Antero de Quental: “A verdadeira força é outra. não é com canhões que havemos de afirmar a nossa vitalidade nacional, mas com perseverantes esforços da inteligência e da vontade, com trabalho, estudo e rectidão”

Antero de Quental (http://afilosofia.no.sapo.pt)

Antero de Quental (http://afilosofia.no.sapo.pt)

“A verdadeira força é outra. não é com canhões que havemos de afirmar a nossa vitalidade nacional, mas com perseverantes esforços da inteligência e da vontade, com trabalho, estudo e rectidão. Nem a nossa dignidade está dependente de um couraçado, ou de dez ou vinte couraçados, mas só e exclusivamente da energia da nossa moral.”
Antero de Quental em 1890
citado em Revista Nova Águia
Número 6

E é precisamente essa a maior fraqueza do Portugal atual: uma profunda decadência moral que tudo corrói e que mina a estrutura de toda a sociedade. A governação pelo Exemplo, que é de facto a única possível e a única verdadeira e profundamente eficaz é, em Portugal, uma inexistência. Os políticos que alternadamente ocupam o Poder deixam passar uma imagem de incompetência, nepotismo, clientelismo e corrupção que expulsa dessa classe todas as pessoas de Bem que poderiam aspirar a carreiras políticas de sucesso e capaz de beneficiar a Comunidade.

Há que realizar uma verdadeira Revolução Moral na nossa sociedade. Expulsar da política todos aqueles que pelo seu (mau) exemplo tornam a Política e a Ação Cidadã algo de negativo e desprestigiante. E essa expulsão só pode ser feita pela via Judicial e Policial. Mas antes, aqueles que bloqueiam o curso da Justiça – na Política e nas Corporações Judiciais – têm que ser afastados. Por via democrática e pela expressa vontade dos cidadãos.

Se hoje existe uma profunda crise moral em Portugal é porque os exemplos que nos chegam de cima, das “elites” regentes levam muitos a segui-la. A renovação é essencial, hoje, à sobrevivência do próprio país, já que da sua falta só pode provir a dissolução do todo nacional no caos e naquela “federação europeia” em que os lacaios do norte da Europa nos querem colocar…

Categories: História, Nova Águia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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One thought on “Antero de Quental: “A verdadeira força é outra. não é com canhões que havemos de afirmar a nossa vitalidade nacional, mas com perseverantes esforços da inteligência e da vontade, com trabalho, estudo e rectidão”

  1. Otus scops

    CP

    concordo com tudo o que Antero de Quental escreve e com as tuas palavras até ao ponto em que o teu ódio primitivo pelos “do norte da Europa” salta para “o papel”…

    gostaria de te dizer que se há coisa boa e que não é aproveitada pelos Portugueses nesta experiência maravilhosa chamada UE são os exemplos de “…perseverantes esforços da inteligência e da vontade, com trabalho, estudo e rectidão…” que “os do norte da Europa” dão todos os dias e que os vaidosos e um pouco trafulhas “do sul da Europa” não querem mimetizar e incorporar no seu quotidiano.

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