-se e tenta aglutinar todos os outsiders…

    • Tudo indica que Dilma sera tao boa (ou ate melhor) presidente que Lula, que ja foi bastante bom. O Brasil tera assim o raro privilegio de ter tido 3 excelentes presidentes seguidos, o que ‘e notavel e indica que a classe politica brasileira ‘e (apesar dos mensaloes e dos collors) de elevada qualidade.
      O mesmo – infelizmente – nao podemos dizer de Portugal…

  7. Odin

    “a classe politica brasileira ‘e (apesar dos mensaloes e dos collors) de elevada qualidade.”
    >Discordo! Concordo que há indivíduos bons entre eles, mas a maioria deixa muito a desejar.

  8. Riquepqd

    Prezado Clavis,

    Sei que já causei muita polêmica sobre este assunto em outros textos…

    Por favor não me interpretem mal,

    A forma pejorativa e irônica com que o FT falou sobre o tema, é digna de repugnância, e causou aversão nos portugueses a esta idéia, e também indignou os brasileiros.

    Mas analisando a idéia despidos de qualquer nacionalismo, seria uma ótima idéia para ambos os países.

    Primeiro retiraríamos o termo província, que tem uma conotação pejorativa neste tipo de discussão, substituiríamos por Estado.

    Província :
    1. Nome de cada uma das partes que formam a divisão territorial de certos Estados.
    2. Qualquer parte de uma nação que não seja a capital e a sua área contígua; interior.
    Estado:
    1. Nação considerada como entidade que tem governo e administração particulares.
    2. Governo político do povo constituído em nação.

    Segundo, hoje Portugal é um “federado” entre estrangeiros, quase sem voz e com graves problemas econômicos na União Européia.

    Na federação brasileira, por sua importância histórica, política e geográfica, teria papel de destaque em todos os campos, principalmente no político, assim como fazem São Paulo e Rio de Janeiro.

    Terceiro, Brasil e Portugal teriam grandes vantagens em se tornar ao lado da França e Reino Unido, uma nação transcontinental. Com Portugal, o Brasil consolidaria papel entre os protagonistas do mundo, e com o Brasil, Portugal voltaria a ter no mundo o papel relevante que sempre teve.

    Quarto, a sufocada economia portuguesa voltaria a ter gigantescas esperanças de recuperação, já que ganhariam novos 190 milhões de consumidores, com aumento sem precedentes do mercado consumidor, aumentariam as vendas, os empregos, o PIB e etc.

    Quinto, o crescimento econômico no Brasil estaria garantido durante alguns anos, já que está ameaçado por falta de mão de obra qualificada, porque não faltaria mão de obra qualificada oriunda de Portugal. E de quebra reduziria a níveis mínimos o desemprego em Portugal.

    Sexto, a dívida soberana portuguesa seria liquidada, porque é inexpressiva em relação as reservas do tesouro brasileiro, com isto, todo o PIB português voltaria a ser investido em melhorias para o povo português, ao invés de ter parte sendo usada para pagar os juros da dívida, com isto Portugal também não precisaria se submeter aos desmandos do FMI ou das arrogâncias dos seus “irmãos” europeus.

    Sétimo, Portugal tem índices sociais melhores que os do Brasil, com isto o Brasil poderia aprender quais as experiências positivas portuguesas para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e erradicar de vez a miséria.

    Oitavo, O preço dos alimentos em Portugal reduziria exponencialmente, já que deixaria de importar a impostos altos boa parte do que consome. Já que o Brasil exporta alimentos, e sendo Portugal um federado do Brasil, acabariam as importações, seria uma compra dentro do próprio país

    Nono, um novo BRIC europeu ocidental seria muito mais influente no mundo, com isto a cultura luso-brasileira seria muito mais divulgada no mundo.

    Décimo, essa é a que eu mais gosto, a seleção brasileira + o Cristiano Ronaldo!
    Imagine só um ataque formado por Neymar e C. Ronaldo? Seríamos imbatíveis novamente.

    Bricadeiras a parte, a idéia de união entre dois países de tamanhos tão antagônicos em todos os sentidos, é muito mais viável de se concretizar desta forma, ainda bem que o Brasil é uma república federativa, porque desta forma:

    De maneira alguma os portugueses perderiam sua nacionalidade, não deixariam de ser portugueses, apenas passariam a ser também brasileiros, porque em uma república federativa, todos os cidadãos tem seus Estados de origem, sua cultura típica, portugueses continuariam a ser portugueses assim como paulistas, fluminenses, mineiros, gaúchos, catarinenses, roraimenses e etc tem sua identidade cultural, regional.

    Se a marca de um povo é sua cultura, analisando o povo brasileiro, devido ao tamanho continental do Brasil, podemos dizer que existem várias “nações” dentro da nação brasileira, gaúchos e catarinenses são praticamente estrangeiros, nordestinos tem uma cultura tão peculiar dos demais, que chegam a ser discriminados em outras regiões, as pessoas não toleram as diferenças, e mesmo dentro do nordeste, há diferenças culturais, como na Bahia, que tem uma cultura muitíssimo diferente dos demais Estados nordestinos.

    Na região centro-oeste, goianos são totalmente diferentes dos mato-grossenses, onde há maior homogeneidade é na região norte, que por sua vez tem para os demais brasileiros, uma cultura amazônica que mais parece a de um país estrangeiro.

    Mineiros tem um modo de vida diferente de todos os demais brasileiros, apesar de sua importância na nação, atualmente não brigam pelo poder.

    Já São Paulo e Rio de Janeiro é um clássico, fazem média, mas a verdade é que as elites se odeiam, os povos se aturam, os políticos se detestam, inclusive estes estados já entraram em conflito armado na História do Brasil, na Revolução Constitucionalista de 1932.

    Historicamente, Rio de Janeiro teve o poder político e o cultural sobre a nação;
    Já São Paulo teve o poder econômico, sempre que Brasil é Brasil houve rivalidade entre eles, é quase um EUA x Rússia dentro do Brasil, um Inglaterra x Alemanha, Brasil x Argentina, Portugal x Espanha.

    Então se temos nacionalidades, ou digo, diferenças culturais tão grandes dentro da federação de Estados Brasileira, porque não o Estado pai, a nação mãe se unir a esta federação novamente, como se fosse o antigo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves?

    Vale frisar que todos os Estados brasileiros possuem seus chefes do poder executivo, e seus poderes legislativo e judiciário, assim como suas capitais.
    Por isso Portugal continuaria a ter Lisboa como capital, e seu povo a escolher seus representantes no poder legislativo português, assim como seus chefes de governo em Portugal e também passariam a escolher os representantes de Portugal no legislativo federal e também o presidente da Federação.

    Me desculpem pela leitura demasiadamente longa, é que neste assunto em especial, precisava escrever tudo que penso.

  9. Billy

    É ruim, hein….melhor essa mala parar nas mãos dos castelhanos. E os ingleses, se não fosse os EUA já teriam submergidos no Atlântico a quase 100 anos. Quanto aos franceses continuam agarrados aos ovos dos alemães…

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