Daily Archives: 2010/09/30

Quids S21: Quem é este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Anúncios
Categories: Quids S21 | 8 comentários

Comentário a “A Via Lusófona”: A Ideia de União Lusófona

Renato Epifânio

Renato Epifânio

“…uma ideia que muitos considerarão demasiado visionária para se poder concretizar: a ideia de uma “União Lusófona”, ou seja, de uma União entre todos os países de expressão portuguesa.
Essa ideia já deu lugar à CPLP, inspirada por Agostinho da Silva, logo nos anos 50, mas esta, tal o seu modelo, não nos levará longe.”
Renato Epifânio, A Via Lusófona

As ideias “visionárias” apenas o são porque são novas e diferentes… a própria ideia de Portugal pode ter parecido visionária e irrealista aos olhos de quem na época, no Império das Espanhas ou na Hispânia muçulmana assistia às irrealistas ambições independentistas de um pequeno conde do noroeste peninsular. Apesar desse “irrealismo”, Portugal fez-se e é hoje o mais antigo Estado europeu e o único Estado-Nação europeu de médias dimensões.

É verdade que a ambição de transformar esta entidade ainda demasiado formal e virtual que é hoje a CPLP no embrião de uma verdadeira “União Lusófona” ainda parece irrealista, no curto prazo, mas as ambições são isso mesmo: objetivos e destinos estratégicos de médio e longo prazo que só nessas escalas fazem sentido. E a História de Portugal já demonstrou de forma absolutamente cabal que os portugueses não são como a maioria dos povos do norte da Europa: quando são colocados sem horizontes estratégicos balizados apenas por fronteiras estreitas ou objetivos curtos e sem visão de largo plano, aborrecem-se e desmotivam-se coletivamente. Este “aborrecimento coletivo” explica no essencial o constante declínio de Portugal desde que o Império (conceito bacoco e desnecessariamente prolongando além de toda a razoabilidade).

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 21 comentários

Outplacement: A última moda

Uma das “modas de gestão” da atualidade emprega um anglofonismo que é cada vez mais comum no meio empresarial: “outplacement”.

As numerosas empresas de “recursos humanos” (termo detestável, como se os seres humanos fossem “recursos”…) que agora vivem do Outplacement estão a viver um período de plena euforia, sendo procurados pelas grandes empresas portuguesas que tentam reduzir o seu quadro de pessoal de uma forma que – acreditam ou querem fazer crer – ser mais suave e ligeira.

Os despedimentos que recorrem ao outplacement são o resultado de vários problemas desde dificuldades financeiras da empresa até à incapacidade do trabalhador em cumprir as suas funções. Embora o quadro legal nacional ainda dificulte os despedimentos, há cada vez mais empresas que recorrem às empresas de Outplacement para reduzirem de forma amigável o seu pessoal.

Por detrás do conceito de “outplacement” está o de “responsabilidade social”, mas estas empresas que se movem nesta área estarão a agir de acordo com as regras da “responsabilidade social”? No essencial, a empresa de Outplacement devia criar condições para aliviar a tensão emocional e psicológica do momento traumático que é sempre, necessariamente, o do Despedimento (frequentemente nestes casos mascarado sob o nome de “rescisão amigável”). Mas este serviço tem custos… frequentemente, as empresas que recorrem aos serviços das empresas de outplacement cobram (bem) pelos seus serviços e quem paga essa fatura é o próprio trabalhador, que vê esse custo ser deduzido do valor total da sua indemnização. Cuidado portanto, ao aceitar um serviço de outplacement como parte do seu processo de “rescisão amigável”… não se deixe enganar.

Uma empresa de Outplacement não deve também substituir-se aos deveres da direção da empresa despedidora: a entrevista em que a decisão de prescindir com os serviços de um dado colaborador tem que ser assumida totalmente pela direção: nessa entrevista não devem estar presentes nem “consultores”, nem advogados nem – muito menos – membros da empresa de Outplacement.

As empresas de Outplacement têm como maior missão acalmarem o colaborador e devolverem-lhe alguma da autoconfiança perdida. Para o bom cumprimento dessa missão recorrem a psicólogos e treinadores especializados na identificação de uma segunda carreira para o trabalhador “reestruturado” e na elaboração de um bom curriculum vitae. Estas atividades dependem tudo da boa qualidade dos consultores que assistem ao ex-trabalhador e esta – infelizmente – nem sempre é suficiente entre as empresas deste ramo que operam em Portugal… É também demasiado frequente ver estas empresas empurrarem as pessoas que lhes são entregues para formarem negócios próprios – especialmente se tiverem mais de 40 anos – ou para a primeira oferta profissional que receberem, já que tais aceitações representam para si um “sucesso”, mesmo que essa auto-empresa declare falência em menos de 12 meses ou que esse novo emprego represente menos de metade do anterior salário. Mas é assim que estas empresas de Outplacement exibem as suas “médias de sucesso” sempre mais ou menos “marteladas” e nunca verificadas por entidades terceiras.

Sejamos claros: ainda que um ex-trabalhador submetido aos serviços de uma empresa de Outplacement possa encontrar emprego mais rapidamente do que um que não recorre a uma empresa deste tipo há que verificar se a empresa despedidora não está a usar o dinheiro da rescisão para pagar os seus serviços, nunca embarcar nas propostas imediatas que aparecem sem pensar duas vezes e exigir sempre o melhor serviço possível.

Fonte:
http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_outplacement_despedir_a_pensar_nos_tr_1085012.html

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 4 comentários

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade