Daily Archives: 2011/02/25

Quids S22: Quem é este autor de banda desenhada?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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Categories: Quids S22 | 8 comentários

Na China, censuram-se as notícias sobre a revolta popular no norte de África…

Revolta popula na Líbia (http://images.alarabiya.net)

Revolta popula na Líbia (http://images.alarabiya.net)

“As palavras Egipto e Cairo têm estado o mais possível arredadas dos noticiários (chineses).
Temendo que as revoltas a favor da reforma política no país mais populoso do mundo árabe possam ser imitadas, o regime chinês têm estado o mais possível arredadas dos noticiários.”
(…)
“Na terça-feira, quando se escrevia a palavra “Egipto” nos congéneres chineses do Twitter (bloqueado na China desde 2009) a resposta era: Segundo as leis em vigor, o resultado da sua pesquisa não pode ser comunicado”.
(…)
“Desta vez, Pequim terá instruído secretamente os órgãos de comunicação social a usarem apenas os despachos da agência oficial Xinhuan a reduzirem as noticias do que se passa no Egipto e, por outro lado, a salientarem as que dizem respeito aos efeitos adversos da contestação.”
(…)
“As manifestações contra a corrupção ou má governação não param de aumentar de ano para ano na China. Tal como os protestos a favor de melhores condições de vida laborais ou ambientais. Não há uma oposição organizada, mas tem havido iniciativas de contestação política.”
Sol 4 de fevereiro de 2011

A China segue sendo um autêntico barril de pólvora… Os contrastes flagrantes entre a riqueza de alguns, o poder absoluto nas mãos da elite do Partido Comunista e a exploração e pobreza da maioria da população cedo se tornarão insanáveis para um povo que assim que o insustentável ritmo de crescimento da economia chinesa abrandar ou que a (crescente) bolha imobiliária chinesa estourar se vai ver confrontado com uma vaga de contestação popular difícil de travar.

O regime de Pequim tem sido sustentado por uma combinação de censura, repressão e crescimento económico. Basta que um dos apoios deste tripé ceda para que toda a estrutura trema e – eventualmente – colapse. O regime tem sabido dosear repressão e censura em doses inteligentes e, assim, perpetuar-se no poder. Mas consegue-o também porque o nível de vida de muitos chineses tem melhorado de forma notável desde 90. Mas se uma Bolha Imobiliária, uma hiperinflação ou um colapso súbito do comércio mundial (pela bancarrota dos seus principais clientes internacionais) então não haverá repressão e censura que cheguem para suster o caldeirão…

Categories: China, Política Internacional | 5 comentários

Forças militares e policiais angolanas estão a caminho da Guiné-Bissau

Exército Angolano (http://www.segurancaedefesa.com)

Comandos do Exército Angolano (http://www.segurancaedefesa.com)

“Nas próximas semanas, cerca de 200 militares e elementos das forças de segurança angolanos vão para a Guiné-Bissau, no âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países. A missão é dar formação e reorganizar as forças armadas e as polícias guineenses.”
(…)
“Nos meios diplomáticos esta missão é considerada “o primeiro verdadeiro teste à credibilidade de Angola junto da comunidade internacional enquanto líder regional”. Mas existem riscos para a iniciativa angolana: o primeiro, é a contaminação do narcotráfico guineense para Angola, transformando-a num país de trânsito; o segundo é a natureza da sociedade guineense, muito sensível às tensões tribais com repercussões sociopolíticas.
Já em março de 2009 José Eduardo dos Santos afirmava: “Angola manifesta-se disponível para conjugar esforços com Portugal a fim de apoiar a República da Guiné-Bissau”. Estava aberta a via angolana. O pedido de ajuda a Angola por parte das autoridades guineense “.
(…)
“A diplomacia portuguesa joga na questão guineense muito do estatuto como interlocutor lusófono nas instâncias internacionais. (…) Devido ao governo português a União Europeia e o Banco Mundial vão disponibilizar cerca de 9.2 milhões de dólares para o setor agrícola. A ajuda surge numa altura em que a União Europeia pretende suspender os apoios financeiros à Guiné. O que só nas aconteceu por duas razões: a oposição portuguesa e o risco de o embargo total das ajudas gerarem instabilidade no país”.
(…)
Este mês, Portugal obteve uma vitória diplomática ao travar a aplicação de sanções aos dirigentes guineenses que previam o congelamento de bens no estrangeiro e a suspensão de vistos”.
Sol 11 de fevereiro de 2011

Angola é hoje um indiscutível líder regional. A sua atitude de apoio ao regime de Laurent Gabgo criou uma séria erosão na credibilidade internacional de Luanda, por isso, a presença de forças angolanas em Bissau poderá ser crucial para recuperar parte desse prestígio e influência assim malbaratados.

As forças angolanas estão bem treinadas, bem equipadas e geralmente bem comandadas. Têm – ademais – um mandato informal da CPLP – para intervirem na Guiné-Bissau e têm mais condições para serem bem recebidas pela população local do que os nigerianos que tradicionalmente integram as forças de paz da CEDEAO, tristemente célebres pela onda de violações e pilhagem que deixam atrás de si…

Esta presença não consubstancia a materialização de uma das propostas mais antigas do MIL: Movimento Internacional Lusófono, a Força Lusófona de Manutenção de Paz que – em boa hora – o MIL fez questão de invocar como contributo para a pacificação interna da Guiné-Bissau e da crise do narcotráfico que hoje assola este país lusófono. Estes militares e policias angolanos não são exatamente uma “força lusófona”, mas a sua presença resulta de contactos cruzados com Portugal e de uma chamada formal por parte do governo guineense, sendo assim o melhor que os países lusófonos podem comprometer em Bissau e uma boa antecipação para esta “força lusófona”, rápida, flexível, eficaz e multinacional que defendemos e que teria na Guiné-Bissau um cenário muito adequado de intervenção.

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional | Etiquetas: , | 4 comentários

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