Daily Archives: 2011/04/05

Quids S22: Que planta é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S22 | 12 comentários

“O protocolo entre o SNS e a Fundação Champalimaud para tratar doentes com cancro (…) custará sempre muitos milhões de euros ao Governo”

“O protocolo entre o SNS e a Fundação Champalimaud para tratar doentes com cancro (…) custará sempre muitos milhões de euros ao Governo.
Curiosamente, o modelo em que se inspirou a Fundação Champalimaud é o do Instituto Jules Bordet, em Bruxelas. (…) o centro de investigação fez contratos com os hospitais, a quem paga pelos serviços prestados. Mas em Portugal o protocolo entre o Governo e a Fundação prevê exatamente o contrário: será o Estado a pagar a esta instituição para atender e tratar os seus doentes.”
Sol 11 de março de 2011

Portugal tem demasiadas Fundações. Melhor dizendo: Portugal tem demasiadas Fundações que dependem das tetas do Estado e, logo, dos nossos Impostos. Somos dos raros países em que se criam Fundações não para contribuir com algo para a Sociedade, mas para a chular. Essa tradição (que conhece praticamente apenas uma única excepção, a da Gulbenkian) não é eticamente justificável e tem servido para justificar fugas aos Impostos, para empregar amigos e familiares de VIPs e – sobretudo – para desviar recursos preciosos de áreas onde seriam mais bem empregues.

As Fundações dependentes do Estado (cujo número exato ninguém conhece) tornaram-se hoje um peso para o já muito stressado orçamento do Estado e o princípio segundo o qual uma Fundação deveria ter património e rendimentos próprios não é respeitado. Uma Fundação dependente não é uma Fundação é uma Anomalia que urge suprimir ou corrigir. Assim, quando vemos esta nova Fundação Champalimaud juntar-se a este regabofe e preparar-se também ela para se sentar à mesa deste bodo e se refastelar com os nossos impostos, pergunto: não havia na fortuna daquele que era um dos homens mais ricos de Portugal recursos suficientes para dispensar o eterno recurso aos nossos impostos? Acho admirável o desejo de procurar contribuir para a investigação do cancro, mas precisamos que esta seja feita no seio das (já existentes) instituições universitárias públicas, não de uma nova, que ainda por cima é de direito privado (uma Fundação) e que se vai somar à numerosa camada de exploradores do Estado. Sem precisar, já que teoricamente deveria ter a suportá-la a grande fortuna Champalimaud. Teoricamente.

Categories: Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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