Daily Archives: 2011/02/23

Quids S22: Que santo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S22 | 7 comentários

Lançamento de livro sobre a Campanha do Dr. Fernando Nobre

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Categories: Fernando Nobre, Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

O tema “Parva que Sou” do grupo Deolinda tem agradado a muitos por motivos diferentes

“O tema “Parva que Sou” do grupo Deolinda tem agradado a muitos por motivos diferentes. Uns gostam da ideia de através da canção ser feita uma denúncia da infelicidade dos jovens, nomeadamente da geração entre os 30 e os 35 anos, que é qualificada e não tem futuro neste país. (…) Mas quem são os responsáveis? Talvez os mesmos em que a tal geração que se auto-intitula parva votou. Entendo os Deolinda, mas não sou fã da canção nem da mensagem. Outras gerações lutaram pelo que consideravam importante. É provável que o que adquiriram acabe por resultar na ruína das gerações futuras. Os direitos não chegam para todos. Mas também há neste tema um lamento desagradável por a vida ser mais complicada que antes. E o lamento resvala para a expressão da vontade de depen… descanso prematuro. Dantes as canções de protesto exigiam liberdade. Agora pedem décimo terceiro mês, reforma, emprego seguro, etc.”

Carla Hilário Quevedo
Sol 11 de fevereiro de 2011

A canção dos Deolinda é essencialmente isso mesmo: uma canção ou uma narrativa. Não é um ensaio sociológico, um discurso comicial ou uma análise psicológica. O seu eco prova que encontrou ressonância em muitos jovens desiludidos e que havia neles espaço para ressoar… Resta saber se – a vida tem destas coisas – se esse ressoamento vai multiplicar-se pelas falésias vazias da ausência de perspetivas de futuro e… provocar alguma avalanche de proporções difíceis de imaginar ou se, pelo contrário, tudo não passará de arrufo passageiro e que o tradicional pendor nacional para a passividade vai persistir.

No tema da canção está implícita uma crítica à chamada “geração instalada”, da geração dos “Sem-Sem” (Sem Emprego e Sem Estudar) à geração dos seus país que pelo hiperconsumismo induzido pela Banca e pelo Estado levaram (com ou sem consciência de tal) o país à beira da Bancarrota, que toleraram com décadas de destruição do tecido produtivo e que, sobretudo, elegeram e reelegeram vezes sucessivas a partidocracia que nos levou a todos a este ponto.

O abismo entre uma população que apenas encontra Emprego Precário (quase todo o Emprego gerado em Portugal desde 1995 foi precário) ou saída na Emigração e uma População que ou encontra “porto seguro” (relativamente…) no Estado ou mergulha em massa no Desemprego crónico acima dos 45 anos está a criar espaço para uma contestação sem precedentes.

Categories: Política Nacional, Portugal | 11 comentários

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