Daily Archives: 2010/10/06

Isabel Rei Sanmartim: “Segundo o atual Estatuto de Autonomia da Galiza, unidade administrativa espanhola, o conhecimento do chamado “idioma galego” é objeto de direito, mas não de dever”

 

Isabel Rei Sanmartim (http://media.lavozdegalicia.es)

Isabel Rei Sanmartim (http://media.lavozdegalicia.es)

 

“Segundo o atual Estatuto de Autonomia da Comunidade Autónoma de Galicia (CAG), unidade administrativa espanhola, o conhecimento do chamado “idioma galego” é objeto de direito, mas não de dever, ao tempo que o conhecimento do castelhano é objeto de dever em todo o Estado. Isso quer dizer que os galegos, como cidadãos, temos a briga de conhecer o castelhano, mas temos a obriga de conhecer a língua própria.”
Isabel Rei Sanmartim
Sobre o conceito de prática genocida

Este desequilíbrio é uma ferramenta a que recorrem os centralistas de Madrid para prosseguirem os seus planos de “espanholização” dando assim seguimento ao plano de Francisco Franco (ironicamente, um galego…) de extinguir todas as nacionalidades e línguas nacionais de Espanha e de forjar uma identidade “espanhola” que de facto, mais não é do que uma versão extrovertida do castelhanismo, a nacionalidade imperialmente dominante em Espanha desde a conquista de Granada. E Castela-Madrid sabe que para prosseguir com o seu rolo compressor esmagador de nacionalidades pela Espanha fora tem que desbravar primeiro o terreno desmatando as milenares árvores linguísticas catalã, basca e galega (língua portuguesa da Galiza)… e é por isso que a espanholização da Península usa a imposição da sua língua “imperial” (o castelhano) pela via económica e estatal para acultural e destruir a nacionalidade galega.

Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | 1 Comentário

Quids S21: Que quadro é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S21 | 9 comentários

“O futebol é hoje um negócio que gera 1.3 mil milhões de euros por ano, o equivalente a 0.8% da riqueza produzida no país em 2009” mas “o impacto nas cidades onde os clubes estão sedeados não é muito relevante do ponto de vista do seu desenvolvimento”

“O futebol é hoje um negócio que gera 1.3 mil milhões de euros por ano, o equivalente a 0.8% da riqueza produzida no país em 2009” mas “o impacto nas cidades onde os clubes estão sedeados não é muito relevante do ponto de vista do seu desenvolvimento”

Ou seja, apesar de serem responsáveis por quase 1% do PIB a maioria de nós não sente qualquer impacto da riqueza assim gerada. Dizem que o Futebol dá emprego a perto de 80 mil portugueses, mas se compararmos tal taxa de emprego com a enormidade do PIB a que corresponde apercebemos-nos que poucas atividades que movimentem tanto dinheiro (1,3 mil milhões de euros!) geram tão pouco emprego… por outro lado, uma vez que as atividades correlacionadas com o Futebol envolvem verbas tão avultadas e em circuito fechado, os benefícios reais e concretos para as comunidades locais que rodeiam as (tantas vezes faustosas) instalações desportivas dos grandes clubes estão isoladas e não contribuem significativamente para o desenvolvimento local: a formação desportiva da juventude (a custo zero ou controlado) é quase nula, a partilha dos espaços desportivos para uso dos cidadãos é reduzida e as exigências às autarquias, em terrenos, verbas e facilidades várias, crescentes. Especialmente em tempo de eleições…

“os clubes e SADs afetos às competições profissionais pagam cerca de 80 milhões de euros de impostos, anualmente”

Espera! Isso quer dizer que o “mundo da Bola”, o mesmo que movimenta 1.3 mil milhões de euros, paga APENAS 80 milhões de euros? Isso significa que a esmagadora maioria das quantias geradas no Futebol escapam ao filtro fiscal, de uma forma legal ou ilegal. Perante um Estado cada vez mais ávido pelos rendimentos de todos os portugueses, desde os cidadãos comuns, às empresas, escapando apenas os mais ricos, que conseguem contratar exércitos de mercenários travestidos de advogados e assim escapar à rede fiscal, é escandaloso que o Futebol pague tão poucos impostos. Tal isenção efetiva demonstra várias coisas: desde logo a presença de uma efetiva cumplicidade torpe entre políticos e Futebol, com personalidades a passarem frequentemente de um mundo para outro, e vice-versa. Demonstra também a aspiração dos políticos da partidocracia em captarem o máximo número de votos de adeptos de futebol, cujo votado é comandado pelas corruptas e imorais chefias mafiosas deste mundo. Tal “evasão” fiscal (entre aspas porque é consentida pelo Estado) demonstra enfim que estamos já muito para além do Estado Mínimo ou Minarquia sonhados pelos neoliberais e que entrámos já claramente naquilo a que Adriano Moreira chama de “Estado Exíguo”, um Estado fraco, manipulado por elites anti-democráticas, sem visão nem estratégia de fundo e reduzido à sua mais baixa expressão de captador de impostos e alimentador de máquinas burocráticas de carimbadores profissionais e bois e bóias partidárias.

Sol 20 de agosto de 2010

Categories: Futebol e Corrupção, Política Nacional, Portugal | 4 comentários

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