Daily Archives: 2010/10/29

CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL DO MIL (18 de Novembro, 19:00)

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Fernando Nobre: “No lapso de uma ou duas gerações temo que alguns países europeus, se vejam a braços com um problema cultural e religioso gravíssimo”

 

Fernando Nobre

Fernando Nobre

 

“No lapso de uma ou duas gerações temo que alguns países europeus, nomeadamente Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Áustria, Dinamarca, Suécia e Itália, se vejam a braços com um problema cultural e religioso gravíssimo, relacionado com o crescimento demográfico acelerado da sua população islâmica. População essa que, se não travarmos a política do ódio e da exclusão (nutrida pelo que se passa na Palestina, no Iraque e no Afeganistão) e se não soubermos investir seriamente na educação, no diálogo intercultural e ecuménico, poderá ser sensível a apelos extremistas, provocando reações racistas e xenófobas violentas? favorecendo por sua vez o surgimento entre nós de partidos fascistas de triste memória.”
Fernando Nobre
Humanidade

Esta guerra – mais ou menos surda – entre religiões ainda não alcançou o seu apogeu. As guerras no Iraque e no Afeganistão nada são quando comparadas com aquilo que se perfila no horizonte: a erupção de grandes comunidades islâmicas em países como França, Alemanha e Reino Unido e a capacidade que então terão para influenciar a governação ou de – até – assumirem.

Perante a estagnação demográfica da maioria dos países ocidentais, a crescente população islâmica (crescente, mais pela via da reprodução do que imigração) irá criar uma inevitável tensão social nas nossas sociedades: a cultura islâmica não contempla a integração com as sociedades ocidentais (de matriz judaico-cristã) e perante toda a torrente de ódio gerada pelo apoio ocidental a Israel (motivado por uma pesada dor de consciência) a eclosão de terríveis confrontos no interior da Europa entre estas cada vez maiores comunidades islâmicas desintegradas e as demais populações são inevitáveis e de alcance e consequências absolutamente imprevisíveis.

A solução para esta tragédia de proporções cataclismicas antevistas pelo Dr. Fernando Nobre só pode ser dupla, na nossa :
1. Reforçar o esforço de integração das comunidades europeias de religião islâmica, sem as descaraterizar nem oprimir
2. Combater por todas as formas legais e legítimas as derivas radicalizantes que surgem nestas comunidades.

Às quais há que somar o verdadeiro Nó Górdio da radicalização do Islamismo no mundo: a Questão Palestiniana… Sem ela, sem o pleno e livre acesso dos muçulmanos aos seus lugares sagrados em Jerusalém e, sem que cessem todos os abusos israelitas e expansão territorial de Israel, há de sempre haver o gérmen da dissensão onde quer que viva um muçulmano.

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Quids S21: Que computador era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Portugal chegou a um ponto de Não Retorno

Kaos: Se não fosse Genial era Excelente. Assim, é ambos (http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/)

Kaos: Se não fosse Genial era Excelente. Assim, é ambos (wehavekaosinthegarden.blogspot.com)

Portugal chegou a um ponto de Não Retorno. Doravante, nada mais será como era, não como era durante os últimos 25 anos, nem sequer – talvez – como era nos últimos 35. É agora certo que, pela primeira vez desde o 25 de abril de 1974, a próxima geração (precisamente, a dos nossos filhos) terá um nível de vida e uma taxa de Emprego inferiores aos da geração precedente.

Temos que sair desta situação de Estagnação económica com mais de dez anos com uma ruptura, não pela da sacrossanta “continuidade’ tão propalada pelos defensores deste pantanoso e inepto regime político partidocrata e pelos seus lacaios económicos do “pensamento único” neoliberal e globalizante.

Se os “Senhores do Regime” nos dizem que temos que sair da situação atual no quadro da União Europeia e do sistema de comércio mundial. Os Europeus estão preocupados apenas com a sua moeda, o Euro, a sua estabilidade e credibilidade. Não lhes interessa se para credibilizarmos o Euro, Portugal tem que ter orçamentos tão recessivos que arrastem o país para recessões profundas duradouras e dolorosas, aos europeus interessa apenas a sua moeda, que sairá fortalecida da aplicação de orçamentos muito austeros, e que será indiferente às dificuldades dos portugueses.

Apesar desta falta de solidariedade europeia, especialmente chocante quando nos recordamos de que foi a Europa que nos quis Tercializar, que foi o seu Euro que nos deu esta falsa ilusão de riqueza e, sobretudo, foram os seus acordos comerciais que arruinaram a indústria, agricultura e pescas nacionais.

Com ou sem Europa (e parece que será mesmo “sem”), com ou sem Euro (e para que a prazo será mesmo “sem”), Portugal tem que realizar uma transformação muito profunda se quer sobreviver. Estamos condenados a ser mais produtivos, a trabalhar mais e de forma eficiente. Os nossos Bancos – que com o seu apelo insano ao endividamento das famílias e à especulação imobiliária – estiveram no epicentro da crise portuguesa de sobre-consumo terão que mudar radicalmente a sua conduta: refocando recursos para os setores produtivos e desfocando do malsano e insustentável “crédito de consumo”. Corrigidos os excessos do sistema bancário, há que de seguida e com capitais assim libertados do Consumo e por medidas consistentes de estímulo à poupança, fazer renascer o nosso sistema produtivo, prioritizando na agricultura e na produção de bens e desfocando das vias de comunicação e do setor terciário. Todo o funcionamento do Estado tem que ser racionalizado, sem hesitações nem falsos pudores, cortando onde há que cortar, de forma a não colocar em risco o Emprego de todos para salvaguardar o Emprego de alguns. Não é sustentável a curto prazo que 75% da nova dívida externa que o Estado contraí seja para pagar salários e pensões. Pelo menos numa fase inicial, se há despesa estrutural acima da receita, há que a cortar e criar, depois, mecanismos que captem mais receita, nas pela estagnante via fiscal, mas pela via da justiça fiscal e do crescimento económico.

De seguida, há que refazer todos os orçamentos públicos, desde a administração central à local, sempre na base do saudável conceito de “orçamentos de base zero”, sem défices, mas contemplando verbas para amortizações regulares e para investimentos nos setores produtivos. Chega de gastar em cimento ou alcatrão. Invistamos na Produção e na Produtividade, pela via do Ensino e da Investigação Científica e assim a produtividade global do país acabará por alcançar níveis europeus. Eventualmente…

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=450493

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Quids S21: Que peça é esta (a arma…)?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O Fim do Acimentamento de Portugal

Fernando Ulrich (http://mediaserver.rr.pt)

Fernando Ulrich (mediaserver.rr.pt)

Portugal tem que fazer uma séria inflexão de rumo. Nas nos próximos anos, mas já. E não há condições para que o faça com um Primeiro-ministro que já demonstrou que é capaz de prezar a sua teimosia contra toda a racionalidade, pessoal ou económica. Com efeito, acabou o “Tempo do Cimento” para Portugal. Muita da Dívida Externa portuguesa
Foi criada para financiar este acimentamento de Portugal, um vício que enriqueceu muitas construtoras “amigas do PS-PSD” e que encharcou o país de autoestradas vazias e CCBs novoriquistas e além das nossas capacidades de suporte.

Mesmo que Sócrates ou outro dos seus sucessores pretendam retomar este delírio acimentador, a verdade é que esse tempo já passou e que agora, ninguém nos vai financiar mais este vício. Todos os recursos financeiros que lograrmos recolher, nas próximas décadas, terão que ser investidos no setor produtivo, agrícola, pesqueiro, de mineração ou industrial, e aqui, a Banca irá cumprir um papel crucial, sendo animadoras as palavras de Fernando Ulrich quando admite que “nos próximos 10 anos” (…) as verbas existentes devem ser canalizadas para “o essencial: tornar o País mais competitivo”.

Esperemos agora que Sócrates se demita ou seja demitido e terminem assim as loucuras megalómanas do TGV, Aeroporto e novas autoestradas… Cavaco esteve demasiado embrenhado na sua própria ambição da reeleição e deixou passar os prazos legais para mudar de ciclo, um erro histórico do qual pagaremos ainda todas as consequências. Mas Portugal vai mudar. A Bem ou a Mal.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=450917

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