Daily Archives: 2010/10/09

Renato Epifânio: “Agostinho da Silva não se limitou a ter boas ideias, algumas delas visionárias. à sua escala, concretizou-as”

 

A Via Lusófona

A Via Lusófona

 

“…Agostinho da Silva não se limitou a ter boas ideias, algumas delas visionárias. à sua escala, concretizou-as.
De resto, boas ideias toda a gente tem. A diferença entre os seres humanos está entre aqueles que as procuram concretizar e naqueles que, ao primeiro obstáculo, desistem.
Em última instância, tudo depende da Vontade: quem quer realmente, consegue, arranja maneira; quem tem vontade fraca, arranja desculpas para o seu fracasso”

Renato Epifânio, A Via Lusófona

Na verdade mais do que “todos temos ideias” aquilo que devemos exigir a nós próprios e reclamar aos que nos rodeiam e compartilham (supostamente) as nossas causas é que sejam consistentes para com elas e que não se limitem a discorrer nos cafés e nos círculos familiares sobre a presente situação do país e o que se pode fazer quanto a ela. Todos temos o Dever de FAZER algo para corrigir o que está errado e endireitar o que corre torto. Todos nós temos o Dever de transformarmos a verborreia inconsequente declamada em cafés e jantares e transmutá-la em intervenção cívica, voto ativo e consciente e presença e ação social em meios associativos e comunitários.

Sem que cumpramos este nosso dever cívico de intervenção consciente e empenhada não merecemos viver em Democracia e, sejamos claros, não faltará muito tempo até que nos tirem a derradeira aparência de Liberdade e Democracia que ainda vivemos.

Categories: Agostinho da Silva, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Fernando Nobre: “Não sou monárquico, sou republicano”

 

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

Fernando Nobre (http://www.ionline.pt)

 

Um dos pontos a que os adversário da candidatura de Fernando Nobre inevitavelmente recorrem é a sua suposta pertença a grupos que defendem o regresso da monarquia e o seu estatuto de “monárquico”. Respondendo diretamente a esses críticos – numa entrevista ao Diário de Notícias – o candidato presidencial esclareceria que:

“Não sou monárquico, sou republicano. É uma inverdade, acho isso espantoso. Pelo que me foi dito, ainda na última entrevista, o dr. Manuel Alegre salientou que até tinha apoios de monárquicos. Ninguém se lembra de perguntar ao dr. Manuel Alegre se ele é monárquico ou republicano. Eu sou português, sou respeitador de nove séculos, quase, da História de Portugal. Estou nesta candidatura para unir todos os portugueses, o que passa por unir os republicanos, os monárquicos, os imigrantes naturalizados, todos. Porque acredito que na fase em que o nosso país está não é o momento de ostracizar seja quem for. Nós precisamos de nos unir. Eu estou aqui enquanto candidato à chefia da Nação portuguesa. Posso dizer que não sou monárquico mas que respeito integralmente nove séculos da História de Portugal e que sou amigo do senhor D. Duarte, como sou amigo do Adriano Moreira”.

Ou seja, tendo amigos e apoiantes monárquicos (como Alegre, recorda Nobre) nem por isso concorda com eles sob todos os aspectos: Fernando Nobre assume-se como Republicano, mas sem rejeitar os valores da monarquia, regime que – não o esqueçamos – foi responsável por alguns dos momentos mais brilhantes da nossa História. Podemos admirar um regime, sem defender o regresso a ele ou sem o rejeitar totalmente, como é a opinião pessoal do autor destas linhas que segue a este respeito o pensamento de Agostinho da Silva, que defendia a este respeito uma monarquia eletiva “de tipo visigótico” como a forma ideal de regime governativo.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/discursodirecto.aspx?content_id=1586651

Categories: Fernando Nobre, Política Nacional, Portugal | 7 comentários

Por vezes, dizem-me que “não gosto de Espanha”

Por vezes, dizem-me que “não gosto de Espanha”. Nada mais incorreto. Não aprecio esta Espanha centralista, unitária e excrescente de Castela que se transferiu para Madrid desde o Franquismo e que a erupção da monarquia parlamentar não fez mais que moderar.

Detesto a Espanha que tentou forjar uma “espanholidade” à custa de tudo e de todos, nomeadamente pela asfixia cultural e linguística dos povos que senhoriou e que busca hoje definitivamente acultural.

Admiro e anseio por uma Espanha onde se possam contar todos os povos da Ibéria, lado a lado e em situação de absoluta paridade. Por uma Espanha onde todas as derivas centralistas (de Madrid e Lisboa) sejam condicionadas às legítimas aspirações de liberdade, independência, identidade nacional e autonomia de todos os povos hispânicos.

Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | Etiquetas: | 3 comentários

Sobre os submarinos chineses lançadores de mísseis (ICBM)

 

Submarino lança-mísseis chinês Jin-class (Tipo 094) (http://www.military-today.com)

Submarino lança-mísseis chinês Jin-class (Tipo 094) (http://www.military-today.com)

 

A China está a trabalhar com grande discrição numa versão local do míssil balístico russo Bulava. Como o Bulava, o míssil foi concebido para ser lançado de submarinos e o trabalho de desenvolvimento não tem sido isento de dificuldades…

A China conseguiu colocar já operacional o primeiro submarino lança-mísseis Jin-class (Tipo 094) e tem outros 4 no estaleiro, navios que estarão já à espera da resolução destes problemas com o míssil Julang-2.

Recordemo-nos de que a China nunca conseguiu dominar satisfatoriamente a tecnologia necessária para construir este binómio submarino-míssil nuclear. O seu primeiro passo neste campo – dominado apelas por 4 potencias no mundo – recua ao Xia, lançado ao mar em 1982. Navio que nunca teve outro companheiro da mesma classe e que nunca executou uma única patrulha de alto mar, o que diz tudo sobre a confiança dos chineses num navio sobre o qual chegaram a correr rumores sobre a sua venda ao Paquistão… A China tem também uma capacidade muito limitada para comunicar com os seus navios em alto mar, o que pode explicar porque é que o Xia nunca se afastou muito do seu porto havendo igualmente indicações de que o navio não transporta armas nucleares ou mísseis lançadores nos seus tubos de lançamento. Em suma: a China ainda tem que trabalhar muito para chegar ao nível dos seus parceiros permanentes no Conselho de Segurança da ONU…

Fonte:
http://www.defpro.com/daily/details/643/

Categories: China, DefenseNewsPt | 19 comentários

Quids S21: Que lago é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 8 comentários

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