Monthly Archives: Janeiro 2011

Quids S22: Em que museu está esta múmia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

 

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Breve resenha da situação económica de 4 países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique

Através de uma análise realizada pela “Espírito Santo Research” eis uma análise do estado da economia de alguns países, onde destacamos a situação económica em alguns países da Lusofonia:

Angola:
Com uma população que ronda já os 18 milhões e um PIB per capita de 4792 euros, Angola é hoje uma das maiores potencias económicas da Lusofonia. A economia deste país está, contudo, perigosamente dependente dos hidrocarbonetos, que alimentam toda a economia. Há, decerto, um grande dinamismo na construção civil que se propagou aos serviços e até ao setor agrícola, mas tudo depende do petróleo e esta dependência acentuou-se até no último ano. Recentemente, o FMI emprestou a Luanda 1.4 mil milhões de dólares, o que veio equilibrar
a balança corrente angolana.

Brasil:
Os quase 194 milhões de habitantes do Brasil fazem deste país o grande país da Lusofonia. Apesar dos muito notáveis avanços, o PIB per capita continua com um valor que ainda deixa a desejar de 7500 euros. O desemprego no Brasil recuou mesmo durante a atual recessão global e encontra-se agora bem perto do limite apontado como “sistémico” de 5% com os 6.7% de agosto de 2010.

A economia brasileira floresce com uma forte procura interna e apesar de uma inflação que começa a preocupar os economistas menos otimistas. A atual guerra cambial em que a China e os EUA recentemente se envolveram está a perturbar as exportações brasileiras e se esta se agravar (por exemplo, com a entrada do Euro nestas lides) o crescimento do Brasil poderá ficar comprometido.

Cabo Verde:
Este país lusófono está muito dependente das importações de energia e alimentos, dois setores onde existe um grande défice entre o consumo e a produção. Esta situação decorre não somente do facto de o país ter solos muito pobres e escassas capacidades de produção de energia, mas também de ser a Economia mais tercializada de todo o espaço económico lusófono com mais de 70% do PIB pertencem ao setor do Turismo (Portugal, outro país lusófono severamente tercializado retira do Turismo apenas 13% do PIB). As remessas dos emigrantes (a maioria dos caboverdianos vivem fora do seu país) compensam contudo este défice comercial que um débil setor industrial (têxteis, calçado e pescas) não consegue ter um peso significativo. Apesar destas limitações, a estabilidade governativa, a boa governança e o crescimento do investimento direto estrangeiro, tornam Cabo Verde no país africano lusófono com melhores perspetivas de desenvolvimento económico e social a curto prazo.

Moçambique:
Em tempo de recessão, Moçambique apresenta valores elevados do crescimento económico, que se manterão a médio prazo, principalmente devido aos mega-projectos em torno do aproveitamento dos recursos minerais. A diversificação sectorial da economia, relevante para o perfil exportador do país, relativamente concentrado, incentivará o dinamismo da economia moçambicana, gerando um crescente número de oportunidades.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=454525

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Malaca Casteleiro sobre a Cidadania Lusófona

Malaca Casteleiro (http://www.revistamacau.com)

Malaca Casteleiro (www.revistamacau.com)

“Sobre a cidadania lusófona: Eu acho uma ideia brilhante, muito interessante. [Agostinho da Silva] foi verdadeiramente um defensor da Lusofonia. Realmente uma cidadania Lusófona era particularmente interessante, mesmo que ela num primeiro momento e numa primeira fase tivesse apenas um valor simbólico. (…) teria um impacto muito grande do ponto de vista duma política de língua.”
Professor Malaca Casteleiro
Boletim da AGAL 2010

A Cidadania Lusófona é um dos princípios mais cruciais às propostas fundacionais ao MIL: Movimento Internacional Lusófono. Ela permitiria garantir a todos os cidadãos dos países que fossem signatários de um tratado internacional erguido em torno da CPLP um conjunto de seguranças quanto ao respeito de uma série de direitos e garantias, com um devido e esperado quadro sancionatório que se exige. A Cidadania Lusófona permitiria garantir que qualquer cidadão lusófono pudesse ver os seus direitos defendidos por qualquer representação diplomática de um país signatário. Permitiria igualmente facilitar a circulação dos cidadãos entre o espaço lusófono através da introdução de um “passaporte lusófono” (“Passaporte Agostinho da Silva“, na proposta do MIL) que dispensasse muita burocracia, poupando tempo e dinheiro. Um tema a que voltaremos brevemente, em maior detalhe…

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 15 comentários

A democratização do Ensino é um dos grandes feitos da democracia de Abril, mas…

“A dificuldade de ingresso no Ensino Superior (cujas provas eram, num curso de letras, por exemplo, de dificuldade elevada, tal como as médias de entrada comprovam) veio a diluir-se, não só porque as provas de aferição de conhecimentos se tornaram (como nas célebres PGAs) amiúde, meras formalidades, mas também porque a realidade europeia, na qual Portugal se veio a inserir em 1986, obrigou a que apresentássemos a Bruxelas estatísticas de sucesso.”
António Carlos Cortez
Revista Nova Águia
Número 6

A democratização do Ensino é um dos grandes feitos da democracia de Abril. Com ela, centenas de milhar adquiriram graus académicos que sob o anterior regime lhe estavam vedados. Contudo, essa notável abertura de portas antes fechadas (que junto com o Municipalismo foi um dos grandes sucessos da Democracia) também teve consequências: Especialmente a partir da década de 90, com a profusão de cursos em universidades privadas de duvidosa qualidade e muito ligeiramente fiscalizados registou-se uma diminuição sensível da qualidade formativa do ensino superior português. Pressões imediatistas, condicionadas pelos fátuos eleitoralismos ou populismos do mundo, introduziram o Facilistismo em larga escala no mundo universitário e onde antes havia exigência, passou a haver facilidade.

A doença facilista não é exclusiva de Portugal. Quem ler meios de comunicação social na Europa ou até, nos EUA, encontra referências idênticas que dão conta de uma diminuição muito sensível do nível académico dos alunos universitários e dos seus professores. A situação em Portugal é contudo particularmente grave. Décadas de lassidão e de displicência (provocadas pela instabilidade das políticas mas também por interesses corporativos) tornaram a Escola o ninho de interesses e não a antecâmara necessária e exigente para a vida universitária.

O crivo que devia de existir no acesso ao Ensino Superior alargou-se de tal forma, desde logo para adiar a entrada no mundo do trabalho e depois e sobretudo, para produzir estatísticas para gáudio dos estatísticos europeus que se instalou no ensino superior uma anti-meritocracia. Forjou-se a percepção perigosa que todos tinham “direito” a completar uma formação superior, independentemente dos méritos ou esforços. Onde se precisava de exigência encontraram-se facilidades. Onde se deviam forjar cidadãos livres, ativos e conscientes quiseram criar uma sociedade de escravos, bestializados por Jogos constantes, Entretinementos e por “fazedores de opinião” enfeudados ao Sistema.

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Balanço sobre o atávico (?) atraso de Portugal

António Cândido Franco

António Cândido Franco

“…as terríveis e descabeladas imperfeições do presente, como a monopolização viciosa da vida política portuguesa pelos partidos, ou a curta visão geopolítica dos que nos governam, ou ainda a escandalosa falta de distribuição de riqueza, têm todas as condições para ser ultrapassadas dentro do ideário republicano”
António Cândido Franco
Revista Nova Águia
Número 6

Terão, decerto, e prova disso mesmo nos é dada pelo exemplo das outras repúblicas europeias que nestes cem anos continuam a serem mais desenvolvidas, do ponto de vista económico, social, cultural e científico que nós… O mal não reside na questão do regime. O atraso atávico (e fatal?) de Portugal não assenta numa opção errada ou certa em Monarquia ou República… é de facto irrelevante se quem se senta no mais alto assento da nação se auto-intitula “Rei” ou “Presidente”, como escrevia Alexandre Herculano… Um mau Rei pode sempre ser legalmente deposto e um mau Presidente pode sempre perder eleições… um Rei competente (ainda que destituído de Poder Político explícito) pode motivar ao progresso de um Estado e um Presidente (com tantos poderes como “a rainha de Inglaterra”) pode também pela via do Exemplo e das intervenções públicas contidas e cirúrgicas no seu conteúdo e precisão ultrapassar em muito a influência teórica das suas funções presidenciais… assim o queira fazer, o que não tem sido o caso com Cavaco Silva, deve dizer-se…

O grande tumor do regime, não é efetivamente a sua forma… é a sua apropriação por uma clique de famílias que desde finais do século XVIII controlam efetivamente o país, repartindo o poder político e económico entre si e a uma camada subalterna de sabujos e lacaios. Ao longo destes últimos 3 séculos e meio mudaram de forma e nome várias vezes, mas mantiveram sempre a pureza do seu sangue casando entre si, mantendo as fortunas em mãos próprias e disponíveis para alavancar a ascensão de representantes seus ao Poder e criando estruturas e mecanismos que lhes permitiam manter-se no Poder, alternando a sua posse explícita entre Famílias, de forma a induzir as massas sobre a ilusão da existência de uma “alternância” ou “rotativismo”…

É devido ao Império e ao Sequestro da Res Publica promovido, orquestrado e exercido por estas Famílias que Portugal segue sendo, hoje, ao fim de mais de cem anos de República, ainda um dos países mais desiguais da Europa, onde a chocante exibição de riqueza e luxo mais coexiste com salários de miséria, desemprego crónico e pobreza infantil. Hoje, como em todas as crises económicas dos ultimos cem anos, os Ricos continuam a não serem afetados, nem fiscalmente (o Estado que eles dominam, não quer criar mecanismos que criem Justiça Fiscal), nem economicamente… mas a cada crise, são diminuídos os direitos das camadas inferiores desta pirâmide social e os níveis de controlo são fortalecidos… ontem usavam a Inquisição, depois a PIDE e a Censura… Hoje usam o controlo total dos Media e das “empresas de sondagem” para preservarem o seu monopólio…

A esta cáfila de parasitas que se desenvolve em, talvez, pouco mais de 400 famílias portuguesas (muitas deles com nomes estrangeiros) não tem uma visão estratégica ou de Futuro para o país. Se Portugal não tem rumo definido, tal deve-se ao facto desta sua “elite” ter escolhido não o ter desde meados do século XVIII. Aos nossos “senhores” interessa apenas manter o Status Quo, um equilíbrio podre mas conveniente que os mantêm no topo da pirâmide ecológica e transforma a grande mole dos portugueses em escravos dóceis e passivos, pela via da religião, da repressão ou – mais modernamente – da injeção de doses massivas de imbecilidade e passividade pela televisão, pelo seu controlo total dos Media e pela disponibilização de meios de alienação mental muito eficazes como o Futebol ou o Medo (do desemprego, da fome, da miséria, etc).

Cândido Franco acredita que esta “ditadura dos 400” pode ser vencida dentro do sistema republicano… nós também. Mas ansiamos em ver sinais do fim deste sequestro da República por esta grande “famiglia”… e queremos antevê-los em certos fenómenos recentes, como a aparição de uma candidatura presidencial realmente independente da partidocracia, a de Fernando Nobre e a Petição em prol de uma verdadeira democracia representativa.

Categories: História, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Quids S22: A que força policial pertenciam estes homens?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Professor José-Martinho Montero Santalha: “A previsível pertença da Galiza à CPLP”

A previsível pertença da Galiza à CPLP

Sim, realmente a Comunidade de Países de Língua Portuguesa tal como está constituída neste momento dá cabida fundamentalmente a estados independentes. O caso da Galiza, como é um pouco diferente, tem que inventar uma maneira nova de estar presente. Creio realmente que não há, não deve haver, no campo político nenhuma dificuldade decisiva, porque em primeiro lugar a Galiza e Portugal? por exemplo, são ambos membros da União Europeia, quanto que a Galiza forma parte da Espanha e a Espanha também é da União Europeia; enfim, isso levou consigo, como sabemos, à politica supressão das fronteiras que foi para nos uma grande vantagem. (…) a situação política no substancial não mude porque nós não pretendemos deixar de formar parte do Estado Espanhol, mas a comunidade linguística está por cima dessa fronteira”
entrevista ao Professor José-Martinho Montero Santalha, presidente da AGAL

A estrutura atual da CPLP não permite contudo a adesão de uma “região”, como Goa, Malaca e, sobretudo, da geradora matricial da língua portuguesa, a Galiza. A CPLP tem uma missão histórica a cumprir no mundo: o de unir todos os povos de língua portuguesa, estejam eles onde estiverem, independentemente do país onde residam e sem entrar em colisão com este.

Pelo menos na sua fase atual, nada obsta a que uma região (ou no caso galego, uma “nação”) adira à CPLP, aumentando no processo a sua capacidade e esfera de ação e realizando a devida reintegração das comunidades lusófonas dispersas pelo mundo fora numa só comunidade.

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Solução para a Recessão: Exportar. Ou não. Será que todos a podem seguir ao mesmo tempo?

A “grande saída” para que em 2011 a economia portuguesa não entre em recessão é – segundo o OE2011 – que as exportações possam compensar a queda do consumo do Estado e das famílias. O problema é que toda a gente, em todo o mundo, está a pensar fazer o mesmo… Isso mesmo disse Youssef Boutros-Ghali, do FMI que reconheceu que a vontade expressa por vários países de saírem da crise pela via do aumento das exportações “é um problema”.

As exportações podem vir a revelar-se importantes para compensar a quebra nos consumos internos que resulta na Europa dos orçamentos restritivos que se tornaram regra na Europa, e são efetivamente cruciais no reequilíbrio do comércio mundial, que desde a década de 90 está desequilibrado a favor da China, que acumula excedentes comerciais cada vez maiores e reservas de divisas crescentes. Ou a China começa também a cumprir a sua parte no comércio mundial, consumindo e importante ou só resta ao resto do mundo defender-se e reestabelecer as barreiras comerciais cuja supressão levou a este desequilíbrio.

Os países exportadores da atualidade, como o Brasil e a China têm que participar mais, decerto e – no caso chinês – parar de acumular superavits e divisas em moeda estrangeira e passar a investirem mais no desenvolvimento do seu próprio povo e nas redes mundiais de comércio.

Mas sobretudo, mais do que fazer com que a “fábrica do mundo” se torne num membro pleno do comércio mundial, importando, onde hoje só exporta, há também que por os olhos no Brasil e perceber que este país lusófono conseguiu escapar imune à Recessão Global que começou em 2008 pela força do seu mercado interno e reformular as economias e os planos de recuperar as economias em crise em torno do aumento das exportações (irrealista, de resto, por causa da agressividade chinesa e da sua política cambial) e fazê-la assentar num aumento da produção local, para consumo local, não pela via do recurso à louca espiral do crédito crescente, mas pela mais saudável via da Relocalização das Economias.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1680871

Categories: China, Economia | 1 Comentário

Quids S22: Quem é esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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O que fazer se… lhe roubam comida do frigorífico, no trabalho?

Sabe aqueles frigoríficos partilhados que algumas empresas têm nos escritórios e onde há uma inusitada tendência para desaparecerem coisas? Pois, na minha há uma coisa dessas e fenómenos desse jaez… razão pela qual andei na Internet em busca de inspiração (ver fonte) e matutei sobre formas de impedir tais roubos mesquinhos mas… irritantes.

Há várias maneiras de combater este fenómeno… eis algumas dicas:

1. Coloque a sua refeição num saco selado e opaco antes de o colocar no frigorífico. Se o ladrão não vir o conteúdo estará menos motivado para o roubar.

2. Coloque num autocolante o seu nome e a data. Alguns serão dissuadidos simplesmente por saberem que estão a roubar a uma pessoa específica e não a qualquer anónimo.

3. No autocolante mencionado em 2, coloque uma data que pareça indicar que o alimento já não está em condições, por exemplo, que tem mais de uma semana, mas faça sempre essa correção você próprio, mentalmente, claro…

4. Coloque a sua refeição o mais longe possível no frigorífico, ou nas últimas prateleiras, ou nas primeiras, e sempre ao fundo… a maioria dos ladrões são calaceiros e roubam aquilo que é mais fácil (e rápido).

5. Coloque um texto na porta do frigorífico denunciando o que se está a passar, envie mensagens de correio interno ou publique tal informação no portal corporativo. Expor a situação publicamente vai dissuadir alguns destes ladrões, porque a questão deixa de ser entre “você e ele” para ser uma questão pública.

6. Compre em conjunto com os seus colegas caixas com fechaduras e ocupem o frigorífico com elas. Se o espaço for preenchido totalmente com estas caixas e se estas forem suficientemente grandes, ninguém se atreverá a levar consigo uma caixa grande pelos corredores fora…

7. Em cada roubo, deixe um post-it colado no frigorífico descrevendo o que, quando, e a quem foi roubado. Personalizar o roubo dissuade alguns ladrões

Fonte principal:
http://www.ehow.com/how_5707668_stop-stealing-food-office-refrigerator.html

Categories: Sociedade | 12 comentários

O relatório “Greco” sobre a Partidocracia portuguesa

O grande responsável pela grave situação em que se encontram hoje mergulhadas as nossas contas públicas é a partidocracia e, nela, os ditos “partidos de Poder” que nos regem desde 1975 em malsana Rotatividade ou “Alternância Democrática”. São estes agentes exclusivistas, que não toleram mais ninguém e que se apoderam de todo o espaço de intervenção cidadã que raptaram o Estado e tomaram como seu, pretendendo confundir-se com ele, guardando para si todos os benefícios que lhe conseguem extrair.

São também estes os partidos que um relatório recente do “Grupo de Estados contra a Corrupção” (Greco) sobre as contas partidárias dos partidos políticos portugueses e que segundo o Greco seriam das mais opacas da Europa… O grupo recomenda que “se tomem medidas para garantir que se torne público de forma expediente as informações apropriadas contidas nas contas partidárias anuais e das contas eleitorais”. Boa Sorte! Porque tais medidas teriam que provir dos próprios visados, os mesmos que vivem tranquilamente dessa mesma opacidade que lhes permite esconder todo o tipo de “donativos” suspeitos, gastarem fortunas doidas nas campanhas de forma a assegurarem que o Poder nunca sai das camarilhas onde está habituado a dormir e de que… os políticos reformados encontrem sempre emprego nas empresas dos maiores “doadores”.

O relatório é arrasador nas críticas que deita também sobre os crónicos atrasos na chegada das contas ao Tribunal Constitucional e recomendam que se torne obrigatória a sua divulgação durante as campanhas eleitorais, a intervalos regulares por forma a aumentar a transparência e na própria qualidade das mesmas.

O Greco critica também a aplicação das coimas aos partidos, cronicamente mal documentadas e dispersas entre as suas entidades locais e nacionais recordando que “partidos políticos já foram condenados pelo Tribunal Constitucional por não terem as contas consolidadas” o que abre margem a muita manobra contabilística de bastidores, assume implicitamente este relatório…

O relatório do Greco deixa bem claro que a partidocracia não tem feito nada para corrigir a opacidade das suas contas e admite indiretamente que esta falta de transparência tem servido para financiamentos turvos, ilegais e para camuflar uma corrupção que se sabe endémica, generalizada e cronicamente impune. Há que reformar o Sistema Político português, portanto, mas a terá a partidocracia que dele se apossou vontade, força ou energia para se reformar a sistema de que se apossou e de cujo status quo depende? É duvidoso e é por isso mesmo que o MIL: Movimento Internacional Lusófono lançou ESTA petição.

Fonte:
http://www.publico.pt/Sociedade/contas-dos-partidos-criticadas-na-europa_1470124

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Quids S22: De quem é este iate?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Rui Pedro Soares: Aumento de 1329% de 2007 para 2009

http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com

wehavekaosinthegarden.blogspot.com

“Aumento de 1329% no ordenado
Em 2002, o gestor recebia 20 mil euros. Em 2007, passou para um milhão e em 2009 para um milhão e meio de euros.
(…) Zeinal Baiva preferiu coloca-lo na subsidiaria PT Investimentos Internacionais, para tratar das relações com os países de língua portuguesa. Oficialmente, a PT diz que não é director mas segundo noticiou o Correio da Manhã, ganha 10 mil euros mensais, tem direito a carro da empresa e a secretária pessoal.”

Sol 3 de dezembro de 2010

A história deste Boy do PS não é – infelizmente – única. Houve, há e haverá por aí, muitos “Ruis Pedros Soares”. Não é aqui mais espantoso que depois de tudo o que se disse e escreveu sobre este Boy ele esteja ainda nos quadros da PT gozando um faustoso vencimento e acumule luxuosas regalias. O que é mais espantoso é que os portugueses continuem nas sondagens a escolherem em massa os dois partidos que repartem entre si as prebendas do Poder, distribuindo-os pelos Boys mais fiéis.

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

A empresa norte-americana “Orbital Sciences” está a propor à NASA um novo veículo capaz de levar até 4 astronautas até órbita pelo menos até finais de 2015

A empresa norte-americana “Orbital Sciences” está a propor à NASA um novo veículo capaz de levar até 4 astronautas até órbita pelo menos até finais de 2015. A proposta enquadra-se na segunda fase do programa comercial de transporte de abastecimentos e passageiros para a Estação Espacial Internacional (ISS) que deverá arrancar já em março de 2011.

O novo veículo espacial será lançado por um foguetão Atlas 5 e será capaz de atracar na ISS e deverá realizar os primeiros testes a partir de 2014. A nave será controlada remotamente e transportará 3 astronautas e um turista espacial. O veículo utilizará as tecnologias já atualmente disponíveis no mercado e terá um sistema de escape de emergência a ser usado em caso de catástrofe no momento do lançamento.

A comercialização do lugar turístico do veículo estará a cargo da Virgin Galactic, empresa que também fará testes com o seu WhiteKnightTwo.

Com esta proposta, a Orbital concorre ao contrato de 20 milhões de dólares da NASA do programa CCDev 2, fundos que serão empregues no desenvolvimento do seu projeto mais importante, o “Dream Chaser”, um veículo orbital de 6 lugares.

Fonte:
http://www.spacenews.com/civil/101213-orbital-virgin-ccdev2-bid.html

Categories: SpaceNewsPt | 1 Comentário

Quids S22: Quem construiu esta casa?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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“A dívida pública em 2011 será a mais elevada desde 1850”

“A dívida pública em 2011 será a mais elevada desde 1850. Vai bater o anterior máximo registado na última década do século XIX, quando o país foi forçado a declarar bancarrota parcial.”
Jornal Sol 12 de dezembro de 2010
João Paulo Madeira

A questão então é saber quando é que isto vai acontecer… não é mais saber se vamos ou não entrar em bancarrota, é saber quando. A dívida externa subiu de forma extraordinária sobretudo a partir de 2005. Mas já antes (e a partir do Cavaquismo) assumia dimensões preocupantes. Este fenómeno é assim a herança plena da partidocracia PS-PSD-CDS que nos tem governado em Rotativismo nas últimas décadas. Quando entrarmos em Bancarrota (já não escrevo “se”) os portugueses devem esquecer a sua tradicional “falta de memória política” e responsabilizar nas urnas os responsáveis pela situação terminal em que Portugal se encontra hoje. Temos já eleições em janeiro de 2011 e interrogo-me: Os responsáveis por este estado de coisas que se apresentam ao sufrágio (Cavaco e Alegre) serão punidos por aquilo que fizeram (Cavaco) ou deixaram fazer (Alegre), ou pelo contrário, os portugueses irão comportar-se como um bando de carneiros?

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“Em três anos, norte-americanos e europeus injetaram um valor recorde de 1860 mil milhões de euros nas suas economias”

Banco Central Europeu (http://www.indiabuzzing.com)

Banco Central Europeu (http://www.indiabuzzing.com)

“Em três anos, norte-americanos e europeus injetaram um valor recorde de 1860 mil milhões de euros nas suas economias, mais do que o PIB do Reino Unido e 10 vezes o PIB português. Ainda que seja consensual entre especialistas que há excesso de liquidez no mercado, a verdade é que as pessoas não sentem mais dinheiro no “bolso”, porque o dinheiro injetado pelos bancos centrais não está a chegar à economia real.
(…)
“A base monetária tem vindo a crescer em ritmos elevados: em 3 anos, aumentou 32% nos EUA, e 27% na área do Euro. Chegou-se a excesso de liquidez devido às preocupações com o crescimento mundial e o desemprego. (…) A insistência das autoridades nesta estratégia mostra que estão sem instrumentos para pôr as economias a crescer.” (…) a banca devia esforçar-se para orientar recursos para as PMEs pois as grandes têm mais facilidade de acesso lá fora. (…) os empréstimos para compra de casa”

Jornal Sol 10 de dezembro de 2010

O grande problema de todas estas monstruosas, constantes e aparentemente infindáveis injeções de capital é que não estão a chegar à economia. No essencial, têm servido apenas para tapar buracos deixados pelos desvairos dos investimentos opacos feito durante dez anos e muito pouco deste dinheiro derramado sobre o sistema financeiro chegou de facto à economia real.

Os governos erraram ao salvarem os Bancos falidos. Para salvarem da falência os seus donos, accionistas e gestores, os políticos (financiados por estas gentes…) entregaram dinheiros públicos aos banqueiros, mandaram imprimir mais dinheiro (arriscando inflação) e ordenaram aos Bancos Centrais que descessem as taxas de juro até valores simbólicos. A dimensão da derrama e a sua evidente incapacidade para deter a progressão da crise deviam já ter feito inflectir a Recessão. Se não o fez já, não o fará. Importa pois para a economia real novas injeções de Capital para o Emprego e para a Produção e não mais para um Sistema Financeiro fechado sobre si mesmo e que prefere gastar esse novo Capital em novos investimentos opacos, em depósitos milionários ou em especulações sobre produtos, encarecendo-os e provocando vagas de fome.

Os Governos devem deixar que os Bancos Falidos fechem as portas, aplicando os recursos que gastam ao tentar salvá-los para devolver os depósitos aos seus depositantes e assim punindo os accionistas e gestores que deixaram as suas empresas chegarem a esta situação. E aplicar os recursos remanescentes em estímulos que cheguem mesmo à economia real, usando sem pudor a figura da nacionalização (ainda que temporária) de empresas situadas em situação difícil, mas cuja existência seja estratégica para uma economia nacional.

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Quids S22: Como se chamava este edifício?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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Vídeos da Cerimónia de Homenagem a Carlos Pinto Coelho realizada a 22 de janeiro na sede do MIL

 

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A ideia da “Economia da Suficiência”

O rei da Tailândia Bhumibol Adulyadej (http://www.soravij.com)
O rei da Tailândia Bhumibol Adulyadej (http://www.soravij.com)

“Na Tailândia, há anos atrás, o Rei Bhumibol Adulyadej definiu como máxima a ideia da Economia da Suficiência, lema que se veio a estender mundialmente com as recentes perspectivas de sustentabilidade, também reforçadas pelo movimento das alterações climáticas. A “economia da suficiência” destaca a importância dos bens não materiais para a vida e felicidade das pessoas.”

> como escrevia Agostinho da Silva na sua passagem pelo Brasil, no Estado de Santa Catarina, “só depois de encher a barriga há tempo para filosofar”. Num texto que escrevemos no ano passado para a revista Nova Águia também defendíamos a “economia da cultura”, como uma forma de alavancar um crescimento económico em valores bem mais perenes e significativos que a mera produção de “coisas”, eternamente substituíveis a cada nova moda ou fase de Design que deveriam ser substituídos pela produção descentralizada, democratizada e livre, se bens culturais. As estimativas de que 17% da riqueza gerada em Portugal está diretamente ligada à língua demonstram a importância da Cultura para uma economia moderna e o notável valor de 50% de peso do setor cultural na economia da cidade de Nova Iorque mostra o quanto podemos crescer a partir do patamar atual. Num mundo de escassez crescente de matérias primas, de necessidade imperiosa de redução dos consumos de energia e de emissão de CO2, há que desviar as prioridades da Economia da Produção de Bens e Serviços redundantes e frequentemente inúteis e modistas para a felicidade e para a satisfação de todas as necessidades básicas dos cidadãos. Não se trataria assim de “tercializar” a Economia para a Cultura, mas de a transmutar numa Economia da Cultura, em que a prioridade seria dada à satisfação local de todas as necessidades básicas, especialmente as alimentares e energéticas.

“Claro que o dinheiro e os bens materiais são importantes. Mas o seu valor marginal decresce à medida que este aumenta, e a partir de certo momento são outros aspectos da nossa vida – família, comunidade, realização profissional, etc – que fazem a diferença e nos ajudam a viver mais felizes.”

> Um dos grandes desequilíbrios da sociedade de consumo foi esta ligação doentia que os Media, a Cultura de Massas e o Consumo quantidades crescentes de Bens Materiais com a Felicidade e a Realização pessoal que estiveram na base de uma autentica esquizofrenia coletiva que hoje carateriza as sociedade da atualidade. Ligar Consumo a Realização é doentio, porque nunca ninguém poderá ser feliz se se reduzir à mera condição de consumidor passivo, dócil e se cercear as suas capacidades cívicas, a sua consciência e liberdades individuais para se tornar num carneiro, num ponto anónimo numa manada sabiamente manuseada pelos poderosos aparelhos de marketing das grandes multinacionais. Ser Livre é assim ser Consumidor consciente e independente da pressão e das manipulações psicológicas das máquinas da publicidade e do marketing.

“Paradoxalmente, é essa ênfase nos aspectos nas materiais da vida das pessoas que tem possibilitado o crescimento económico sustentável em países como a Tailândia, o Butão ou o Vietname. É o contrário do que temos constatado recentemente no Ocidente.”

> Os modelos de crescimento económico clássicos levaram o mundo à profunda e duradoura crise onde ele se encontra hoje. A prioridade absoluta dada ao mundo financeiro sobre o resto da economia (que absorveu os melhores cérebros em atividades não produtivas) esvaziou de investimentos em investigação, modernização e na melhoria da produção industrial e agrícola. Os detentores de Capital preferiram colocar os seus recursos no meio financeiro (que lhe garantia grandes retornos a curto prazo) do que na economia real. Em consequência, muitas empresas descapitalizaram-se e endividaram-se acima de qualquer razoabilidade. Em vez de tentar seguir Londres e Nova Iorque, o Ocidente devia olhar para Oriente e aprender com as experiências das economias budistas da Tailândia e do Butão, onde o crescimento dos índices GINI, uma medida de felicidade a partir da ponderação de vários fatores apresenta hoje uma medida muito mais fiável sobre o grau de felicidade de um povo que o estafado e batido “crescimento do PIB” ainda hoje preferido pela maioria dos economistas convencionais.

Fonte:
Miguel Pereira Lopes
Jornal Sol 23 de dezembro de 2010

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No começo de 2011, o Irão deverá lançar o satélite “Fajr”

No começo de 2011, o Irão deverá lançar o satélite “Fajr”. O “Fajr” será assim o segundo satélite iraniano, depois do “Omid”, lançado em fevereiro de 2009. Tratar-se-á de um “satélite de reconhecimento” e será seguido pouco depois por um segundo satélite com o nome “Rasad 1” (“observação”) cujo lançamento chegou a estar agendado para agosto de 2010.

O Fajr é um satélite de reconhecimento alimentado por painéis solares e possui um sistema de propulsão que lhe permitirá manter-se em órbita durante longos períodos de tempo.

Fonte:

http://www.defencetalk.com/iran-to-launch-reconnaissance-satellite-30829/

Categories: SpaceNewsPt | Etiquetas: | 33 comentários

Quids S22: Qual é o nome científico desta planta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…


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Lula: “O Brasil pode tornar-se a 5ª economia mundial dentro de 5 ou 6 anos

“O Brasil tem hoje mais 13.2 milhões de empregos do que em 2003, registou em oito anos um crescimento total de 37.3% a uma medida anual de 4%, triplicou as exportações e consolidou a sua posição de economia emergente no panorama internacional – um processo que, segundo o ainda Presidente Lula, pode tornar o Brasil “a quinta economia mundial” dentro de “cinco ou seis anos”.
Jornal Sol 23 de dezembro de 2010

Este crescimento Emprego formal na economia brasileira é talvez o melhor legado que a Presidência Lula lega a Dilma Roussef. Desta forma, alargou-se a base fiscal do Estado, dezenas de milhões de famílias puderam sair da economia subterrânea (frequentemente ligada ao narcotráfico) que domina as favelas do Brasil e assumir um papel de plena cidadania na sociedade deste grande país lusófono.

O crescimento brasileiro alavancou-se saudavelmente nas exportações do setor primário – sobretudo agrícola – e o fortuito providencial da descoberta de reservas notáveis de hidrocarbonetos libertou o país das importações de petróleo que esmagam tantos países (Portugal, p.ex. tem no petróleo metade do seu défice comercial). A riqueza e a abundância dos terrenos agrícolas do Brasil tornou-o ademais num agente vital da economia e da diplomacia mundiais, já que pela dupla mercê da independência petrolífera e da produção de biocombustíveis, o país logrou passar o limite da autosuficiência energética e tornar-se em exportador, isto num mundo onde o Pico Petrolífero onde o petróleo rapidamente alcançará preços absolutamente incomportáveis.

Tal fortaleza económica garantirá ao Brasil um lugar entre as cinco maiores nações do globo nos próximos anos tornando este gigante lusófono numa das maiores potencias mundiais e levando assim o português a um lugar de destaque entre as grandes línguas do mundo.

Categories: Brasil, Lusofonia, Política Internacional | 67 comentários

“Será que os eleitores na Irlanda, em Portugal, na Grécia e em Espanha vão tolerar uma década de austeridade para manterem a união com a Alemanha?”

Wolfgang Munchau (http://www.maastrichtfinanceday.nl)

Wolfgang Munchau (www.maastrichtfinanceday.nl)

“Será que os eleitores na Irlanda, em Portugal, na Grécia e em Espanha vão tolerar uma década de austeridade para manterem a união com a Alemanha?”
Wolfgang Munchau
FT, 20.12.10

Não, não vão. As vantagens da moeda única não são assim tão grandes que possam justificar que os povos da Europa tenham que experimentar mais de dez anos de redução constante da qualidade de vida apenas para manter uma moeda que nunca foi ajustada às suas sociedades e economias e que, de facto, desde o princípio, apenas serviu a Alemanha, o país que mais beneficiou do euro, com um padrão de exportações que se dirigia essencialmente para a zona euro e induzindo ao endividamento crónico dos países do sul.

Quer porque a Alemanha acha que não deve suportar os seus parceiros na União Europeia, quer porque os países do Sul (e a Irlanda) acham que para manterem o euro não devem cair nos níveis de vida até à década de 70, algo é certo: o Euro morreu. E urge começar a preparar o funeral desse zombie monetário e a lançar os fundamentos para uma cada vez mais urgente independência monetária que alavanque as nossas exportações e possa servir de barreira contra importações não-reprodutivas.

Categories: Economia, Política Internacional | 44 comentários

Quids S22: Quem pintou este quadro?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A pirataria somali chega a Moçambique. E onde está a “Força Lusófona de Manutenção de Paz”?

Fuzileiros moçambicanos em instrução (http://northshorejournal.org)

Fuzileiros moçambicanos em instrução (http://northshorejournal.org)

O navio pesqueiro moçambicano Vega 5 foi capturado por piratas somalis quando navegava nas águas entre a costa moçambicano e a da Madagáscar. O navio foi depois avistado ao largos do arquipélago das Comores, sendo rebocado por um barco pirata e nunca mais respondeu a nenhuma chamada de rádio. O pesqueiro tem um comprimento de 24 metros e uma tripulação de 14 marinheiros, entre os quais se contam pelo menos dois galegos.

Esta é a primeira vez que se regista atividade dos piratas somalis tão a sul e a primeira vez que um navio lusófono se encontra cativo destes bandos de piratas. A marinha moçambicana opera apenas alguns patrulhas, recentemente oferecidos pelos EUA, faria assim todo o sentido que o – ainda em gestação – braço militar da CPLP convocasse os seus países membros para que no âmbito de uma Força Lusófona de Manutenção de Paz pudesse auxiliar no reforço da proteção marítima das costas moçambicanas e em eventuais operações de salvamento que possam vir a revelar-se serem necessárias. Contudo, nada está previsto…

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/20887/

Categories: DefenseNewsPt, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | Etiquetas: | 4 comentários

“Este Estado falido não vai conseguir suportar o SNS, a escola pública e a Segurança Social Pública. Tem de ser atacado o Sistema: partidocrático, aparelhístico, que esgotou as riquezas do Estado e divide as migalhas com os mais próximos”

“Este Estado falido não vai conseguir suportar o SNS, a escola pública e a Segurança Social Pública. Tem de ser atacado o Sistema: partidocrático, aparelhístico, que esgotou as riquezas do Estado e divide as migalhas com os mais próximos”
Alfredo Barbosa
i 21.12.10

Acabou. O Estado tal como o conhecemos, acabou com a Bancarrota que se aproxima a passos largos e que perante um crescimento económico tímido e resultante de uma assassina tercialização da nossa economia é hoje, inevitável.

Este Estado tentacular, que sorve mais de metade da riqueza nacional, profundamente clientelar e severamente infetado pela partidocracia e pelos seus boys e boyas, não tem futuro e irá falir no mesmo momento em que for declarada a bancarrota.

A grande questão estará em saber o que se vai seguir a um dos Estados mais desproporcionados e ineptos da Europa: será engolfado por uma vaga de protestos e revoltas sociais (raríssima na nossa História) ou sairá incólume através de um reforço do controlo dos Media pelos grandes grupos económicos que dele são cúmplices? Ou… será que o grande desígnio de uma “descentralização municipalista” promovido pelo MIL poderá surgir como uma alternativa válida e credível a este insustentável estado de coisas?

Categories: Política Nacional, Portugal | 5 comentários

Quids S22: Em que arquipélago foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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