A Índia está prestes a encetar as negociações para um contrato de mais de 12 mil milhões de dólares por 126 caças

MiG-21 indiano (http://kensekhon.ca)

MiG-21 indiano (http://kensekhon.ca)

A Índia está prestes a encetar as negociações para um contrato de mais de 12 mil milhões de dólares por 126 caças. Desta forma, a modernização urgente da Força Aérea indiana pode prosseguir e o vencedor – entre os 6 finalistas – do concurso “Medium Multi-Role Combat Aircraft” (MMRCA) terá nas mãos um contrato milionário.

A competição começou em 2007 e os testes com aparelhos concorrentes em 2008. Atualmente, segundo algumas fontes, o F-16 e o F-18 parecem levar vantagem sobre os adversários: o Rafale, o Typhoon e Gripen.

Nos termos deste contrato, além destes 126 aparelhos, mais 18 poderão ser adquiridos em 2012 e outros 108 fabricados localmente. Mais 64 aviões ficarão em opção de compra.

Com este contrato, a envelhecida (e cada vez menor) frota de MiGs será renovada e os níveis operacionais deste gigante asiático recuperarão os padrões que a Índia alcançava na década de oitenta.

Fonte:
http://www.defencetalk.com/india-to-start-talks-on-12-billion-fighter-aircraft-order-31944/#ixzz1F3tBfLVP

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: | 37 comentários

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37 thoughts on “A Índia está prestes a encetar as negociações para um contrato de mais de 12 mil milhões de dólares por 126 caças

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  2. HSMW

    Biliões? Clavis…

    • Otus scops

      HSMW

      uma das razões pelas quais sou contra o (des)Acordo Ortográfico é essa, além de escrevermos em brasileiro começamos a falar e a raciocinar da mesma forma. devagar devagarinho até à absorção final…
      já assinaste e divulgaste???
      http://ilcao.cedilha.net/?page_id=18

      • o erro vem de uma tradução “literal” do inglês… nada a ver com o português do Brasil.
        De qualquer modo, o foco absoluto no Acordo desfoca daquilo que é realmente importante: Refundar Portugal pela aproximação lusófona e atlântica, encerrando um “ciclo europeu” que nos trouxe muitos Fundos, mas pouco desenvolvimento sustentado e duradouro.

        • Odin

          Fiz uma reflexão e, se ao menos Brasil e Portugal se unírem segundo o modelo da UE, o surgimento de uma superpotência de língua portuguesa será mais provável do que o Brasil somente se tornar uma potência mundial. Então, eu apóio. Quem sabe, uma experiência, uma tentativa iniciada por Brasil e Portugal? Depois, os demais entram conforme lhes for conveniente.

      • Otus scops

        CP

        qual inglês:
        british, american, australian, canadian, etc???

        vamos desviar-mo-nos um pouco do assunto principal o MMRCA e aproveitar as raras oportunidades em que respondes às minhas “provocações”:
        – “o foco absoluto no Acordo desfoca daquilo (…) aproximação lusófona e atlântica”
        sim pode desfocar um pouco mas a aproximação não deve ser feita com este tipo de (des)Acordos, maus tecnicamente (e isso é fundamental), politicamente desequilibrados com laivos de revanchismo e colonialismo por parte do Brasil. se é assim neste capítulo então tenho que repensar se quero continuar nessa aproximação, mal por mal os europeus nunca me impuseram nada à minha cultura…
        – “Refundar Portugal”
        só o termo refundar até assusta! mas refundar o quê e como??? sairmos de uma e meter-mo-nos noutra??? isso é um abuso de linguagem – refundar – e alimentar esta via é continuarmos a nos desresponsabilizar-mo-nos. os portugueses tem primeiro que tudo discutirem um novo projecto, traçar um objectivo internos. essa fugas “para a frente” não acredito. voltamos aos velhos vícios que tanto nos prejudicam: aventureiros, fortuna fácil, desresponsabilização perante nós e outros.
        – “encerrando um “ciclo europeu””
        agora estás mais radical, nota-se. enfim, com todo o respeito não digo mais nada.
        – “que nos trouxe muitos Fundos, mas pouco desenvolvimento sustentado e duradouro.”
        sem rodeios ou indefinições e abstracções: se Portugal não consegui junto com os melhores aprender (apesar de termos evoluído imenso) a organizar-se, a ter método, a aproveitar as oportunidades, como vai agora desenvolver-se junto de uma imaginária União Lusófona??? que mais-valias trará o abandono da UE e ligar-se a esta comunidade pouco mais que virtual??? que vantagens nos trará o Brasil em relação à Alemanha, Angola em relação a França, Moçambique em contraponto com a Inglaterra, Cabo Verde com Espanha, São Tomé e Príncipe com Itália, etc, etc…????
        é difícil responder???
        (sem rodeios)

    • é verdade!
      estou sempre a cair nessa!

  3. Odin

    12 mil miliões. Será que o governo indiano não quer doar nem um pouquinho do dinheiro? 😀
    (é claro que não).

  4. Otus scops

    com tanta geo-política misturada com misticismo do V Império, nem escrevi sobre o MMRCA, que até gosto.

    para mim vai ser entre o Rafale e o Eurofighter, este último passou a ter mais condições de disputar a vitória final apenas nas últimas semanas, devido à nova proposta de impulso vectorizado e de oferta de uma versão naval, igualando a versatilidade do Rafale.

    não me parece que os americanos tenham hipótese por 3 motivos:
    – a Índia não tem doutrina de emprego de armamento dos EUA
    – costumam diversificar, já compraram os motores americanos para o HAL Tejas
    – são os projectos mais antigos, sem margem de progressão para evoluir e actualizar.

    se a isto juntarmos a ligação histórica com a Dassault ou politico-estratégica com a Inglaterra ficamos pelos eurocanards bimotores.
    é a minha aposta.
    acho que o Rafale vai sair vencedor, mas tipo vitória de Pirro)

    • LuisM

      “a Índia não tem doutrina de emprego de armamento dos EUA”

      Caríssimo

      Acabaram de comprar 8 unidades do P-8 Poseidon, de patrulha marítima e ASW.

    • Otus scops

      LM

      “Acabaram de comprar” !!!
      não tem, pelos vistos vai passar a ter… alguma.
      pelos vistos ainda estão a diversificar mais, é uma política muito interessante por parte de um desalinhado.

      mas em vez de me envergonhares em público 😀 qual é a tua opinião, Rafale ou outro (qual)???

      • LuisM

        Não sejas assim

        🙂

        Acho que esta seleção de outro avião não tem qualquer nexo, pois já têm um aparelho moderno e multifunção.

        Ao optarem por outro modelo de diferente fabrico, vão ter de adquirir nova missilística e restante armamento, novos spares de motores e aviónica.

      • Otus scops

        LM

        qual é o mulifunções deles???
        (faz voos a cores o é só a p/b?)
        😉

        se forem para o Rafale – como acho que vai ser – já são utilizadores da Dassault à muito tempo. segundo rezam as crónicas no conflito de Kargil os Mirage 2000 portaram-se ao melhor nível.

        afinal tanto paleio e ainda não sei qual achas que vai ganhar…

      • LuisM

        O multifunção actual que já têm e em grande nº é o SU-30.

        Faria todo o sentido em adquirirem mais aparelhos mantendo o standard.

        Quanto ao Tejas, não sei qual será a ideia deles.

        Ao adquirirem outro avião terão de ter novos mísseis, nova electrónica, nova mecânica, treinar mais pessoal em equipamentos diferentes etc, etc.

        De todos os concorrentes acho que o que tem menos probabilidades é o Rafale, provavelmente optarão ou pelo Typhoon ou F-18.

        Há ainda outro concorrente que não foi mencionado: o MIG-29 modernizado em MIG-35.

      • Otus scops

        LM

        aquilo que tenho dito por aqui, estes cangalhos com asas são tão bons ou tão maus que os indianos preferem lançar concurso para outro avião!!! chissa…
        😀

        além de mais já se vão comprometer fortemente no PAK-FA T-50, diversificação “oblige”.

        quanto à tua aposta, porque colocas o Rafale no fim, falta de escala ou outra???

      • LuisM

        Acho que o Rafale é o melhor mas pelo historial, os outros fabricantes costumam aplicar golpes de cintura no final e ganham.

        …e não pela qualidade dos aparelhos, if you know what I mean…

        😉

  5. Seria mt bom a união do BRASI e Portugal, o antigo Reino Unido do BRASIL e Algarves…só um poça nos separa. até o portugues calmo e fluente de Luiz de Camões nós caonservamos, sim seria mt bom. Sds.

    • Otus scops

      Carlos Argus

      registo com apreço essa vontade de união entre Portugal e o Brasil, mas não pode ser nesses moldes tipo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (e não “Reino Unido do BRASIL e Algarves”).
      isso sucedeu por um acidente histórico, não por vontade política, que durou uns meros 10 anos na nossa já longa História a caminho de 900 anos. motivos de força maior, senão nunca teria sucedido.
      mas se assim fosse então a capital de Portugal passaria para o Brasil MAS o presidente e o poder seriam portugueses!
      como é óbvio, essa ideia não tem nexo nenhum.
      a “poça” ainda é respeitável, são 10 horas de voo…

      quanto à conservação da língua de Camões por parte dos brasileiros há qualquer coisa de errado nesta afirmação – conservação da língua portuguesa não rima com português do Brasil, para o bem e para o mal…

      • Odin

        Otus Scops

        Eu acredito que o Carlos Argus quis expressar-se favorável à uma união e, ele apenas quis lembrar do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves no passado como um exemplo de união entre os dois países, e não que o antigo Reino Unido citado deva voltar a existir literalmente. A não ser que ele seja favorável à monarquia, não sei. Mas como hoje ambos os países são Repúblicas, aquele Reino Unido não volta mais. Seria ou uma confederação ou uma federação. Agora, ele ter chamado o Oceano Atlântico de “poça”, foi um imenso exagero.

      • Otus scops

        Odin

        o C.Argus é um entusiasta da Lusofonia mas é daqueles, como por exemplo o CP, que dá por tácitamente garantido a supremacia do Brasil sobre Portugal nestas hipotéticas Uniões Lusófonas. perdoem-me mas não estou preparado para isso.
        penso ser por razão de maioria mas isso não lhes dá maioria de razão…
        o Argus até já escreveu aqui que a língua portuguesa TEM de ter uma referência e essa é a BRASILEIRA, argumento não rebatido pelo CP também!
        por isso é que quando um Lusófilo como ele fala de reinos unidos entre Brasil e Algarve (curiosa a omissão dele a Portugal) dá-me uns certos arrepios. 🙂

        quanto à poça ele está a usar uma figura de estilo, julgo ser a hipérbole (apesar de estar a miniaturizar) 😀

        está tudo “numa boa”.

  6. Agr, pq o BRASIL ñ consegue comprar os caças rafales tratado com a frança;fico c invejas da Índia, 126 logo de tacada..coisa de potencia.E nós nem caças temos, existe um gap na n FAB..mt triste.

  7. Fenix

    A India tá investir fortemente porque este ano a republica popular da China vai gastar 12% do pib no seu exercito.Além da China ter vendido material ao Paquistão.A india está com graves problemas geoestrategicos.Pois tem o Paquistão o problema de casmira, o apoio ao tibete livre,ainda ocupado pela China o srilanka e maioria buditas onde a china pode por uma base naval e assim mandar no indico.Alem do sul indiano talmil que quer ser independete da união indiana. A india tem 98 SU30Mki mais os mig 21 sucata.Compras 1657 tanques T90s,esta a pensar em 3 portas avioes…

  8. Odin

    “o C.Argus é um entusiasta da Lusofonia mas é daqueles, como por exemplo o CP, que dá por tácitamente garantido a supremacia do Brasil sobre Portugal nestas hipotéticas Uniões Lusófonas. perdoem-me mas não estou preparado para isso.
    penso ser por razão de maioria mas isso não lhes dá maioria de razão…”

    Você consegue enxergar o maior obstáculo para a União Lusófona? É a mania de supremacia, de superioridade. E essa visão míope de “sou superior” é que vai fazer a UL ou União Luso-Brasileira fracassar. Esta geração não está preparada por causa dessa imatura necessidade de se sentir superior. Sou brasileiro, vivo no Brasil, e não necessito me sentir superior nem aos portugueses, nem aos galegos, nem aos angolanos, nem aos moçambicanos, nem aos guineenses, nem aos cabo-verdianos, nem aos são-tomenses e nem aos timorenses. De igual forma, não necessito da aprovação deles. O Brasil não tem dependência nenhuma de uma possível UL, apenas é uma oportunidade de crescimento não só econômico. E Portugal também não tem dependência nenhuma de uma possível UL. Nos Palop e no Timor nem se fala em União de Países de Língua Portuguesa, pelo menos nunca vi na internet. Talvez com exceção do Cabo Verde, já desconsidero a UL e considero a possibilidade de união restrita entre Portugal e Brasil. Talvez Cabo Verde e Galiza também. Talvez. Agora, se for para os brasileiros e os portugueses ficarem disputando quem é o dono do idioma por direito, quem é que está com a razão, qual país tem as mulheres mais bonitas, quem é racialmente mais branco e mais parecido com a raça ariana nórdica, quem é mais rico, quem é mais desenvolvido, quem tem tecnologia mais avançada, quem tem o p**** maior… ou qualquer outro motivo ridículo e idiota para disputas e contendas (como alguns vídeos do youtube e comunidades virtuais da internet), é melhor nem tentar unir os países. A falta de maturidade vai levar a união ao fracasso e agravar mais os ressentimentos e preconceitos. Me parece que o Luís não entende isso. Ele viu exemplos aqui no Quintus, mas pensa que eu sou contra a UL, ou que sou maluco, às vezes a favor, às vezes contra, sendo que apenas enxergo detalhes que certamente vão atrapalhar. Ou brasucas e tugas superam essa cômica mania de medir forças e potencial, ou os lusófilos podem desistir do sonho. Eu interpretei que a omissão de “Portugal” feita pelo Carlos Argus como acidental, um erro sem intenção, talvez por distração. Recomendo que ele passe a se expressar com mais clareza, que ele evite de abreviar tanto as palavras. Só uma sugestão, sem querer desrespeitá-lo.

  9. Otus scops

    Odin

    “Você consegue enxergar o maior obstáculo para a União Lusófona? É a mania de supremacia, de superioridade. ”
    bem visto. se me permites eu aperfeiçoava o conceito, são os complexos de superioridade e de inferioridade em conjunto não há um sem o outro.
    mas o onanismo cultural, nacionalismo e ignorância completam o ramalhete.
    mas estas coisas de uniões ou alianças entre estados são feitas com amplo consenso político e decididas apenas entre a classe política, os povos por norma não são tidos nem achados. portanto mesmo que a estupidez grasse entre os nossos dois povos se o poder político (de ambos os países) achar correcto avançam. veja-se nesta questiúncula do (des)Acordo Ortográfico que ninguém foi consultado, foi “cozinhado” por “académicos” e lobbys que ficaram (de propósito) na penumbra.
    quando escreves “O Brasil não tem dependência nenhuma de uma possível UL, apenas é uma oportunidade de crescimento não só econômico.” dou-te toda a razão, se nunca precisou na conjuntura actual menos ainda. quanto a Portugal também, mas estamos numa posição mais frágil, ou seja, temos mais a perder verdade seja dita.
    “Agora, se for para os brasileiros e os portugueses ficarem disputando quem é o dono do idioma por direito” os portugueses (aqueles que estão conscientes deste assunto e estão contra) não disputam a propriedade da língua, apenas não querem mudá-la e muito menos as mudanças propostas que são um total abrasileiramento da língua. é só isso.
    até podia haver uma angolanização, um amoçambicamento, uma coboverdianização, um atimoramento (já estou a inventar demais) que seria na mesma repudiado pelo simples facto de não reflectir a nossa forma de ser, de estar, de comunicar, de raciocinar, de organização lógica, etc… e pedir isso a quem a criou (a língua portuguesa) e a espalhou pelo mundo custa muito.
    é no mínimo ridículo aceitar mudanças desta magnitude, prova que somos um país muito fraco, seja por quem negociou – vendeu-se – seja por quem aceita que não tem conhecimento e orgulho em ser português.
    “parece que o Luís não entende isso. Ele viu exemplos aqui no Quintus, mas pensa que eu sou contra a UL”
    o Lu 😀 está apaixonado por uma brasileira e isso explica muita coisa… portanto quando dizemos mal do Brasil fica complicado. não lhe levo a mal, mas não gosto quando ele maldiz da UE, ele ou outro. o CP agora também anda a ficar assim. o comportamento humano é estranho, quando algo corre mal a culpa nunca é nossa, é sempre dos outros, do passado, daquilo que não temos, daquilo que perdemos, etc…
    “ou os lusófilos podem desistir do sonho.” quem desiste de certas coisas por tão pouco ou por motivos tão pueris é porque também não estava convicta da sua filia… não interessam para a causa.
    “que ele passe a se expressar com mais clareza,” o desafio é mesmo esse, criptografia! 😀

    • Odin

      “o Lu 😀 está apaixonado por uma brasileira e isso explica muita coisa…”
      Sério? 😀 Uma brasuquinha? Como você ficou sabendo disso? 😀

      “…mas estamos numa posição mais frágil, ou seja, temos mais a perder verdade seja dita….”
      O que você propõe para ao menos tentar tirar Portugal dessa posição frágil e desagradável? O que você faria no lugar do Sócrates?

      “ portanto mesmo que a estupidez grasse entre os nossos dois povos se o poder político (de ambos os países) achar correcto avançam. veja-se nesta questiúncula do (des)Acordo Ortográfico que ninguém foi consultado!”
      E você acredita que o poder político tende a querer a união ou tende a querer deixar cada qual seguir o seu caminho? No caso de Portugal, o que você acha que vai acontecer?

  10. Otus scops

    Odin

    o apaixonado é da minha autoria – espero que não se zangue comigo, estou “numa boa” – mas o Luís já o escreveu algures aqui.

    quanto ao Sócrates cada um tem as suas ideias.
    as minhas são:
    – reformar várias coisas no poder político e partidário
    – o Estado retomar o controlo dos monopólios naturais.
    – fazer com que o sistema político combata de vez a corrupção, favorecimento, nepotismo. instaurar o mais rápido possível o princípio de presunção de culpabilidade a TODOS os agentes políticos, mantendo o princípio da presunção de inocência. instaurar uma cultura de moralidade.
    – criar mecanismos que dificultem o mais possível o carreirismo nos partidos políticos, ilegalizar as “jotas”, promover o mais possível o ingresso na política de cidadãos “maduros2 ou mais velhos, que possam dar algo à Nação da sua experiência e mérito em vez destes “jovens” medíocres sem experiência que sugam a Nação

    e muitas mais…

    “tende a querer a união ou tende a querer deixar cada qual seguir o seu caminho”
    tendem a seguir o seu caminho mas vamos convergir mais, haja sabedoria para o fazer.

    “No caso de Portugal, o que você acha que vai acontecer?”
    não sei, mas acho que os cidadãos vão resolver as coisas intuitivamente sem nenhum plano, tem sido assim nos últimos 400 anos. os portugueses já estão a ir para o Brasil em força, como de costume “não fazem ondas”, em Angola estão sólidamente implantados, estão a espalhar-se pela Europa, ultimamente mais.

  11. as minhas, são…:

    deputados independentes
    circulos unimonais num Senado (sistema bicameral)
    descentralização municipalista
    reforço dos poderes e duração do mandato do PR (tornando-o numa espécie de “rei eleito”)

    tudo no contexto de uma união lusófona e da saída do Euro/UE, claro…

    • Odin

      Otus Scops :“…não gosto quando ele maldiz da UE, ele ou outro. o CP agora também anda a ficar assim…”
      Clavis Prophetarum:”… tudo no contexto de uma união lusófona e da saída do Euro/UE, claro…”
      Hehehehehehehehehe… 😀
      Já começam os confrontos EU x UL. 🙂

      “circulos unimonais num Senado (sistema bicameral)”
      Eu entendo que um sistema bicameral, um Senado ou seja qual for o nome da Câmara Alta do Parlamento, só vale a pena num sistema federativo. No caso, os municípios passariam a ter poderes de “Estados” como nos EUA e Alemanha, por exemplo, e representantes no Senado proposto? Senão, é só sugar mais dinheiro do orçamento nacional para beneficiar a classe política.

    • Odin

      CP, o Timor é a ex-colônia que mais amor tem pela ex-metrópole.

      http://economico.sapo.pt/noticias/timor-sugere-alianca-com-angola-e-brasil-para-comprar-divida-lusitana_112986.html

      Será que a tríplice aliança será formada?

  12. Otus scops

    Odin

    acho que o Luís é (ou era) um heterónimo do CP…
    olha-me agora isto: “…e da saída do Euro/UE, claro…” !!!

    • Odin

      Não creio! O CP (Rui Martins) é Zen. O Luís é passional, se irrita fácilmente. 🙂

      Quanto a Portugal permanecer ou sair da UE e do Euro, isso já é discussão “bizantina” (discutir o sexo dos anjos). Nunca haverá um consenso, uma vez que não é possível “agradar a gregos e troianos”. À quem é contra, não adianta argumentos à favor da UE e do Euro. E à quem é à favor, não adianta argumentos contra à UE e ao Euro. 😉

    • Otus scops

      Odin

      olha uma prova contra os maledicentes da UE:
      http://www.goiasedemais.com/2011/03/executivo-rekkof-anuncia-investimentos.html

      pelos vistos os holandeses não se atrapalham com a UE. andam a passear pela Lusofonia sem problemas, no entanto a corrente lusófona continua com a ladaínha da UE… lamentável.

  13. Zen… não, tecnicamente não.
    Recebi treinamento na Escola Ningmapa, se querem mesmo saber…

  14. bem, poderia ter escrito “iniciação”, mas pareceria presunção (como está agora a parecer, de resto… 😉 )

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