Daily Archives: 2010/12/01

Quids S21: Quem era este ator?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 9 comentários

Carlos Reis: “A Galiza e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”

Professor Carlos Reis (http://www.nominuto.com)

Professor Carlos Reis (www.nominuto.com)

“A Galiza e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Galiza tem aí um problema a resolver com o Estado espanhol e tem um problema a resolver também com o Estado Português que não quer ter problemas a resolver com o Estado Espanhol, evidentemente. Portanto há aqui uma triangulação política que é um pouco difícil.”
Professor Carlos Reis
Boletim da AGAL 2010

Não defendo pura e simplesmente a independência da Galiza e a sua saída de Espanha. Acredito profundamente que a “questão galega” é isso mesmo: uma questão galega, que cabe aos galegos resolverem. Em último grau, serão os galegos se querem continuar a sê-lo ou se, pelo contrário, preferem dissolver a sua nacionalidade, a sua língua, enfim, a sua própria essência na “Espanha”. A opção pela sobrevivência da Galiza não está disponível a nenhum lusófono, português, brasileiro ou timorense, existe apenas para os galegos e é aí que se deve desenvolver.

Dito isto, contudo, cumpre-me também exprimir a minha maior simpatia por todos aqueles que neste mundo globalizado e aglutinador procuram manter as suas identidades e línguas próprias, lutando frequentemente contra Golias capazes de agregarem em torno de si meios terríveis e de pisarem todos e quaisqueres limites morais. Esse é o caso de “Espanha”, dessa entidade aglutinadora erguida em torno de Madrid e que historicamente Castela sempre usou para afirmar o seu império a todos os cantos da Península de que Portugal não faz parte por mera casualidade histórica e pelo engenho e arte dos nossos antepassados…

Não ignoramos que hoje se vivem dias dramáticos na Galiza: o número de falantes da língua portuguesa da Galiza diminuiu de dia para dia e a situação é particularmente grave entre os jovens e as populações urbanas. No prazo de uma geração, a língua arrisca-se a não ser mais do que uma língua morta ou académica, sem uso útil ou extenso. Ainda é possível, contudo, reverter este ritmo descendente… a língua portuguesa da Galiza ainda é suficientemente entendida na Galiza para poder ser recuperada no espaço de uma geração, assim haja vontade política para o fazer. Este deve ser o papel crucial e insubstituível da comunidade lusófona: apoiar – sob todas as formas – aqueles que na Galiza querem falar português e fornecer-lhes meios materiais que possam sustentar esse renascimento da língua naquele local que foi historicamente o da sua matriz fundadora: a Galiza. Se depois, de a sua-nossa língua estar recuperada, os galegos – em sufrágio livre e universal – decidirem pela independência, pela federação com Espanha, pela aproximação com Portugal e o Brasil, essa já se será outra questão…

Categories: Galiza, Lusofonia | 5 comentários

Sobre a ligação entre Religião e Subdesenvolvimento Económico

Segundo um estudo realizado pela conhecida empresa Gallup há uma estranha (ou não) correlação entre os níveis de religiosidade de um país e os patamares de prosperidade material.

A revelação não é propriamente inédita, sendo aliás sobejamente conhecida na sociologia, desde o século XIX e tem raízes na presença nas religiões, de uma forma quase completamente transversal, de um discurso pacificador e que tem uma tonalidade geral de tornar o indivíduo satisfeito e conforme com a sua posição na escala económico-social. Pela concentração de esforço e tempo nas causas transcendentes, as religiões retiram foco ao progresso económico dos seus crentes e fazem-nos cumprir uma série de tarefas que podendo até ser socialmente úteis, do ponto de vista económico não produzem qualquer riqueza, consumindo-a apenas… Prometendo riquezas e felicidade para o Além, enfim, as religiões acabam por assumir a naturalidade e necessidade de uma existência terrena oposta, prosperando assim quanto maior for a pobreza e a miséria de uma sociedade.

Se o Conformismo e a crença na necessidade imperativa da Fatalidade divina, por oposição às capacidades e ao engenho dos povos explicam a relação entre Pobreza nos países europeus de matriz católica, já nos islâmicos do norte de África e do Médio Oriente estamos perante um fenómeno diferente: o atraso económico é explicado pelo desinteresse na Ciência e na Educação criados pelo fanatismo islâmico, captando Capitais financeiros e humanos à economia real e parasitando-a com pesadas e opressivas “taxas” diretas e indiretas.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/805103-quanto-mais-religioso-mais-pobre-tende-a-ser-um-pais-diz-pesquisa.shtml

Categories: Economia, Sociedade | 14 comentários

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