Daily Archives: 2010/12/16

Wikileaks: Do péssimo desempenho das forças britânicas no Afeganistão

Há uma crença generalizada de que as forças militares britânicas se contam entre as melhores do mundo. Ora essa crença recebeu um golpe violento com a divulgação pela Wikileaks da opinião de diplomatas norte-americanos segundo os quais os militares britânicos teriam tido uma “péssima prestação” no terreno de batalha, na província afegã de Helmand, entre 2007 e 2009.

Os diplomatas norte-americanos dizem que os britânicos não foram capaz de assegurar níveis mínimos na província e que “foram incapazes de se relacionarem com a população de Helmand”. A incapacidade britânica terá sido tal que o presidente Karzai “teria ficado contente ao saber que seriam substituídas pelos Marines dos EUA” e em janeiro de 2009, o governador provincial de Helmand, Gulab Mangal, declarou a Joe Biden que era urgente a chegada das forças americanas porque os britânicos “não garantiam a segurança de Sangin, nem sequer no principal bazar da cidade” acrescentando “Não tenho nada contra eles [britânicos] mas têm de sair das suas bases e contactar a população”.

Estas indicações são reflexo de uma percepção generalizada de que o Reino Unido não estava preparado para uma guerra de tão elevada intensidade, travada num cenário tão longínquo e adverso como o afegão. Depois de décadas de desinvestimento na Defesa e perante um desafio muito superior às suas capacidades o exército britânico nas soube estar à altura dos seus pergaminhos e deu esta triste figura de si.

A baixa moral das forças britânicas no Afeganistão já era comentada há muito nos meios da OTAN e o facto de as suas baixas sem mais altas, aqui, do que (proporcionalmente) as próprias baixas durante a Segunda Grande Guerra explicam as críticas afegãs quanto aos britânicos “não saírem dos quartéis”… embora o temperamento tradicional britânico – entre o reservado e o arrogante – tenha também dado a sua quota parte para esta avaliação.

Fonte:
http://www.publico.pt/Mundo/forcas-britanicas-no-afeganistao-acusadas-de-incompetencia_1469307

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Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: , | 17 comentários

Quids S22: Quem tirou esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

 

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A China tem nos seus cofres mais de 2.4 biliões de dólares

Depois de duas décadas de exportações crescentes, hoje, a China tem à sua disposição a maior reserva em divisas estrangeiras do mundo e isto apesar da maioria da superpopulação viver ainda em condições absolutamente degradadantes e desumanas… Com efeito, depois de duas décadas como “fábrica do mundo”, Pequim alberga agora nos seus cofres mais de 2.4 biliões de dólares. Atrás, bem atrás, está o Japão que apesar de estagnado desde meados da década de 90 ainda conserva cerca de 1 bilião de dólares em divisas estrangeiras.

Embora não existam certezas, devido ao estilo discreto com que Pequim gere os seus fundos, supõe-se que 2/3 das suas reservas estejam aplicadas no estrangeiro, sobretudo nos EUA. Sem estas aplicações, aliás, não seria possível aos norte-americanos manterem o seu elevado nível de consumo quando a maioria da sua indústria ja foi deslocalizada para a… China.

Mas este equilíbrio é agora impossível: a China começa a acreditar que comprar Dívida Soberana em tais montantes é perigoso para a segurança destes investimentos, e abrandou o seu ritmo e os EUA não podem continuar a acumular défices comerciais e dívidas públicas monstruosas sem acabarem por levar as suas finanças à bancarrota. O mesmo em relação à Europa, onde a crise do Euro e das Dívidas Soberanas dos países periféricos mostrou aos chineses os riscos de continuarem a aplicar os seus excedentes no estrangeiro.

A China compreendeu assim que nas pode continuar a aplicar os seus excedentes nem na Europa, nem nos EUA. E que urge diversificar os seus investimentos… Por enquanto parecem interessados em comprar grandes empresas nos EUA e a assegurarem posições dominantes nos países ricos em recursos naturais, em África. Mas se em África (pelas fragilidades económicas e democráticas locais) tal possessão do tecido económico local parece mais pacífica, o mesmo não se passa nem nos EUA (onde o Congresso tem bloqueado varias tentativas de aquisição chinesas), nem na Europa.

A China tem hoje capital para adquirir a maioria das maiores e mais rentáveis empresas do mundo. E numa época onde o “nacionalismo económico” é ainda um sacrossanto dogma neoliberal, tem condições para apostar a pleno nesta sua nova estratégia de aplicação de Capital, de facto. Mas estaremos nós disponíveis para ver a “fábrica do mundo” ser também a proprietária de todas as grandes empresas que (por alguma razão) não sejam deslocalizáveis? Será tal imperialismo económico saudável para as nossas economias? E, enfim, aceitará a população chinesa viver nas condições sub-humanas em que vive hoje, sem um Sistema de Saúde universal ou pensões de reforma dignas, sabendo que o seu Governo tem tamanhas reservas de Capital aplicadas no estrangeiro?…

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=454711

Categories: China, Economia, Política Internacional | 2 comentários

Lauro Moreira: “Nos seus 5 séculos de existência, o Brasil esteve simbioticamente ligado a Portugal por pelo menos 400 anos”

Lauro Moreira (http://imgs.sapo.pt)

Lauro Moreira (http://imgs.sapo.pt)

“Nos seus 5 séculos de existência, o Brasil esteve simbioticamente ligado a Portugal por pelo menos 400 anos, 316 dos quais como Colónia, seis como Reino Unido e quase 60 como país independente, sob as coroas de Pedro I (Pedro IV de Portugal) e Pedro II. E ao se independentizar, recebe como legado um território continental, uma língua comum e uma invejável plasticidade no seu relacionamento étnico e social, ou seja, uma enorme capacidade para absorver e digerir o outro, o diferente, numa verdadeira antropofagia cultural.”
Lauro Moreira

Agostinho da Silva costumava dizer que um dos maiores feitos de Portugal no mundo fora o de dar nascimento a um país que – pelo seu esforço e vontade – conseguiu manter a coesão continental num subcontinente onde a desagregação foi a regra. No continente americano o Brasil goza assim de uma invejável estabilidade nacional que lhe advém diretamente da sua História e da união com Portugal. Dizemos “união” e não “colonização” não por causa de um qualquer branqueamento histórico que se queira realizar, mas porque o termo “colónia” é de facto inadequado para descrever a natureza do relacionamento de Portugal com o Brasil.

Categories: Brasil, Lusofonia, Portugal | 4 comentários

Quids S22: Que série era esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S22 | 9 comentários

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