“O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém”

“O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém”
Carlos Moreira, IB 4.01.2011

E aos bolsos de quem, perguntamos nós? Os lucros e dividendos não caíram apenas de “investidores” que compraram ações abaixo do preço do mercado (em flagrante favorecimento político), como Cavaco Silva e a sua prole, nem dos chorudos vencimentos e lucros devorados pelos tenebrosos Dias Loureiro e Oliveira Costa. Falamos de todos os investidores que de boa fé e em desconhecimento dos tráficos de influencia laranjas que sugavam o Banco entregaram as suas poupanças esperando recolher os impossíveis juros que o incompetente Banco de Portugal de Constâncio achou normalíssimos. Este dinheiro foi entregue pelo BPN a fundos tóxicos e… desapareceu. Mas alguém era contactado pelo BPN, estes fundos tinham rostos, registos, sedes, nomes. E este dinheiro, bem “real” no momento em que lhes foi entregue existia e foi desviado para outro lado enquanto supostamente gerava “lucros faraónicos”.

Competiria agora às autoridades e aos presentes gestores do BPN irem atrás de todos estes recursos. E perseguirem com idêntica sanha os gestores de topo (por gestão danosa) assim como todos os responsáveis pela seleção destes fundos tóxicos. E sem hesitação, ir atrás dos especuladores e falsários que em “paraísos fiscais” e no estrangeiro lucraram e desviaram estas centenas de milhar de euros. Com persistência, tenacidade e vigor. Três qualidades que a presente administração do BPN não tem exibido.

Categories: Justiça, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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One thought on ““O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém”

  1. pedronunesnomundo

    ‘O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém’. branco é, a pata que os pôs…

    …por isso vivo com uma surda e íntima revolta, CP, uma certa sincera vergonha do convívio com os homens. a impunidade – gritante, insultuosa, aterrorizante – é levianamente permitida POR TODOS os que detêm alguma ponta de poder ou influência
    a ‘Justiça’ não vai até ao fim, os ‘media’ não vão até ao fim, os ‘políticos’ não vão até ao fim, os ‘cidadãos’ não levam até ao fim a sua suposta afronta, ninguém faz do seu poder alavanca de verdade, ninguém arrisca de todo a sua própria cabeça na perseguição dos perversos. e os perversos lá reinam. ‘reinam’ como quem diz ‘mandam’, ‘reinam’ como quem diz ‘brincam’, reinam tolerados por todos, venerados por outros perversos, coitados, não tão expeditos

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