Daily Archives: 2010/12/03

Quids S21: Quem era este escritor?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Cavaco Silva e as angústias debatais…

Cavaco Silva é um mau orador, com escasso domínio da palavra e da dialética. Habituado a ser levado em ombros por Media complacentes ou cúmplices, Cavaco tem feito da sua Presidência um autêntico festival de silêncios. Incomodado pela necessidade se debater cara a cara, rosto a rosto, com os seus adversários de Campanha, Cavaco treme.

O seu pavor de ser literalmente cilindrado por adversários oratoriamente mais potentes como Alegre ou com o passado humanitário de Nobre faz Cavaco tentar escapulir-se a qualquer debate. A desculpa para esta fuga começou por ser a “falta de preparação” da candidatura, mas depois – perante o absurdo de uma argumentação idiota – alegou depois uma etérea necessidade de assinar um documento “entre todas as candidaturas para se garantir igualdade de tratamento entre todos.” O que é uma argumentação ainda mais idiota que a primeira: Se alguém não tem o direito de se queixar essa alguém é Cavaco, que aparece todos os dias nos Media até nas mais insignificantes ocorrências e a quem até os mais irrelevantes silêncios ou deglutições merecem amplo destaque.

Incrível é igualmente o local que Cavaco Silva escolheu para produzir estas declarações: Mar del Plata, na Argentina, onde vai participar como Presidente da República na XX Cimeira Ibero Americana: “Estou aqui como Presidente da República e, portanto, não quero falar como candidato” mas falou, e se falou, aparecer com esta apresentação não é a expressao suprema de que usa o seu cargo para fins eleitorais? Sim, é, porque logo a seguir acrescentou “Não devemos ser diferentes dos outros, devemos ser iguais. Temos de assegurar igualdade de tratamento de todos os candidatos”. Curiosamente, nesse dia não passarem nas televisoes declarações de mais nenhum candidato presidencial… todos iguais, portanto, na forma como são silenciados com excepção de Cavaco Silva. Sempre levado em ombros por jornalistas e jornaleiros.

Fonte:
http://www.publico.pt/Pol%EDtica/cavaco-silva-quer-compromisso-assinado-por-todos-os-candidatos-antes-da-realizacao-dos-debates_1469384

Categories: Política Nacional, Portugal | 3 comentários

Concha Rousia: “Lisboa e as nossas palavras”

Lisboa e as nossas palavras
Crónica
Concha Rousia
(…)
“Fomos a Lisboa um grupo de quatro pessoas, Issac Alonso Estraviz, Ângelo Cristóvão, António Gil, e eu. Desta vez para burlar o vento levávamos as nossas palavras escritas em brochuras e pen-drive. A nossa primeira visita foi ao Movimento Internacional Lusófono na Fundação Agostinho da Silva; a conversa demorou bem duas horas boas, ninguém, nem eles nem nós, se queria despedir daquele encontro.
(…)
“Essa mesma noite regressamos à Galiza. A mim o caminho pareceu-me mais curto do que noutras passadas visitas a Lisboa; talvez porque sabemos que a cada vez vamos deixando lá mais amigos, com os que desde já, contar, não só na ACL (Academia de Ciencias de Lisboa), mas tambem no MIL”

Boletim da AGAL 2010

Tive a honra de estar presente nesta primeira reunião (várias depois se sucederiam) entre estes amigos galegos da AGAL e o MIL. Desde esse momento – antes já havia uma suspeita – que percebemos que a defesa da causa da defesa da língua galega ou língua portuguesa da Galiza se deveria eleger como uma das principais causas públicas do MIL. Como conceber um “movimento lusófono” digno desse nome que não erguesse bem alto a bandeira da defesa da continuidade da existência da Galiza enquanto nacionalidade e a causa da sobrevivência da língua portuguesa precisamente onde esta é matricial e original?

A Galiza e os galegos – como Concha Rousia, Isabel Rei, Alexandre Banhos ou Ângelo Cristóvão – poderão sempre contar com o MIL e com todos os lusófonos do mundo.

Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Deixe um comentário

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