Daily Archives: 2010/11/25

Os EUA e a Rússia são os maiores exportadores mundiais de aviões de combate do mundo

Segundo um estudo recente, os EUA e a Rússia foram os dois maiores exportadores mundiais de aviões de combate do mundo. Os EUA exportaram 331 F-16C, F/A-18E e F-15E e produziram uma quantidade semelhante de aviões F/A-18E e F-22 para consumo interno, isto entre 2005 e 2009. A Rússia, por sua vez, terá exportado 215 Su-25, Su-27, Su-30 e MiG-29. Mas, exatamente pelo contrário terá adquirido apenas pouco mais de 20 aparelhos.

As vendas de aviões de combate em segunda mão também foram muito significativas, estando aqui a Ucrânia em lugar destacado, graças ao seu extenso inventário de aparelhos armazenados da era soviética, com os seus 68 aviões exportados. Outros importantes exportadores de aviões usados foram a Bélgica e a Holanda, graças a aviões F-16 em segunda mão, decorrentes da redução das suas forças aéreas.

Fontes:
http://goo.gl/lsxD7
http://www.defpro.com/daily/details/692/

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Categories: DefenseNewsPt | 1 Comentário

Quids S21: Quem é este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela

Categories: Quids S21 | 5 comentários

Fernando Madrina: “Um país que deve muito mais do que produz num ano inteiro e que precisa de mil milhões todas as semanas não tem que se queixar dos credores: deve dar graças por haver ainda que lhe compre dívida, se bem que a juros incomportáveis”

Fernando Madrina (http://aeiou.expresso.pt)

Fernando Madrina (http://aeiou.expresso.pt)

“Um país que deve muito mais do que produz num ano inteiro e que precisa de mil milhões todas as semanas não tem que se queixar dos credores: deve dar graças por haver ainda que lhe compre dívida, se bem que a juros incomportáveis.”

Esse é o grande problema de Portugal: a situação atual é absolutamente incomportável e nada – absolutamente nada – foi feito pelo atual governo para mudar a situação: Portugal está viciado na dívida. Para curar esta dependência o país – no seu todo: Estado, Particulares e Empresas – tem que parar de se endividar e começar já a amortizar esta dívida. Para tal há que renegociar com os credores e obter a redução da mesma para um valor que seja comportável e, sobretudo, pagável.

O Bloco de Esquerda fez agora um enfoque no seu discurso para o BCE interrogando-se porque é que este não financiava diretamente os governos – a juros comportáveis – e resolvia o problema dos juros crescentes. Mas tal manobra nada resolveria de essencial: pelo contrário, uma descida dos juros convidaria apenas a um crescimento da dívida, e nada contribuiria para a solução da mesma. Um país não pode viver eternamente com o dinheiro dos outros, e chega sempre um ponto em que já ninguém lhe empresta dinheiro, como sucede, de resto, com as famílias. O momento para parar, chegou. Há que reduzir o nível de vida, artificialmente elevado nas últimas décadas pela miragem do crédito barato e da moeda forte (Euro). Não vai ser fácil, mas está já a ser feito pelos 600 mil desempregados e suas famílias. O resto de nós reduzirá o seu nível de vida pela simples forma do aumento da dificuldade em obter crédito.. o Estado, a partidocracia e toda a sua legião inominável de Boys e Boyas terão que seguir o exemplo e só depois talvez, pela impossibilidade de obter capital no estrangeiro, ocorra uma reindustrialização em Portugal, compensando por substituição aquilo que cedo será impossível comprar no estrangeiro…

(…)
“PS e PSD só pensam em eleições: o CDS, que faz maioria com o PS, é ignorado e, à esquerda, há dois partidos inúteis para efeitos de governação porque consideram que é com greves e manifestações que se baixam os juros da dívida.. (…) os protagonistas não estão à altura do momento. Perdeu-se tempo, gastou-se energia, desbaratou-se a última réstia de credibilidade.”

A grave crise atual demonstra cabalmente uma coisa: não temos uma partidocracia à altura das grandes exigências que se apresentam perante o país. Estes partidos são os mesmos que levaram o país a este estado, desmantelando o setor produtivo desde a década de 90 (Cavaco/PSD), criando então o “monstro da dívida” pelo aumento em 10% da dívida de finais da década de 80. Sob o guterrismo, o desmantelamento do setor produtivo prosseguiu e o Estado engordou a níveis até então inéditos e atualmente, o Socretismo agravou imensamente o problema pela multiplicação de projetos faraónicos e sem retorno e por uma gestão “amiguista” da Res Publica contaminando-a com “parcerias público-privadas” ruinosas para o Estado, negociadas por Boys que depois se teletransportaram para a chefia das mesmas empresas que beneficiaram (coincidentemente…) destes maus contratos.

Este é o ambiente de autêntico saque a que esta partidocracia liderada pelo bi-partido rotativista PS-PSD nos votou. Em seu torno, o PP almeja captar umas migalhas desta dança circular de poder e os partidos da Esquerda, que não se entendem entre si, cronicamente, que estão para sempre excluídos do jogo do poder.

Este é o cenário que urge mudar. Não através dos Partidos que hoje temos – que estão para além de qualquer renovação – nem criando “novos” partidos (como sucedeu em Itália e Espanha), mas renovando pela base o sistema político introduzindo uma radical descentralização municipalista que aproxime eleitos de eleitores, círculos uninominais, transformando o Parlamento não num ninho de abutres fiéis apenas aos seus dirigentes partidários, mas na sede de deputados livres, completamente independentes de hierarquias e fieis apenas aos seus eleitores.

Perante tal Cenário, esta Petição http://www.gopetition.com/online/26885.html faz cada vez mais sentido…

Fonte:
Fernando Madrinha
Expresso 6 de novembro de 2010

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

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