A Rússia vai lançar em outubro de 2011 uma missão marciana conjunta com a China

A Rússia vai lançar em outubro de 2011 uma missão marciana conjunta com a China. A missão terá como objetivos Marte e a lua marciana Phobos e tem a designação Phobos-Grunt ambicionando recolher amostras da superfície de Phobos e enviá-las para Terra.

A participação chinesa na Phobos-Grunt consiste na presença de um micro-satélite chinês, o YH-1 (preparada para estudar a evaporação de agua em Marte), a primeira sonda extra-lunar chinesa de sempre e mais um importante passo no ambicioso programa espacial chinês.

A Phobos-Grunt vai transportar um grupo de sementes e bactérias, de vários tipos e espécies, procurando determinar qual será o efeito de uma longa viagem espacial nesses seres vivos, antecipando consequências de uma futura viagem tripulada ao Planeta Vermelho, já que a viagem da Phobos-Grunt vai demorar 330 dias até que a sonda russa com o micro-satélite chinês chegue a Marte.

Fonte:
http://www.xinhua.cn

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18 thoughts on “A Rússia vai lançar em outubro de 2011 uma missão marciana conjunta com a China

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  2. pedronunesnomundo

    “Rússia”, “China”, “Planeta Vermelho”, “bactérias”
    a piada anti-comunista primária está consumada

    • LuisM

      Ahhh…a Rússia é bem capaz de já não ter muito a ver com comunismo. Muito antes pelo contrário.

      • Otus scops

        então e a China??? só se for na secção de moda e pronto-a-vestir!!!

        • pedronunesnomundo

          pois… fiem-se na Virgem e não corram

        • Otus scops

          PNM

          tens toda a razão, esta parelha sinistra usa a exploração científica como plataforma de desenvolvimento e experiências para produzir armas e sistemas militares.

          os States fazem o mesmo e tem dado os piores exemplos ao aplicarem as armas e os sistemas que tem desenvolvido em guerras injustas como democracia que são, infelizmente…

          • LuisM

            “como democracia que são”

            Eu corrigiria para como democracia que já foram.

            Pela minha parte perfiro enfretar as amaeaças reais e presentes do que andar a caçar bruxas.

            • peskito600

              …e eu sugeriria ‘democracias que o não sendo, muito menos algum dia no passado o foram’

              e sobre ‘bruxas’, também gosto de um bom chavão de vez em quando, LM
              mas é certinho que as minhas fisgadas da janela são sempre – sempre! – sobre o lombo de ‘ameaças presentes’ que passam na minha rua

          • LuisM

            E já agora a justificar a minha afirmação…

            http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=460761

            • peskito600

              pois é exactamente a isso que me reporto, LM !
              por exemplo, tão certo foi a América não ter deixado de ser a América (com tudo que isso implica) com a entrada do sacro-santo Obama, como a Rússia, a China e quejandos não terem deixado de ser o que são lá por há uns anitos terem aberto alas para o Noddy

          • Otus scops

            LuisM

            li o artigo e achei impressionante o estado de degradação a que a democracia chegou nos EUA… são sinais mais do que evidentes que o Império está a desagregar-se.
            mas continuo convicto que lá vive-se em democracia, sobretudo porque os tribunais funcionam (sem querer dizer que são perfeitos ou que tenho por referência a infinita doutrinação e lavagem cerebral que fazem do sistema de justiça em filmes e séries…).
            diria que o regime está bem, o sistema é que está errado…

          • Otus scops

            Peskito600

            nunca pensei que Obama seria o Messias norte-americano, mas confesso que tive fé que alguma coisa mudasse, devagar devagarinho, mas que mudasse…

            ora quando J.Sachs escreve que “Obama chegou ao poder com a promessa de mudança. Até agora nada mudou. A sua administração está cheia de banqueiros de Wall Street. Os seus funcionários de topo, como o director do orçamento, Peter Orszag, vão para o sector bancário. Ele está sempre preparado para servir os interesses dos mais ricos e poderosos sem limites e compromissos. ” podemos dizer que a democracia está viciada, ou seja, não está a funcionar.
            comparar a Rússia e a China coma a América do Norte é que é incomparável. nunca houve imprensa livre nestes dois, nos EUA existe; nunca houve economia de mercado nesses dois, nos EUA existe (até demais…); a China e a Rússia nunca foram em salvação (por duas vezes) de um continente e ajudá-lo em duas guerras ferozes contra ditaduras e totalitarismos.
            há valores sociais e históricos completamente diferentes entre norte-americanos e russos mais chineses.
            sabendo que não é perfeito, escolho os primeiros.

  3. LuisM

    Caro Otus

    Eu infelizmente não tenho essa tua imagem idealizada dos EUA porque a tal “democracia” está totalmente subvertida.

    Nunca ouviste falar da elegibilidade de um cidadão para votar?
    Muitos americanos naturalizados pobres e outras camadas da população estão impedidas de recenseamento.
    Quanto à aplicação das leis não é preciso corromper o sistema pois ele está corrupto na fonte.

    Os senadores são comprados e financiados por empresas, corporações e grupos de interesses para legislarem ou mudarem legislação em função dos objectivos destes.

    A tortura e a intromissão na vida privada de cidadãos tornou-se banalmente aceitável.

    Tudo isto é explicado no livro do economista Paul Krugman (que por acaso ontem cascou-nos forte e feio), “A consciência de um liberal”.

    Pouco já resta da democracia idealizada pelos pais fundadores e que sobreviveu através de grandes homens como Eisenowher ou Kennedy que devem estar fartinhos de dar voltas no túmulo.

    E quando referes a desagregação do império, esse será o mal menor.
    O grande perigo reside no facto dos EUA se tornarem num estado totalitário de carácter imperial.

    Muitos acharão isto absurdo, mas vivemos num mundo em que a barbárie está ao virar da esquina.

    Eu ainda quero acreditar que a América ainda possui aquela sua tradicional grandeza que lhe fará dar a volta por cima mas os sinais são muito inquietantes e até pelos vistos já abriu a caça aos moderados.

    Quanto à falta de liberdade, subscrevo inteiramente para o caso chinês. Na Rússia ainda há imprensa livre e mesmo na estatal NOVOSTI lêem-se muitas notícias muito incómodas ao governo russo e quando o povo se une, o poder não tem outra altrnativa se não ceder. Putin tem o poder que tem porque mantém a sua popularidade.
    A Rússia é um regime autoritário muito sui generis.

    Face ao que a “economia de mercado” nos está a fazer já não sei se isso será bom. E sim, existe tanto na Rússia como na China. Demais. O que difere são os índices de liberdade económica que são superiores nos EUA.

    Quanto a salvações externas, é verdade não há nenhum país como os EUA. Mas também é verdade que não nenhum país como os EUA que mais tenha influenciado políticas internas, promovido ditadores (vem-me à cabeça para já Pinochet e Reza Palehvi), imposto o seu domínio, realizado tantas agressões e invasões mal ou bem de nações soberanas com muitos bombardeamentos e “danos coletarais”.

    • pedronunesnomundo

      Isto dava pano para mangas, por exemplo o trilho por onde se vai indo atrás do sr Krugman

      …mas o que é certo é que a América por três vezes foi a semente da liberdade na Europa e não duas – tendo sido a primeira quando (antes do caso francês) confrontou o Velho Continente com a possibilidade mental de pôr todos os poderes instituídos em causa, entregando ao indivíduo e ao cidadão a partilha da responsabilidade social

      e depois os EEUU só são hoje um ‘império’ porque no final do século XX se deixou de falar das clássicas ‘potências’. como no tempo em havia ‘potências’ para todos os gostos
      e uma ‘potência’ sozinha… parece que passa por magia a ser um ‘império’
      quando o que me fica desse fim do século é a escolha clara que alguns povos fizeram em relação a governos que os governavam e formas de regime que representavam. uns que se mantiveram e outros que foram defenestrados

      mais que isso fica apenas a ligação cultural inegável e inquebrável entre a América e a Europa no respeito de princípios e valores, que sempre fará delas parentes, numa relação que nunca poderá ser replicada entre a Europa e algumas outras manchas culturais do globo

      • LuisM

        Caríssimo

        100% de acordo. Apenas com a ressalva de que ao rejeitar o comunismo, o mundo foi buscar um extremo que é o responsável pelos tempos conturbados e polarizados que estamos a viver.

        Se o abandono de uma ideologia foi a decisão correcta, as alternativas foram um desastre.

    • Otus scops

      LuisM

      “Nunca ouviste falar da elegibilidade de um cidadão para votar”
      sim e totalmente não sou contra, regularmente ponho esse direito em causa como fundamental e passo a expor, com um modesto exercício de retórica, mas convicto:
      se para exercer medicina é preciso ser médico, para fazer contabilidade é preciso ser T.O.C., para pilotar é preciso ter licença de pilotagem, para ser professor tem de se ter uma licenciatura, etc, etc, etc, porque razão no momento mais importante do exercício de cidadania numa qualquer democracia – as eleições – não se dá nenhuma atenção à qualidade e certificação dos eleitores??? é das muito poucas actividades humanas em que a minha decisão pode afectar todos os outros, ou os meus concidadãos afectam-me me a mim.
      todos nós sabemos os resultados desastrosos que tem uma população pouco esclarecida e sobretudo educada nos destinos de uma nação, nem me vou alargar mais sobre isso. claro que ainda não descobri um método, uma triagem, uma certificação que pudesse fazer um cidadão com capacidade electiva e de elegibilidade…
      quanto aos States, segundo a 26ª Emenda http://en.wikipedia.org/wiki/Twenty-sixth_Amendment_to_the_United_States_Constitution da Constituição dos EUA na “Section 1. The right of citizens of the United States, who are eighteen years of age or older, to vote shall not be denied or abridged by the United States or by any State on account of age.”
      tem acontecido naqueles condados mais reaccionários na zona do Cotton Belt existirem atropelos aos direitos cívicos (e humanos) com juízes, sheriffs , autoridades locais que excluem e ostracizam essas minorias (sobretudo étnicas).
      mas também podia dar 100 vezes mais exemplos do contrário, em que a cidadania e o exercício da democracia acontece. nunca disse que os EUA são perfeitos ou que seja um admirador incondicional e acrítico da sociedade norte-americana, longe disso, mas comparando com os outros dois nem pestanejo, EUA!
      a Rússia é uma cultura de violência a todos os níveis, provavelmente serão piores que os chineses.
      as populações que foram invadidas primeiro pela Alemanha nazi e depois pelo Exército Vermelho da então U.R.S.S. “até pagavam” para os nazis não irem embora se soubessem o que lhes ia acontecer com os libertadores soviéticos. foram duma barbárie, rudeza e violência dignas dos tempos medievais.
      Putin é um exemplo perfeito.

      “Eu ainda quero acreditar que a América ainda possui aquela sua tradicional grandeza que lhe fará dar a volta por cima mas os sinais são muito inquietantes e até pelos vistos já abriu a caça aos moderados.” eu também, os EUA ainda fazem muita falta…
      “Quanto a salvações externas, é verdade não há nenhum país como os EUA. Mas também é verdade que não nenhum país como os EUA que mais tenha influenciado políticas internas, promovido ditadores (vem-me à cabeça para já Pinochet e Reza Palehvi)”
      Salazar, Franco, Ahmid Karzai, Sadaam Hussein, os generais brasileiros, Shang Kai Chek, o Papa Doc, o Suharto, Ferdinando Marcos, Idi Amin Dada, Pervez Musharaf, uma quantidade de Noriegas pela América Central e do Sul, no Vietname, etc…

      “…imposto o seu domínio, realizado tantas agressões e invasões mal ou bem de nações soberanas com muitos bombardeamentos e “danos coletarais”.” sem dúvida, é o lado mais infame e cobarde desta super-potência, sobretudo com os neocons – o meu ódio de estimação – que viraram o mundo do avesso em 8 anos!

      • LuisM

        Otus

        Eu já fui em tempos um incondicional admirador e seguidor daquilo que os EUA representavam e talvez a minha desilusão contribua para essa visão.

        Posso aceitar a eligibilidade de um cidadão para votar como muito bem referes, por exemplo, numa sociedade em que 80% da população tenha 12 anos de escolaridade obrigatória e essa mesma educação tenha qualidade e conteúdo, como por exemplo educação cívica, história, economia etc e só ser permitido votar quem tem essa mesma escolaridade.

        O problema é que os critérios nos EUA são meramente económicos e étnicos ou seja podes pôr um asno endinheirado a votar enquanto negas o voto a um cidadão esclarecido e culto só porque é um teso, preto ou de ascendência mexicana.

        Quanto à Rússia, existe uma ideia errada sobre o que são os russos. Esse carácter sanguinário que falas, atribuo-o muito mais aos chineses (e posso estar errado). Obviamente sempre houve uma tendência natural para hostilizar e isolar os russos.

        Os russos essenciamente são um povo (ou uma amálgama de povos euroasiáticos) de paradoxos pois têm uma orientalidade muito própria, em contrapartida possuem um desejo enorme de serem como os europeus.

        Pedro o Grande foi bem exemplo disso, dessa tentativa de europeizar a Rússia. Nada mais europeu ou nórdico até que S. Petersburgo, a cidade para rivalizar com Versailles.

        Temos de nos lembrar que os russos foram invadidos por Napoleão, pelos nazis e mais recentemente e de uma forma diferente pelas ignóbeis terapias económicas de choque dos anos 90 que puseram de joelhos os orgulhosíssimos russos. Só quem os conhece bem sabe a dimensão da vergonha que sofreram.
        Putin embora um ditador, não pode ser considerado um monstro como os que no passado, a Rússia teve.

        Putin apenas foi o resultado dos tremendos abusos e da tentativa de colonização económica que a vaga neoliberal tentou impor à Rússia nos anos 90.
        De relembrar que a YUKOS do Sr Khodorkovski que agora está na choça preparava-se para facultar a exploração do petrólio e gáz russos à EXXON e CHEVRON ou seja, a Rússia seria transformada num fornecedor de energia à semelhança dos países de 3º mundo em Áfrca ou no Médio Oriente. Os resultados da actual GAZPROM, apesar da imensa corrupção, revertem para o Estado russo e o nível de vida dos russos melhorou muito e isso sustenta a popularidade de Putin.

        Na Rússia actual mesmo os déspotas, só o podem ser com o apoio popular.

        De relembrar que foi o próprio Yeltsin que foi buscar Putin pois anteviu que o Ocidente preparava-se para cortar a Rússia às postas à semelhança do que fizeram com a Juguslávia.

        Na minha opinião a Europa tinha na Rússia um imenso mercado económico para crescer e um fornecedor de energia relativamente estável e isso poderia mudar a mentalidade russa, virando-a ao encontro dos valoes europeus. Mas mais uma vez, isso não é do interesse do nosso velho “aliado”

  4. LuisM

    …e estamos a falar aqui destes disparates e esquecêmos o tema principal do post.

    A missão PHOBUS-GRUNT apesar do russo é bem descritiva.

    E a pronúncia “krokonhev” até dá um certo encanto

    🙂

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