Daily Archives: 2010/11/29

Quids S21: Quem é este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 8 comentários

António Cândido Franco: “o entendimento federalista da Península trará vantagens incalculáveis ao Brasil”

António Cândido Franco (http://www.triplov.com)

António Cândido Franco (www.triplov.com)

“É possível que a unidade política do mundo lusófono, sonhada como geopolítica alternativa para o medíocre Portugal europeu de hoje, dependa em absoluto da reconstrução da casa ibérica, pois o entendimento federalista da Península trará vantagens incalculáveis ao Brasil, que encontrará assim um motivo efetivo para se ligar a Portugal, já que esse laço será um forte estímulo para federar a América de origem ibérica, transformando o mundo de matriz ibérica num grande bloco mundial decisivo para a construção da futura civilização planetária, mais ética que económica e menos financeira que santa, ainda que necessariamente laica.”
António Cândido Franco
Revista Nova Águia
Número 6

Esta argumentação poderá ser confundida com a defesa do Iberismo… Mas tal não seria correto. Concebemos também (como António Cândido Franco) formas de unificar a Península que não podem ser equiparadas ao “iberismo” defendido por alguns e que, de facto, mais não é do que a afirmação do poder “imperial-colonial” de Castela-Madrid sobre o todo peninsular, dando assim satisfação aos sonhos de Filipe e dos Reis Católicos.

Com efeito, a forma de federação ibérica que defendemos é bem diversa daquela que Madrid gostaria de desenhar… Ao invés de uma Península com capital em Madrid, com sede na monarquia dos Bourbons e com a língua espanhola como língua oficial, defendemos – na linha de Agostinho da Silva – uma forma de federação, que passaria primeiro pela transformação dos dois Estados peninsulares em “federações de municípios livres semi-independentes” e depois, numa segunda fase, pela independência da Galiza, Catalunha e País Basco.

Todas estas independências teriam que ser naturalmente sufragadas em referendos livres e em pleno respeito pelas vontades dessas comunidades. Mas uma vez conseguidas, poder-se-ía começar a trabalhar na construção de um novo tipo de federação ibérica – bem diferente do centralismo castelhano de hoje – que usa as “regiões” ou “comunidades autónomas” como máscaras hipócritas de um centralismo e avidez anexadora… Uma vez realmente livres, galegos, bascos, catalães, castelhanos e até, portugueses poderiam ter realmente a liberdade de escolherem reunir-se num todo l consciente das suas diferenças, mas ciente das suas semelhanças.

Não temos dificuldade em antever este tipo de “federação ibérica”. Pelo contrário, temos alergia a qualquer forma de unificação que passe pela pura e simples união política entre Portugal e Espanha, mantendo-se esta nos mesmos moldes centralistas e espanholistas da atualidade… tal cedência aos antigos sonhos iberistas de Madrid só poderia representar – a prazo – a anexação de Portugal e o fim da nossa História enquanto país livre e independente. Tornar a Espanha numa federação de nacionalidades livres e independentes e, depois, referendar a união de Portugal com esta Federação seria contudo coisa bem diversa… tanto mais porque – como bem aponta Cândido Franco – tal união ibérica poderia simplificar e tornar mais atraente a ideia de uma união política com o Brasil e com a América de língua castelhana, a prazo…

Categories: Brasil, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 6 comentários

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