Daily Archives: 2011/01/30

Malaca Casteleiro sobre a Cidadania Lusófona

Malaca Casteleiro (http://www.revistamacau.com)

Malaca Casteleiro (www.revistamacau.com)

“Sobre a cidadania lusófona: Eu acho uma ideia brilhante, muito interessante. [Agostinho da Silva] foi verdadeiramente um defensor da Lusofonia. Realmente uma cidadania Lusófona era particularmente interessante, mesmo que ela num primeiro momento e numa primeira fase tivesse apenas um valor simbólico. (…) teria um impacto muito grande do ponto de vista duma política de língua.”
Professor Malaca Casteleiro
Boletim da AGAL 2010

A Cidadania Lusófona é um dos princípios mais cruciais às propostas fundacionais ao MIL: Movimento Internacional Lusófono. Ela permitiria garantir a todos os cidadãos dos países que fossem signatários de um tratado internacional erguido em torno da CPLP um conjunto de seguranças quanto ao respeito de uma série de direitos e garantias, com um devido e esperado quadro sancionatório que se exige. A Cidadania Lusófona permitiria garantir que qualquer cidadão lusófono pudesse ver os seus direitos defendidos por qualquer representação diplomática de um país signatário. Permitiria igualmente facilitar a circulação dos cidadãos entre o espaço lusófono através da introdução de um “passaporte lusófono” (“Passaporte Agostinho da Silva“, na proposta do MIL) que dispensasse muita burocracia, poupando tempo e dinheiro. Um tema a que voltaremos brevemente, em maior detalhe…

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 15 comentários

A democratização do Ensino é um dos grandes feitos da democracia de Abril, mas…

“A dificuldade de ingresso no Ensino Superior (cujas provas eram, num curso de letras, por exemplo, de dificuldade elevada, tal como as médias de entrada comprovam) veio a diluir-se, não só porque as provas de aferição de conhecimentos se tornaram (como nas célebres PGAs) amiúde, meras formalidades, mas também porque a realidade europeia, na qual Portugal se veio a inserir em 1986, obrigou a que apresentássemos a Bruxelas estatísticas de sucesso.”
António Carlos Cortez
Revista Nova Águia
Número 6

A democratização do Ensino é um dos grandes feitos da democracia de Abril. Com ela, centenas de milhar adquiriram graus académicos que sob o anterior regime lhe estavam vedados. Contudo, essa notável abertura de portas antes fechadas (que junto com o Municipalismo foi um dos grandes sucessos da Democracia) também teve consequências: Especialmente a partir da década de 90, com a profusão de cursos em universidades privadas de duvidosa qualidade e muito ligeiramente fiscalizados registou-se uma diminuição sensível da qualidade formativa do ensino superior português. Pressões imediatistas, condicionadas pelos fátuos eleitoralismos ou populismos do mundo, introduziram o Facilistismo em larga escala no mundo universitário e onde antes havia exigência, passou a haver facilidade.

A doença facilista não é exclusiva de Portugal. Quem ler meios de comunicação social na Europa ou até, nos EUA, encontra referências idênticas que dão conta de uma diminuição muito sensível do nível académico dos alunos universitários e dos seus professores. A situação em Portugal é contudo particularmente grave. Décadas de lassidão e de displicência (provocadas pela instabilidade das políticas mas também por interesses corporativos) tornaram a Escola o ninho de interesses e não a antecâmara necessária e exigente para a vida universitária.

O crivo que devia de existir no acesso ao Ensino Superior alargou-se de tal forma, desde logo para adiar a entrada no mundo do trabalho e depois e sobretudo, para produzir estatísticas para gáudio dos estatísticos europeus que se instalou no ensino superior uma anti-meritocracia. Forjou-se a percepção perigosa que todos tinham “direito” a completar uma formação superior, independentemente dos méritos ou esforços. Onde se precisava de exigência encontraram-se facilidades. Onde se deviam forjar cidadãos livres, ativos e conscientes quiseram criar uma sociedade de escravos, bestializados por Jogos constantes, Entretinementos e por “fazedores de opinião” enfeudados ao Sistema.

Categories: Educação, Sociedade Portuguesa | 1 Comentário

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade