Daily Archives: 2011/01/14

Quids S22: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S22 | 15 comentários

A lição islandesa sobre deixar ou não os Bancos Falidos Falirem…

Islândia (http://go.hrw.com)

Islândia (http://go.hrw.com)

Se há país que hoje demonstra o insucesso do modelo neoliberal e globalizador este país é a Islândia. A bancarrota da Islândia foi o primeiro alerta para que estava muito podre no sistema financeiro mundial e que esta podridão irá rapidamente contaminar outros países desenvolvidos, já que ninguém acreditou que os desmandos bancários islandeses não fossem também regra no resto do Ocidente.

De certa forma o fenómeno de colapso do sistema bancário islandês, repetiu-se de forma muito semelhante, de novo, na Irlanda. Na Islândia, a falência do sistema bancário, fez com que mais de 500 mil depositantes britânicos, alemães e holandeses perdessem as suas poupanças.

Mas há uma licao a tirar. Hoje, a dívida soberana islandesa é de apenas 280 pontos, enquanto que a portuguesa passa os 450. Segundo Gylfi Zoega, professor de Economia na Universidade da Islândia, a razão para esta notável recuperação a partir de uma situação tão negativa foi, na opinião deste economista islandês “deixar os bancos entrar em default em relação com as obrigações para com os bancos estrangeiros” e que “O principal fator por detrás do arrepiar de caminho da Islândia foi a depreciação das taxas de câmbio e o facto de grande parte dos custos da bancarrota do sistema bancário ter recaído sobre os credores estrangeiros e não sobre os contribuintes islandeses. (…) Esta é a estratégia correta para os contribuintes em outros países com sistemas financeiros em crise – o povo nada teve a ver com as decisões dessas instituições financeiras sofisticadas e não há razão alguma para resgatar quem quer que seja”.

Além de terem deixado falir os Bancos falidos (como de resto, também sucede nos EUA), a Islândia permitiu também uma bancarrota parcial nos proprietários de obrigações islandesas em moeda islandesa e deixou desvalorizar a sua moeda em 35% num só ano (2008).

Na altura, a Islândia deixou falir os bancos, sem ter tentado salvá-los, porque não encontrou financiamento internacional, não porque o tivesse realmente escolhido fazer. Mas isso teria colocado a economia islandesa ainda mais difícil: teria défices semelhantes aos irlandeses (mais de 30%!!!). Se a Islândia tivesse aderido ao Euro teria perdido flexibilidade na sua resposta cambial e sacrificaria a competitividade das suas exportações.

A Islândia ainda nas está totalmente recuperada desde o colapso de 2008… e só recentemente é que reencontrou o rumo do crescimento e mesmo este, pela via do aumento do consumo interno gerado pelo regresso ao aumento do crédito. A Islândia tem que prosseguir o caminho de transformar uma economia de base especulativa e financeira numa economia produtiva e exportadora. Mas é já possível tirar do seu exemplo algumas soluções para os problemas financeiros de Portugal: pressão para que o euro realinhe a sua cotação internacional ou até (se a Europa do Norte recusar) a saída da moeda europeia e, sobretudo, deixar simplesmente falir os Bancos que foram mal geridos acima de todos os limites, pagando com fundos do Estado os depósitos particulares e das empresas, e punindo os gestores e acionistas que – cúmplices ou agentes – deixaram os seus Bancos chegar ao estado de BPNs ou BPPs.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/islandia-saiu-do-radar-da-bancarrota=f620951

Categories: Economia, Política Internacional | Etiquetas: | 14 comentários

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