Daily Archives: 2010/11/30

Quids S21: Quem está aqui retratado?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S21 | 4 comentários

Renato Epifânio: “Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império e, sobretudo, pela promessa dos “fundos”, que desenvolveriam finalmente o país”

A Via Lusófona (www.portoeditora.pt)

A Via Lusófona (www.portoeditora.pt)

“Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império e, sobretudo, pela promessa dos “fundos”, que desenvolveriam finalmente o país.
Foi pois, sobretudo, um “negócio”. E os negócios nao merecem a deferência de um referendo.
O povo, aliás, na sua intuitiva sabedoria, sabe que é disso, sobretudo, que se trata: nós estamos na Europa para “sacar” algum dinheiro, o mais que pudermos. Para mais, como bem lembrava Agostinho da Silva, esses “fundos” eram-nos devidos. Se a Europa se tornou historicamente a região mais desenvolvida do mundo foi, desde logo, porque Portugal lhe abriu as portas do mundo. Nada mais justo, pois, do que agora sermos, enfim, pagos por esse nosso feito”

Renato Epifânio
A Via Lusófona 

A questão é contudo a de saber qual seria o resultado de um Referendo em que existisse uma verdadeira imparcialidade das perguntas (rara nos Referendos…) e onde para além de um puro sufrágio à “opção europeia” surgissem também outras opções… agora que a torneira dos Fundos começa secar, o restrito e estéril economicismo fará valer as suas consequências… nomeadamente o seu maior falhanço que é o da incapacidade para criar uma “pátria europeia” ou uma consciência comum alavancada numa alma europeia ou mesmo na existência de uma verdadeira comunhão entre os cidadãos da Europa.

Sem Alma, não pode haver Europa que sobreviva a uma verdadeira crise económica. Os Estados-Nação conseguem sobreviver às Crises porque os seus Povos estão dispostos a suportar sacrifícios em nome de causas imediatistas e mecânicas. O sacrifício coletivo e/ou individual é apenas suportável quando cumprido em nome de uma causa maior. Que não são nem os secos balancetes da Contabilidade dos Estados nem a transferência de parcelas crescentes de Soberania e Liberdade para entidades Supra-estatais não democráticas e fisica e emocionalmente distantes das realidades locais.

Alguns dirão que a Europa está a morrer. Nós diríamos mais: nunca chegou a nascer, porque a atual União Europeia nunca passou o estádio da “comunhão de interesses de curto prazo”, sem visão de longo prazo nem alavancagem anímica num conceito comum de “Pátria” ou “Alma Europeia”. Perante tal situação, a aparição de uma Alternativa Lusófona é inevitável. E tanto mais depressa quanto mais flagrante for o fracasso da construção da tal “casa comum europeia” sonhada pelos seus fundadores, na década de 50…

Categories: Brasil, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Nova Águia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 65 comentários

Portugal: “Cerca de metade dos homens e um terço das mulheres portuguesas com idades entre os 25 e os 34 anos vive em casa dos pais”

“Cerca de metade dos homens e um terço das mulheres portuguesas com idades entre os 25 e os 34 anos vive em casa dos pais” (…) Em ambos os casos este é um recorde nacional entre os Estados membros da União Europeia”
Diário de Notícias
9 de outubro de 2010

E porque será assim, senhores? Haverá relação com o facto de Portugal ser também o campeão europeu da precariedade laboral entre os jovens? E como se espera que os jovens consigam sair de casa dos pais com os ordenados de 600 e 700 euros que se paga hoje a um jovem licenciado? Sejamos claros: a vida de um jovem em Portugal apenas é possível porque os seus pais o permitem, quer comparticipando nas despesas (naqueles que se atrevem a deixar o lar paternal) quer porque vivem ainda na casa dos seus progenitores. Mas existe cada vez mais desemprego de longa duração na população portuguesa com mais de 45 anos, por culpa de empregadores obtusos e de uma sociedade em que o setor primário e secundário foram destruídos em favor de uma tercialização traçada consoante os desejos da “Europa”. Dentro de algum tempo, nem os pais nem os filhos terão condições para viver condignamente e a almofada familiar que tem absorvido tanto deste desemprego e precariedade juvenil vai desaparecer e então estaremos perante um cataclismo social de proporções difíceis de imaginar.

Categories: Política Nacional, Portugal | 4 comentários

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