Monthly Archives: Dezembro 2010

Quids S22: Onde foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Foram entregues os primeiros 3 helicópteros EC725

Foram entregues os primeiros 3 helicópteros EC725. Nos próximos anos serão entregues os restantes 50 aparelhos encomendados. Os três primeiros EC735 foram construídos em França pela Eurocopter e serão terminados já no Brasil. Após a montagem final, os helicópteros serão alvo de testes de aceitação pela Força Aérea Brasileira.

A construção dos restantes helicópteros será feita a partir de 2012 na nova fabrica da Helibras em Itajuba, com uma incorporação brasileira de 50%. O último aparelho deve ser entregue até 2016.

O EC725 é a última versão da família Super Puma. Um helicóptero de porte médio com motores duplos e um rotor de cinco pás. O aparelho goza de uma grande autonomia e quando entrar em operação na FAB irá representar um importa aumento de capacidade de Busca e Salvamento e de transporte militar e de emergência.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Eurocopter_EC725_Helicopters_Delivered_To_Brazilian_Armed_Forces_999.html

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QuidExtra: Questionário formativo para Membros das Mesas de Voto das Presidenciais de 2011

Clicar AQUI

Um QuidExtra diferente!


1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A movimentação da bancada do PS a favor dos interesses dos grandes accionistas

Vicente Jorge Silva
Sol de 17 de dezembro de 2010
“o alinhamento do PS com a direita no chumbo da iniciativa da legislativa do PCP que visava, precisamente, a tributação no timing certo desses dividendos antecipados (tal como sucede com a generalidade dos contribuintes que não podem recorrer a idênticos expedientes).
Ora, o mais sintomático foi que isto aconteceu apesar de declarações anteriores do primeiro-ministro e do ministro das Finanças, criticando o mau exemplo patriótico das administrações que colocavam as mais-valias individuais acima de um interesse superior de coesão”.

Esta movimentação da bancada do PS a favor dos interesses dos grandes accionistas de empresas como a PT e a Galp que decidiram antecipar para 2010 o pagamento de dividendos e, assim, realizarem uma monstruosa fuga aos impostos, é incompreensível. De um lado, o PS, com o beneplácito régio do seu gémeo no Bi-Partido, o PSD e a aprovação esfíngica de Cavaco Silva retira benefícios sociais a desempregados e pensionistas, abonos de famílias a crianças e aumenta severamente a carga fiscal sobre as famílias, enquanto que do outro, impede que os ricos paguem os seus impostos.

Este desajustamento entre o discurso de Teixeira dos Santos e José Sócrates que publicamente criticavam a distribuição destes dividendos e depois – subrepticiamente – davam instruções à bancada parlamentar de zombies (ou “yesman”) do PS para chumbarem a iniciativa legislativa do PCP que iria taxar estes dividendos revela um sistema partidário penetrado até à medula pelos Interesses financeiros que beneficiaram destes dividendos. São estes Interesses que financiam as caríssimas campanhas eleitorais da Partidocracia e dos candidatos presidenciais apoiados pelos Partidos. Este chumbo é suspeitosíssimo e num país a sério já estaria a ser investigado em busca de indícios de corrupção. Não é o caso.

Nem será. E isto só é possível porque em Portugal o sistema político é monopolizado pelos Partidos: que exercem a seu bel prazer e grande benefício o Poder, encarando com repulsa todos aqueles que procuram exercer os seus direitos cidadãos e julgam que a Democracia é de todos e não apenas dessa chusma nojenta dos “políticos profissionais” que defendem ciosamente estes Interesses (a troco sabe-se lá do quê). A Democracia tem que ser renovada. E a começar pela Presidência da Republica com a eleição de um Candidato verdadeiramente independente e apartidário como Fernando Nobre e através da admissão de deputados independentes como defendemos NESTA petição.

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Quids S22: O que era isto?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Atrasos na entrega das Krivak III indianas

Datam de 2006 as intenções indianas de construirem 3 “navios furtivos” por 1.1 biliões de dólares. Os navios que então estavam sobre a mesa eram as fragatas Krivak III de concepção russa. Na altura, esse navios não tinham as caraterísticas furtivas exigidas, sendo, de facto, fragatas multifunção de médio alcance e especialmente focadas em missões anti-submarino. Em meados de 2006 houve declarações que indicavam que a primeira Krivak seria entregue em 2011 e as outras duas 12 meses depois.

Mas em dezembro de 2010 soube-se que o estaleiro Yantar estava sem fundos para prosseguir com a construção das Krivak, tendo pedido 100 milhões de dólares à empresa russa Rosoboronexport. Desta forma, as datas de 2011 e 2012 ficam fora de equação… enquanto o Paquistão continua a receber as 4 fragatas que encomendou à China desequilibrando o delicado balanço de poder no Índico entre estes dois tradicionais rivais…

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/india-orders-3-more-krivak-iiitalwar-class-frigates-02448/

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O pacote aeroespacial de estímulo francês e o “Next-Generation Launcher” (NGL)

Um pacote de estímulo do governo francês no valor total de 35 biliões de euros vai dedicar uma parcela destes recursos no desenvolvimento de um novo lançador de satélites. O programa de estímulo foi apresentado em finais de 2009 e recentemente avançou finalmente para a fase de implementação.

Deste pacote de estímulo, 82,5 milhões de euros vão ser alocados à agência espacial nacional CNES para que esta comece a desenvolver um “Next-Generation Launcher” (NGL) que possa substituir os conhecidos lançadores Ariane 5. O NGL vai receber metade de todos os fundos que neste pacote de estímulo estão alocados ao Espaço: 500 milhões de euros.

Através deste pacote de estímulo aeroespacial, França (apesar da sua enorme dívida externa e crónicos défices orçamentais) demonstra o caminho certo para se sair da Recessão: Investir na indústria local, tecnológica e de elevado valor acrescentado. Reprodutiva e geradora de Emprego qualificado e capaz de assegurar a permanência da França no posto de liderança no Espaço que hoje ainda ocupa.

Que sirva também este pacote de estímulo aeroespacial de lição aqueles que pela Europa fora e a partir das suas altaneiras torres de cristal em Berlim e Bruxelas comandam mais e mais contenções orçamentais aos países periféricos enquanto que… um deles, o outro sapato do “eixo Paris-Berlim” em vez de contenção orçamental fez exatamente o oposto que recomenda a Portugal e aposta num Pacote de Estímulos.

Fonte:
http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_generic.jsp?channel=awst&id=news/awst/2010/12/20/AW_12_20_2010_p34-277677.xml

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Quids S22: Que veículo (nome exato) é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Julian Assange: Demasiado incómodo para os banqueiros. Também.

Julian Assange (http://dedonacara.com.br)

Julian Assange (http://dedonacara.com.br)

Na impossibilidade – temporária… – de o calarem fisicamente, Julian Assange, começa a ser demasiado incómodo para muita gente… o foco mediático dá-lhe por enquanto alguma proteção, mas quando se mete com os mesmos Bancos que por ordens da Administração Obama estão a tentar bloquear o funcionamento da Wikileaks e a sua própria defesa judicial, Assange arrisca-se em excesso. A falta de Moral dos Banqueiros é conhecida. Assim como a facilidade com que contratam “facilitadores” para resolverem os seus problemas mais agudos.

Apesar disso, Assange declarou que em janeiro irá revelar uma série de documentos sobre o funcionamento do sistema financeiro mundial e onde os bancos suíços, norte-americanos e ingleses que agora o estão a atacar sao mencionados.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/wikileaks-alvo-de-ataques-de-varios-bancos=f621809

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O primeiro dos seis NPO (Navios de Patrulha Oceânica) será entregue à Marinha a 30 de dezembro de 2010

O primeiro dos seis NPO (Navios de Patrulha Oceânica) será entregue à Marinha a 30 de dezembro de 2010 pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). Esta data representa um atraso de um ano em relação ao previsto, e antecipa em alguns dias a última data que era “janeiro de 2010”.

Fica por compreender de forma cabal e transparente a motivação para este atraso, assim como qual será o impacto nos custos do mesmo…

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/marinha-estaleiros-navais-de-viana-entregam-dia-30-primeiro-navio-de-patrulha-oceanica=f622270

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Quids S22: Como se chama este castelo?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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José Lello: Sobre Angela Merkel e as Presidenciais

Entrevista a José Lello
Jornal Sol de 3 de dezembro de 2010

José Lello (http://www.portugalpost.de)
José Lello (www.portugalpost.de)

“Ela (Angela Merkel) olha muito para as questões internas, falta-lhe a visão estratégica que tinha um chanceler Khol. Até porque a Alemanha é a grande beneficiária do euro: com o espaço da zona euro, as exportações francesas cresceram 5%, as espanholas 10%, as alemãs 29%. São os grandes beneficiários e também serão os grandes perdedores em caso de default.”

> Merkel nas passa de um catavento sem imaginação. Ela lê as sondagens que dizem que mais de metade dos alemães preferiam abandonar o Euro (matando-o no processo) e regressarem ao Marco para – em momento pré-eleitoral – procurar cativar votos. Esta visão de curto prazo, castrada e castrante, expõe com clareza a falta de amplitude mental dos atuais “líderes” europeus. Incapazes de perspetivarem para além do limitado horizonte das eleições seguintes, esta Europa definha, malbarata o seu Capital mental angariado durante décadas e caminha a passos largos para o abismo da extinção.

“Cavaco Silva prometeu uma magistratura activa para um próximo mandato. Como é que entende esta expressão?
São palavras. Não estou a vê-lo numa muito activa. Um indivíduo que, quando lhe anunciam o apoio do Eng. Belmiro de Azevedo, a única coisa que diz é que diz é “vou almoçar; tenho muito apetite”… Não estou a vê-lo com grande capacidade de elaboração de teoria política para poder vir a ser muito activo. Acho que vai cumprindo com a formalidade requerida a sua função, mas sem criar nenhum entusiasmo.”

> Precisamente quando Portugal mais precisava de um Presidente Vivo, Ativo e Interveniente eis que o Abstencionismo nos deixou um gestor de Silêncios e Tabus. Um presidente com “p” pequeno que deixa no rosto um sorriso pífio enquanto um presidente estrangeiro derrama a sua arrogância sobre Portugal. Um presidente que consegue o feito de desaparecer durante semanas seguidas, como se se tivesse eclipsado. Um presidente inculto, incapaz de redigir os seus próprios discursos e que confia cegamente na sua numerosa legião de assessores para o aconselharem sobre todas as suas intervenções públicas. Cavaco não foi e não será nunca um Presidente interventivo, simplesmente porque isso não lhe está no temperamento. Pode tentar vender agora essa imagem “comercial”, mas é uma imagem fabricada pelas empresas de

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Renato Epifânio: “Portugal será lusófono ou não será, isso não significa que, para ser lusófono, tenha que deixar de ser europeu…”

“Portugal será lusófono ou não será, isso não significa que, para ser lusófono, tenha que deixar de ser europeu… A Europa será a Europa dos Povos e das Pátrias ou não será.”
A Via Lusófona
Renato Epifânio

Não temos que renegar a nossa condição de europeus para afirmar a condição de lusófonos, de facto, já que ambas correspondem a dois níveis de identificação comunitária completamente diversos. A condição europeia advém da própria evidência geográfica e da contingência histórica enquanto que a lusófona é muito mais matricial e fundadora. De facto, se – como sonha Saramago – algum azar da natureza nos separasse da Europa e nos largasse em meio do Atlântico, pouco nos adviria dessa separação, porque o fenómeno da integração europeia nunca se afirmou nas realidades culturais profundas de Portugal nem nunca quis transformar-se numa alma nacional, capaz de concorrer ou substituir as almas nacionais dos povos que formam a União Europeia. Não há assim uma verdadeira concorrência entre identidade europeia e identidade lusófona. A primeira é superficial, contingente e interesseira. A segunda está radicada profundamente na realidade viva mais forte e matricial a qualquer Cultura: a Língua. Ambas podem coexistir, como o azeite e a água podem coexistir numa vasilha. Mas nunca se podem misturar, precisamente porque pertencem a níveis de realidade completamente diferentes.

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“A hipótese de a Espanha – tal como a Itália – necessitar de ajuda é um cenário que põe em causa não só o euro como o edifício europeu”

“A hipótese de a Espanha – tal como a Itália – necessitar de ajuda é um cenário que põe em causa não só o euro como o edifício europeu. Itália e Espanha, a terceira e quarta economia da zona euro, têm mais população e um PIB conjunto maior do que a Alemanha. São grandes de mais para ruir.
(…)
A Itália tem uma dívida pública ao nível das maiores do mundo (120%) do PIB, o dobro de Espanha, uma venda de títulos do tesouro fracassada (…), uma economia ameaçada pelos países emergentes (e minada pela máfia) e um Governo instável são ingredientes de um cocktail indigesto.”
(…)
“A Bélgica sede principal das instituições europeias, fustigada por meses de impasse político após as eleições de Junho e por uma dívida pública elevada, está a fazer com que os juros da dívida comecem a disparar.”

Fonte:
Jornal Sol 3 de dezembro de 2010

Quando os grandes teóricos da Globalização se batiam pela supressão de todas as barreiras alfandegárias, lá na já longínqua década de 90, não anteviam o desfecho dos movimentos tremendos que punham em marcha. A Europa tinha então o invejável estatuto de “fábrica do mundo” e de “maior economia do globo”. Mas ao aceitar que as multinacionais sem rosto nem pátria deixassem de estar submetidas às barreiras nacionais e que encerrassem as suas fábricas em massa, deslocalizando-as em massa criaram a base da situação que hoje arrasta todo o continente para um buraco profundo da recessão longa onde hoje estamos a entrar.

Durante quase 20 anos foi possível iludir esta evaporação do tecido produtivo através da injeção de liquidez massiva e de crédito barato. Mas isto não poderia durar eternamente, porque existem limites máximos ao endividamento que as famílias, empresas e Estados conseguem suportar. E estes já foram ultrapassados há muito pela maior parte dos países europeus. O problema da “dívida soberana” não é um problema único dos “países periféricos”, é de toda uma Europa que se aceitou desindustrializar, tercializar e perder independência económica a favor dos interesses dos financeiros e especuladores. Não é Portugal que está em crise. É toda uma Europa de modelo tercializado, cronicamente dependente do Crédito e do Hiperconsumismo e que deixou que o setor financeiro sobrepusesse todos os demais.

Esta é a Europa que está hoje em imparável implosão, destituída da imaginação e vontade para se renovar num movimento acelerado descendente que o colapso de países “irrecuperáveis” por qualquer “fundo europeu” como a Espanha ou Itália vai inevitavelmente desencadear.

Vivemos uma época histórica, única como nenhuma e que prenunciar uma terrível sucessão de horrores. Aguardemos portanto o Pior que deixámos todos fermentar pela nossa incúria, inacção ou incapacidade.

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O economista-chefe do banco Morgan Stanley, Joachim Fels, acusa a líder germânica de “tornar claramente a crise muito pior”

“O economista-chefe do banco Morgan Stanley, Joachim Fels, acusa a líder germânica de “tornar claramente a crise muito pior”. O ex-presidente da Comissão Europeia Romano Prodi afirma que Merkel ajuda ao pânico ao “elevar as pessoas a pensar em problemas impensáveis”.
(…)
A edição alemã da Financial Times diz que a chanceler fez um convite à especulação. “se um líder não consegue falar sem fazer disparar alarmes, então não deve falar de todo”.
(…) teorias (…) da gaffe recorrente, a de um receio legítimo alemão a toda a Europa (…) os alemães tomaram uma decisão em relação ao euro (afirma Miguel Portas)”
Fonte:
Jornal Sol 3 de dezembro de 2010

Paulo Portas tem razão. Tamanha sucessão de gaffes não pode ser apenas fruto do azar ou uma coincidência. Merkel tem fama de não ter imaginação e de não ter ambição (Wikileaks), por isso tudo o que diz cumpre uma agenda muito prática e de curto prazo. Todas estas manobras de Angela Merkel são assim parte de um plano. De um plano previamente concertado com França (que secunda cada movimento alemão, mas de uma forma mais discreta): o plano parece evidente e mina as próprias fundações do edifício europeu… trata-se tão somente não de acabar com o Euro (ou França não faria parte deste jogo) mas de excluir dele todos os países periféricos, levando à sua saída automática se usarem o fundo de resgate europeu. Desta forma, a Europa seria apenas a “Europa dos Puros” e toda essa ralé sub-humana não-germânica seria afastada do edifício monetário franco-germânico onde se tolerariam apenas os seus servos mais fiéis, polacos, belgas ou dinamarqueses.

Este é o sonho de Merkel.

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A solução de Afonso de Albuquerque à falta crónica de meios humanos e financeiros no Oriente Português

Afonso de Albuquerque (http://mises.org)
Afonso de Albuquerque (http://mises.org)

“Ao Governador (Afonso de Albuquerque) colocava-se um problema, o da falta de efetivos. Com efeito, em resultado do aumento em profundidade e em extensão do que mais tarde convencionou chamar-se o “Estado Português da Índia”, agravou-se a já tradicional carência de homens de armas portugueses, fenómeno que contribuiu para uma crescente utilização de elementos locais nas mais variadas funções.
(…)
Contratadas, num primeiro momento, para servirem sobretudo nas armadas, onde eram elementos preciosos pelos seus conhecimentos sobre as táticas militares navais utilizadas no Oriente, em especial para a chamada “guerra de esteiro”, praticada próximo da costa e nos rios, recebiam da Coroa Portuguesa uma soldada. Ao contrário do que sucedia com os portugueses, essas tropas, nos primeiros anos, apenas recebiam a sua remuneração enquanto andassem embarcadas, sendo o pagamento feito sobretudo em géneros (tecidos ou alimentos, em especial o arroz). Às tropas gentias coube, desde o início, a defesa de Goa, tendo os seus passos sido providos com “peões da terra”, capitaneados por portugueses.”
Vítor Luís Gaspar Rodrigues

Este foi o cenário global que melhor carateriza a origem dos efetivos militares que, primeiro, conquistaram as dezenas de praças que Portugal tomou no Oriente e que, depois, as defenderam até meados do século XX: tropas indígenas enquadradas por oficiais e comandos europeus. Sem o recurso massivo a forças locais nunca poderia ter existido “Império Português do Oriente” essa entidade tão original no contexto do colonialismo europeu quer pela sua durabilidade, quer pelo tipo de autonomia e participação de elementos locais que caraterizou a presença portuguesa no Oriente e que deixou raízes bem profundas até hoje em paragens tão distantes como Goa, Moçambique, Malaca, Macau ou Timor.

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Um regresso à Lua… privado. Sugerido pela Lockheed Martin

Infelizmente, uma das decisões de Obama ao chegar à Casa Branca foi abandonar o projeto da NASA para regressar à Lua. Mas a Lockheed Martin propôs agora uma missão para enviar astronautas para uma órbita lunar.

A proposta da Lockheed Martin passa pelo envio de uma Orion para uma órbita geo-estacionária na face oculta da Lua de forma a testar as tecnologias necessárias a uma missão num asteróide ou para ensaiar a exploração de Marte, por rovers telecomandados, a partir de uma nave em órbita. Precisamente dois objetivos que a NASA recebeu de Obama… Os planos atuais estimam que serão enviados astronautas até um asteróide até 2025 e para uma órbita marciana até meados da década de 2030.

O ensaio lunar permitiria testar a capacidade das cápsulas Orion para funcionarem em missões com um mês de duração, preparando a missão para o asteróide com os seus seis meses de extensão, a capacidade da Orion para realizar reentradas atmosféricas em altas velocidades (cerca de 50% mais rápidas quando regressa de uma missão distante do que de uma órbita LEO) e a resistência da cápsula à radiação presente no Espaço profundo.

Para que esta missão lunar possa ter sucesso, a NASA teria que desenvolver um novo Lander, capaz de colocar rovers no solo lunar e os próprios rovers. Sendo estes lançados antes da Orion tripulada. Depois, a Orion seria lançada com 3 astronautas ou pelo lançador pesado que os EUA ainda não têm e aí diretamente para a Lua, ou com os foguetões atuais em dois lançamentos distintos: colocação em orbita por um Delta 4 Heavy e acoplagem posterior com um estádio superior de um Centaur para completar o resto do voo até à Lua.

Resta saber agora se este imaginativo esquema vai ser posto em prática e se o ambicioso programa espacial proposto por Obama à NASA tem recursos financeiros para avançar, o que é duvidoso num país que parece ter perdido a sua força anímica na densa desilusão criada pela incapacidade do presidente em romper as teias criadas pelos poderes instalados nos EUA. Um missão lunar desta amplitude poderia devolver aos norte-americanos o orgulho perdido, reduzir o impacto da missão tripulada chinesa que por essa altura Pequim deverá colocar na Lua e antecipar a missão a Marte que é atualmente o corolário de todos os projetos da NASA.

Fonte:
http://www.space.com/news/moon-far-side-astronaut-mission-101123.html

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Quids S22: Como se chama esta mulher?

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3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Homenagem MIL a Carlos Pinto Coelho

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O “Movimento da União das Comunidades de Cultura Portuguesa”, uma antecipação daquilo que é hoje a CPLP

Adriano Moreira (http://mediaserver.rr.pt)

Adriano Moreira (http://mediaserver.rr.pt)

No começo da década de 60, Adriano Moreira, queixava-se que não existia “uma partilha de concepções quanto aos futuros possíveis entre Portugal e o Brasil. Pouco depois de deixar o cargo de ministro do Ultramar, em 1963, o Professor fundava o Movimento da União das Comunidades de Cultura Portuguesa, com a determinação de “formar e movimentar a opinião pública” e alicerçar em fundações sólidas um novo “clima de unidade e autenticidade para permitir a fundação de uma Comunidade Luso-Brasileira. Esta comunidade organizaria – sob a presidência de Adriano Moreira – dois congressos, um em 1964, em Lisboa e outro em 1966, em Maputo e serviria de protótipo, infelizmente sem ligação genética direta, à Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, ou CPLP, a partir de 1996.

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Afinal, a Rússia pode deixar de ter porta-aviões

A Rússia recebeu recentemente mais uma série estocada na capacidade das suas forças armadas quando comandos militares admitiram a 10 de dezembro que não tinham os recursos financeiros para construir a ambicionada frota de porta-aviões equipados com a versão naval do T-50. Os comandos admitiram também que segundo toda a probabilidade esses recursos também não estariam disponíveis nos próximos dez anos… O orçamento russo até 2020 dedica algum espaço para o desenho de uma nova classe de porta-aviões, mas nenhum para a construção, que assim deverá ficar apenas para a década seguinte não sendo certo que o único porta-aviões russo, o Almirante Kuznetsov seja capaz de sobreviver durante todo esse hiato… e dá um bom retrato da seriedade dos problemas financeiros russos, já que em 2009 o responsável máximo pela marinha russa, o almirante Vladimir Vyotsky declarava a intenção russa de construir… seis porta-aviões (três para a frota do Mar do Norte e três para a frota do Pacífico)

A prioridade russa parece ser agora completar a modernização dos seus mísseis balísticos estratégicos, onde os problemas de desenvolvimento dos Bulava têm sido constantes e, aparentemente, completar o T-50 por forma a honrar os contratos internacionais com a Índia e a começar a substituir as múltiplas classes de aparelhos atualmente no inventário da força aérea russa por este novo aparelho de 5a geração.

Fonte:
http://defensetech.org/2010/12/10/russia-cant-afford-new-carriers-despite-plans-for-naval-revamp/#ixzz17tRWqMeS

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Quids S22: Onde será construído este edifício (país)?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sam Cyrous: “A Cultura do Consumismo”

“A cultura do consumismo, não obstante, pretende reduzir seres humanos a homúnculos, competitivos e insaciáveis consumidores de bens, a objetos de manipulação pelo mercado querendo sempre mais, sem mesmo saber porquê!”
Sam Cyrous
Revista Nova Águia
Número 6

A encarnação atual desse demónio resiliente e eternamente (?) mutável chamado “Capitalismo” assume efetivamente hoje uma expressão muito assente no consumo massificado e sempre crescente. Segundo as métricas universalmente adotadas o crescimento da produção e do consumo são permanentes e a crise aparece desde logo, não quando o crescimento se torna em diminuição, mas apenas logo que este abranda!

A prazo o grande paradigma do Capitalismo atual tem em si mesmo o gérmen da sua própria destruição: a impossibilidade material e lógica de que algo possa crescer sem limite e eternamente. O Capitalismo – que exige recursos materiais e energia crescentes – não pode manter-se na sua forma atual durante muito mais tempo. Simplesmente não há “Terras” em número suficiente nem Energia para que persista neste ritmo durante muito mais tempo… Quando, enfim, essa contradição for demasiado evidente, então o Sistema irá colapsar em si mesmo, violentamente e em permeio de muita violência.

O momento do tremendo impulso que leva o Capitalismo é enorme, tamanha é a influência do Capitalismo em todas as atividades humanas atuais, desde a Cultura, à Segurança e Defesa até, sobretudo, à Política. Mas quando este enorme, omnipresente e (aparentemente) omnipotente Monstro cair no abismo da raridade de matérias-primas e energia, o eco da queda será tão grande quanto o é hoje a dimensão do Monstro… e se surgir na nossa geração todos o conheceremos de frente… a menos que consigamos transformar as nossas sociedades em economias sustentáveis, com baixos padrões de consumo, é para este abismo que caminhamos. Impedir este colapso violento é ainda algo que está ao nosso alcance. Ainda. Mas não durante muito mais tempo…

Categories: Economia, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Sociedade | 1 Comentário

Lições a tirar da Crise Irlandesa

Apesar das rápidas, radicais e decisivas medidas decididas pelo governo irlandês, este país continua a estar no top mundial de países com risco de incumprimento. Os sucessivos orçamentos e pacotes recessivos insistem em não acalmar os nervosos mercados financeiros quanto à segurança da dívida pública irlandesa.

As notações da dívida irlandesa não param de cair, tendo descido de A- para BBB+, ou seja a apenas três degraus do “lixo” onde está atualmente a cotação grega. Isto deveria dizer aos irlandeses e aos europeus em geral que a “receita” clássica de lançar pacotes de contenção da despesa e orçamentos recessivos simplesmente não só não “acalma” os mercados, como não faz mais do que criar recessões. Os juros de 5,8% dos empréstimos do FMI e do Fundo de Emergência europeu são também demasiado elevados em momento de crise e acabarão por revelar-se mais parte do problema do que da solução…

As opções ao dispor dos Estados devem assim ser repensadas. Reembolsar por inteiro todos os credores dos Bancos falidos foi manifestamente um erro, no caso irlandês. E a opção islandesa, de recusar pagar aos investidores estrangeiros parece ter sido – a prazo – mais adequada, já que permitiu anular muito do “lixo tóxico” que contaminava o setor financeiro da ilha nórdica e transferiram o Risco para quem o devia assumir: os Investidores e não o Estado.

Mais lições devem ser tiradas da crise irlandesa: nunca um sistema bancário pode ser deixado livre ao ponto de possuir ativos ao nível dos 900% do PIB que foram registados em 2009, o que criou um buraco monumental e ficou o Banco Central Irlandês a injetar na sua Banca um valor superior a todo o PIB do país num único ano.

A crise irlandesa recorda-nos que a regulação bancária deve ser muito mais vigilante e atuante do que tem sido na Europa, que os Bancos falidos devem ser deixados falir e que uma economia não pode fazer assentar o seu crescimento na especulação financeira e através de uma dívida externa crescente e completamente insustentável para o crescimento da economia real e das exportações. Lições a tirar por todos os países europeus. E especialmente por Portugal de forma a não somar todos os seus problemas o problema da Bolha bancária que assolou de forma tão intensa estas duas ilhas do Atlântico.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/crise-do-tigre-celta-nao-acalma=f620657

Categories: Economia, Política Internacional | Etiquetas: , | 34 comentários

Quids S22: Quem criou este objeto?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A operação militar nas favelas do Rio de Janeiro será duradoura?

“(…) Pela primeira vez a população está a sentir-se confiante na força policial. Não raras eram as vezes que a polícia fez incursões no Alemão e depois foi-se embora, deixando para trás apenas rastos de sangue e moradores feridos.
(…)
“O Alemão bate o recorde de maior índice de criminalidade no Rio com uma taxa de 50 homicídios por 100 mil habitantes, chegando a 85 por 100 mil entre os jovens de sexo masculino dos 15 aos 24 anos.”
(…)
“Cálculos iniciais apontam que a polícia conseguiu levar à bancarrota um dos maiores grupos do narcotráfico no Rio. Foram aprendidas mais de 40 toneladas de drogas, dezenas de espingardas e armas de uso exclusivo do Exército.
Após reunir-se com a Presidente eleita Dilma Rousseff, o governador Sérgio Cabral anunciou que quer colocar dois mil soldados das Forças Armadas no Alemão e na Vila Cruzeiro até pelo menos ao fim do primeiro semestre de 2011.”

Sol 3 de dezembro de 2011

Já escrevemos no Quintus que acreditávamos que o Crime era (a par da Saúde) o grande Nó Górdio que havia que desatar para que este grande país lusófono desse o grande salto em frente na batalha do crescimento e desenvolvimento humano. Sem que todos os milhões de brasileiros que vivem na economia informal consigam ingressar na economia formal, pagando impostos, recebendo ajudas do Estado e reforçando como plenos consumidores o milagre económico brasileiro.

O problema dos bairros de lata do Rio de Janeiro começava a fugir completamente ao controlo. Funcionavam como “Estados” dentro do Estado e impediam que extensas faixas de população urbana acedessem aos serviços básicos do Estado brasileiro. O regresso do Estado a estas parcelas perdidas do seu próprio território era, assim, imperativo.

Mas não será a presença de milhares de militares nas favelas que irá resolver o problema crucial nesta questão da criminalidade no Brasil: o narcotráfico. Para tal, há que deter todos os que estão atualmente nele envolvidos, mas para evitar que sejam logo substituídos, há que ver mais longe: usar a imaginação e sem temer a ousadia, atrever a tomar o alvo principal nesta guerra: o consumo. Enquanto houver procura, haverá oferta. Isso é inegável e há que ponderar, testar e aplicar as medidas de liberalização e distribuição de estupefacientes já testadas em Espanha, Holanda e na Suíça. Porque toxicodependentes haverá sempre… mas narcotraficantes é algo que só existirá enquanto permanecer esta ineficaz e danosa “Lei Seca” que experimentamos sem sucesso desde à mais de cem anos. Não que defendamos uma total liberalização da venda de “drogas pesadas”, mas tão somente uma estatização da sua produção e distribuição como forma radical e absoluta de vencer definitivamente o narcotráfico global.

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 15 comentários

A Holanda hesita na opção F-35…

O ministro da Defesa holandês exprimiu recentemente a sua desilusão pelo aumento de preço dos aparelhos F-35 que o seu país se comprometeu a adquirir. Falando com o embaixador dos EUA, o responsável holandês terá mesmo admitido que tinha “grandes dificuldades com esse aumento”.

Com efeito, a aquisição holandesa deverá custar mais 1.4 mil milhões de euros que o inicialmente estimado. Isto é: mais 20% num total de 6.2 mim milhões por 85 F-35s.

Este aumento de 20% pode levar ao abandono holandês do programa e levou a Holanda a procurar formar um “grupo de pressão” europeu contra este aumento e que deverá contar com os outros operadores (esperados) do avião: Reino Unido e Noruega.

A decisão final holandesa sobre a compra ou não deste avião para substituir os F-16s será tomada em 2011 e os grandes cortes de despesa na Defesa serão aqui um elemento decisivo, o que não coloca a opção pelo F-35 em bons lençóis, podendo levar ou a redução dramática do total de aparelhos ou até a uma opção por um aparelho mais económico, como o Saab Gripen NG ou o Super Hornet da Boeing.

Fonte:

http://www.defpro.com/news/details/20451/

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: , , | 7 comentários

Quids S22: Em que país foi tirada esta fotografia?

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4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

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6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

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