Daily Archives: 2010/10/13

Réplica a Paulo Guinote: “Balanço Da Mini-Entrevista De Bloggers Com Fernando Nobre”

Vídeos do Encontro AQUI

Respondo por três segmentos:
“Estrutura amadora, eventualmente voluntarista, mas sem traquejo para estas andanças.”
> E ainda bem. Ou é preferível pagarmos – com os nossos impostos – os exércitos de mercenários que hoje constituem o essencial das candidaturas partidárias que se apresentarão a votos em janeiro? Se existem voluntários nesta campanha (onde estão os voluntários das outras campanhas?), é porque acreditam na importância da Candidatura e não porque esperam qualquer tipo de benefício palpável desse voluntarismo cidadão e espontâneo. Esta é aliás a grande força desta Candidatura e a maior fraqueza das demais…

“O cenário que envolve o auditório não pode continuar a ter, por exemplo, um endereço na net que já não corresponde ao site oficial da candidatura.”
> Trata-se do URL www.fernandonobre.org. Aceda ao dito e verifique que será feito um redireccionamento automático para o endereço actual http://www.fernandonobre2011.com. O novo site está online apenas desde 26 de setembro. O URL ainda no vidro exterior da sede nacional será brevemente actualizado, ao que me disseram.

“Candidato empático, simpático e excelente conversador, mas claramente uma boa pessoa metida numa grande alhada ou, como o próprio disse com a gravação a correr, alguém que lançou um pequeno barco ao oceano e que agora ou se afoga ou nada até atingir uma ilha.”
> É verdade. O Candidato esteve particularmente inspirado nesta entrevista com vários bloggers. O desafio – e a escala aparentemente esmagadora do mesmo – dissuadiriam muitos a enfrentá-la, mas não dissuadiu Fernando Nobre a atirar-se ao Mar Tenebroso em que se tornou a nossa Política e a desafiar o único cargo uninominal a que um cidadão português ainda pode concorrer sem ter que seguir lógicas feudais para qualquer partidocracia.

Fonte:
http://educar.wordpress.com/2010/10/04/balanco-da-mini-entrevista-de-bloggers-com-fernando-nobre/

Categories: Fernando Nobre, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Quids S21: A que série de televisão se referem estes bonecos da Lego?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 11 comentários

O restabelecimento do domínio português sobre Angola e São Tomé depois da restauração da independência de Portugal em 1640 foi obra dos brasileiros.

 

Pernambuco no tempo dos holandeses (http://www.nordesteweb.com)

Pernambuco no tempo dos holandeses (http://www.nordesteweb.com)

 

“Os holandeses, que ocuparam Pernambuco em 1630, perceberam a dependência da região da mão-de-obra escrava africana e ocuparam Luanda em 1641. O restabelecimento do domínio português sobre Angola e São Tomé depois da restauração da independência de Portugal em 1640 foi obra dos brasileiros. Em 1648, são os comerciantes do Rio de Janeiro que financiam uma armada comandada por Salvador Correia de Sá que retoma Luanda e expulsa os holandeses.”
Miguel Jasmins Rodrigues

Esta é a grande singularidade do “império português”: a recuperação das colónias perdidas para essa nação de piratas e mercadores que era a Holanda de então é feita por uma colónia e não pela metrópole ou “cabeça” desse império. Tal situação, assim como a própria recuperação do Brasil que foi feita pelos próprios “brasileiros” é absolutamente única na história do colonialismo europeu no mundo e expõe claramente a singularidade da relação pós-colonial que no século XVII já descrevia a natureza da ligação entre a metrópole a “colónia” Brasil. A verdadeira independência do Brasil não deve assim ser recuada a Ipiranga, mas ao momento em que ao arrecuo da recomendação de António Vieira em deixar o Pernambuco aos holandeses em troca da paz no resto do mundo, os brasileiros se erguem contra esta vontade dos “reinóis” de Lisboa e se armam e expulsam os invasores Calvinistas da mais rica província brasílica.

Categories: Brasil, História, Lusofonia | Etiquetas: , | 64 comentários

Ainda sobre o TGV… Irregularidades e favorecimentos

 

 

“Único problema para já poderá ser a atitude do consorcio Tave-tejo que ficou colocado em primeiro lugar na primeira fase de analise das propostas. Quanto ao segundo melhor, o consorcio Almavia, liderado pela Mota-engil? (…) o que tem mais a ganhar com esta anulação”
(…)
“Os juízes do Tribunal de Contas consideraram que o procedimento adotado – ajuste direto – foi incorreto, sublinhando que, perante o contrato, o estado assumiu todos os riscos do negócio e a Liscont apenas os lucros. (…) a Liscont, empresa do grupo mota-engil, chefiado pelo ex-ministro socialista Jorge Coelho.

Diário de Noticias
18 de setembro de 2010

Estas duas notícias – publicadas no mesmo dia, no mesmo jornal – expõe bem as duas maiores maleitas da nossa democracia: as grandes empresas que orbitam em torno do dinheiro dos nossos impostos e a permeabilidade das mesmas em incorporarem políticos “reformados” que usam depois as suas capacidades de Lobby partidário para – a prejuízo do interesse comum – favorecerem interesses particulares.

Num país onde a Justiça fosse realmente justa (e atuante) meliantes deste jaez já estariam à muito atrás das barras. Mas entre nós, vemos antigos políticos – sem currículo ou méritos reconhecidos – nos conselhos de administração de todas as grandes empresas, traficando impunemente influências e favorecimentos vários.

A ligação entre políticos e “gestores” empresariais é – de resto – um dos maiores tumores da nossa democracia, pelos desperdícios que gera (corrupção e má gestão) e um problema que pelas vias normais se deveria resolver pela via judicial. Os Tribunais têm que funcionar, as polícias que investigar e enquanto assim não for veremos sempre empresas como a Mota-Engil contratando ex-políticos mais ou menos “queimados” e esperando receber em troca a concessão de qualquer negociata que prejudique de alguma forma o interesse nacional.

Enquanto a Justiça não fosse recolocada a funcionar, poder-se-ia recorrer a uma solução provisória e de recurso… proibir a qualquer antigo detentor de cargos eleitos a permanência em qualquer cargo de gestão de uma grande empresa durante um determinado “período de nojo”: Isso impediria mais casos Mota-Engil / Jorge Coelho, Dias Loureiro / SLN ou Ferreira do Amaral e a Lusoponte, para citar apenas alguns de muitos casos…

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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