Daily Archives: 2010/09/01

Quids S20: Que pintor é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S20 | 7 comentários

Fernando Nobre: “Há uma justiça célere, eficaz e dura para o roubo de tostões e outra justiça lentíssima e ineficaz”

Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)
Fernando Nobre (http://www.aulamagna.pt)

“Há uma justiça célere, eficaz e dura para o roubo de tostões e outra justiça lentíssima e ineficaz, até à prescrição, para a engenharia financeira, com peritos fiscais dos encobrimentos labirínticos das offshores e paraísos fiscais, e o “desvio” de dezenas ou centenas de milhões…”
Fernando Nobre, Humanidade

No debate realizado a 28 de agosto na sede nacional da candidatura presidencial do Dr. Fernando Nobre sobre um dos seus mais importantes desígnios nacionais, precisamente “Uma Justiça Célere e Equitativa” foram colocados vários dedos sobre as múltiplas feridas de que padece atualmente o moribundo sistema de Justiça português. Desde a juventude e imaturidade de muitos juízes, um incompleto quadro nacional do sistema de Mediação nos Julgados de Paz, a um subdesenvolvimento ético por parte de muitos cidadãos, passando pela excessiva complexidade das Leis e dos abusos processuais cometidos por muitos advogados, as intervenções dos oradores Maria Alice Vieira Santos, Mário Ferraz e Francisco Brás Seara apresentaram uma visão contundente sobre o trágico panorama da Justiça nacional, deixando contudo uma série de soluções práticas e de curto prazo sobre a mesa que faremos chegar ao nosso Candidato.: a transformação dos advogados em assessores, a refocagem na Justiça Preventiva, a necessidade imperativa da simplificação das leis e da complexidade processual e a necessidade da extensão a todo o território nacional dos Julgados de Paz e do sistema de Mediação, deste debate saíram uma serie de propostas e medidas concretas que não deixarão certamente de enriquecer o património inteletual de uma candidatura que além de prometer, está já a revolucionar o panorama político nacional, pela sua própria e simples existência num cenário dominado pelo império da partidocracia e dos interesses económicos por ela representados e por ela defendidos.

Categories: Fernando Nobre, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

O Prémio Nobel da economia, Joseph Stiglitz, tornou a avisar os governos europeus de que os cortes orçamentais em curso estão a criar condições para que a recessão regresse e em força

Joseph Stiglitz (http://www.alquimidia.org)

Joseph Stiglitz (http://www.alquimidia.org)

Já não é a primeira vez… mas o Prémio Nobel da economia, Joseph Stiglitz, tornou a avisar os governos europeus de que os cortes orçamentais em curso estão a criar condições para que se anulem os pálidos ganhos dos últimos anos e que a recessão regresse.

Stiglitz alerta que “Cortar, com ou sem vontade, nos investimentos de alta rendibilidade apenas para fazer com que os números do défice pareçam melhores é realmente um disparate. (…) Porque tantos na Europa estão concentrados no número artificial de 3 por cento [de défice], que não tem qualquer realismo e só olha para um lado da balança, a Europa está em risco de entrar em nova recessão”.

Estes cortes orçamentais estão a ocorrer até nos países onde não são realmente necessários, como na Alemanha, país que tem a sua economia a crescer a bom ritmo graças a um impulso exportador que advém da descida do sobrevalorizado euro e de orçamentos saudáveis. Agora, a senhora Merkel decidiu fazer cortes orçamentais para “dar o exemplo” aos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia, eSpanha), mas como a Alemanha é a maior economia europeia e um dos maiores importadores intracomunitários está-se assim a criar as condições para um agravamento da crise e logo, dos próprios défices orçamentais, que inevitavelmente irão sofrer com nova redução de receitas fiscais advinda do abrandamento economico que agora se antecipa como sério para 2011 e 2012…

Não há qualquer duvida de que muitos países europeus estiveram décadas a consumir muito acima das suas verdadeiras possibilidades. Escudados (acreditavam eles e os “economistas dos media”) num euro forte e credível, julgavam que havia excesso de crédito e que os juros seriam eternamente baixos porque nenhum pais do euro poderia jamais entrar em bancarrota. O caso grego provou, contudo, que não era nada assim… e todos foram então despertados brutalmente para a crua – mas necessária – realidade.

Perante uma situação em que a divida externa dos países do sul da Europa é já impagável a prazo (estima-se que em menos de 5 anos, Portugal, por exemplo, já não consiga pagar os juros dos seus empréstimos) e apesar disso, não pára de crescer, com novos empréstimos sendo colocados nos mercados praticamente todas as semanas. A situação não é sustentável e não serão cortes orçamentais mais ou menos draconianos que a vão resolver.

Não serão reduções orçamentais de 2 ou 3% que vão resolver défices de 130% do PIB, nem exportações de produtos que já não se fabricam na Europa e que várias Comissões Europeias deixaram que fosse invadidas pelos múltiplos dumpings chineses (laboral, humano, ecológico, etc). A via do Brasil, que a partir da década de 90 começou a pagar a sua dívida com um aumento radical das suas exportações não tem como ser imitada no sul da Europa. Então, que nos resta?

Cancelamento da dívida pela imposição unilateral da mesma (bancarrota) e severa contenção das despesas das empresas, do Estado e de todos os particulares com o fim brutal e súbito de todo o excesso consumista que foi promovido durante 20 anos neste país. Todos temos que pagar para que as gerações daqueles que hoje ainda são crianças possam ter ainda um Portugal para viver. De permeio, há que reconstruir toda a indústria que a União Europeia nos mandou entregar ao Leste ou à China, toda a Pesca que nos pagaram para abater, toda a Agricultura que nos subsidiaram para deixar de ter. É possível realizar tal renovação do tecido produtivo português com a tolerância daqueles que nos pagaram a sua destruição: os europeus do norte que mandam em Bruxelas? Duvido seriamente…

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=182279

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

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