Daily Archives: 2011/03/01

Quids S22: Que blindado é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S22 | 12 comentários

Consequências do atraso da fabricação dos Pandur II

“A empresa portuguesa que ficou encarregue da montagem dos blindados Pandur II, que Portugal comprou em 2005 a um consórcio austríaco liderado pela Steyr, está em risco de colapso financeiro.
O acordo feito em Outubro passado entre o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, e os novos donos da Steyr – que prevê o alargamento do prazo de entrega dos novos blindados por mais 2 anos, até 2013 – vai obrigar a Fabrequipa a reduzir ainda mais a sua produção, que está dedicada exclusivamente a este negócio.
A empresa, sediada no Barreiro, tem “uma capacidade instalada para produzir sete veículos por mês e está apenas a fazer dois”, com esta decisão este ritmo diminui ainda mais.
(…)
O contrato com a Steyr, no valor de 364 milhões de euros, previa que a entrega de 166 dos 260 veículos Pandur (…) ocorresse no final de 2010″ (…) o Exército recebeu apenas 21 blindados – além dos cerca de 90 que foram entregues com anomalias e que ainda não foram reparados”

Sol 18 de fevereiro de 2011

O programa Pandur e sobretudo a incorporação de uma componente nacional de montagem dos veículos foi um dos legados mais positivos do legado Portas à frente do Ministério da Defesa. Contudo, o programa carecia de duas componentes essenciais: não existia nele uma vertente nacional de investigação e desenvolvimento o que reduzia o papel das empresas nacionais ao estatuto menor de simples montadores de veículos concebidos na Áustria. Por outro lado, dada a relativa pequena escala da encomenda nacional, seria difícil sustentar a empresa montadora caso a produção tivesse que ser reduzida, como teve agora que acontecer…

Assim se expõem os dois grandes problemas do Pandur. Teria sido possível, na altura da negociação desenvolver um veículo novo, a partir do Pandur e em parceria com o Brasil e Angola (países que também estão agora a substituir veículos antigos desta classe) com empresas destes três países e incorporando pesquisa e desenvolvimento de Portugal e do Brasil. Assim se adquiriria conhecimento de ponta e instalaria uma base industrial que poderia servir de alavanca para futuros desenvolvimentos, mais autónomos e menos dependentes do passivo papel de “montador”.

O erro estratégico foi também aqui o de nao ter apostado numa abordagem lusófona, que pudesse garantir (com benefícios mútuos) um mercado capaz de sustentar a fabricação em escala e a preços competitivos dos veículos. Aqui, como quase sempre, os governantes do bipartido PS-PSD esqueceram a imensa potencialidade de estreitar os laços comerciais e militares com os países da Lusofonia e até a vantagem negocial que daqui poderia advir… Falta de visão estratégica. Crónica!

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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