Daily Archives: 2011/01/25

Quids S22: Quem construiu esta casa?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

Categories: Quids S22 | 9 comentários

“A dívida pública em 2011 será a mais elevada desde 1850”

“A dívida pública em 2011 será a mais elevada desde 1850. Vai bater o anterior máximo registado na última década do século XIX, quando o país foi forçado a declarar bancarrota parcial.”
Jornal Sol 12 de dezembro de 2010
João Paulo Madeira

A questão então é saber quando é que isto vai acontecer… não é mais saber se vamos ou não entrar em bancarrota, é saber quando. A dívida externa subiu de forma extraordinária sobretudo a partir de 2005. Mas já antes (e a partir do Cavaquismo) assumia dimensões preocupantes. Este fenómeno é assim a herança plena da partidocracia PS-PSD-CDS que nos tem governado em Rotativismo nas últimas décadas. Quando entrarmos em Bancarrota (já não escrevo “se”) os portugueses devem esquecer a sua tradicional “falta de memória política” e responsabilizar nas urnas os responsáveis pela situação terminal em que Portugal se encontra hoje. Temos já eleições em janeiro de 2011 e interrogo-me: Os responsáveis por este estado de coisas que se apresentam ao sufrágio (Cavaco e Alegre) serão punidos por aquilo que fizeram (Cavaco) ou deixaram fazer (Alegre), ou pelo contrário, os portugueses irão comportar-se como um bando de carneiros?

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

“Em três anos, norte-americanos e europeus injetaram um valor recorde de 1860 mil milhões de euros nas suas economias”

Banco Central Europeu (http://www.indiabuzzing.com)

Banco Central Europeu (http://www.indiabuzzing.com)

“Em três anos, norte-americanos e europeus injetaram um valor recorde de 1860 mil milhões de euros nas suas economias, mais do que o PIB do Reino Unido e 10 vezes o PIB português. Ainda que seja consensual entre especialistas que há excesso de liquidez no mercado, a verdade é que as pessoas não sentem mais dinheiro no “bolso”, porque o dinheiro injetado pelos bancos centrais não está a chegar à economia real.
(…)
“A base monetária tem vindo a crescer em ritmos elevados: em 3 anos, aumentou 32% nos EUA, e 27% na área do Euro. Chegou-se a excesso de liquidez devido às preocupações com o crescimento mundial e o desemprego. (…) A insistência das autoridades nesta estratégia mostra que estão sem instrumentos para pôr as economias a crescer.” (…) a banca devia esforçar-se para orientar recursos para as PMEs pois as grandes têm mais facilidade de acesso lá fora. (…) os empréstimos para compra de casa”

Jornal Sol 10 de dezembro de 2010

O grande problema de todas estas monstruosas, constantes e aparentemente infindáveis injeções de capital é que não estão a chegar à economia. No essencial, têm servido apenas para tapar buracos deixados pelos desvairos dos investimentos opacos feito durante dez anos e muito pouco deste dinheiro derramado sobre o sistema financeiro chegou de facto à economia real.

Os governos erraram ao salvarem os Bancos falidos. Para salvarem da falência os seus donos, accionistas e gestores, os políticos (financiados por estas gentes…) entregaram dinheiros públicos aos banqueiros, mandaram imprimir mais dinheiro (arriscando inflação) e ordenaram aos Bancos Centrais que descessem as taxas de juro até valores simbólicos. A dimensão da derrama e a sua evidente incapacidade para deter a progressão da crise deviam já ter feito inflectir a Recessão. Se não o fez já, não o fará. Importa pois para a economia real novas injeções de Capital para o Emprego e para a Produção e não mais para um Sistema Financeiro fechado sobre si mesmo e que prefere gastar esse novo Capital em novos investimentos opacos, em depósitos milionários ou em especulações sobre produtos, encarecendo-os e provocando vagas de fome.

Os Governos devem deixar que os Bancos Falidos fechem as portas, aplicando os recursos que gastam ao tentar salvá-los para devolver os depósitos aos seus depositantes e assim punindo os accionistas e gestores que deixaram as suas empresas chegarem a esta situação. E aplicar os recursos remanescentes em estímulos que cheguem mesmo à economia real, usando sem pudor a figura da nacionalização (ainda que temporária) de empresas situadas em situação difícil, mas cuja existência seja estratégica para uma economia nacional.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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