Daily Archives: 2010/12/14

Quids S22: Que cidade era esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S22 | 9 comentários

Jorge Braga de Macedo: “Entre 1501 e 1800, Portugal e a Prússia falharam o pagamento da sua dívida uma vez em 1560 e 1683”

Entre 1501 e 1800, Portugal e a Prússia falharam o pagamento da sua dívida uma vez em 1560 e 1683, respetivamente, enquanto que no mesmo período houve seis bancarrotas em Espanha e mais ainda em França. Durante o século XIX, Portugal, Grécia, Prússia e Áustria falharam pagamentos 5 vezes, Grécia 4 e Espanha 7 vezes.
Futuro e História da Lusofonia Global
Jorge Braga de Macedo

Falhar o pagamento de uma dívida externa não é portanto uma situação terminal. Não consta que nenhum destes países tenha desaparecido ou sido anexado por um dos seus vizinhos.

As bancarrotas são processos de ajustamento normais nas economias e foram bastante comuns em diversos períodos da História do Homem. Ocorrem sempre que uma dada economia começa a gastar mais do que produz e tenta compensar essa diferença pedindo empréstimos crescentes ao exterior até um ponto tal em que deixa de ser possível cumprir o serviço da dívida e esse Estado, esgotado, declara a insolvência e a bancarrota.

Nos anos seguintes ocorre um inevitável e saudável ajustamento e não é o fim do mundo… As importações que eram realizadas à custa de crédito crónico e insustentável são contidas. As contas públicas saneadas e abrem-se condições para um novo período de recuperação e prosperidade económica. São certamente anos turbulentos – que é preferível evitar – com muita contestação social, pobreza generalizada, mas a aplicação da moratória de uma dívida ou uma pura e simples bancarrota tem também vantagens económicas.

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Atenção ao que Espanha se prepara para fazer aos rios portugueses

Atenção ao que Espanha se prepara para fazer aos rios portugueses. Madrid já delineou uma estratégia de desvios massivos de água dos rios internacionais e há muitos anos que não cumpre os mínimos de passagem de água em praticamente nenhum rio internacional. A situação só não tem sido mais grave porque a pluviosidade tem sido mais intensa em Portugal do que Espanha, o que tem compensado os desvios espanhóis…

A situação tem sido particularmente grave no Guadiana, onde a agricultura intensiva (que ironicamente abastece a maior do consumo de alimentos em Portugal) exige a água que Espanha desvia do Guadiana e que agora – segundo os planos de Madrid – será também desviar para a Andaluzia a água dos rios internacionais do centro e norte da Península, prejudicando ainda mais Portugal.

A fraqueza e timidez de Lisboa perante uma tão grave ameaça a Portugal é atroz: Estes desvios irão colocar a causa a agricultura portuguesa, o que resta de produção agrícola que a Europa nos deixou e ameaçará a própria população das grandes cidades portuguesas. No total, esta ameaça espanhola pende sobre 3 milhões de portugueses e sobre a importante barragem de Alqueva e toda a agricultura alentejana que dela depende.

Espanha tem sido surda aos interesses portugueses, cuja diplomacia tem optado por uma atitude discreta que não tem provado eficácia alguma (basta atentar ao caudal do Guadiana em anos de seca). Perante a atitude de flagrante violação dos Tratados e a vontade de prejudicar seriamente Portugal, resta a Portugal exigir coragem e frontalidade aos seus governantes (ademais, grandes “amigos de Espanha” desde Sócrates a Passos) e apelar à Comissão Europeia que faça o seu dever e que bloqueia os planos espanhóis. Isso ou dar um murro em cima da mesa e exigir que Madrid cumpra a sua palavra.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/agua-provoca-conflito-com-espanha=f618906

Categories: Ecologia, Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 8 comentários

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