Daily Archives: 2011/02/09

Quids S22: Que submarino (nome exato) era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S22 | 35 comentários

Sobre a estratégica africana da aliança Oi / Portugal Telecom

“A entrada da maior operadora de telecomunicações portuguesa, a PT – Portugal Telecom, no capital do gigante brasileiro do sector, a Oi, vai potenciar novos investimentos no mercado africano. Ambas as operadoras concordam que África é estratégica para a sua operação.
(…)
O negócio, graças à PT, irá aproximar o mercado africano da brasileira Oi. A PT tem negócios em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Namíbia e São Tomé e Príncipe e esta junção de forças dará mais poder financeiro à Oi para avançar com novos negócios em África.
(…)
Segundo Octávio de Azevedo, chairman da Oi: “É uma parceria estratégica entre as duas maiores empresas de língua portuguesa dos dois maiores países de língua portuguesa. A preservação da própria língua estará associada à parceria”.

Sol
28 de janeiro de 2011

A parceria entre estas duas operadoras telefónicas lusófonas e o objetivo de a desenvolverem em solo africano e muito particularmente na África lusófona é muito positiva. Talvez agora a PT possa regressar à Guiné-Bissau e reforçar a presença das empresas de comunicações oriundas de países lusófonos em Angola e Moçambique, dois países onde o crescimento da economia tem condições para permanecer sólido durante décadas.

No caminho da aproximação lusófona que é o maior desígnio do MIL: Movimento Internacional Lusófono, a aproximação e a formação de uma estratégia comum de crescimento que coloca a África Lusófona no principal eixo de desenvolvimento merece o maior encorajamento. Ainda que boa parte do capital da Portugal Telecom não esteja já há muito tempo em mãos portuguesas…

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

Paul Krugman: “Parece que Portugal será a próxima peça do efeito dominó do euro”

Paul Krugman (http://www.salon.com)

Paul Krugman (http://www.salon.com)

“Parece que Portugal será a próxima peça do efeito dominó do euro. Eu estava à espera que não. O país é de longe o mais difícil de decifrar entre os países da periferia do euro.”
Paul Krugman

E ainda bem. O que Krugman menciona aqui é a nossa conhecida imprevisibilidade, a tradicional opacidade das nossas contas públicas e a capacidade que o país sempre teve para resistir e vencer situações de crise tão ou ainda mais graves que a atual. Portugal não acabou nem acabará. Esses podem ser os desejos dos espanholistas que nunca abandonaram os planos imperiais de uma “união ibérica”, os dos Globalistas do mundo das Finanças e do Bilderberg ou os de uma “união europeia” que é cada vez mais um império franco-germânico, autocrático, antidemocrático e onde os pequenos países têm menos influência nas decisões que os afetam diretamente.

Portugal não acabou. Se deixar de conseguir pagar os juros babilónicos que nos impõem, isso não será o fim de um país mais que milenar mas o fim de um ciclo de sobreconsumo e endividamento descontrolado. Sairemos menos consumistas, mas mais sustentados na nossa pegada de consumo. Este ajustamento é, de resto, já inevitável e procurar fugir a ele, uma corrida antecipadamente perdida.

A dívida externa tem que ser renegociada. Os juros do dito “fundo de estabilização” são de quase 6%, quase especulativos, portanto, e quase cinco vezes aos que Portugal pagava há cinco anos. As “receitas” liberais que o Fundo europeu vai impor são profundamente recessivas e vai reduzir seriamente as receitas fiscais, o que irá levar o Governo a aumentar ainda mais a carga fiscal e a provocar – de novo – mais recessão. Esta é a espiral destrutiva até onde nos querem empurrar. Mas não vão conseguir.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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