Daily Archives: 2010/12/02

Quids S21: Como se chamava esta casa?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 5 comentários

Comentário a texto de Daniel Oliveira sobre a hecatombe irlandesa

Daniel Oliveira (http://www.tintafresca.net)

Daniel Oliveira (http://www.tintafresca.net)

“Os mesmos que apontam o dedo ao excesso de Estado fazem por ignorar a hecatombe irlandesa, onde as suas receitas fizeram a escola toda. (…)
A Europa sofre uma crise de origem económica e política que resulta de duas grandes opções.
A primeira: ter deixado que a livre circulação de capitais corrompesse todos os domínios do capitalismo, deixando-o entregue a jogadores improdutivos e à complexidade de produtos financeiros impossíveis de regular, porque impossíveis de compreender.”

» Hoje em dia movimenta-se num único dia, nos Mercados Financeiros, um valor equivalente a todo o PIB anual da Alemanha. Isto significa que uma parcela crescente de todo o Capital do mundo está hoje concentrado nos setores não reprodutivos – completamente virtuais e financeiros – e logo, escasseia para os setores produtivos da Europa. Esta situação é anómala, duradoura e solidamente assente em múltiplas desregulações realizadas na Europa desde a década de 90 e mantêm-se no essencial inalterada desde a crise de 2008. Este imobilismo é absolutamente incompreensível e da total responsabilidade dos governos e dos partidos que os apoiam.

“A segunda: criámos uma moeda única sem governo político. Este é o caldo perfeito para quem defende a libertação de recursos públicos para os privados através da destruição do Estado Social. Uma agenda que agora se impõe através da chantagem financeira e sem passar pelo crivo da democracia.”

» Concordamos menos com este segmento do discurso de Miguel Portas… O problema não está na falta de um “governo único” já que isso implicaria mais uma severa transferência de soberania para instituições de Bruxelas, livres do escrutínio e censura democráticos. E de falta de democracia na Europa, já estamos servidos, obrigado! Não precisamos de um “governo político europeu” para reger a moeda única. O que precisamos é acabar com essa monstruosidade económica que é uma “moeda única” para realidades económicas entre si… naturalmente que os interesses da Alemanha nunca serao os da Grécia ou de Portugal. E se há “moeda única” hoje é porque esta serve os interesses dos “grandes” da Europa, como se vê aliás na atual “crise das economias periféricas”.

“Quando me pedem alternativas a este orçamento vacilo na resposta. Claro que elas existem. A moral: dividir melhor os sacrifícios. Mas isso não salvaria a economia.”

» Portugal é hoje a segunda economia mais desigual da Europa… Muito devido a uma grande complexidade do sistema fiscal (intencional) e muito distante do sonho da Primeira República que defendia um imposto único (de rendimentos) que levasse ao fim aquilo que era então (1820) já uma grande confusão de impostos cruzados e de sobretaxações múltiplas. Hoje, as leis fiscais são tão complexas que dão trabalho a toda uma classe profissional (os “fiscalistas”) e permitem – pela sua complexidade – espaços múltiplos de fuga que os mais ricos (que podem pagar os serviços dos melhores fiscalistas) usam e abusam para se furtarem aos seus deveres de solidariedade social.

“A racional: apostar no investimento público (…)”

» Sendo que aqui não estamos também de acordo. O estado das finanças de Portugal não permite realizar novos investimentos de grande escala (aeroporto, TGV, nova ponte, etc), mas apenas aqueles que são reprodutíveis e rentáveis a curto prazo, como as barragens, as energias renováveis, etc. Investir sim, mas em pequena escala, sem “parcerias público-privadas” e monitorizando de forma muito cuidadosa a sua aplicação.

“a verdadeira resposta: retirar das mãos da banca os destinos das contas publicas, entregando ao BCE a função de financiar as dividas, e mudar a arquitectura institucional do euro.”

» De novo, concordo parcialmente. Por um lado é profundamente imoral deixar que os Estados tenham que recorrer à Banca para se financiarem sem que o possam fazer no próprio emissor: o BCE. E de facto, não se compreende porque é que os Bancos podem ir buscar dinheiro ao BCE a 1% para depois emprestar a 6% aos Governos…

Fonte:
Daniel Oliveira
6 de novembro de 2010

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

Breve resenha sobre o programa espacial da África do Sul

A África do Sul é – a par da Nigéria e do Egipto – o país africano com o programa espacial mais desenvolvido. Recentemente, numa conferência em Praga, o Dr. Peter Martinez, responsável pelo “South Africa Council for Space Affairs” listou os programas de satélites em que a África do Sul está envolvida.

O Departamento de Comunicações do governo sul-africano recentemente trabalhou na integração do satélite Sumbandila, no SUNSAT, um micro-satélite de 64 kg construído pela Universidade de Stellenbosch, lançado em 1999.

Destes dois projetos, o mais importante foi o Sumbandila, um micro-satélite que foi lançado recentemente e que teve fins essencialmente experimentais. O satélite de comunicações custou cerca de 2.6 milhões de euros e deverá estar operacional até 2013.

Fonte:
http://www.spaceref.com/news/viewnews.rss.html?id=1458

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