Daily Archives: 2010/10/25

O que passa com o F-X2 brasileiro?

O que passa com o F-X2 brasileiro? Bem… não se sabe bem, mas o ministro da Defesa Nelson Jobim adiantou que o processo de seleção deve ser retomado lá para os idos de novembro, logo depois das eleições presidenciais. Segundo Jobim, Lula da Silva teria decidido que a conclusão de um processo tão importante para a Defesa do Brasil e para a indústria brasileira teria conclusão apenas no gabinete do seu sucessor no cargo: Dilma Roussef, segundo as últimas sondagens…

A recomendação do Ministério da Defesa (Gripen NG?) já foi entregue ao gabinete do Presidente, assim como é também a recomendação para que a Transferência de Tecnologia seja um elemento decisivo nesta decisão (Rafale?). Depois de ter sido tomada a decisão final, seguir-se-ão longos meses de negociações financeiras e comerciais.

Os primeiros aviões deverão chegar ao Brasil em 2016 tornando a Força Aérea Brasileira numa das mais modernas e bem equipadas da América do Sul, um papel que o gigante lusófono já não ocupava no subcontinente à mais de 40 anos…

Fonte:
http://www.defencetalk.com/brazil-fighte-project-f-x2-will-resume-in-november-29262/

Categories: Brasil, DefenseNewsPt | Etiquetas: | 7 comentários

Quids S21: Em que cidade estava esta escultura?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Revista Nova Águia Nº 6: Já à venda nas boas livrarias

“Neste número, onde fazemos o balanço dos 100 anos da República, reunimos cerca de três dezenas de textos, que, uma vez mais, nos chegaram dos mais diferentes lugares do espaço lusófono, de insignes personalidades da nossa Cultura. Como sempre, as perspectivas são diversas, mas, em todas elas, se sente, em maior ou menor medida, um travo de insatisfação – sinal de que a promessa republicana, 100 anos após a sua instauração, está ainda muito longe de poder ser dada por cumprida. Como defenderam os nomes maiores da Renascença Portuguesa, a República não se cumpriria pela mera substituição do Chefe de Estado – de Rei hereditário para Presidente eleito. Muito para além disso, a República, para a geração da Renascença Portuguesa, era uma promessa de maior alcance, em prol da constituição de uma verdadeira Comunidade. 100 anos após a instauração dessa promessa, verificamos que ela ainda não se cumpriu. Mas não ficamos pela mera lamentação, como, infelizmente, é costume entre nós. Antes abrimos horizontes para que essa tão generosa promessa se possa finalmente cumprir, também aqui seguindo o exemplo das pessoas da Renascença Portuguesa: pessoas que tinham um amplo e profundo sentido da Cultura, que incluía – diríamos mesmo: que exigia – um forte empenhamento social e político, ainda que não necessariamente partidário.

Para além de evocarmos o Centenário da República, quisemos, neste número, assinalar quatro efemérides: o bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano; o centenário do nascimento de Miguel Reale; o cinquentenário do falecimento de Jaime Cortesão; o ano da morte de António Telmo, colaborador da NOVA ÁGUIA desde o primeiro número, que nos deixou no dia 21 de Agosto. Uma vez mais, a NOVA ÁGUIA celebra, de forma assumida e descomplexada, os nomes maiores da nossa Cultura.

A par das rubricas habituais, houve ainda espaço, neste número, para regressarmos ao tema da Europa, numa secção em que se destaca um texto de Dalila Pereira da Costa, igualmente colaboradora desta revista desde a primeira hora.

Como tem acontecido a propósito de todos os números da NOVA ÁGUIA, também este será apresentado por todo o país e, na medida do possível, por todo o espaço lusófono. Realizaram-se já, ao todo, duas centenas de sessões de apresentação da NOVA ÁGUIA. Neste último semestre, destaque-se o facto de termos chegado ao Bairro Português de Malaca.

O tema do próximo número, a sair no primeiro semestre de 2011, será «Fernando Pessoa: “Minha pátria é a língua portuguesa” (nos 15 anos da CPLP)». Nele procuraremos, a partir da obra pessoana, pensar o presente e o futuro da Comunidade Lusófona, numa perspectiva aberta ao mundo. Essa tem sido sempre, como se sabe, a visão distintiva da NOVA ÁGUIA.”

http://novaaguia.blogspot.com/

Com o artigo

“A(s) IV República(s) Portuguesas: Uma antevisão em modo de profecia” (Rui Martins)

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

Braga de Macedo: “Os dois países mais avançados recearam sempre que uma dimensão económica da CPLP”

Jorge Braga de Macedo (http://www.tintafresca.net)

Jorge Braga de Macedo (http://www.tintafresca.net)

 

“Os dois países mais avançados recearam sempre que uma dimensão económica da CPLP arrastasse expectativas de ajuda pública ao desenvolvimento impossíveis de satisfazer. Uma consequência indesejáveis desse receio foi o atraso da cooperação económica e empresarial, aventada na Cimeira de Maputo em 2000 e decidida na Cimeira de Fortaleza em 2003.”
Jorge Braga de Macedo

Eis explicado, de forma sumária mas bem clara, porque é que a cooperação económica entre os países da CPLP continua a frustrar todos aqueles que – como nós – que defendemos o desenvolvimento da Comunidade e a sua transmutação gradual numa União Lusófona, não avança: Porque esse não é o desejo sincero dos dois países mais “ricos” da Comunidade… Em termos de riqueza nacional (medida em PIB) transferida para a CPLP, que depois poderia ser repartida entre os países da Comunidade, tal esforço é patéticamente baixo. Os recursos até existem, mas estão dispersos em múltiplos programas bilaterais de ajudas ao desenvolvimento… tem é faltado vontade política e – porque não dizê-lo – atrevimento aos nossos políticos.

Categories: Lusofonia, Portugal | Etiquetas: | 3 comentários

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