Bom Ano Novo de 2011 a todos os Comentadores, Visitantes e Amigos do Quintus !

Bem Hajam! Lusófonos de todo o Globo!

Um ano que será realmente “novo” a muitos níveis… quer pela eleição – pela primeira vez – de um Candidato de fora do Sistema da Partidocracia, quer pela gravidade da crise em que os Partidos nos meteram… e cujas consequências ainda não podem ser inteiramente percepcionadas!

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Categories: Blogging, Lusofonia, Sociedade | 5 comentários

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5 thoughts on “Bom Ano Novo de 2011 a todos os Comentadores, Visitantes e Amigos do Quintus !

  1. Otus scops

    Fernando Nobre
    “Há pelo país todo carros do Estado a ir buscar assessores a casa”

    http://www.ionline.pt/conteudo/96618-ha-pelo-pais-todo-carros-do-estado-ir-buscar-assessores-casa

    Fernando Nobre tem sido criticado por falar do seu passado profissional, mas garante que não é demagogia perguntar a um opositor se já viu corpos esmagados à sua frente: um chefe de Estado deve ter “sensibilidade particular para os grupos mais desfavorecidos”. O fundador da AMI não exclui, se perder esta eleição, voltar a candidatar-se à Presidência da República daqui a cinco anos. Rejeita fazer qualquer ataque ao adversário Cavaco Silva por causa do caso BPN, apesar de criticar o Presidente no caso das escutas a Belém, e elogia o primeiro-ministro, que, confessa, não conhece, por ser “lutador, empenhado e determinado”. Mas insurge-se contra o Orçamento do Estado e garante que havia alternativa aos cortes feitos nos ordenados dos funcionários públicos. Para o provar dá o exemplo dos carros do Estado que vão todos os dias de Lisboa ao Cartaxo para transportar cinco assessores para os ministérios.

    Não se considera um político em nenhum aspecto?

    Sou um político, não sou é um político partidário e profissional. Há três décadas que faço política. Porque quem geriu como eu geri missões desde há 30 anos em teatros internacionais de crise complicadíssimos… Tive de dialogar com ditadores: o Ruhollah Khomeini do Irão em 1981, o Mobutu Sese Seko do Zaire, o general Gnassingbe Eyadema do Togo.

    E como é que correram essas con-versas?

    Com o Ruhollah Khomeini devo dizer que ele escutou e nem abriu a boca. Tinha um ar magnetizado. Chefiei uma equipa dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) na guerra Irão/Iraque, em Fevereiro de 1981. Explicámos que estávamos lá como instituição humanitária, sem fins políticos, nem religiosos. Ele ouviu, rodeado do seu séquito sentado em almofadas e não falou.

    Apoiou candidaturas da esquerda à direita. De alguma forma os políticos usaram o seu percurso profissional, o seu currículo, para credibilizarem as suas próprias candidaturas.

    Da mesma maneira que outros podem invocar a sua perícia financeira e económica ou a sua experiência dos corredores do poder, do parlamento, eu sou resultado de um percurso de vida. A sociedade civil foi o pilar mestre da minha vida. Quando ainda era jovem, estudante de Medicina, comecei a trabalhar numa associação para crianças autistas, depois de ser médico inscrevi-me na Amnistia Internacional. Depois entro nos Médicos Sem Fronteiras e fundo a AMI. Este é o meu percurso de vida.

    E espera que esse passado lhe dê votos?

    As pessoas reconheceram no meu percurso de vida um percurso de vida diferente. Alguém que não invoca a cidadania porque dá jeito invocar a cidadania. Eu não falo hoje da pobreza, eu falo da pobreza há muitos anos. Eu falo há muitos anos de dar voz aos sem voz.

    E os outros candidatos só se lembraram agora?

    Não gosto de fazer juízos de valor. Eu sei de mim.

    Não acha que é demagogia perguntar a um candidato seu opositor se já viu corpos esmagados à sua frente?

    Não é demagogia. Isso da demagogia é de um cinismo e de uma hipocrisia miseráveis… Efectivamente eu tenho uma hipersensibilidade que advém de um percurso de vida que é o meu, que é distinto de todos os outros. Nos últimos 30 anos, não há catástrofe que tenha marcado o percurso histórico da nossa humanidade, não há guerra, não há terramoto, conflito onde eu não tenha estado. Fui acumulando pedras no meu saco, cicatrizes até na minha alma. Eu não falo de retórica, se falo de pobreza é porque efectivamente já vi pessoas morrerem de fome.

    E isso é uma mais-valia para quem quer ser chefe de Estado?

    É uma mais-valia que o Presidente da República tenha uma sensibilidade particular com os grupos mais desfavorecidos. Quanto a mim, o falhanço de 36 anos de democracia em Portugal é termos chegado ao estado em que estamos, com o número de desempregados que temos, com o número de pobres que temos. Por isso, acho que não é demagogia falar do que diz respeito às pessoas.

    Como vê o papel do Presidente da República?

    O Presidente da República deve ser sobretudo um árbitro para gerir tenções diversas entre os vários órgãos de soberania. Ele é um decisor político.

    Embora tenha muitas limitações…

    Tem limites, mas tem poderes suficientes para poder intervir. Tudo depende se pretende exercer o seu poder presidencial de forma minimalista, pensando num segundo mandato, ou se o quer exercer plenamente sem pensar num segundo mandato. Se é para reduzir a função presidencial a um corta-fitas – e estou a pensar em Américo Tomás – não contem comigo.

    Acha que o Presidente da República deveria ter mais poderes?

    Não, acho que são amplamente suficientes para ele exercer o seu poder de magistratura eficaz em conversas particulares e depois em intervenções públicas. Eleito Presidente da República abrirei o Palácio de Belém. Um dia por trimestre quero ouvir as pessoas.

    Se fosse Presidente da República teria permitido o corte dos salários dos funcionários públicos?

    Acho que poderíamos ter um Orçamento com cortes tão significativos, mas que fossem nas verdadeiras gorduras do Estado e não atingissem uma classe média e média baixa que já vivem em dificuldades.

    Mas em relação à medida concreta do corte dos salários, não a deixaria avançar?

    Não. Antes de chegarmos a medidas extremas, havia muitas outras que poderiam ser tomadas e não foram. E não foram porque efectivamente elas mexem com uma rede clientelar instalada no país, nos institutos públicos, em empresas públicas municipais, centrais…

    Os tão falados boys…

    Gosto de falar de casos concretos. Tenho durante meses percorrido o país. Quando fui ao Cartaxo, por exemplo, visitei a rua comercial do Cartaxo, que estava completamente vazia. Um senhor do talho diz-me que só de vez em quando entra naquele talho uma senhora para comprar uma ou duas febras e pede-lhe um osso. E eu pergunto: ”Mas o osso é para o cão?” ”Não”, diz-me ele, ”É para fazer a sopa da família, estamos a voltar ao tempo dos meus pais e dos meus avós”. E depois diz-me: ”Mas todos os dias há cinco carros que vêm de Lisboa buscar cinco assessores para ministérios”. Vêm de manhã, levam-nos para Lisboa, e voltam à tarde para os trazer. E eu pergunto-me se os senhores assessores não têm carro próprio para se deslocarem aos seus trabalhos.

    Mas confirmou essa informação?

    O que eu sei é que, pelo país todo, há carros do Estado a irem buscar assessores a casa. Porque se vão cinco para o Cartaxo, também vão para Vila Franca, para Santarém… Tenho um amigo que é de um partido e ele sabe quem são esses assessores. São cinco só no Cartaxo. Está confirmado. Será que o Estado precisa de ter perto de 30 mil viaturas? Será que o Estado precisa de ter perto de 11 mil institutos? Será que o Estado precisa de recorrer tanto a pareceres externos? Eu não me candidato para que tudo fique na mesma.

    E o que é que um Presidente da República pode fazer nesses casos?

    Pode fazer pressão. Hoje o professor Cavaco Silva diz que alertou para a crise iminente e que os decisores políticos reagiram tarde. Se ele alertou, ninguém o ouviu. Temos de falar português entendível. Podia ter feito uma comunicação política ao povo português. Podia ter convocado extraordinariamente a Assembleia da República para debater o tema.

    Mas a culpa não é essencialmente do governo?

    A culpa é de todos os decisores políticos. O que eu acho é que ninguém – Presidência da República, governo, Assembleia da República – ninguém se pode eximir das suas responsabilidades.

    Então, presumo que dissolveria o parlamento e convocaria eleições se fosse eleito.

    Intervirei se entender que está em causa o regular funcionamento das instituições e se o país estiver numa situação de impasse. Mas para isso tenho de ter acesso aos dossiês profundos que só o Presidente da República tem para estar a exercer o seu cargo. O que eu conheço é o que vem nos jornais.

    Mas no actual contexto, a nível genérico, em que condições é que acha que o Presidente da República deverá dissolver a Assembleia da República?

    Se entender que está em causa o regular funcionamento das instituições, se estiver em causa com uma crise social explosiva ou se o país estiver num impasse. Mas isso são decisões solitárias que caberá só ao Presidente tomar. Só se for eleito é que posso ajuizar, mas não fugirei às minhas responsabilidades. Tomarei toda e qualquer decisão que entender que devo tomar em consciência para o bem-estar do país.

    Que impressão tem do primeiro- -ministro?

    Não conheço o senhor primeiro-ministro. Tenho a opinião de ser um homem empenhado, lutador, determinado.

    Só elogios…

    Não é só elogios, eu nunca vendi banha da cobra. Se alguém criticou este Orçamento, fui eu. Criticando este Orçamento, estou a criticar o governo.

    Votou em José Sócrates?

    O voto é secreto.

    Mas não tem uma avaliação negativa da prestação deste governo.

    Acho que deveríamos ter anunciado muito mais cedo a questão dos cortes nos grandes investimentos não produtivos. Na altura, disse-o e vejo que algumas das 50 medidas que o governo anunciou vão nesse sentido. Em vez dos megaprojectos que agora estão suspensos poderíamos ter avançado para a reabilitação dos nossos centros históricos e sobretudo para duas questões vitais para Portugal: a redinamização do sector primário e do sector secundário. Estes sectores foram destruídos.

    Encontra algum responsável?

    Foram vários, foram décadas. Não soubemos defender os nossos interesses em Bruxelas. Trocámos por um prato de lentilhas o nosso sector primário e o nosso sector secundário.

    Mas há responsáveis.

    São vários. Os governos dos últimos 25 anos.

    Cavaco inclusive.

    Sim. O desmantelamento da frota pesqueira começou com ele, as grandes parcerias público-privadas começaram com ele.

    Esse também foi o preço a pagar pela entrada na União Europeia.

    Pois, então o preço foi altíssimo.

    Como vê a chamada especulação dos mercados? Os candidatos de esquerda acham que estamos a ser alvo de um ataque especulativo e o candidato Cavaco Silva diz que é um erro atacar os mercados…

    O problema é que a União Europeia está sem liderança. É impressionante ver que esta Europa não foi capaz de criar uma agência de rating pública, transparente, que pudesse avaliar os riscos de cada um dos seus Estados, e não foi capaz de ter um fundo de emergência para ocorrer a qualquer emergência.

    É um federalista?

    Sou um europeísta convicto. Acho que uma federação de estados – como os Estados Unidos da América ou como o Brasil ? talvez fosse o melhor caminho.

    Pensa que vai ser necessária a intervenção do FMI?

    Espero que não e temos condições para o evitar. Quando se fala da entrada do FMI, eu gosto de recordar o que está a acontecer na Grécia e na Irlanda. Na Grécia, já se fala que este ano vai ser o ano das explosões sociais. Na Irlanda, a entrada do FMI obrigou a um corte de 10% nas suas despesas e foram despedidos 20 mil funcionários públicos. E nós queremos isso também no nosso país? O que é que impede que se juntem à volta da mesa 15 economistas, que definam, de uma vez por todas, uma política económica para os próximos dez anos?

    Seria desejável um acordo entre os maiores partidos para definir essa política a longo prazo?

    Seria útil propor a todos os partidos, com assento na Assembleia da República, um projecto nacional, que permitisse salvaguardar a credibilidade externa.

    Defende um governo de coligação?

    Farei tudo para não dar posse a governos minoritários. Quando indigitar um primeiro-ministro, seja ele qual for, deixarei claro a minha intenção, enquanto Presidente da República, que é assegurar o regular funcionamento das instituições. Isso passa por um governo com maioria parlamentar ou por acordos parlamentares, que permitam assegurar uma política e uma visão es- tratégica.

    O que seria um bom resultado para si?

    Há tempos um grande semanário publicou um artigo a dizer que, para mim, seria um falhanço não reunir as 10 mil assinaturas. Os meus voluntários no país recolheram para cima de 16 mil. Eu estou aqui para vencer. Sempre que entrei em alguma coisa foi para vencer. Embora me critiquem por falar do meu passado, eu fiz uma instituição que dignificou Portugal no mundo e cá dentro. Comecei do zero sem a ajuda de ninguém.

    Se não vencer encara a hipótese de voltar a candidatar-se daqui a cinco anos?

    A vida ensinou-me a nunca dizer jamais. Esta é uma candidatura extremamente difícil. Não é por acaso que, pela primeira vez na nossa República, alguém que nunca pertenceu a nenhum partido, que nunca foi militante, que nunca foi autarca, nunca foi governante, nem deputado, que nunca exerceu cargos públicos consegue ser candidato a Presidente da República. Demonstra que a sociedade civil está a evoluir no bom sentido, porque a política não se esgota nos partidos.

    Gostava de ter o apoio de Mário Soares?

    Isso foi logo a primeira picareta que me lançaram. Acho espantoso, mas é uma lição. É uma picareta e um insulto. Todos os candidatos gostariam de ter o apoio de um dos fundadores da democracia. O que acho espantoso é quando leio os analistas, que antes defendiam que era fundamental surgirem novos actores, a dizerem que fui empurrado pelo senhor A. Quando surge um cidadão da sociedade civil assiste-se a esta coisa espantosa. Dizem que fui empurrado para esta candidatura e está-se mesmo a ver de onde é que vem a acusação.

    Está a falar da candidatura de Manuel Alegre?

    Você assim o disse. As pessoas não são burras e compreendem, mas não foi só essa questão. Foi essa, foi a acusação de eu me ir aproveitar da estrutura da instituição que eu criei [a AMI] para me promover.

    Acha que houve uma campanha contra si?

    Um dia escreverei um livro sobre esta candidatura. Aconteceram episódios bonitos, outros tristes e outros estranhos. Aconteceram coisas que um dia escreverei em livro e mais não digo por enquanto.

    Mas tem ou não a expectativa de ter apoio de Mário Soares?

    Não penso nisso.

    Não pertence à Comissão de Honra, que vai apresentar para a próxima semana?

    Não.

    Mas poderá apoiá-lo de outras formas…

    Isso terá de lhe perguntar a ele. Só tenho a filha dele na minha Comissão de Honra.

    Cavaco Silva tem sido criticado por não dar explicações mais detalhadas sobre as acções que comprou da Sociedade Lusa de Negócios e por algumas pessoas que pertenceram aos seus governos estarem envolvidas no caso BPN. Como vê estas crí-ticas?

    Quanto a Cavaco Silva, acho que ele esteve particularmente mal no caso das escutas de Belém, porque prejudicou o regular funcionamento das instituições entre dois órgãos de soberania – Belém e São Bento. Se tinha argumentos indiscutíveis para afirmar que estava a ser escutado só podia tomar uma atitude, que era imediatamente a demissão do governo. Se eu souber que o governo está a escutar as minhas conversas particulares não terei outro caminho a seguir que não seja o de demitir o governo. Se, por outro lado, eu não tenho a mínima certeza e algum dos meus assessores anda a fazer fenómenos pouco claros na comunicação social tenho de demitir o assessor. Eu acho que isso foi um episódio triste que aconteceu.

    Quem tinha razão?

    Os portugueses não perceberam, nem nunca vão perceber.

    E o BPN?

    É o caso financeiro mais dramático que o país tem em mãos. O BPN em injecções de liquidez ou em coberturas de empréstimos já representa 5 mil milhões euros. Mais do que os cortes do Orçamento do Estado para 2011. E vai representar ainda mais porque ninguém sabe o futuro do banco. Talvez tivesse sido mais compensador indemnizar os clientes que estavam no BPN na altura.

    Mas acha que têm sido justos os ataques feitos a Cavaco Silva?

    Eu sou daqueles que se recusam a fazer ataques. Ou tenho provas ou calo-me. Ter acções de numa sociedade não é prova de nada. Não quero ir por aí.

    Manuel Alegre já fez essa crítica. Qual é a opinião que tem sobre a campanha dele?

    Acho que há incoerências no percurso de Manuel Alegre. Ele foi o maior crítico, nos últimos anos, em relação ao partido que o apoia. Se houve uma oposição contra o PS, Manuel Alegre foi a voz dessa oposição, associado a Francisco Louçã. Ele teve uma oportunidade, no fim das presidenciais, de sair do PS, criar um movimento cívico e caminhar assumindo os seus riscos. Eu assumi os meus e acho que o Manuel Alegre não os assumiu.

    Não apoiará Manuel Alegre se houver segunda volta?

    Gostaria que fizesse essa pergunta a Manuel Alegre sobre a minha candidatura. Os resultados destas eleições podem ser surpreendentes. Eu só sou dono do meu voto. Não sou dono das pessoas que votarem em mim. Seria uma perversão da democracia pedir àqueles que votaram na minha candidatura para votarem seja em que candidato for. Nunca o farei. A única coisa que me pertence é o meu voto e esse faço questão de manter secreto.

    Ficou surpreendido por não ter o apoio do MEP (Movimento Esperança Portugal), que apoia o professor Cavaco Silva?

    São coisas que explicarei em livro.

    • Odin

      “É um federalista?

      Sou um europeísta convicto. Acho que uma federação de estados – como os Estados Unidos da América ou como o Brasil ? talvez fosse o melhor caminho.”

      Se for para fazerem da UE uma federação de estados, que façam como os Estados Unidos e não como o Brasil, que centraliza demais o poder.

      Otus Scops, em quem vais votar?

    • Otus scops

      Odin

      o voto é secreto! 😀

      mas se não disseres nada a ninguém estou a pensar votar neste duplamente nobre entrevistado.

      quanto a federalismos confesso-te que me faz confusão, porque nunca vivi sob essa forma de organização estatal, o nosso país é pequeno e simples, somos o exemplo acabado de um estado-nação. em suma somos uns provincianos… 🙂

      • Odin

        Desculpa, Otus! 😀
        Não consegui conter a minha curiosidade. Mas eu tive a sensação que fosses votar no Defensor Moura. Ainda bem para o Cavaco Silva e para o Manuel Alegre que eu não sou português. Porque com certeza, não votaria em nenhum dos dois.

      • Otus scops

        Odin

        não me provoques, pois Defensor de Moura bem merece, é a surpresa da campanha. 🙂
        se não existisse o Nobre se calhar até “botava” nele!
        foi um bom autarca e é de “Biana” do Castelo, carago! a minha terra!

        quanto a Alegre gosto dele, é um Poeta e os Poetas são sempre coisas boas! e diga-se em abono da verdade, em termos físicos, postura, atitude é o melhor candidato. tem mesmo aquele ar de comandante de nau Quinhentista!
        se calhar é nele que vou votar na 2ª volta, faz figas…

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