Daily Archives: 2011/02/24

Quids S22: Que frase exata (e em inglês) acompanha este cartoon?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S22 | 3 comentários

Sobre os incidentes da recolha de portugueses do Cairo…

C-130H da FAP (http://estb.msn.com)

C-130H da FAP (http://estb.msn.com)

“O avião é nosso, mas teve de se fazer um “contrato” para o check-in que era desnecessário. Teve de se fazer um “contrato” para o transporte de passageiros até ao avião, embora nós tivessemos autocarros. Teve de se fazer um “contrato” do transporte das malas para o avião (mas nós podíamos transportar as malas). Estivemos alinhados no meio da sala do check-in sete ou oito horas, e com o pessoal da embaixada a fazer das tripas coração”.
(…)
“Na segunda-feira, quando o embaixador foi ao aeroporto, teve de andar pé ante pé, entre excrementos e poças de xixi, à procura dos portugueses. E havia portugueses, que estavam lá há nao sei quantos dias. Os americanos ficaram impressionadíssimos com aquilo porque os portugueses foram os primeiros a fazer isso. A política europeia é: não há estado de guerra, não há lei marcial, portanto nao há necessidade de evacuação”.
(…)
“O governo egípcio não permitiu a entrada da força militar portuguesa no país? embora tenha permitido a entrada dos caribinieri italianos. Os soldados deixaram o avião na escala feita em Creta”.

Fonte:
Sol 4 de fevereiro de 2010

Dos acontecimentos no Egito e do desempenho dos representantes do Estado português na defesa dos nossos cidadãos há assim muito por dizer e, ao contrário daquilo a que estamos – infelizmente – habituados a dizer: Bem. O embaixador português comportou-se à altura da crise e o Estado português soube cumprir o seu dever melhor do que o de muitos “países desenvolvidos” que abandonaram os seus nacionais à sua sorte. Portugal não só resgatou os seus nacionais num país que mergulhava no caos e na insegurança e em que o regime de Moubarak chegou a libertar presos de delito comum apenas para aumentar a insegurança nas ruas e justificar a ação policial repressiva, como até auxiliou nacionais de outros países lusófonos a abandonar o Egito.

Num país onde sobejam as razões para criticar o Estado e o Governo, um e outro (não confundir…) estiveram bem. Não devemos contudo esquecer o apoio continuado a um regime tirânico nem a humilhação sofrida quando os nossos GOEs lhes viram recusada a entrada no país onde queriam apenas proteger os nossos nacionais da incompetente, corrupta e desmoralizada polícia nacional. Isso, assim como as condições do embarque dos portugueses e demais cidadãos no C-130 da FAP que não devem ser esquecidas e que são amplamente merecedoras de um protesto formal e da reflexão por parte da nossa diplomacia e de todos os portugueses que pensavam ir ao Egito nos próximos tempos…

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 2 comentários

Já existem forças militares angolanas na Costa do Marfim?…

Exército Angolano (http://www-tc.pbs.org)

Exército Angolano (http://www-tc.pbs.org)

“Os angolanos não deviam servir de carne para canhão para conflitos desse género. Devemos deixar as nossas tropas, quando muito para missões de paz”
(…) comentou o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, sobre o conflito na Costa do Marfim e a hipótese de, em caso de intervenção militar da CEDEAO naquele país, o Governo angolano assumir a defesa de Laurent Gbagbo.

Sol 4 de fevereiro de 2011

Por enquanto, a presença de forças angolanas na Costa do Marfim continua a ser meramente especulativa. A África do Sul também já se posicionou neste conflito interno costamarfinense, tendo enviado recentemente para a região uma fragata, já que disputa com Angola o estatuto de potencia regional. Militarmente, Luanda não tem o mesmo tipo de meios e não pode competir com a África do Sul, mas possui um dos mais bem treinados e experientes exércitos africanos e se o empenhar na defesa do regime de Gbagbo abre um grave precedente: coloca as suas forças contra a posição quase unânime da comunidade internacional, contra a União Africana e contra a aliança regional onde se integra a Costa do Marfim, a CEDEAO.

Ainda que se possam compreender as fidelidades pessoais de José Eduardo dos Santos para com Laurent Gbagbo, um fiel apoiante das posições do MPLA durante o tempo da guerra civil angolana, a verdade é que este alinhamento ao lado daquele que é após as últimas presidenciais um pária implica riscos sérios para Angola: desde logo no seu estatuto de potencia regional, que poderá sofre com este alinhamento danos irreversíveis… Mas se – como sugere o líder da UNITA – forças militares de Angola forem forçadas a trocar tiros contra militares da ONU, da União Africana ou da CEDEAO em defesa do exército da Costa do Marfim (maioritariamente fiel a Laurent Gbabgo) entao Angola perderá definitivamente todo o crédito e respeito internacionais de que goza atualmente.

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