Daily Archives: 2011/03/20

Gabriela Canavilhas: “Olhe, dou-lhe um exemplo: o grupo Amorim, que é o maior grupo empresarial português, não tem uma Fundação, nada, nenhuma espécie de investimento no desenvolvimento cultural do país”

Gabriela Canavilhas (http://www.musicatlantico.com)

Gabriela Canavilhas (www.musicatlantico.com)

“Em entrevista à RTP2, falando do mecenato praticamente inexistente, disse Gabriela Canavilhas: “Olhe, dou-lhe um exemplo: o grupo Amorim, que é o maior grupo empresarial português, não tem uma Fundação, nada, nenhuma espécie de investimento no desenvolvimento cultural do país”.
(…)
“a ministra mostrou que, sobretudo, que um governamente deve, além de ser exemplo, dar exemplos, isto é, chamar os bois pelos nomes.”
(…)
“Há dois problemas de fundo na Cultura em Portugal. O mais antigo é a prevalência de uma mentalidade provinciana de dono da quinta em muitos gestores culturais, públicos e privados. O mais grave é a indiferença que a maioria dos grandes empresários manifesta pelo país. A falta de orgulho, o excesso de egoísmo.”
Sol 18 de fevereiro de 2011

Gabriela Canavilhas parece ser cada vez mais (como Mariano Gago) uma excepção num governo cinzento e incompetente. Não é habitual ver um governante ser capaz de nomear direta e explicitamente o nome de um magnate que não honra o seu dever social para com o país que o enriqueceu e enriquece. Amorim – em particular – beneficiou de um claro e muito desigual tratamento aquando da cedência de ações da Galp por parte do Estado português. Perante tal favorecimento, bem que poderia compensar tal favor contribuindo para o Bem Comum de forma abnegada e esforçada. Nada disso. Contentou-se em despedir trabalhadores em 2010 (apesar dos lucros), em não ter o devido papel de Solidariedade Social que caraterizam os “grandes empresários”, de Buffet e Gates e confirmou assim o grande problema e carência da crise portuguesa: as suas lideranças.

Categories: Educação, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 2 comentários

Portugal vai ajudar Angola na sua proposta de extensão da plataforma continental

“Uma nova era na relação entre os dois Estados, foi como Marcos Perestrello, secretário de estado da Defesa e dos Assuntos do Mar português, classificou a assinatura de um memorando de entendimento sobre a preparação da delimitação das fronteiras marítimas e extensão da plataforma continental de Angola.
(…)
Portugal coloca ao dispor dos angolanos os meios que desenvolveu para apresentar a sua própria proposta de extensão da plataforma continental das Nações Unidas, em abril de 2010.”
Sol
25 de fevereiro de 2011

São projetos deste tipo – entre Portugal e Angola ou entre outros países lusófonos – que podem fazer realmente a diferença. Sem envolverem grandes ou extraordinários meios materiais ou financeiros, e recorrendo ao navio oceanográfico Almirante Gago Coutinho e ao ROV Luso (resgatado do fundo do mar depois de ter sido quase perdido), Portugal pode rentabilizar esse investimento já realizado para propor à ONU a extensão da sua plataforma continental e auxiliar outros países lusófonos a realizarem semelhantes operações, usando os mesmos meios.

No caso de Angola, estes meios podem ser custeados pelo governo de Luanda, mas no caso dos países da África Lusófona ou de Timor, faria todo o sentido que a “Agência Lusófona do Espaço e da Exploração do Mar” que o MIL em 2010 propôs financiasse estas expedições para beneficio de todos e muito em particular do reforço dos laços entre os povos lusófonos.

Categories: Ciência e Tecnologia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | Etiquetas: | 3 comentários

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