Monthly Archives: Abril 2011

Sobre o Lucro do FMI com as “ajudas” à Grécia e à Irlanda e do Lucro ainda maior que o FEEF vai obter…

Estas “ajudas” do FMI e do FEEF cheiram mal. Muito mal, mesmo. As palavras judiciosamente escolhidas pelos “media” europeus e que os órgãos de comunicação : “ajuda” e “resgate” nada têm a ver com o autêntico saque que os barões do FMI e os ainda mais ávidos europeus do norte estão a preparar contra Portugal.

Não duvidemos: se o FMI é forçado a rever em alta a sua previsão de lucros para 2011 tal deve-se ao inesperado benefício astronómico que produziram as “ajudas” que o FMI concedeu à Grécia e à Irlanda. Agora, o FMI espera encaixar 524 milhões de dólares. E como a parcela do FMI é de apenas um terço nestas operações isso significa que os arrogantes finlandeses, austríacos, alemães e holandeses que tanto têm defendido uma “intervenção severa” que “ensine” os portugueses a “portarem-se bem” vão encaixar muito mais do dobro deste valor, em lucros! E ainda nem começaram sequer a saquear também Portugal!

Com efeito, Portugal arrisca-se a ser um grande contribuinte para os lucros do FMI e dos países do FEEF: A “ajuda” à Irlanda foi de 22.5 mil milhões. A “ajuda” à Grécia de 30 mil milhões e de Portugal, fala-se de algo entre os 70 e os 80 mil milhões. Ora se o juro do FMI é de 3.3% para a Grécia e de 4% para a Irlanda e se o do FEEF europeu de 5.8%, se este empresta dois terços do capital não é difícil especular que os europeus do norte vão receber com este “resgate” a Portugal entre mil milhões a mil milhões e meio de euros só em lucros! Assim vale a pena “ajudar”, hem, palhaços! (palhaços somos nós que ainda não exigimos a saída da UE e declarámos a bancarrota).

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/resgates-a-grecia-e-irlanda-impulsionam-contas-do-fmi_116601.html

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 15 comentários

Al Qaeda: Se apanharem Osama, detonamos um Engenho Nuclear na Europa

Khalid Sheikh Mohammed (http://www.foxnews.com)

Khalid Sheikh Mohammed (www.foxnews.com)

O que vai acontecer se um dia Osama Bin Laden for capturado? A Al Qaeda fará detonar uma bomba nuclear. A alegação pertence ao dirigente da organização que esteve por detrás da organização dos atentados de 11 de setembro Khalid Sheikh Mohammed e corresponde a confessar que a organização terrorista tem – algures na Europa – um engenho nuclear (não necessariamente uma “bomba”) pronto a detonar. A informação foi obtida sob tortura, portanto, vale o que vale, mas não é de todo impossível que a Al Qaeda tenha obtido algum material radioativo no caos de segurança que é a ex-URSS e que tenha preparado uma “bomba suja” radioativa, isto é, um engenho que sem ativar uma reação de fissão nuclear espalha material radioativo numa determinada área, causando assim a morte e a destruição numa zona urbana recorrendo a tecnologia relativamente simples e fácil de dissimular.

A revelação surgiu nos Wikileaks e é acompanhada por outra que revela planos desta organização islâmica para fazer colidir um avião desviado sobre o aeroporto londrino de Heathrow.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/nuclear-hellstorm-if-bin-laden-caught-911-mastermind-33724/#ixzz1KbmQuWrY

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | 5 comentários

Quids S24: Como é que se chama este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 3 comentários

O caça chinês embarcado J-15

Finalmente, algumas imagens do caça chinês embarcado J-15 chegaram à Internet e confirmam aquilo que já se sabia: o aparelho é uma variante direta do Sukhoi Su-33 russo.

Os primeiros testes de mar do renovado antigo porta-aviões soviético Varyag (agora Shi Lang) devem estar prestes a começar, mas com o J-15 ainda numa fase de primeiro protótipo não é de esperar ver este aparelho fazendo também os seus ensaios neste navio.

Fontes chinesas dizem que o primeiro ensaio do J-15 terá ocorrido em 2009… o facto de ainda se estar em fase de protótipo significa que a concepção do aparelho está muito longe de estar a correr bem.

O pouco que se sabe do J-15 indica que além de ser fortemente inspirado no Su-33 o avião exibe uma área alar superior à deste e estará equipado com aviónica, sensores e sistemas de armas chineses estando muito provavelmente na integração destes sistemas com o novo aparelho a causa deste longo processo de desenvolvimento.

Fonte:
http://feedproxy.google.com/~r/DefenseTech/~3/NxF3gpIKvTU/

Categories: China, DefenseNewsPt | 1 Comentário

Quids S23: Em que lago foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 14 comentários

Da atitude tíbia da Alemanha na Questão Líbia

Typhoon alemão (http://www.aviationnews.eu)

Typhoon alemão (http://www.aviationnews.eu)

“Na questão líbia, as hesitações, a abstenção no Conselho de Segurança para impor a zona de exclusão aérea e a ordem da retirada de navios de guerra do Mediterrâneo caíram mal junto dos aliados e contrastaram com a liderança resoluta de Nicolas Sarkozy.”
Sol 1 de abril de 2011

A Alemanha de Merkel é cada vez mais um poço de imoralidade, indecência, egoísmo e estupidez estratégica. As suas opções (secundadas pela maioria do eleitorado alemão) quanto à Europa e à defesa do Euro estão a levar a União Europeia para um beco sem saída que está a ditar o fim do projeto europeu e tornar a Europa cada vez mais num “império franco-alemão” com capital em Berlim. Hipócrita nas questões de política internacional, como se viu nesta posição cobarde quanto à crise na Líbia e na recusa em colocar tropas alemãs em regiões no Afeganistão onde pudessem sofrer baixas, Merkel mostra que esta Alemanha de hoje é um país fraco, coxo de ambições internacionais e profundamente isolacionista e amoral. Um aliado a evitar, em suma, extremamente pernicioso no cenário internacional e europeu, um país fraco e alguém com quem não se pode contar em caso de necessidade.

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Quids S23: Em que Estado dos EUA foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 6 comentários

História da Guiné Bissau (1974-2005)

O primeiro presidente da Guiné-Bissau foi o irmão do carismático líder do PAIGC – Amílcar Cabral – assassinado em circunstâncias ainda hoje parcialmente obscuras mas onde a rivalidade entre caboverdianos e guineenses terá jogado o seu papel. Luís de Almeida Cabral toma posse em Bissau e o país torna-se num regime de partido único de influência soviética assumindo como um dos seus mais importantes objetivos a curto prazo à formação de uma união com as ilhas de Cabo Verde.

O governo do PAIGC é – praticamente desde os primeiros anos – acusado de má gestão e incompetência e as crises alimentares sucedem-se umas atrás das outras, criando grande descontentamento popular. Dando eco à insatisfação das populações, o exército, chefiado por João Bernardo Vieira, faz um golpe de Estado e Luís Cabral é deposto em 1980. A ala caboverdiana dentro do PAIGC sai derrotada e as relações entre as duas nações degradam-se ao ponto de serem formalmente interrompidas e o projeto de fusão política entre Cabo Verde e Guiné-Bissau é formalmente abandonado. Só em 1982 é que as relações diplomáticas entre a Guiné e Cabo Verde são normalizadas. O novo regime assumiu-se como “guineense” e repeliu a “ala caboverdiana” que o tinha dominado durante toda a guerra. O governo guineense é assumido por um Conselho Revolucionário até 1984, ano em que entra em vigor a atual Constituição da República.

Em 1990 arranca o processo de democratização e pluripartidarismo. Um ano depois, o PAIGC consente em concorrer a eleições lado a lado com outros partidos, mas as primeiras eleições multipartidárias só têm lugar em 1994 e mesmo então o PAIGC mantêm-se no poder, graças à maioria dos votos então recolhida. João Bernardo Vieira é o grande vencedor e assume a Presidência da Republica mas em 1998 tem lugar uma revolta militar chefiada pelo general Ansumane Mané que lança o país na guerra civil destruindo (até hoje) muitas infra-estruturas deste país da África lusófona. Apesar de ter pedido e recebido o auxílio dos exércitos da Guiné Conacri e do Senegal, Nino Vieira é forçado a deixar o país e parte para o exílio em Portugal em 1999. Para trás ficou um país destruído e mais largas centenas de mortos. Nesse ano, o líder dos revoltosos, Ansumane Mané entrega provisoriamente a presidência da Guiné a Malam Bacai Sanhá, dirigente do PAIGC que convoca eleições que se realizam em 2000.

Kumba Yalá e o seu “Partido da Renovação Social” (PRS) sagram-se vencedores nas urnas em 2000, esmagando surpreendentemente o PAIGC com uns impressionantes 72%. Kumba Yalá forma um governo de coligação com o partido “Resistência da Guiné-Bissau/Movimento Bafatá” que assume os destinos da Guiné até que em novembro desse ano um grupo de militares ligados ao presidente assassina Ansumane Mané e tenta – sem sucesso – tomar o poder através de um golpe de Estado.

Apenas três anos depois, em 2003, tem lugar nova tentativa de golpe de estado militar, desta feita liderado pelo general Veríssimo Correia Seabra. Kumba Yalá é preso e Henrique Rosa é nomeado provisoriamente como presidente da Guiné Bissau.

As eleições de 2004 dão a vitória ao PAIGC, que preenche 45 dos 100 assentos disponíveis no parlamento guineense. O PRS alcança, por sua vez, 35 lugares. O líder do partido vencedor, Carlos Gomes Júnior assume a função de Primeiro Ministro. Um ano depois, em 2005, as eleições presidenciais são ganhas por Nino Vieira.

Categories: História, Lusofonia, Política Internacional | Etiquetas: | 1 Comentário

Quids S23: Que criatura seria esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S23 | 8 comentários

Sobre o aparente (?) desinteresse dos Jovens na Política

Um estudo recente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa indica que 6 em 10 jovens portugueses “não se sentem próximos de nenhum partido político”. Apesar disso, mais de metade dizem interessar-se pela política, isto apesar de serem também o segmento demográfico onde se regista maior abstenção. Esta anomalia revela uma importante disfunção do sistema democrático português que exige solução urgente, a bem da sua própria continuidade, preservação e qualidade.

É claro que os atuais partidos não cativam os jovens. É igualmente claro que estes não têm feito esforços para corrigir esta disfunção que – a prazo – coloca a sua própria sobrevivência em risco. Um ponto de escape poderia ter residido nas últimas eleições presidenciais, onde concorria – pela primeira vez na nossa história democrática – um candidato independente com reais possibilidades de ser eleito. Mas tal não sucedeu. Os jovens mantiveram-se globalmente alheados da campanha e até da votação, como sucedeu aliás nas eleições anteriores.

Os novos partidos (MMS, MEP, etc) também não os cativaram, como demonstram as suas votações realmente vestigiais… Os jovens interessam-se por política – demonstra-o este estudo – mas não querem saber das opções políticas que estão à sua disposição. Urge assim renovar o sistema, reformando os obsoletos e estafados partidos políticos, fundindo aqueles que são gémeos (o bi-partido PS-PSD) cindindo outros e criando novos, não mais segundo um anacrónico alinhamento Esquerda-Direita, mas segundo polos de interesse (os ditos “partidos de terceira geração”) como a ecologia, o código aberto, os direitos autorais, etc.

Falta novos partidos, a reforma dos existentes e a uma renovação profunda do sistema representativo: descentralizando o poder nos municípios e, sobretudo, admitindo a reforma do Parlamento pela sua divisão em duas câmaras e contemplando a eleição de deputados independentes de qualquer lista partidária, conforme defende o MIL nesta petição: http://www.gopetition.com/petition/26885.html

Fonte:
http://www.publico.pt/Sociedade/os-partidos-dizemlhes-pouco-a-politica-sim_1484519

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 2 comentários

Sobre a “proposta” do Financial Times para que o Brasil anexasse Portugal

Finantial Times (http://www.emo-milan.com)

Finantial Times (http://www.emo-milan.com)

Ainda que a proposta recentemente anunciada pelo “Financial Times” de que o Brasil anexasse Portugal tenha tido intenções pouco serias, a verdade é que merece uma boa, desapaixonada e profunda reflexão.

Elaborada em tom jocoso ou arrogante (duas características da “forma inglesa de viver no mundo”) a proposta do FT implicaria desde logo a imediata saída do Euro e da União Europeia… A notícia está recheada daquela irritante superioridade inglesa, com indiretas à incapacidade de gestão portuguesa, infelizmente com fundo de verdade, dada a trágica situação atual. Do ponto de vista económico, o Brasil cresceu 7.5% em 2010, já é um credor líquido do FMI (depois de ter sido no passado um dos seus maiores devedores) e é um dos países que pela sua riqueza agrícola e petrolífera melhores perspetivas de crescimento tem no mundo. Dito assim, Portugal teria muito a ganhar com essa “anexação”…

A palavra “anexação” tem contudo uma muito evidente conotação negativa e surge num tabloide inglês precisamente por essa razão: os nossos “amigos de Peniche” não perdem uma ocasião para diminuir Portugal e usaram esta proposta de união Portugal-Brasil para humilharem Portugal.

A verdade contudo é que a Europa já demonstrou que não é uma via estratégica de futuro para Portugal. E o Brasil – e depois dele, uma União Lusófona – poderia ser essa alternativa estratégica que Portugal precisa agora. O Brasil poderia ter essa visão global e estratégica, mas continua a ser o mesmo anão diplomático de sempre e poderia ter aproveitado a situação financeira portuguesa para alavancar uma posição de predominância na Europa ao conceder um grande empréstimo bi-lateral com Portugal que permitisse a este dispensar o recurso ao FEEF/FMI aplicando assim os mais de 45 mil milhões de dólares da reservas de divisas que o Brasil guarda hoje nos seus cofres…

Mas tal não sucedeu. O Brasil não acorreu a Portugal e Portugal não se esforçou por encontrar essa alternativa lusófona. Nem se cumpriu o desejo do jornalista da Folha de São Paulo: “A ver se essa generosidade se estende aos países não vizinhos, mas historicamente irmãos.”

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/patriciacamposmello/896600-portugal-colonia-do-brasil-uma-proposta.shtml

Categories: Brasil, Economia, Lusofonia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 27 comentários

Sobre O Modo Como São Tratados Os Guineenses E Outros Cidadãos Lusófonos Em Portugal

SOBRE O MODO COMO SÃO TRATADOS OS GUINEENSES E OUTROS CIDADÃOS LUSÓFONOS EM PORTUGAL – CARTA ABERTA DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MOINHO DA JUVENTUDE E DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONOO MIL e a Associação Cultural Moinho da Juventude vêm expressar através desta Carta Aberta a sua indignação perante o tratamento a que os cidadãos lusófonos oriundos da Guiné-Bissau são submetidos em Portugal e na Embaixada Portuguesa em Bissau. Referimo-nos em particular a três assuntos que merecem a nossa maior preocupação:

1. Acordo Bilateral Portugal/Guiné-Bissau para evacuação e tratamento médico de cidadãos guineenses em Portugal

Por via de um Acordo Bilateral entre a República Portuguesa e a República da Guiné – Bissau, os cidadãos deste país lusófono podem receber tratamento médico em Portugal sempre que a sua condição clínica o justifique. O Acordo tem sido aplicado com relativo sucesso e tem contribuído significativamente para a melhoria das condições de saúde de muitos cidadãos guineenses. Existem, contudo, situações profundamente injustas e completamente desnecessárias que requerem uma solução urgente.

Embora o Acordo Bilateral contemple acções por parte do Estado Português, assim como por parte do Estado Guineense, na prática as dificuldades financeiras que o segundo enfrenta têm provocado diversas situações para cuja solução o Moinho da Juventude e o MIL apelam. Desde logo, a Embaixada guineense não tem sido capaz de mobilizar os recursos financeiros suficientes para apoiar os seus cidadãos que chegam a Portugal ao abrigo do acordo bilateral.

Na realidade, apresentam-se as seguintes dificuldades:

* Os subsídios/ apoio de sobrevivência que os doentes guineenses deviam receber após chegarem a Portugal são alvo de atrasos frequentes ou não são, de todo, pagos. Muitos destes doentes têm condições clínicas graves, que exigem anos de tratamento e acompanhamento pós-operatório. Perante a falta destes subsídios são forçados a situações de mendicidade, tornam-se sem-abrigo e não conseguem adquirir os medicamentos prescritos para estes tratamentos.

* Estes doentes não têm ninguém que os acompanhe quando chegam ao aeroporto e frequentemente não conseguem pagar sequer os transportes até ao Hospital nem até à sua embaixada em Lisboa.

* São também comuns os casos em que os clínicos portugueses procuram antecipar o seu regresso à Guiné-Bissau antes mesmo que o tratamento pós-operatório esteja concluído ou quando se impõem tratamentos ou fisioterapia para os quais não existem condições satisfatórias no seu país de origem.

* No contexto da legalização, manifestam-se varias dificuldades. A maioria dos doentes que chegam a Portugal são portadores de um passaporte com visto e ao longo do tratamento estão dependentes dos relatórios médicos para a renovação do mesmo. Na prática, muitas vezes o período dos vistos termina durante o tratamento e o doente, que não tem rendimentos, ainda precisa de pagar a renovação.

* É um facto que o Instituto da Segurança Social, I.P., exige para qualquer subsídio social (RSI, Abono, Acção Social, etc.) o Titulo de Autorização de Residência. Muitas vezes o doente não recebe o subsídio de sobrevivência da Embaixada e nem tem o direito de pedir um apoio no ISS.

* Na parte do tratamento, revela-se um problema muito comum, quando o médico em Portugal verifica que a doença (que está escrita no primeiro diagnóstico da Junta médica) não corresponde com o quadro clínico que o doente apresenta: o doente precisa de voltar à sua terra de origem para pedir uma segunda via para a Junta médica, mas uma vez que este processo parece difícil ou até mesmo impossível, os doentes preferem ficar em Portugal, sem o direito de continuar o seu tratamento e sem oportunidade de renovar os seus documentos.

* Durante o tratamento, os doentes recebem facturas do hospital para pagar as taxas moderadoras.

A Direcção – Geral da Saúde do Ministério da Saúde português publicou a Circular normativa Nº 04/DCI de 16.4.2004 com as normas gerais de encaminhamento e assistência a doentes oriundos dos PALOP´s, ao abrigo da Cooperação no domínio da saúde. A circular apresenta uma clara divisão das responsabilidades e encargos financeiros por parte de Portugal e do Pais Africano em questão.

Perante esta incapacidade por parte do Governo Guineense em cumprir a sua parte no Acordo com o Estado Português, o MIL e a Associação Moinho da Juventude defendem que o Governo Português e o Governo Guineense devem assumir, por razões humanitárias e solidariedade lusófona, as suas responsabilidades (da circular normativa):

a) O acompanhamento destes doentes a partir do momento em que desembarcam em Lisboa.
b) Assegurar provisoriamente o pagamento de subsídios/apoio de sobrevivência enquanto a Embaixada Guineense os processa ou reúne esses recursos. Após o termo deste tratamento, este auxílio deverá ser devolvido ao Estado Português.
c) Garantir que a assistência médica hospitalar é paga pelo Governo Português.
d) Garantir que os medicamentos e produtos farmacêuticos são pagos pelo Governo Guineense.
e) Garantir que nenhum doente é forçado a terminar abruptamente o seu tratamento antes do seu fim efectivo.
f) Facilitar o pedido de uma segunda via para a Junta médica, sem regresso obrigatório para a sua terra de origem, ou proceder o encaminhamento automático para a especialidade correspondente ao diagnóstico de cada.
g) Facilitar o processo de evacuação de doentes para Portugal (Ponto nº 3).

2. Legalização, contratos de trabalho e relatórios médicos

* Segundo a legislação portuguesa actualmente em vigor, para que um cidadão estrangeiro consiga obter um visto de permanência, prorrogação, autorização de residência temporária ou a sua renovação, tem de fazer-se apresentar de comprovativos de meios de Subsistência, um relatório médico e um comprovativo de morada.

* Os meios de subsistência podem ser os seguintes: contrato de trabalho e comprovativo da situação regularizada na Segurança Social (estar inscrito e ter o mínimo de 6 meses de descontos de preferência sem interrupção, mesmo com diferentes empregadores), termo de responsabilidade apresentado em nome individual ou de uma entidade.

* Para evitar que muitos cidadãos estrangeiros ficassem em situações de irregularidade, deveria ser possível que os seis meses de desconto fossem num período de um ano, a contar do último mês em que o cidadão estrangeiro solicita a sua regularização junto ao SEF.

As dificuldades apresentadas na prática são:

* Muitas vezes a Embaixada não garante os meios de subsistência, nomeadamente: meios de alimentação, habitação e cuidados de saúde, que, por obrigação, deveria garantir aos doentes em situação de Junta médica. As vezes em que o faz, fá-lo apenas em papel, para ser apresentado junto do SEF.

* Outras das dificuldades com que os doentes evacuados se deparam são os relatórios médicos que os médicos se recusam a passar ou a sua morosidade quando se apercebem que é para motivos de regularização da estadia legal em Portugal. Muitas das vezes estes relatórios são feitos em folhas A5, de forma ilegível e com informação não detalhada. Por sua vez, o SEF, para regularizar um doente em situação de tratamento médico, exige que constem no relatório médico a seguinte frase: “obsta regresso ao país de origem” (por colocar em perigo a saúde do doente), frase esta que os médicos a maioria das vezes se recusam a escrever.

* Quando o tratamento médico de um doente evacuado e faseado com intervalos de um ou mais anos, nos relatórios médicos deveria constar quando é que o doente deverá voltar para continuar o tratamento, simplificando assim as burocracias de um novo pedido de evacuação.

* Os comprovativos de moradas normalmente são obtidos junto das Juntas de Freguesias, que por sua vez exigem contrato de arrendamento ou registo da casa, duas testemunhas com cartão de eleitor e cartão da embaixada. São muitos os doentes evacuados que não conseguem fazer prova desta situação, quando os Senhorios se recusam a colaborar, quando não residem com familiares, amigos próximos ou quando não conhecem ninguém

* Para facilitar a obtenção do atestado de residência, bastava apenas as testemunhas terem na sua posse um documento de identificação com a morada da mesma localidade que o interessado, ou seja, que o doente evacuado, relatório médico como estado clínico do doente.

3. Prazos para concessão de Vistos na Embaixada Portuguesa em Bissau

A Associação Cultural Moinho da Juventude e o MIL têm recebido diversos relatos de cidadãos guineenses que reclamam quanto ao longo prazo de concessão de Vistos na Embaixada Portuguesa em Bissau. Prazos de entrega superiores a um mês são frequentes, alegadamente por razões estritamente burocráticas e por escassez de meios humanos e técnicos que agilizem a entrega dessas autorizações.

Uma vez tratar-se de doentes que necessitam de tratamentos médicos no exterior do país, o prazo da concessão de visto não deveria prolongar para o mesmo tempo que um pedido de visto normal – e o valor deveria ser reduzido ou baseado no rendimento do interessado ou do seu agregado familiar.

Assim, o MIL e o Moinho da Juventude apelam ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que diligencie no sentido de corrigir estas dificuldades operacionais de que padece a Embaixada Portuguesa em Bissau e que tanto prejuízo produzem, nomeadamente aos doentes que aguardam a deslocação até hospitais em Portugal ou a todos aqueles que por motivos de vária ordem pretendem deslocar-se a Portugal.

Em conclusão:

Para além desta Carta Aberta, o MIL irá agendar reuniões com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com os Grupos Parlamentares presentes na Assembleia da República de forma a entregar em mãos este texto e assim apelar directamente para a boa resolução dos três problemas aqui apresentados.

Subscreva esta Carta Aberta AQUI

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Sobre a mudança dos circuitos do narco-tráfico para a Guiné-Bissau

Os circuitos do narco-tráfico estão a mudar. A intensificação da atividade das forças de segurança na América central e na Colômbia desviou as rotas mais para sul, até ao Peru e para a África Ocidental. Um e outro eixos são hoje a maior porta de entrada de droga num dos maiores mercados do mundo: a Europa.

Apesar da quantidade assustadora de assassinatos relacionados com o narco-tráfico, o México conseguiu afastar 20 dos seus 37 maiores traficantes e estudos recentes realizados nos EUA indicam problemas sérios com o trafico de droga mexicano: o preço da cocaína duplicou e a pureza diminuiu para metade daquilo que era registado à apenas um ano.

Ora, atualmente o principal ponto de entrada de droga na Europa é a Guiné-Bissau. E muito por culpa e responsabilidade europeia: os controlos de bagagens no aeroporto internacional de Bissau são – na mais suave das leituras – suaves ou até mesmo inexistentes e isto apesar de em praticamente todos os voos seguir algum tipo de droga para a Europa. No mínimo, a comunidade internacional (UE ou UA) devia pressionar o governo guineense para deixar estar presente no check-in uma equipa de polícias ou observadores da ONU? No mínimo, devia enviar agentes seus, à paisana, passando por esse check-in e denunciando todas as anomalias (numerosas) que encontrassem. No máximo, devia entregar a administração do aeroporto ou a sua segurança a forcas internacionais, já que as autoridades locais nao demonstram terem força ou vontade para parar o tráfico. E enquanto Bissau não aceitasse tal abordagem, o aeroporto devia ser interdito e o tráfego aéreo desviado para Dakar…

Estas forças internacionais deviam ser lideradas pela CPLP e serem essencialmente compostas por militares e agentes de segurança dos países lusófonos. Assim se garantiria uma maior e mais fácil integração com as populações e uma maior compreensão das necessidades e problemas locais sem que houvessem temores quanto a uma “intervenção estrangeira” por parte de potencias regionais como o Senegal ou a Nigéria, já que nenhum país lusófono tem pretensões territoriais sobre a Guiné-Bissau nem o fantasma do colonialismo (português ou brasileiro) mete medo a ninguém…

Fonte:
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1824381&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas

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Quids S23: Que exército era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Reflexão sobre o que Portugal investe na Educação

“Portugal gasta bastante com a Educação. A despesa pública neste sector atinge 4.6% do PIB, o que corresponde aproximadamente à média dos países da OCDE. Temos até um número de alunos por professor mais baixo do que vários países ricos. Em terceiro lugar, apesar daquilo que gastamos, o desempenho do nosso sistema de educação básica e secundária é desastroso. Apenas 47% dos nossos jovens concluíram o ensino secundário, quando a média da OCDE é de 80%”.
(…)
“Embora as causas dos problemas do nosso sistema educativo sejam vários e complexos, a ausência de uma cultura de avaliação dos professores está seguramente entre elas. Responder a incentivos faz parte da natureza humana. Quase todos nós fazemos mais e melhor quando sabemos que estamos a ser avaliados.”
Fernando Machado
Sol 1 de abril de 2010

Apesar de todo este investimento de escassos e preciosos recursos públicos e de melhorias sensíveis registadas nos últimos anos, a situação na Educação em Portugal não é satisfatória, especialmente se compararmos os níveis de investimento (semelhantes aos europeus) com os níveis de resultados (muito abaixo destes). A solução para o problema reside com certeza em duas grandes vertentes:
1. Inexistência de uma meritocracia na Função Pública. Neste respeito esta avaliação dos professores, que o PSD num perigoso desvio eleitoralista procurou anular, era um importante passo no bom caminho, ainda que dado de maneira incerta e muito mais complicado do que deveria ser (um bom sistema de avaliação deve ser sempre flexível simples e compreensível)
2. Uma atitude Facilitisto-estatiquizante que para alcançar certas métricas internacionais instituiu o Facilitismo onde se carecia de Exigência. A avaliação – dos professores e dos alunos – não é exigente, não premeia pais e alunos pelo bom desempenho e muito menos faz o mesmo com os melhores professores.

Existe outra abordagem possível: Sou um defensor acérrimo do serviço público – especialmente na área da Educação e da Saúde – mas não partilho do dogma segundo o qual este serviço público tem que ser necessariamente prestado em escolas públicas. Não me repugna assim o chamado “cheque ensino” em que o Estado daria aos pais a opção de gastarem o equivalente ao que o Estado gasta na Escola Pública numa escola privada. Falta é provar que a escola privada consegue oferecer o mesmo serviço pelo mesmo preço… a ter em conta os preços escandalosos cobrados na maioria dos colégios privados, tal é altamente duvidoso…

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Quids S23: Que avião seria este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Francisco Sarsfield Cabral: “Há anos receava-se uma UE comandada por um Diretório dos Estados membros de maior peso. Pois o Diretório está aí em descarado funcionamento”

Francisco Sarsfield Cabral (http://imagens.publico.pt)

Francisco Sarsfield Cabral (www.publico.pt)

“Há anos receava-se uma UE comandada por um Diretório dos Estados membros de maior peso. Pois o Diretório está aí em descarado funcionamento, constituído por apenas um país, a Alemanha, ainda que apoiado pela Finlândia, Áustria e Holanda nas questões do euro.”
Francisco Sarsfield Cabral
Sol 1 de abril de 2010

Esta não é certamente aquela Europa com que sonharam os pais fundadores. Esta aquela Europa que não teve pudor em vender os seus produtos Nokia, Philips, Audi, BMW, Siemens, etc para os países do sul em troca da concessão de “generosos e abnegados” subsídios pelo abate da frota pesqueira, do arranque de culturas agrícolas e para aceitar a deslocalização de indústrias para o oriente e leste europeu.

Estes germânicos também não exprimiram reservas em emprestar dinheiro aos países periféricos até patamares perfeitamente irrealistas porque os juros cobrados lhes pareciam muito interessantes…

Agora germânicos e nórdicos vêm exigir juros muito superiores à inflação nos seus países para “ajudarem” Portugal. Para se esforçarem em fazer o seu dever que é o de serem solidários para com os seus parceiros europeus em dificuldades os europeus do norte querem juros e lucro.

Portugal hiperconsumiu (por ano gastamos mais 10% do que produzimos) durante quase dez anos e esse hiperconsumismo tem que ser travado. Mas quem emprestou correu riscos e por isso mesmo cobrou juros (crescentes, recentemente…) e lucrou muito com esses empréstimos. A Portugal restam mais opções além de aceitar um protetorado do diretório europeu e deixar que lhe imponham um jugo que o arrastará para uma década de severa recessão e de uma queda brutal do nível de vida. Portugal pode repetir o que fez em 1911 e declarar bancarrota parcial, pagar apenas os juros que são razoáveis pagar (os que os mercados exigiam em 2007) e continuar a existir enquanto país soberano e independente. Ou não, e sujeitar-se a ser uma colónia norte-europeia.

Como vai ser, Portugal?

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Quids S23: Que cidade é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Comissão Europeia recusa Reestruturar a Dívida Grega (e as demais, presume-se)

As quantias que foram emprestadas às economias deficitárias de Portugal, Espanha, Itália e Grécia nos últimos anos para que estas mantivessem padrões de consumo muito superiores às suas reais capacidades aquisitivas foram tremendas. Os países exportadores agradeceram estes endividamentos crescentes porque assim os seus Bancos e empresas exportadoras puderam acumular lucros igualmente crescentes. Nesses anos não se queixaram do endividamento crescente dos países do sul.

Por isso, quando os sabujos da Comissão Europeia rejeitam a (justa) pretensão grega de reestruturar a sua impossível-de-pagar dívida externa ficamos a pensar porque é que os credores e aqueles que lucraram com esses créditos também não podem assumir algumas consequências de terem emprestado dinheiro sem nenhum critério de racionalidade ou de bom senso.

Se a responsabilidade por um empréstimo mal concedido deve ser repartida entre emprestador e recetor então porque devem todas as más consequências recair apenas sobre quem recebeu esses empréstimos? Se o Juro (elevado) premeia o Risco, porque é que este é nulo para os banqueiros, especuladores e empresários e tremendo para todos os cidadãos dos países do sul? Onde está a justiça neste desfasamento flagrante?

Fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/bruxelas-rehn-grecia-divida/1245510-1730.html

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Quids S23: Em que mês e ano foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a necessária (e tardia) substituição e da necessidade de assumir os sacrifícios que aí vêm

“A substituição do governo é uma condição necessária para podermos resolver com equilíbrio a crise que nos assola. Não que no balanço dos últimos seis anos não tenham existido aspetos muito positivos e importantes. Assim, de repente recordo o reforço da sustentabilidade da Segurança Social, os passos no sentido da simplificação administrativa, o novo regime jurídico das instituições de ensino superior e a introdução de práticas mais rigorosas de avaliação de desempenho na Função Pública e no ensino secundário. A razão pela qual a queda do Governo me pareceu necessária é a sua acentuada perda de credibilidade interna e externa, resultante do modo desastrado como ao longo de 2010 lidou com a crise orçamental.”

> em boa honestidade, há que admitir que nem tudo esteve mal nestes governos de Sócrates. Além desta lista, somaria o esforço continuado na investigação científica (que colocou Portugal no mesmo patamar relativo dos melhores países europeus) e a aposta nas Renováveis (agora em risco pela contenção orçamental) e numa rede de mobilidade elétrica. Nem tudo esteve mal. O problema é que Sócrates não tem o tipo de personalidade que lhe permita ouvir críticas ou sugestões e, por isso, não foi capaz de replicar esses sucessos noutras áreas.

“Um bom ponto de partida para quem tenha aspirações de governo é não deixar qualquer dúvida sobre a dureza do caminho que espera os portugueses nem sobre o seu inquebrantável compromisso com a restauração da sustentabilidade das contas públicas. (…) O principal partido da oposição não começou bem. A multiplicação das declarações avulsas nada ajudou. Mas a iniciativa de suspender a avaliação dos professores é um começo que augura o pior: um piscar de olhos ao facilitismo que apenas poderá abrir uma caixa de Pandora reivindicativa que destruirá qualquer possibilidade de rigor na condução da economia. A credibilidade leva muito tempo a construir, mas destrói-se num segundo.”

– Não restam dúvidas de que se avizinham não meses, mas anos de grandes sacrifícios. Os políticos da partidocracia – que nos levaram a todos a esta situação insustentável – têm agora o dever de darem o exemplo da contenção e do sentido de Estado. Oposição e Governo de Gestão devem exigir a si mesmos a máxima contenção na exibição de riqueza. Carros de luxo, telemóveis, motoristas, aviões Falcon, viagens turísticas para a Presidência, o orçamento faustoso da Presidência da República, Inaugurações estapafúrdias, polícias à porta de cada político ou ex-governante, tudo isso devia acabar imediatamente para dar a todos o exemplo da contenção e da austeridade. Governar pelo Exemplo é sempre a melhor forma de governar.

José Ferreira Machado
Sol 1 de abril de 2010

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Quids S23: Que família vive nesta casa?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O grande Problema do Portugal de hoje é o desajustamento existente entre os nossos padrões de consumo atuais e as nossas capacidades para os financiar

O grande Problema do Portugal de hoje é o desajustamento existente entre os nossos padrões de consumo atuais e as nossas capacidades para os financiar. Ao contrário do que têm declarado os elementos do bi-partido (tendência PSD) que se preparam para tomar o poder, a grande dificuldade nacional não é o défice público, mas a nossa baixa taxa de poupança é o grande problema. Portugal não é dos países europeus com maior dívida externa mas é aquele que mais deve ao exterior e que menos dívida tem entre fronteiras.

Portugal tinha na década de 80 das mais elevadas taxas de poupança da Europa com uns notáveis 25%, mas depois, a ineficácia do arrendamento imobiliário, a loucura do crédito fácil, a ilusória riqueza do Euro e a inação governamental deixaram cair esta taxa até a 7% (2007)… Mercê da crise e de algum (insuficiente) retraimento do consumo, houve uma ligeira recuperação até aos 10.5% em 2010.

Porque poupam os portugueses de hoje tão pouco? Porque é que volvidos 25 anos temos que pedir – pela terceira vez – “ajuda” ao FMI para evitarmos a declaração de Bancarrota? A razão maior reside, já o vimos, na baixa taxa interna de poupança. Mas quais as causas desta? Desde logo, a existência de um número considerável de pensões superiores a 1500 euros, que dissuadem os seus beneficiários de realizarem poupanças. Em segundo lugar, décadas de acesso demasiado fácil ao crédito tornaram a maioria das famílias hiperdependentes do crédito para todo o tipo de consumo. Outro grande factor foi a ineficácia do arrendamento, bloqueado pela crónica e criminosa ineficiência dos tribunais e por leis obsoletas. As remessas dos emigrantes (fonte tradicional de divisas) diminuíram. Por fim, muitas famílias, pararam de poupar, porque era fácil e barato obter crédito. Muitas famílias, pararam de poupar, porque acreditavam que comprando casa própria esta valorizaria sempre e logo, tal opção (com recurso ao crédito) seria uma forma de poupança. Obviamente, o estouro da bolha imobiliária esfumaria essas “poupanças virtuais”…

Agora, que a “ajuda” externa se acabou finalmente por materializar e se comprovou indispensável para evitar o colapso já em abril das contas públicas e, sobretudo, do pagamento de pensões e salários. Há que expulsar os partidos do bi-partido que levaram o país a esta humilhante situação – votando nos partidos que lhes estão à Esquerda e à Direita – e fazermos todos nós aquele que é o nosso dever patriótico: consumir muito menos produtos importados, poupar muito mais e dispensar todas despesas sumptuárias e não essenciais, sobretudo aquelas que impliquem crédito.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=477175

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Mário Soares: “Se a Europa não percebe o descontentamento que reina em todo o lado, contra os Governos nacionais e as instituições europeias e a distância que os separa dos seus povos, é indubitável que nos encaminhamos para a decadência da UE, num mundo em transformação, e para a sua possível desagregação”

Nem sempre gostei de tudo o que Mário Soares disse e fez. Mas gostei de o ver criticar Merkel num artigo publicado recentemente no El Pais: “Se a Europa não percebe o descontentamento que reina em todo o lado, contra os Governos nacionais e as instituições europeias e a distância que os separa dos seus povos, é indubitável que nos encaminhamos para a decadência da UE, num mundo em transformação, e para a sua possível desagregação.”

Mário Soares coloca efetivamente o dedo sobre essa (fatal?) ferida que se não for rapidamente sarada irá certamente destruir a Europa tal como a conhecemos: sem solidariedade dos mais ricos para os mais pobres não há “Europa”. Há apenas uma estrutura formal e administrativa cada vez mais distante e desligada das populações europeias e que não é capaz de alavancar um “espírito nacional” europeu que solidifique e consolide a própria construção europeia.

A Europa do “santo diretório” Paris-Berlim não é a Europa dos “pais fundadores”. É a Europa dos “grandes”, o seu império bicéfalo sobre as demais colónias ou protectorados. Esta “Europa Bi-Imperial” não é a “Europa dos Cidadãos”, mas uma Europa enfeudada aos grandes interesses financeiros dos lobbies financeiros do centro da Europa.

Esta Europa está condenada – alerta Soares – à morte. A questão é saber: Portugal vai resistir, certamente. Mas como? Essa resposta é que ainda está por responder… Tendo eu já a certeza de que essa resposta não será nunca europeia. Por muito que isso desiluda Mário Soares.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/merkel-esqueceuse-do-que-a-alemanha-deve-a-comunidade-europeia_115060.html

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José António Saraiva: “Num período histórico muito curto, sofremos fortíssimos abalos: o fim do império, a entrada na CEE e a aceleração da globalização”

José António Saraiva (http://www.dn.pt)

José António Saraiva (http://www.dn.pt)

“Num período histórico muito curto, sofremos fortíssimos abalos: o fim do império, a entrada na CEE e a aceleração da globalização. O fim do império fez de Portugal um país minúsculo, reduziu-nos os mercados e o espaço estratégico, provocou a perda de matérias-primas.
A entrada na CEE teve como consequência a destruição de boa parte das nossas empresas industriais, postas em competição com empresas muito mais fortes, contribuindo também para o declínio da nossa agricultura e das nossas pescas.
A globalização, pelo seu lado, afasta cada vez mais de nós o capital estrangeiro que emigra para outras paragens à procura de condições mais favoráveis.
(…)
Com ou sem recurso a ajuda externa, vai ser preciso baixar salários, cortar despesas sociais, flexibilizar o mercado laboral, reduzir os gastos do Estado e diminuir os impostos, libertando capitais para a iniciativa privada (o único modo de fazer crescer a economia).”
José António Saraiva
Sol 18 de março de 2011

Portugal gasta todos os anos mais 10% daquilo que produz. Este desequilíbrio só tem sido sustentado por décadas de crédito barato, resultantes da integração no Euro mas agora – com a crise da Dívida Soberana – esses dias chegaram ao fim. O ajustamento pós-colonial que nunca chegámos a fazer devido ao súbito e malsano afluxo súbito dos fundos europeus tem agora que ser feito: de forma apressada e provavelmente muito danosa para a nossa qualidade de vida a curto prazo.

Quiseram convencer-nos de que éramos ricos, tão ricos como os alemães ou os dinamarqueses, com o crédito barato, e que era possível fazer sustentar toda uma economia sobre os “serviços” e sem indústria nem agricultura. Viu-se agora que não. E pagamos já muitos de nós o preço do Desemprego e brevemente todos (de uma forma ou de outra) pagaremos também o preço de uma severa redução de rendimentos.

O ajustamento será feito, de forma inexorável e inevitável, apesar de todas as demagogias e demagogos. Iremos passar a consumir muito menos e a importar menos simplesmente porque não podemos pagar esses luxos dispensáveis… mas seremos capazes (e deixar-nos-ão) reconstruir o tecido produtivo que vendemos à Europa a troco de subsídios e de crédito barato? Essa é que é a verdadeira questão… aquela que pode encerrar em si mesma a superação da crise ou a transformação do país num “Estado Falhado”, encravado num canto da Europa.

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“Cabo Verde deve voltar a fazer uma aposta na pesca, não só pelo papel central do sector na cultura e história do país, mas porque é uma área estratégica no combate ao desemprego e à pobreza”

“Cabo Verde deve voltar a fazer uma aposta na pesca, não só pelo papel central do sector na cultura e história do país, mas porque é uma área estratégica no combate ao desemprego e à pobreza. (…) A pesca tem hoje uma expressão marginal na economia cabo-verdiana, representando apenas 0.7% do PIB. Este valor compara com o peso da agricultura (9.6% do PIB) e, sobretudo, com os serviços, que valem 73.5% da economia. (…) Segundo estimativas da ES Research, a economia cabo-verdiana terá crescido 5.4% em 2010 e deverá expandir-se 5.9% este ano e 6.8% em 2012.”
Sol 11 de março de 2011

Cabo Verde é um exemplo para toda a África de língua portuguesa no que concerne a estabilidade democrática, boa governança e desenvolvimento económico e social. Para que siga no bom caminho, a aposta no Turismo tem que ser complementada com uma abordagem num setor produtivo, não terciário. A agricultura, dada a pobreza dos solos das ilhas do arquipélago nao será nunca um setor essencial, mas as pescas, têm todas as condições para o serem especialmente num mundo onde a produção de alimentos será cada vez mais indispensável, sobretudo se existirem excedentes para exportação.

Como em Portugal, o Mar deverá ser o setor mais estratégico para o desenvolvimento da economia caboverdiana a longo prazo. O Mar será assim um campo onde os dois países podem estabelecer parcerias e crescer em conjunto, aproveitando sinergias e, todo o trabalho já desenvolvido nesse campo por Portugal.

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Sobre a aposta Solar em Cabo Verde

Ilha da Praia, em Cabo Verde (http://www.ventosul.com)

Ilha da Praia, em Cabo Verde (http://www.ventosul.com)

“Em 2010 foram inauguradas no Sal e na Praia as duas maiores centrais fotovoltaicas do continente africano até à data. Em curso, a construção de 4 parques eólicos, em Santiago, São Vicente, Sal e Boavista. Tais projetos inserem-se no audaz objetivo avançado pelo Governo de aumentar a taxa de penetração das renováveis para cerca de 25% até 2012 e 50% até 2020.”
Sol 11 de março de 2011

África tem condições ímpares no mundo para o aproveitamento da energia solar. Em termos de fotovoltaica, as maiores dificuldades residem na segurança que é necessário garantir para impedir os furtos que assolam muitas destas instalações em África. Em termos de custos, o elevado investimento que exigem as instalações fotovoltaicas são um obstáculo de monta, especialmente em África, onde esses capitais escasseiam… É assim muito positivo vir a saber que Cabo Verde – exemplo continental de boa governação – está na vanguarda do aproveitamento da energia solar em África.

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Quids S23: Em que lago foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

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