“Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império”

“Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império e, sobretudo, pela promessa dos “fundos”, que desenvolveriam finalmente o país.
Foi pois, sobretudo, um “negócio”. E os negócios não merecem a deferência de um referendo.
O povo, aliás, na sua intuitiva sabedoria, sabe que é disso, sobretudo, que se trata: nós estamos na Europa para “sacar” algum dinheiro, o mais que pudermos. Para mais, como bem lembrava Agostinho da Silva, esses “fundos” eram-nos devidos. Se a Europa se tornou historicamente a região mais desenvolvida do mundo foi, desde logo, porque Portugal lhe abriu as portas do mundo. Nada mais justo, pois, do que agora sermos, enfim, pagos por esse nosso feito”

Renato Epifânio
A Via Lusófona

A questão é contudo a de saber qual seria o resultado de um Referendo em que existisse uma verdadeira imparcialidade das perguntas (rara nos Referendos…) e onde para além de um puro sufrágio à “opção europeia” surgissem também outras opções… agora que a torneira dos Fundos começa secar, o restrito e estéril economicismo fará valer as suas consequências… nomeadamente o seu maior falhanço que é o da incapacidade para criar uma “pátria europeia” ou uma consciência comum alavancada numa alma europeia ou mesmo na existência de uma verdadeira comunhão entre os cidadãos da Europa.

Sem Alma, não pode haver Europa que sobreviva a uma verdadeira crise económica. Os Estados-Nação conseguem sobreviver às Crises porque os seus Povos estão dispostos a suportar sacrifícios em nome de causas imediatistas e mecânicas. O sacrifício coletivo e/ou individual é apenas suportável quando cumprido em nome de uma causa maior. Que não são nem os secos balancetes da Contabilidade dos Estados nem a transferência de parcelas crescentes de Soberania e Liberdade para entidades Supra-estatais não democráticas e física e emocionalmente distantes das realidades locais.

Alguns dirão que a Europa está a morrer. Nós diríamos mais: nunca chegou a nascer, porque a atual União Europeia nunca passou o estádio da “comunhão de interesses de curto prazo”, sem visão de longo prazo nem alavancagem anímica num conceito comum de “Pátria” ou “Alma Europeia”. Perante tal situação, a aparição de uma Alternativa Lusófona é inevitável. E tanto mais depressa quanto mais flagrante for o fracasso da construção da tal “casa comum europeia” sonhada pelos seus fundadores, na década de 50…

Categories: Livros, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 20 comentários

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20 thoughts on ““Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império”

  1. Lusitan

    De que nos serviria a alma se depois não conseguíssemos exportar os nossos produtos para a UE devida às tarifas impostas pela UE.
    Quanto ao referendo, devo dizer que nunca gostei de colocar assuntos de Estado nas mãos de turbas ignorantes e manipuláveis. O que é que acham que as pessoas teriam votado se houvesse um referendo sobra a abolição da escravatura ou da pena de morte? Não podemos deixar que multidões iliteradas ditem as nossas relações internacionais, quando mesmo a maioria das pessoas com algum grau de literacia não percebe absolutamente nada sobre diplomacia e direito internacional, quanto mais economia ou saúde. Infelizmente, como democrata que sou, vejo que o povo e as maiorias são demasiado voláteis e manipuláveis para que possamos deixar o futuro do país nas suas mãos.

  2. Odin

    “Portugal entrou para a Europa porque, entretanto, havia perdido o seu Império e, sobretudo, pela promessa dos “fundos”, que desenvolveriam finalmente o país. Foi pois, sobretudo, um “negócio”.”
    – Qual seria outra razão para se entrar num bloco como a UE senão para receber algum benefício, como os ;fundos? A UE era “Comunidade Econômica Européia” ou “Mercado Comum Europeu”, ou seja, dinheiro. 🙂

    “O povo, aliás, na sua intuitiva sabedoria, sabe que é disso, sobretudo, que se trata: nós estamos na Europa para “sacar” algum dinheiro, o mais que pudermos. Para mais, como bem lembrava Agostinho da Silva, esses “fundos” eram-nos devidos. Se a Europa se tornou historicamente a região mais desenvolvida do mundo foi, desde logo, porque Portugal lhe abriu as portas do mundo. Nada mais justo, pois, do que agora sermos, enfim, pagos por esse nosso feito”
    – Se eu fosse Português, também veria a Europa como uma “devedora moral” à Portugal, por ter conquistado o se desenvolvimento e prosperidade. Mas não só à Portugal, à Inglaterra também por ter começado a Revolução Industrial.

    “Alguns dirão que a Europa está a morrer.”
    – Um pensamento exagerado e precipitado por parte dos tais alguns, eu acho.

    “ a aparição de uma Alternativa Lusófona é inevitável.”
    – Concordo que existe a alternativa lusófona como mercado promissor para que Portugal possa exportar, e para alianças geoplíticas e geoeconômicas. Mas além da alternativa lusófona, quais outras opções? Como são as economias da Dinamarca, da Islândia e da Nova Zelândia? Para quem exportam? E no caso da Holanda, Bélgica, Luxemburgo e Suíça?

    P.S. Cadê o Otus Scops pra defender a Comunidade Européia? Já começa o duelo “jedi” entre o Otus e o Luís. 😀

  3. Luís

    Existe um ditado que diz ” a necessidade faz o engenho”, então…que tiremos a rede de proteção (UE) debaixo do equilibrista (Portugal) para que se preocupe a SÉRIO em manter-se no arame para não cair.

    Os portugueses dão-se muito mal, quando têm dinheiro fácil e sob sombra tutelar de algo. Está mais que na hora saberem virarem-se pelos seus próprios meios, e daí…. que para além de termos que arrumar a casa, a CPLP e uma consequente União Lusófona, deve ser um projeto feito por nós e com os nossos irmãos lusófonos, para que seja um espaço de desenvolvimento económico, cultural, e politico.

    • É verdade: o que nos falta é um projeto polarizador, muito ambicioso e de larguíssimo espectro. Os portugueses só retiram o melhor de si quando confrontados com grandes desafios. Confrontados com vidinhas limitadas e patéticas (que suíços e germânicos em geral adoram), aborrecem-se e extinguem-se.

  4. Odin

    Eu seria hipócrita se estimulasse a saída de Portugal da UE para fazer um bloco lusófono uma vez que sou favorável que o Brasil faça alianças estratégicas com países europeus. Qual é o grande potencial de exportação de Portugal? O forte do Brasil é a agricultura e pecuária e alguns mineriais, para exportação. Dos Palop, preciso me informar mais, sei que Angola tem petróleo e diamante. Queria saber como os países lusófonos podem substituir o vazio deixado pela UE? Que investimentos podem, o Brasil e Angola, por exemplo, fazer no lugar da Alemanha, da França, da Itália, do Reino Unido, da Holanda, da Bélgica, do Luxemburgo, da Dinamarca, da Suécia, da Finlândia, se até nós necessitamos de investimentos de alguns deles? Se nós precisamos deles como consumidores dos nossos produtos, como vamos nos oferecer para substituí-los? Se a UE fez tudo isso de mal à Portugal, imagine o que uma união semelhante com o restante da CPLP pode vir a fazer! Dinheiro fácil, qualquer povo se dá mal por ficar acomodado. Não é exclusividade dos Portugueses. Os senhores do norte da Europa, assim como os do norte da América (EUA) estão preocupados só com interesses econômicos sim. Mas compete a países como os nossos serem mais espertos ao negociarem com eles. Qual é o grande potencial de Portugal para exportação?

    • Otus scops

      o potencial de exportação de Portugal tem sido o mesmo desde o séc. XV: ideias!!!

      “Dinheiro fácil, qualquer povo se dá mal por ficar acomodado.” completamente de acordo, seja um povo ou sejam os indivíduos.

      “O forte do Brasil é a agricultura e pecuária e alguns mineriais”. não acho.
      isso é explorado desde à 500 anos e só serviu (e continua) para fazer fortunas privadas, pouco beneficia a sociedade em geral.
      a força do Brasil é na industria transformadora, inovação, investigação, serviços e até cultura (aqui o Brasil é muito conceituado).

      • Odin

        Certo, Otus! Infelizmente, o sector primário da economia emprega muito pouca gente e beneficia só uma minoria. Mas, as pessoas não comem electroelectrónicos, computadores, e nem robots ou veículos automotores. As pessoas comem frutos, verduras, legumes, cereais, tubérculos, carne, laticíneos… e todos precisam comer para permanecerem vivos. E a indústria necessita de matéria prima mineral para produzir. Então, não seria sábio da parte do Brasil não investir na agricultura para mercado interno e exportação também.

        • Otus scops

          Odin

          claro, toda a gente tem que comer e o Brasil é uma super-potência agroindustrial, mas não pode querer alimentar o mundo e fazer das industrias de exploração do solo o pilar da sua economia. já basta o desastre do etanol e agora temos a desflorestação irreversível! assim estão a matar a galinha dos ovos de ouro.

          o que quis dizer é que o Brasil tem outros clusters económicos onde é igualmente forte e conceituado, esse é que é o caminho.
          industria da construção naval, automóvel, espacial, aeronáutica, tecnologia informática(exº Mandriva), telecomunicações (CPqD), investigação cientifica variada, turismo (para mim a maior riqueza do Brasil – tudo é digno de se ver e usufruir!), cultura (música, televisão, média), energia, mineração, etc… tem todas as condições para diversificar.

          agora estou intrigado com a venda de vastos territórios aos chineses do Brasil. quem está a lucrar com isso??? já vi este filme em África, mas agora no Brasil???

          curioso o facto de ter perguntado DUAS vezes aqui sobre a actual condição dos índios amazónicos (sobre discriminação, protecção, direitos territoriais e direitos humanos) e nem tu nem ninguém ter pegado no assunto…

          • Odin

            “claro, toda a gente tem que comer e o Brasil é uma super-potência agroindustrial, mas não pode querer alimentar o mundo e fazer das industrias de exploração do solo o pilar da sua economia. já basta o desastre do etanol e agora temos a desflorestação irreversível! assim estão a matar a galinha dos ovos de ouro.”
            >Concordo que a cana de açúcar, de onde os Brasileiros tiram o etanol, prejudica o solo. As fontes de energia, como o petróleo, danifica o meio ambiente. O etanol, por causa das plantações de cana, danifica o solo. Apesar de falarem tanto no pré-sal, petróleo descoberto na bacia de Santos, etc, eu preferia que o Brasil fosse o pioneiro em usar fontes de energia ecologicamente corretas.

            “o que quis dizer é que o Brasil tem outros clusters económicos onde é igualmente forte e conceituado, esse é que é o caminho.
            industria da construção naval, automóvel, espacial, aeronáutica, tecnologia informática(exº Mandriva), telecomunicações (CPqD), investigação cientifica variada, turismo (para mim a maior riqueza do Brasil – tudo é digno de se ver e usufruir!), cultura (música, televisão, média), energia, mineração, etc… tem todas as condições para diversificar.”
            >E tomara mesmo que o Brasil não fique só no potencial agroindustrial e de mineração, antes, que desenvolva outras capacidades, principalmente no que envolve tecnologia avançada.

            “agora estou intrigado com a venda de vastos territórios aos chineses do Brasil. quem está a lucrar com isso??? já vi este filme em África, mas agora no Brasil???”
            >Sobre o povo da China, eu tenho uma posição dúbia. Por um lado, torço para que o maldito regime maoísta cáia. Que o povo chinês faça uma revolução e democratize o país deles. E que o Tibete volte a ser um país independente, de preferência enquanto o actual Dalai Lama estiver vivo. Admiro a cultura budista e taoísta dos chineses, ficava feliz se pudesse aprender artes marciais (Kung Fu, Chi Kung) de mestres Shaolin, e Ninjutsu de mestres de Iga e Koga. 😀
            Mas do regime “comunista”(na verdade, fascista) chinês e norte-coreano, não gosto. E não gosto da idéia dos chineses comprarem terras no Brasil. Isso vai acabar mal. 😦

            “…sobre a actual condição dos índios amazónicos (sobre discriminação, protecção, direitos territoriais e direitos humanos) e nem tu nem ninguém ter pegado no assunto…”
            >Não estou o suficientemente actualizado quanto a condição hodierna dos índios amazónicos.
            A Constituição tem artigos que os defendem. E há também o estatuto do indio.

            http://www.funai.gov.br/quem/legislacao/indios_na_constitui.htm http://www.funai.gov.br/quem/legislacao/estatuto_indio.html

            Legislação em favor deles, existe. Se é de facto cumprida hoje em dia, não estou o suficiente informado a respeito.

  5. Luís

    Odin

    Os países lusófonos vão exportar para qualquer país do mundo, seja na Europa, Africa, Ásia, e obviamente entre a CPLP. Uma saída de Portugal da UE, NÃO seria um corte radical com os seus países membros. Podíamos sair da UE, mas manter estatuto de parceria económica muito estreita, que vise as trocas comerciais sem taxa aduaneiras, e outros múltiplos acordos de harmonização. Isso seria muito benéfico para o Brasil, pois se existisse uma UL, pois colocaria os seus produtos em Portugal, e daí de Portugal para a Europa. Assim tb serviria para os restantes países lusófonos.

    O mesmo tb serviria a Portugal exportando para o Brasil, e daí para o América latina

    Uma UL, não significa que seja prejudicial a Portugal e para o Brasil. Com a experiência obtida na UE, construía-se a UL de forma a evitar os mesmos erros da UE, dando o mesmo peso de representação a cada país (algo que não tem na UE). E quanto a dinheiro fácil, Portugal nem lucraria com isso, dado que seria Portugal, o Brasil e futuramente Angola, os maiores contribuintes da UL

    Portugal exporta, maquinaria, componentes eletrónicos, químicos, texteis, calçado, produtos agro pecuários, madeira, cortiça, papel, etcl

    • Odin

      “Os países lusófonos vão exportar para qualquer país do mundo, seja na Europa, Africa, Ásia, e obviamente entre a CPLP.”
      – Com certeza!

      “Uma saída de Portugal da UE, NÃO seria um corte radical com os seus países membros. Podíamos sair da UE, mas manter estatuto de parceria económica muito estreita, que vise as trocas comerciais sem taxa aduaneiras, e outros múltiplos acordos de harmonização.”
      – Mas, a UE permitiria uma saída de Portugal sem retaliação econômica, depois de ter enviado tanto dinheiro?

      “Isso seria muito benéfico para o Brasil, pois se existisse uma UL, pois colocaria os seus produtos em Portugal, e daí de Portugal para a Europa. Assim tb serviria para os restantes países lusófonos.”
      – Se Portugal permanecesse amigo das outras nações européias, sim. Seria muito benéfico para o Brasil.

      “O mesmo tb serviria a Portugal exportando para o Brasil, e daí para o América latina”
      – Sim! Para as empresas portuguesas, seria excelente!

      “Portugal exporta, maquinaria, componentes eletrónicos, químicos, texteis, calçado, produtos agro pecuários, madeira, cortiça, papel, etc”
      -Ótimo! Vinho e Azeite portugueses são renomados! Por enquanto, Portugal está em crise econômica e financeira. A um passo de uma terrível crise política, se o engenheiro Sócrates e o Passos Coelho não apertarem as mãos nestes dias difíceis. Mas, não vai ficar para sempre assim! Portugal se levantará de novo. O que sugiro ao futuro Governo de Portugal, quando o país começar a crescer novamente? Construa, por exemplo, uma indústria aeronáutica portuguesa mesmo, como a Holanda construiu a Fokker, a França e Alemanha construiram a Airbus, a Suécia construiu a Saab… se Portugal quiser, será capaz sim. Portugal fornece componentes eletrônicos à NASA, pelo que sei. O Japão começou a sua industrialização no século XIX, mas foi na década de 70 do século XX que ganhou nome mundial por ter tecnologia avançada. Eu afirmo que tanto os Portugueses quanto os Brasileiros têm sim vocação para desenvolver tecnologia de ponta, desde que haja investimentos corretos e, muita, muita investigação científica. É claro que novatos não têm a mesma qualidade dos veteranos, mas a melhora na qualidade vem com a prática e a persistência.

  6. Luís

    Odin

    OBVIAMENTE que continuariamos a ser amigos das nações europeias membras da UE, não é !!!!!!!

    Retaliações económicas!???? mas que raio !!!!, mas Portugal fez mal alguém para sofrer sanções económicas !???, é uma democracia, respeitador dos direitos humanos, e os subsidios foram dados, e não emprestados. Poderá é se questionar a forma como foram aproveitados, mas isso é outra conversa….

    Se os politicos quiserem, seremos um país soberano, assim espero…..

    • Odin

      Easy, guy! Easy! 🙂

      Retificando o que postei. Não! Portugal não será tido como inimigo dos demais membros da UE só por ter saído. Mas corre o risco de não ser mais considerado pelos membros da UE como confiável para investimentos. Os subsídios foram “dados” e a UE não quer nada em troca? É isso que você quis dizer? Que a UE não quer nada em troca por ter beneficiado Portugal? Você realmente crê nisto? Estar na UE implica direitos e obrigações, e o subsídios só fazem parte dos direitos?

  7. Luís

    Odin

    Portugal ou qualquer país só é confiável, se haver uma justiça rápida e eficiente, pouca burocracia, solidez financeira, estabilidade politica e social, e paz ! Estar dentro ou fora da UE é irrelevante, desde que o povo e sobretudo dos governantes tenham responsabilidade e competência.

    O que foi dado em troca dos subsídios foi, cedência de alguma soberania, e compromissos de harmonização fiscal, social e económica.
    No entanto, os países são LIVRES de saírem da UE, caso contrário, seria COLONIALISMO, impensável para uma organização democrática e institucional como a UE, e contra a carta de princípios da ONU.

    • Odin

      Sobre “…se houver uma justiça rápida e eficiente, pouca burocracia…”, eu afirmo que são dois aspectos em que o Brasil deixa muito a desejar. A justiça é muito morosa, os processos e julgamentos demoram muito, e a burocracia é um inferno na vida do Brasileiro médio. E em Portugal, como é?
      Quero fazer outra pergunta. Além dos países da CPLP, na sua opinião, qual o país ou quais os países são parceiros estrategicamente ideiais para o Brasil hoje em dia? E para Portugal? O que pergunto é o seguinte: O Brasil deve se aproximar dos EUA? Da China? Da Rússia? Do Japão? Da UE como um todo? Dos árabes? Da Índia? E Portugal?

  8. O BRASIL tem de voltar-se p td os países do mundo, + em especial p os grandes mercados, China, ìndia, UE, ianks e à AS.Temos de ser vendedores, negociantes, tanto qto ou melhores q os Fenícios. Sds.

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