Monthly Archives: Fevereiro 2011

Quids S22: Quem está representado neste busto?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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Categories: Quids S22 | 12 comentários

Elisa Ferreira: “Não houve em 2008 uma opção súbita dos Estados – Portugal inclusive – pelo sobre-endividamento”

Elisa Ferreira (http://www.delegptpse.eu)

Elisa Ferreira (www.delegptpse.eu)

“Não houve em 2008 uma opção súbita dos Estados – Portugal inclusive – pelo sobre-endividamento; este foi consequência de uma crise causada pela intencional desregulação dos mercados financeiros ativamente patrocinada por múltiplos agentes (incluindo políticos e académicos) de um e do outro lado do Atlântico – o filme “Inside Job” merece ser visto para o relembrar: O sobre-endividamento das famílias e das instituições foi a base do modelo financeiro-especulativo e, quando a bolha rebentou, a factura começou por se exprimir nos orçamentos estatais. Como recentemente sublinhou o comissário Joaquin Almunia, 39% e 17% do PIB europeu, respectivamente foram disponibilizados e gastos pelos países da UE em intervenções de salvação do setor financeiro”

» Há aqui uma certa falácia… é verdade que a maioria dos Estados europeus teve realizar injecções massivas de Capital na Banca (Irlanda e Espanha, sobretudo), mas esse não foi o caso de Portugal. De facto, Portugal teve apenas metade desse esforço europeu e se a nossa dívida externa disparou tal deveu-se a 3 outros fatores: um descontrolo da despesa de muitos ministérios (especialmente na Saúde), ao aumento do preço do petróleo (responsável por metade do nosso défice externo) e ao aumento brutal do serviço da dívida.

“As economias reagiram diversamente, tornando visível o que estava latente: as brutais disparidades de competitividade entre Estados Membros que, tal como a teoria da integração sempre previra, não tinham parado de aumentar”

» O euro encontra-se no epicentro da atual crise precisamente porque é uma irracionalidade: uma moeda única para economias imensamente díspares. Esta irracionalidade é a causa pela qual os especuladores assentaram baterias contra os países mais periféricos e com economias menos competitivas. A atual (e incurável) Crise do Euro decorre de a moeda ter sido adotada antes de existir a mínima harmonização dos sistemas fiscais, dos níveis salariais e dos padrões de produção e consumo. Perante um conjunto tão dispare de situações económicas, pretender estabelecer uma “moeda única” só poderia ser um disparate com as consequências que hoje estão à vista de todos: uma periferia hiperconsumista e um centro produtor e credor que agora exige os juros de uma política de décadas de destruição dos setores produtivos em trocas de subsidiarização.

“o tigre celta revelou quanto do seu virtuoso modelo dependia da batota de um irc de 12.5% (…) os ataques especulativos não resultaram tanto de uma dívida ou de um défice excessivo da zona euro (sobretudo comparativamente ao dolar) mas mais da divergência interna crescente entre as economias reais dos países que a compõem, na ausência de políticas ou instrumentos reequilibradores.”

> pode haver “união económica e monetária” sem harmonização das políticas fiscais? O dumping fiscal irlandês atraiu para a Ilha muitos negócios e unidades industriais… os desequilíbrios de competitividade assim criados explicaram em boa medida o crescimento do “tigre celta” (hoje, tornado num gatinho pouco mais que anémico) e não deviam ser permitidos num contexto de união monetária. Se o foram, tal sucedeu porque os dogmas do neoliberalismo se introduziram fortemente nas orientações políticas da Comissão Europeia…

“Sobre a Alemanha, e citando o prestigiado correspondente alemão do Financial Times: “Toda a gente compreende que a integração europeia é a base do sucesso do pais depois da guerra, da sua ascensão ao estatuto de uma das economias mais fortes do mundo e da sua reunificação política. Não é difícil explicar que uma economia fortemente exportadora beneficia do euro e da eliminação das variações na taxa de câmbio.”

> claro que não. A Alemanha tem beneficiado muito do euro. Tem assim muito mais que o dever moral de apoiar os países periféricos que por força de sobre-endividamento criado pelo hiperconsumismo dos seus produtos estão agora em dificuldades. Se não o fizer, arruína a economia dos seus próprios maiores parceiros comerciais (que são, na maioria, intra-europeus) e condena a uma crise a sua própria Economia. Não ajudar, assim, os países periféricos, é mais do que ser ingrato. É ser estúpido.

O euro é uma moeda artificial. Foi forjada a partir de uma determinação política, para erguer uma União Europeia a partir de um alicerce económico. Não poderia jamais acomodar realidades económicas muito diversas, que tinham todo um mundo de riqueza, produtividade e rendimentos separando-os… Para colocar todos os membros da União Europeia num único saco de gatos, tentou conciliar-se o inconciliável. Colocados perante tamanho imperativo, os pequenos e periféricos julgaram-se subitamente ricos e entraram numa espiral de endividamento crescente e explosivo – a prazo – que hoje os coloca à beira da Bancarrota. Os país com economias onde o setor produtivo era mais forte (como a Alemanha e França) passaram pelo Euro com relativo à vontade, porque continuaram a exportar para os países periféricos, mas estes entraram num aumento de dívida descontrolado.

A prazo, não se antevê outra solução senão a saída dos países periféricos do Euro ou o seu próprio fim, caso um país da dimensão de Espanha entre em Bancarrota ou um dos grandes países (França, Alemanha ou Itália) decida sair do sistema monetário comum. E numa Europa sem líderes, sem estratégia comum nem uma verdadeira “alma europeia” ou um sentido de “pátria comum” esse destino é inadiável e inevitável…

Fonte:
Elisa Ferreira
Sol 23 de dezembro

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

António Nogueira Leite: “Durante 20 anos fizemos tudo ao contrário na ilusão de que já éramos ricos”

António Nogueira Leite (http://www.sabado.pt)

António Nogueira Leite (www.sabado.pt)

“Durante 20 anos fizemos tudo ao contrário na ilusão de que já éramos ricos (fomo-nos sentindo ricos, vivendo sempre acima das nossas posses, todos os anos desde 1994): engordámos a Função Pública (a partir da súbita e extrema generosidade do ano de 1991), tornámos-nos um país de proprietários endividados (aceleradamente, após 1992), fomos criando um sistema de pensões insustentável e particularmente injusto para as gerações mais novas.”

 

> na década de 90 o afluxo generoso e sem controlo de financiamentos europeus, seguido (e acumulado) da adoção do euro em 2000 criou a falsa sensação de riqueza. Primeiro pela injeção de milhões de euros em fundos estruturais que cedo irromperam em cascata por toda a sociedade lusa. Anos depois era o Euro – com o crédito barato – que reforçava ainda mais essa ilusória sensação de riqueza. Quer pelos Fundos Europeus, quer pelo Euro, os portugueses habituaram-se a viver muito acima das suas posses. Não porque fossem estúpidos ou desleixados enquanto Povo (como sugerem os país do norte), mas porque este afluxo de capital barato não foi devidamente regulado por vários e sucessivos Governos e, sobretudo, por um Banco de Portugal laxista e incompetente.

“enchendo o país de infra-estruturas subutilizadas ou simplesmente inúteis, promovidas por políticos incompetentes para gáudio de populações embrutecidas e de empreiteiros gananciosos.”

> Em comparação com a maioria dos países mais desenvolvidos do continente europeu, Portugal tem uma rede viária extraordinariamente desenvolvida. Esta sobredesenvolvimento resultou da concessão de financiamentos europeus que beneficiaram diretamente influentes empresas de construção civil e os grandes partidos da partidocracia nacional que durante décadas beneficiaram direta ou indiretamente dos seus “abnegados” donativos e de ofertas de posições nos Conselhos de Administrações. Portugal, em consequência de uma malfadada estratégia de Tercialização da Economia (de que o atual Presidente da República foi o maior mentor) esvaziou-se de indústria, agricultura e pescas e encheu-se de Elefantes Brancos e Auto-estradas. Os responsáveis estão hoje à vista de todos, nos partidos e grandes empresas públicas e privadas. São eles os grandes responsáveis por este desvio doentio da nossa Economia para fora das atividades produtivas e da abertura desbragada de fronteiras a importações de todo o tipo e feitio.

“O país vive nas vésperas do embate final com o concreto, ou seja com a impossibilidade de financiamento externo (que já não é autónomo desde, pelo menos 2009, não o esqueçam) num momento de verdadeiro estupor coletivo.”

> Os espantosos indíces de consumo registados no Natal de 2010 refletem uma sociedade doente, em que ainda não se impôs a consciência coletiva de que vivemos hoje o fim de uma era. Durante décadas, a evaporacao de grande parte do nosso tecido produtivo foi mascarada pelo credito barato. Obviamente, tal louca espiral teria alguma vez que tocar no tecto. E bateu.

“Os portugueses na sua maioria, comportam-se como se tudo se mantivesse na mesma (com excepção da metade de milhão que constitui o primeiro contingente de baixas do regime) e vão lamuriando contra a maldade do Governo que lhes corta salários ou benesses mesmo quando convencidos que qualquer alternativa verdadeira lhes cortará salários e benesses”.

Com efeito, até agora o essencial desta crise tem recaído sobre o exército cada vez mais numeroso dos desempregados (a caminho dos 700 mil em 2012) ou dos jovens licenciados ou mestrados sem Emprego nem perspetivas de futuro fora da casa dos pais ou da emigração. Mas à medida que o desemprego toca mais e mais famílias a almofada de segurança que os país ainda davam aos seus filhos da geração “Nem-Nem” (Nem emprego, Nem estudam) vai-se esfumar à medida que as falências se forem acumulando e todos os empregados com mais de 40 anos sejam vassourados como pó para fora da vida ativa e sejam atirados para o crónico balde do Desemprego permanente. O cerco aperta-se: de um lado os jovens sem perspetivas de futuro. Do outro, os seus pais que perdem o Emprego sem perspetivas de o recuperar. De permeio, a função pública começa agora a sofrer também com os cortes salariais e os aumentos dos impostos. É toda uma sociedade que começa a pagar os desvairos das últimas décadas. De forma desigual, uns mais que outros… Mas todos caminham inexoravelmente para um abismo do desespero que cedo ou tarde levará a uma revolta popular e isto apesar de todas as tradições de pacatez e passividade dos portugueses.

Fonte:
António Nogueira Leite
Sol 23 de dezembro de 2010

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

A China deverá ter operacional o antigo porta-aviões soviético Varyag dentro de 2 anos

Varyag no estaleiro chinês (http://www.freewebs.com)

Varyag no estaleiro chinês (http://www.freewebs.com)

Segundo uma investigação do Congresso dos EUA a China deverá ter operacional o antigo porta-aviões soviético Varyag dentro de 2 anos. O navio deverá assumir as funções de “navio escola” preparando uma nova geração de técnicos, pilotos e oficiais para a frota de porta-aviões que a China se prepara para lançar ao mar afirmando assim o seu novo papel de superpotência global.

A frota de porta-aviões chinesa será composta unicamente por navios a propulsão nuclear que estariam já em construção (segundo um artigo de um jornal de Hong Kong) no recentemente alargado estaleiro de Jiangnan, não muito longe de Xangai. É aqui que ex-russo Varyag se encontra em reconstrução e onde a construção desta frota nuclear de porta-aviões já decorre antecipando a entrada da China no restrito grupo dos países capaz de projetar o seu poder aéreo a longas distâncias e alavancando assim a entrada definitiva do país como uma Superpotência global.

Fonte:
http://defense-update.com/wp/20110102_varyag_in_china.html

Categories: China, DefenseNewsPt | 3 comentários

Gomes Dias e o Exemplo na Justiça

Gomes Dias (http://sol.sapo.pt)

Gomes Dias (http://sol.sapo.pt)

“Gomes Dias, o magistrado do Ministério Público em idade de reforma que Pinto Monteiro não conseguiu manter como vice-procurador-geral, não há meio de abandonar o seu gabinete na Procuradoria (e certamente também não o automóvel, motorista e telemóvel de serviço). Posta nesta situação aflitiva, a nova vice-procuradora-geral, Isabel São Marcos, tem de usar o gabinete do próprio Pinto Monteiro.”
Sol 14 de janeiro de 2011

Estamos a saque. O Procurador-Geral perdeu certamente ou o tino ou falta de vergonha. Incompetente como poucos dos seus antecessores e despudorado como nenhuns, Pinto Monteiro deixou que este seu fiel acólito se mantivesse no cargo muito além dos limites legais, dando um exemplo muito concreto do respeito pela Lei numa instituição (a Procuradoria) que se exigia exemplar. Nas bastando, em época de crise e de grande orçamental eis que Gomes Dias (o acólito) exibe também todas as prebendas e nababarias que a função (que já não cumpre) lhe garante. Falta a Vergonha, o sentido de Estado e a noção mais básica de Justiça a esta gentalha. Até quando? Durante quanto mais tempo irão os portugueses tolerar este sequestro da Justiça e da Decência por parte desta rasteira “elite”? Durante quanto mais tempo durará a nossa (ilimitada?) paciência coletiva?

Categories: Justiça, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Os EUA arriscam-se também eles a cairem nos ratings da Moody´s…

“No dia 25 de janeiro, chegou o primeiro grande aviso, pela mão do próprio FMI. Numa atualização ao seu relatório sobre a estabilidade financeira mundial, a organização avisava que os EUA e o Japão poderiam começar a ter problemas de dívida.” (…) “A Moody’s avisou os EUA de que a possibilidade de vir a colocar a sua notação financeira com um outlook negativo está a aumentar. (…) Se os EUA não fizerem qualquer progresso orçamental, bastarão seis anos para atingir um nível de dívida de 135% do PIB, o mesmo que o Japão tinha em 2000, antes de a S&P lhe descer o rating máximo de AAA.”
Sol 4 de fevereiro de 2011

O problema da Dívida externa não é apenas um problema português, como parece por vezes transparecer no seguimento mais contínuo do foco noticioso. É um problema do Ocidente e que resulta da aplicação cega e literal dos princípios do Neoliberalismo, da Globalização e de décadas de Desindustrialização e Deslocalizações para o Oriente. Desde a década de 90 que os padrões de consumo no Ocidente têm subido sem parar, perante rendimentos decrescentes e num ritmo apenas sustentável pelo endividamento crescente, o mesmo cujo crescimento agora se esgotou e que ameaça empurrar as economias desenvolvidas para uma intensa e duradoura recessão…

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Os Silêncios de Cavaco. De novo.

“Em declarações à televisão no passado fim-de-semana, Cavaco Silva mostrou-se tranquilo com a segurança dos cidadãos portugueses no Egipto, mas fugiu a responder à pergunta de um repórter sobre os acontecimentos naquele país: “Não devo pronunciar-me, como deve calcular”, justificou-se.
Como deve calcular? Mas calcular o quê? Afinal, que é que o impedia de pronunciar-se sobre o assunto?
(…)
O complexo de inferioridade de ser o Presidente de um pequeno país sem influência notória nas questões internacionais. A pura e simples falta de opinião ou de sensibilidade democrática face à magnitude contagiosa das revoltas populares através do Magrebe e Médio Oriente.”
Vicente Jorge Silva
Sol 4 de fevereiro de 2011

Cavaco voltou à gestão dos silêncios. Um Presidente que fez toda uma carreira – perante a complacência cúmplice dos portugueses – gerindo tabus, agora, finda uma campanha eleitoral de onde o seu estatuto moral saiu seriamente beliscado, torna a não falar.

Sejamos claros: aos assessores de Cavaco interessa sobremaneira que o seu chefe não fale. De cada vez que Cavaco abre a boca (seja ou não para comer pastéis de bacalhau) de improviso, eles tremem, sem saber a alarvidade que sairá de um presidente decrepito e profundamente ignorante. Cavaco está assim severamente instruído (e.g. “amestrado”) para falar o menos possível e para – quando tiver mesmo, mesmo, que falar, o fazer lendo apenas textos escritos pelos seus assessores.

Mas em Portugal dificilmente se pode conceber uma maior inutilidade que um Presidente mudo. Após as últimas revisões constitucionais, os poderes do Presidente da República foram imensamente reduzidos, restando neles hoje pouco mais que um oco formalismo e a famosa “bomba atómica” da dissolução parlamentar. Um Presidente é hoje – pelo esvaziamento efetivo do seu cargo – um moderador, um alertador, alguém que exprime o peso induzido por uma eleição uninominal e com mais de 50% do sufrágio para representar os valores de Portugal e os interesses dos seus cidadãos.

Portugal deve ter no plano internacional uma só voz e esta, não deve ser a do Ministro dos Negócios estrangeiros. Deve ser também a de um Presidente que defende os valores da Democracia e da Liberdade onde quer que estes sejam ameaçados, se crê neles e se acredita que são universais. Não deve ser um Mudo que denuncia familiares a uma polícia política. Não deve ser, mas é, porque mais de metade dos portugueses decidiram não ir votar a 23 de janeiro e deixaram assim eleger o mais imbecil, inepto, incapaz e imoral presidente da República portuguesa…

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Quids S22: Quem é este autor de banda desenhada?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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Na China, censuram-se as notícias sobre a revolta popular no norte de África…

Revolta popula na Líbia (http://images.alarabiya.net)

Revolta popula na Líbia (http://images.alarabiya.net)

“As palavras Egipto e Cairo têm estado o mais possível arredadas dos noticiários (chineses).
Temendo que as revoltas a favor da reforma política no país mais populoso do mundo árabe possam ser imitadas, o regime chinês têm estado o mais possível arredadas dos noticiários.”
(…)
“Na terça-feira, quando se escrevia a palavra “Egipto” nos congéneres chineses do Twitter (bloqueado na China desde 2009) a resposta era: Segundo as leis em vigor, o resultado da sua pesquisa não pode ser comunicado”.
(…)
“Desta vez, Pequim terá instruído secretamente os órgãos de comunicação social a usarem apenas os despachos da agência oficial Xinhuan a reduzirem as noticias do que se passa no Egipto e, por outro lado, a salientarem as que dizem respeito aos efeitos adversos da contestação.”
(…)
“As manifestações contra a corrupção ou má governação não param de aumentar de ano para ano na China. Tal como os protestos a favor de melhores condições de vida laborais ou ambientais. Não há uma oposição organizada, mas tem havido iniciativas de contestação política.”
Sol 4 de fevereiro de 2011

A China segue sendo um autêntico barril de pólvora… Os contrastes flagrantes entre a riqueza de alguns, o poder absoluto nas mãos da elite do Partido Comunista e a exploração e pobreza da maioria da população cedo se tornarão insanáveis para um povo que assim que o insustentável ritmo de crescimento da economia chinesa abrandar ou que a (crescente) bolha imobiliária chinesa estourar se vai ver confrontado com uma vaga de contestação popular difícil de travar.

O regime de Pequim tem sido sustentado por uma combinação de censura, repressão e crescimento económico. Basta que um dos apoios deste tripé ceda para que toda a estrutura trema e – eventualmente – colapse. O regime tem sabido dosear repressão e censura em doses inteligentes e, assim, perpetuar-se no poder. Mas consegue-o também porque o nível de vida de muitos chineses tem melhorado de forma notável desde 90. Mas se uma Bolha Imobiliária, uma hiperinflação ou um colapso súbito do comércio mundial (pela bancarrota dos seus principais clientes internacionais) então não haverá repressão e censura que cheguem para suster o caldeirão…

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Forças militares e policiais angolanas estão a caminho da Guiné-Bissau

Exército Angolano (http://www.segurancaedefesa.com)

Comandos do Exército Angolano (http://www.segurancaedefesa.com)

“Nas próximas semanas, cerca de 200 militares e elementos das forças de segurança angolanos vão para a Guiné-Bissau, no âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países. A missão é dar formação e reorganizar as forças armadas e as polícias guineenses.”
(…)
“Nos meios diplomáticos esta missão é considerada “o primeiro verdadeiro teste à credibilidade de Angola junto da comunidade internacional enquanto líder regional”. Mas existem riscos para a iniciativa angolana: o primeiro, é a contaminação do narcotráfico guineense para Angola, transformando-a num país de trânsito; o segundo é a natureza da sociedade guineense, muito sensível às tensões tribais com repercussões sociopolíticas.
Já em março de 2009 José Eduardo dos Santos afirmava: “Angola manifesta-se disponível para conjugar esforços com Portugal a fim de apoiar a República da Guiné-Bissau”. Estava aberta a via angolana. O pedido de ajuda a Angola por parte das autoridades guineense “.
(…)
“A diplomacia portuguesa joga na questão guineense muito do estatuto como interlocutor lusófono nas instâncias internacionais. (…) Devido ao governo português a União Europeia e o Banco Mundial vão disponibilizar cerca de 9.2 milhões de dólares para o setor agrícola. A ajuda surge numa altura em que a União Europeia pretende suspender os apoios financeiros à Guiné. O que só nas aconteceu por duas razões: a oposição portuguesa e o risco de o embargo total das ajudas gerarem instabilidade no país”.
(…)
Este mês, Portugal obteve uma vitória diplomática ao travar a aplicação de sanções aos dirigentes guineenses que previam o congelamento de bens no estrangeiro e a suspensão de vistos”.
Sol 11 de fevereiro de 2011

Angola é hoje um indiscutível líder regional. A sua atitude de apoio ao regime de Laurent Gabgo criou uma séria erosão na credibilidade internacional de Luanda, por isso, a presença de forças angolanas em Bissau poderá ser crucial para recuperar parte desse prestígio e influência assim malbaratados.

As forças angolanas estão bem treinadas, bem equipadas e geralmente bem comandadas. Têm – ademais – um mandato informal da CPLP – para intervirem na Guiné-Bissau e têm mais condições para serem bem recebidas pela população local do que os nigerianos que tradicionalmente integram as forças de paz da CEDEAO, tristemente célebres pela onda de violações e pilhagem que deixam atrás de si…

Esta presença não consubstancia a materialização de uma das propostas mais antigas do MIL: Movimento Internacional Lusófono, a Força Lusófona de Manutenção de Paz que – em boa hora – o MIL fez questão de invocar como contributo para a pacificação interna da Guiné-Bissau e da crise do narcotráfico que hoje assola este país lusófono. Estes militares e policias angolanos não são exatamente uma “força lusófona”, mas a sua presença resulta de contactos cruzados com Portugal e de uma chamada formal por parte do governo guineense, sendo assim o melhor que os países lusófonos podem comprometer em Bissau e uma boa antecipação para esta “força lusófona”, rápida, flexível, eficaz e multinacional que defendemos e que teria na Guiné-Bissau um cenário muito adequado de intervenção.

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional | Etiquetas: , | 4 comentários

Quids S22: Que frase exata (e em inglês) acompanha este cartoon?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre os incidentes da recolha de portugueses do Cairo…

C-130H da FAP (http://estb.msn.com)

C-130H da FAP (http://estb.msn.com)

“O avião é nosso, mas teve de se fazer um “contrato” para o check-in que era desnecessário. Teve de se fazer um “contrato” para o transporte de passageiros até ao avião, embora nós tivessemos autocarros. Teve de se fazer um “contrato” do transporte das malas para o avião (mas nós podíamos transportar as malas). Estivemos alinhados no meio da sala do check-in sete ou oito horas, e com o pessoal da embaixada a fazer das tripas coração”.
(…)
“Na segunda-feira, quando o embaixador foi ao aeroporto, teve de andar pé ante pé, entre excrementos e poças de xixi, à procura dos portugueses. E havia portugueses, que estavam lá há nao sei quantos dias. Os americanos ficaram impressionadíssimos com aquilo porque os portugueses foram os primeiros a fazer isso. A política europeia é: não há estado de guerra, não há lei marcial, portanto nao há necessidade de evacuação”.
(…)
“O governo egípcio não permitiu a entrada da força militar portuguesa no país? embora tenha permitido a entrada dos caribinieri italianos. Os soldados deixaram o avião na escala feita em Creta”.

Fonte:
Sol 4 de fevereiro de 2010

Dos acontecimentos no Egito e do desempenho dos representantes do Estado português na defesa dos nossos cidadãos há assim muito por dizer e, ao contrário daquilo a que estamos – infelizmente – habituados a dizer: Bem. O embaixador português comportou-se à altura da crise e o Estado português soube cumprir o seu dever melhor do que o de muitos “países desenvolvidos” que abandonaram os seus nacionais à sua sorte. Portugal não só resgatou os seus nacionais num país que mergulhava no caos e na insegurança e em que o regime de Moubarak chegou a libertar presos de delito comum apenas para aumentar a insegurança nas ruas e justificar a ação policial repressiva, como até auxiliou nacionais de outros países lusófonos a abandonar o Egito.

Num país onde sobejam as razões para criticar o Estado e o Governo, um e outro (não confundir…) estiveram bem. Não devemos contudo esquecer o apoio continuado a um regime tirânico nem a humilhação sofrida quando os nossos GOEs lhes viram recusada a entrada no país onde queriam apenas proteger os nossos nacionais da incompetente, corrupta e desmoralizada polícia nacional. Isso, assim como as condições do embarque dos portugueses e demais cidadãos no C-130 da FAP que não devem ser esquecidas e que são amplamente merecedoras de um protesto formal e da reflexão por parte da nossa diplomacia e de todos os portugueses que pensavam ir ao Egito nos próximos tempos…

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Já existem forças militares angolanas na Costa do Marfim?…

Exército Angolano (http://www-tc.pbs.org)

Exército Angolano (http://www-tc.pbs.org)

“Os angolanos não deviam servir de carne para canhão para conflitos desse género. Devemos deixar as nossas tropas, quando muito para missões de paz”
(…) comentou o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, sobre o conflito na Costa do Marfim e a hipótese de, em caso de intervenção militar da CEDEAO naquele país, o Governo angolano assumir a defesa de Laurent Gbagbo.

Sol 4 de fevereiro de 2011

Por enquanto, a presença de forças angolanas na Costa do Marfim continua a ser meramente especulativa. A África do Sul também já se posicionou neste conflito interno costamarfinense, tendo enviado recentemente para a região uma fragata, já que disputa com Angola o estatuto de potencia regional. Militarmente, Luanda não tem o mesmo tipo de meios e não pode competir com a África do Sul, mas possui um dos mais bem treinados e experientes exércitos africanos e se o empenhar na defesa do regime de Gbagbo abre um grave precedente: coloca as suas forças contra a posição quase unânime da comunidade internacional, contra a União Africana e contra a aliança regional onde se integra a Costa do Marfim, a CEDEAO.

Ainda que se possam compreender as fidelidades pessoais de José Eduardo dos Santos para com Laurent Gbagbo, um fiel apoiante das posições do MPLA durante o tempo da guerra civil angolana, a verdade é que este alinhamento ao lado daquele que é após as últimas presidenciais um pária implica riscos sérios para Angola: desde logo no seu estatuto de potencia regional, que poderá sofre com este alinhamento danos irreversíveis… Mas se – como sugere o líder da UNITA – forças militares de Angola forem forçadas a trocar tiros contra militares da ONU, da União Africana ou da CEDEAO em defesa do exército da Costa do Marfim (maioritariamente fiel a Laurent Gbabgo) entao Angola perderá definitivamente todo o crédito e respeito internacionais de que goza atualmente.

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Quids S22: Que santo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Lançamento de livro sobre a Campanha do Dr. Fernando Nobre

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Categories: Fernando Nobre, Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

O tema “Parva que Sou” do grupo Deolinda tem agradado a muitos por motivos diferentes

“O tema “Parva que Sou” do grupo Deolinda tem agradado a muitos por motivos diferentes. Uns gostam da ideia de através da canção ser feita uma denúncia da infelicidade dos jovens, nomeadamente da geração entre os 30 e os 35 anos, que é qualificada e não tem futuro neste país. (…) Mas quem são os responsáveis? Talvez os mesmos em que a tal geração que se auto-intitula parva votou. Entendo os Deolinda, mas não sou fã da canção nem da mensagem. Outras gerações lutaram pelo que consideravam importante. É provável que o que adquiriram acabe por resultar na ruína das gerações futuras. Os direitos não chegam para todos. Mas também há neste tema um lamento desagradável por a vida ser mais complicada que antes. E o lamento resvala para a expressão da vontade de depen… descanso prematuro. Dantes as canções de protesto exigiam liberdade. Agora pedem décimo terceiro mês, reforma, emprego seguro, etc.”

Carla Hilário Quevedo
Sol 11 de fevereiro de 2011

A canção dos Deolinda é essencialmente isso mesmo: uma canção ou uma narrativa. Não é um ensaio sociológico, um discurso comicial ou uma análise psicológica. O seu eco prova que encontrou ressonância em muitos jovens desiludidos e que havia neles espaço para ressoar… Resta saber se – a vida tem destas coisas – se esse ressoamento vai multiplicar-se pelas falésias vazias da ausência de perspetivas de futuro e… provocar alguma avalanche de proporções difíceis de imaginar ou se, pelo contrário, tudo não passará de arrufo passageiro e que o tradicional pendor nacional para a passividade vai persistir.

No tema da canção está implícita uma crítica à chamada “geração instalada”, da geração dos “Sem-Sem” (Sem Emprego e Sem Estudar) à geração dos seus país que pelo hiperconsumismo induzido pela Banca e pelo Estado levaram (com ou sem consciência de tal) o país à beira da Bancarrota, que toleraram com décadas de destruição do tecido produtivo e que, sobretudo, elegeram e reelegeram vezes sucessivas a partidocracia que nos levou a todos a este ponto.

O abismo entre uma população que apenas encontra Emprego Precário (quase todo o Emprego gerado em Portugal desde 1995 foi precário) ou saída na Emigração e uma População que ou encontra “porto seguro” (relativamente…) no Estado ou mergulha em massa no Desemprego crónico acima dos 45 anos está a criar espaço para uma contestação sem precedentes.

Categories: Política Nacional, Portugal | 11 comentários

Quids S22: Como se chama esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S22 | 9 comentários

Em 2050, os EUA, que são hoje a primeira economia mundial, já terão sido ultrapassados pela China

China (http://www.worldmapfinder.com)

China (www.worldmapfinder.com)

“Em 2050, os EUA, que são hoje a primeira economia mundial, já terão sido ultrapassados pela China, que tomará a dianteira do top 3 dos países mais poderosos em 2018, e pela Índia, em 2045.”
(…)
“Daqui a 40 anos, quando o Brasil já tiver passado o Japão, que já foi destronado pela China no 2o lugar do ranking das superpotências, as sete maiores economias emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, Indonésia, México e Turquia) terão o mesmo PIB do que as nações industrializadas do G-20.”

Sol 21 de janeiro de 2010

A China alavanca assim com cada vez maior solidez a sua posição entre as grandes potencias. Os “grandes” dos últimos séculos pagam assim severamente o preço de terem financeirizado as suas economias e de terem entregue à China a fabricação de quase todos os bens transaccionáveis que consomem. Tornada em “fábrica do mundo”, Pequim soma capital sobre capital e cedo será também a capital financeira do globo,
ultrapassando a City londrina. Esta ultrapassagem decorre muito mais do demérito ocidental, do que do mérito chinês já que só foi possível porque o Ocidente preferiu desindustrializar-se a reformar-se. E porque entregou a terceiros a sua indústria.

De permeio, encontramos uma boa notícia: o Brasil tem todas as condições para seguir no caminho de um desenvolvimento sólido e sustentado e em 40 anos ultrapassará mesmo o Japão. Consegue-o mercê da extraordinária riqueza material do seu solo, pela autonomia energética que o Pré-Sal lhe garante mas consegue-o sobretudo pela pujança do seu setor agro-alimentar: num mundo em que o Pico da produção de petróleo não tardará a levar o Ouro Negro acima dos 200 dólares por barril, ser independente nesse campo será cada vez mais importante. E num mundo em que a escassez de alimentos (e o seu desvio para a produção de biocombustíveis) agiu como rastilho para a atual contestação no norte de África ser um dos maiores exportadores de alimentos significará ter a mesma influencia que os países do Golfo têm tido nas últimas décadas sem os perigos religiosos e políticos de que estes têm padecido. O Brasil está assim em excelentes condições para ser tornar a primeira super-potencia de língua portuguesa… seiscentos anos depois de Portugal ter logrado o mesmo feito, entre 1525 e 1550.

Categories: China, Economia, Política Internacional | 16 comentários

Personalidade Lusófona de 2010: D. Ximenes Belo

Academia de Ciências de Lisboa

Apresentação pelo Professor Adriano Moreira

Introdução por Renato Epifânio e

Discurso de D. Carlos Ximenes Belo

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Quids S22: Em que país foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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“O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém”

“O dinheiro perdido no BPN foi parar aos bolsos de alguém”
Carlos Moreira, IB 4.01.2011

E aos bolsos de quem, perguntamos nós? Os lucros e dividendos não caíram apenas de “investidores” que compraram ações abaixo do preço do mercado (em flagrante favorecimento político), como Cavaco Silva e a sua prole, nem dos chorudos vencimentos e lucros devorados pelos tenebrosos Dias Loureiro e Oliveira Costa. Falamos de todos os investidores que de boa fé e em desconhecimento dos tráficos de influencia laranjas que sugavam o Banco entregaram as suas poupanças esperando recolher os impossíveis juros que o incompetente Banco de Portugal de Constâncio achou normalíssimos. Este dinheiro foi entregue pelo BPN a fundos tóxicos e… desapareceu. Mas alguém era contactado pelo BPN, estes fundos tinham rostos, registos, sedes, nomes. E este dinheiro, bem “real” no momento em que lhes foi entregue existia e foi desviado para outro lado enquanto supostamente gerava “lucros faraónicos”.

Competiria agora às autoridades e aos presentes gestores do BPN irem atrás de todos estes recursos. E perseguirem com idêntica sanha os gestores de topo (por gestão danosa) assim como todos os responsáveis pela seleção destes fundos tóxicos. E sem hesitação, ir atrás dos especuladores e falsários que em “paraísos fiscais” e no estrangeiro lucraram e desviaram estas centenas de milhar de euros. Com persistência, tenacidade e vigor. Três qualidades que a presente administração do BPN não tem exibido.

Categories: Justiça, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

Sobre a dúbia posição angolana quanto à crise na Costa do Marfim

Forças da ONU na Costa do Marfim (http://pt.euronews.net)

Forças da ONU na Costa do Marfim (http://pt.euronews.net)

“A posição de Angola em relação à crise política que se vive na Costa do Marfim pode vir a isolar o país no plano internacional e colocar em causa a sua liderança na África Austral. (…) Durante este ano prevêm-se 17 actos eleitorais em diversos países de África e a instabilidade gerada pelas eleições na Costa do Marfim está a levantar dúvidas nos meios diplomáticos. Entende-se que o modelo democrático pode correr alguns riscos devido ao “contágio” da posição angolana.
(…)
“para o Presidente de Angola, o Conselho Constitucional (da Costa do Marfim) teria de validar os resultados provisórios da Comissão Eleitoral Independente, o que não aconteceu sob a alegação de fraudes e irregularidades, considerando que o anúncio dos resultados pelo representante das Nações Unidas foi uma precipitação que induziu em erro a comunidade internacional.
Angola empenha-se na resolução da crise, defendendo uma não intervenção armada e uma solucao de conotação “africana” em vez de “ocidental”.
(…)
Gagbo foi apoiante do MPLA e do actual Chede de Estado, enquanto Ouattara foi um dos líderes africanos que apoiaram a UNITA.
A ambição de Angola em ser um líder regional tem na Costa do Marfim um histórico aliado na esfera francófona. Este objetivo é disputado com a África do Sul e a Nigéria.”

Fonte:
Sol 28 de janeiro de 2011

Parece claro que neste particular José Eduardo dos Santos se sente vinculado às alianças do tempo do conflito entre o MPLA e a UNITA. Nesse sentido, o sentido de honra e compromisso do presidente angolano é admirável, mas este devia ser inferior aos interesses do país que representa. Angola é hoje um dos países mais influentes da África subsahariana e a sua posição sobre a legitimidade de umas eleições que se realizam no continente e que redundam neste tipo de conflito pode incendinar toda a região.

Há rumores segundo os quais haveriam já forças militares angolanas na Costa do Marfim, sejam “conselheiros” ou “forças especiais”. Esperemos que não sejam verdadeiros e que, sobretudo, estas forças não estejam aqui para se prepararem para enfretarem as forças que a ONU aqui mantêm em defesa de uma das partes…

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Portugal | Etiquetas: , | 1 Comentário

Miguel Gouveia: “O facto de a procura de títulos (da Dívida da República) ter sido cerca de três vezes a oferta deve ser relativizado”

“O facto de a procura de títulos (da Dívida da República) ter sido cerca de três vezes a oferta deve ser relativizado. A procura inclui intenções de compra a taxas de juro muito altas, por exemplo só para juros acima de 10%! A dívida colocada é rateada apenas para as partes da procura exigindo as taxas mais baixas.”
(…)
“Parte da dívida parece ter sido comprada pelo Banco Central Chinês. Este ‘favor’ ao Governo português tem certamente em vista influenciar o comportamento de Portugal como actual membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, bem como ganhar espaço de manobra no acesso a activos portugueses. É legítimo questionar-nos se a aflição do Governo não terá levado a compromissos que podem por em causa o interesse nacional a prazo…”
Fonte:
Miguel Gouveia
Jornal Sol 21 de janeiro de 2011

É comum ouvir dizer nestes leilões de dívida pública portuguesa que “a procura excedeu 3 ou 4 vezes” a oferta. Mas esta é que é a verdade: ela excede a oferta, mas a juros impossíveis de pagar. Não se trata de nenhum feito admirável, nem de informação positiva: trata-se tão somente de sequestro das gerações futuras por um presente demasiado consumista e eticamente cego à necessidade de consumir nacional e produzir local.

O facto de estarem a vender frações crescentes da dívida portuguesa à China reveste-se também da maior preocupação. A China compra a nossa dívida às taxas pírricas dos restantes especuladores e tem neste gesto não uma expressão de generosidade mas uma expressão de avidez (como os demais) não só pelos juros que nos exige, como pelas contrapartidas na tomada de empresas públicas e privadas que requer (fala-se na EDP e na Galp), quer pelas mais veladas exigências quanto às posições que Portugal poderá tomar no Conselho de Segurança e que agora se exigem como conciliadas com os interesses globais de Pequim. Ora estes – no que concerne ao capítulo dos Direitos Humanos – raramente são compatíveis com aqueles que Portugal tem reiteradamente assumido na cena internacional. Portugal deve tomar cuidado ao estabelecer uma ligação de dependência para com a China. Atentar a todas as contrapartidas e consequências (especialmente a longo prazo) e ponderar se tal ligação de tutela serve os seus interesses.

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

Começou a corrida ao ouro no fundo dos oceanos…

Sistema de exploração de minerais submarinos da Nautilus (http://www.marinelog.com)

Sistema de exploração de minerais submarinos da Nautilus (http://www.marinelog.com)

Começou a corrida ao ouro no fundo dos oceanos… A primeira concessão jamais concedida foi entregue à empresa canadiana Nautilus Minerals e aplica-se ao fundo oceânico junto da Nova Guiné.

A mineração vai ter lugar a mais de 1600 metros de profundidade e segue-se a vários anos de prospecção que identificaram uma área com cerca de 2.2 milhões de toneladas de minerais, como cobre e ouro, além de outros, em proporções diferentes.

A jazida oceânica que a Nautilus vai explorar é um depósito de sulfuretos polimetálicos que resultam da atividade das chaminés hidrotermais que foram encontradas a grandes profundidades em vários oceanos do globo, como o Atlântico e que se sabe existirem em número muito razoável ao largo dos Açores. A fauna muito especial que vive na dependência destas chaminés pode ser ameaçada por estas explorações, mas a Nautilus assegurou ter já tomado medidas de segurança, deixando intacta metade de toda a região, de forma a que possa ocorrer depois uma recolonização mais fácil da metade explorada quando esta terminar.

À medida que as minas terrestres se vão esgotando e que surgem estimativas que dão como certo o esgotamento de minerais tão críticos como o Ferro para as próximas décadas estes recursos submarinos tornam-se cada vez mais importantes. Portugal que também tem recursos deste tipo na sua extensão Zona Económica deveria estar também a posicionar-se para a sua exploração, mantendo sempre os cuidados ecológicos que se impõem e certificando-se que uma parcela predominante desta riqueza fica em mãos nacionais e não nas de uma qualquer multinacional canadiana.

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/comecou-primeira-corrida-ao-ouro-no-mar-a-1600-metros-de-profundidade_1478713

Categories: Ciência e Tecnologia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

Um módulo parcialmente completo da estação privada Excalibur Almaz e uma cápsula de reentrada reutilizável foram entregues à empresa Almaz

Estação Excalibur Almaz (http://moonandback.com)

Estação Excalibur Almaz (http://moonandback.com)

Um módulo parcialmente completo da estação privada Excalibur Almaz e uma cápsula de reentrada reutilizável fabricadas pela empresa russa Mashinostroyenia foram entregues à empresa Almaz.

O módulo e a cápsula serão armazenados, primeiro, seguindo-se depois uma série de testes no solo e a sua conclusão e lançamento para órbita.

A estação só poderá estar em órbita quando a EA conseguir realizar pelo menos 6 lançamentos de cápsulas por ano, um número que só muito dificilmente será atingido apenas com Turismo Espacial e onde a presença das agências espaciais dos Estados poderá cumprir um essencial papel supletivo.

A estação espacial Almaz tem cerca de 11 metros de comprimento e 4 de largura e é uma herdeira direta da tecnologia das Salyut e Mir russas, mas ao contrário destas terá uma generosa janela panorâmica de 2 metros.

Fonte:
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=32419

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Europeus e americanos definem os contornos da “Europa Jupiter System Mission”

Uma equipa conjunta composta por cientistas norte-americanos e europeus e que tinha como objetivo definir as linhas gerais de uma missão conjunta ao satélite joviano Europa designada por enquanto como “Europa Jupiter System Mission”.

A missão será organizada pela NASA e pela ESA. Consistirá num Orbiter a Europa construído pela NASA e num segundo Orbiter para Ganimedes, da responsabilidade da ESA, precisamente os dois satélites de Júpiter que sabe terem oceanos subterrâneos que podem ter condições para albergar formas de vida. Infelizmente, na falta de um Lander e, sobretudo, de um veículo capaz de alcançar esses oceanos subterrâneos e contactar aqui diretamente com a vida que poderá aqui existir, as provas de vida encontradas por estes Orbiters serão – na melhor das hipóteses – indiretas, mas ainda assim os dados reunidos por esta missão conjunta serão importantes para uma nova e mais ambiciosa missão aos oceanos de Europa que está já à vários anos a ser estudada pela NASA.

Fonte:
http://www.upi.com/Science_News/2011/02/07/US-European-scientists-push-space-plan/UPI-63151297139505/#ixzz1DOS4tGQi

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Quids S22: Quem é esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Debate “A Importância da Lusofonia”

Participei recentemente num debate intitulado “A Importância da Lusofonia”, na secção de Sintra, do PS, em Agualva-Cacém. O debate conheceu uma assistência muito numerosa – para estes tipo de debates – contando na assistência com mais de 30 participantes, um feito para o qual muito contribuiu o esforço organizativo do Filipe Barroso, nosso camarada nas andanças de Campanha de Fernando Nobre e coordenador local da Juventude Socialista.

O debate começou por ser uma apresentação daquilo que é o MIL, da sua escala lusófona, com representantes, membros e sócios honorários provenientes de todas as paragens da lusofonia, da Galiza a Timor, passando por Cabo Verde e pelo Brasil.

Numa segunda parte, foi dada uma passagem global sobre os princípios e objetivos do MIL com especial foco no papel crucial que o pensamento de Agostinho da Silva teve como inspiração para o MIL. Especial foco foi dado sobre a defesa de uma Regionalização Municipalista, a opção por União Lusófona em caso de colapso da União Europeia no desfecho da atual crise económica e de valores que atravessa, de Economias e Moedas Locais, no direto decurso do Municipalismo defendido pelo MIL sob a inspiração da “federação de municípios livres e independentes” de Agostinho da Silva.

Na terceira parte do debate, foi abordada a ação cívica do MIL, desde a petição “Não Destruam os Livros”, apresentada e já debatida na Assembleia da República (tendo estado presente um deputado do PS que era sabedor desta presença), assim como as campanhas do MIL a favor da ONG Ajuda Amiga de envio de livros para a Guiné-Bissau, e em cuja distribuição iremos participar pessoalmente em março e a campanha para Baucau, em Timor.

Apresentámos as mais importantes propostas do MIL, como a Força Lusófona de Manutenção de Paz, o Banco Lusófono de Desenvolvimento e o Passaporte e a Cidadania Lusófona. A intervenção foi concluída com referencias ao Prémio Personalidade Lusófona do Ano de 2009, onde foi agraciado o embaixador Lauro Moreira e um convite à audiência para estar presente no próximo dia 21 de fevereiro na cerimónia de entrega do mesmo prémio a D. Ximenes Belo na Academia de Ciências de Lisboa.

O debate aberto que encerrou este interessante e muito animado encontro versou sobre temas muito polémicos, como o Acordo Ortográfico, o estado do Instituto da Língua Portuguesa, o papel do Brasil no futuro da língua portuguesa, a presença da Galiza na Lusofonia, Portugal e a sua vocação como “território-ponte”, a presença de Portugal na União Europeia e a crise do Euro. Entre vários, destacamos Filipe Barroso (coordenador da JS Local), Eduardo Quintanova (coordenador do PS do Cacém) e Ana Loureiro (ex-deputada).

No global tratou-se de um debate muito aberto, dinâmico e participativo que abordou aquilo que é o MIL, para onde o Movimento objetivo o destino de Portugal e da Lusofonia e onde a necessidade de um reenfoque lusófono da política externa portuguesa e da própria integração das comunidades migrantes lusófonas foram temas especialmente importantes.

Categories: Brasil, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 5 comentários

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