Daily Archives: 2010/08/06

Fernando Nobre pronuncia-se sobre a actual Crise na Justiça

Fernando Nobre expressou a sua estranheza pela ausência de uma intervenção do Presidente da República a propósito do caso criado pela guerrilha intestina entre o Procurador Geral da República e os seus Procuradores e o seu sindicato.

Com efeito – e como defendem Paulo Pedroso e Ana Gomes – Cavaco Silva já deveria ter-se pronunciado claramente sobre esta grave crise no seio da Justiça portuguesa e na opinão de Fernando Nobre “tem o dever e a obrigação de ser um dos mobilizadores das reformas necessárias para o país”.  Com efeito, não se compreende porque é que Cavaco Silva só tenha enviado algumas raras e pífias notas a propósito que é – a par da crise financeira – o maior problema do Portugal contemporâneo: a Justiça.

O desfecho confuso mas profundamente perturbador do Processo Freeport e o lentíssimo andamento do processo mais mediático de sempre: o Caso Casa Pia refletem uma Justiça que caminha de desastre em desastre, sempre com total impunidade para todos estes incompetentes agentes. Como diz Nobre “é urgente reformarmos a nossa justiça como pilar essencial de uma democracia transparente e para que tenhamos um sistema eficaz no qual os portugueses acreditem e confiem”. Com efeito, se o pilar mais importante e vital de toda a democracia se continuar a esboroar desta forma é o próprio Portugal que está ameaçado.

Curiosamente, o outro candidato presidencial, Manuel Alegre não só não se pronunciou ainda sobre este caso – o que é comum – como não tem estado contactável… provavelmente porque sendo apoiado pelo PS está comprometido com um PGR escolhido por Sócrates e um processo Freeport onde estão envolvidas as mais altas figuras do Socretismo…

Fonte:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1634940

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Categories: Fernando Nobre, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Fernando Nobre: “os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”

28 de Julho de 2010 - Apresentação de João Ermida como Mandatário Nacional de Fernando Nobre.

28 de Julho de 2010 - Apresentação de João Ermida como Mandatário Nacional de Fernando Nobre

Embora as televisões tenham aplicado um Silenciamento criminoso a praticamente todos os mais importantes atos da Campanha Presidencial do Dr. Fernando Nobre, a verdade é que a Imprensa tem cumprido de forma muito mais imparcial a sua missão de informar o público. Isto mesmo aconteceu com o jantar no Mercado da Ribeira que reuniu mais de 500 apoiantes (Alegre ainda não logrou reunir mais que 120) e, mais recentemente, com o anúncio do seu mandatário nacional, João Ermida: nenhuma reportagem televisiva cobriu este importante evento da campanha presidencial… o Sistema (e os seus candidatos) estão claramente a jogar à defesa.

O economista João Ermida é, nas palavras de Nobre “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”, um “profundo conhecedor do mundo financeiro” e um “homem solidário” capaz de fazer “a simbiose perfeita entre humanismo e economia”.

No discurso de apresentação do seu mandatário nacional, Fernando Nobre reforçou a ideia central da sua campanha de que a sua candidatura era isenta, da cidadania e desligada da influência dos partidos.

Este mandatário nacional é uma escolha muito judiciosa porque sendo um economista de renome nacional e internacional indiscutível traz à campanha um contributo fundamental para enriquecer e fortalecer a vertente económica do discurso do candidato.

Abordando precisamente essa temática de natureza económica, Fernando Nobre citou o romano Marcus Tullius Cícero: “o orçamento nacional deve ser equilibrado, as dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada” e acrescentando que “os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”.

Este discurso de Nobre distancia-o em certa medida de um tipo de discurso que é comum encontrar mais à Esquerda e (paradoxalmente) no… nazismo. Segundo este o desequilíbrio orçamental era um mero artificialismo virtual, sem reflexo no mundo real e que para controlar, bastaria imprimir mais “papel-moeda”. Nobre alinha aqui com aqueles que (como eu e Marco Túlio…) acreditam que o orçamento de um Estado deve ser equilibrado, em que as despesas acompanham as receitas e ataca a “voracidade fiscal” que explicou em grande medida o suposto equilíbrio das contas públicas dos primeiros anos do Socretismo e que agora, com o PEC, regressou em força, ameaçando a própria retoma e criando mais milhares de desempregados. Ao afirmar que a via Fiscal não é a solução para o desequilíbrio orçamental, Nobre sugere que a única solução é então a mais racional: a redução da Despesa… algo que o atual governo nunca fez, aumentando-a até este ano. O candidato sugere até como reduzir essa despesa… atacando na subsídiodependencia de muitos, algo que conhece bem em muitos grupos sociais, em função do seu trabalho como presidente da AMI.

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=180178

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Quids S20: A que obra (nome exato) pertence este desenho?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados  entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a adesão da Austrália, a Indonésia, o Luxemburgo, a Suazilândia e a Ucrânia à CPLP

A CPLP está a revelar-se como uma das organizações internacionais mais atrativas da atualidade… Atualmente, países tão diversos como a Austrália, a Indonésia, o Luxemburgo, a Suazilândia e a Ucrânia já expressaram publicamente o seu interesse em aderirem à CPLP. Destes, a Suazilândia e a Ucrânia já formalizaram o pedido de adesão como “membros associados”.

Atualmente, a CPLP integra oito países de expressão oficial portuguesa, a saber: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Integram também a Comunidade mas como “membro associado” a polémica autocracia da Guiné Equatorial, o Senegal e as Ilhas Maurícias.

É impossível não deixar de sentir uma certa estranheza perante este interesse em aderirem à CPLP por parte de países onde a língua portuguesa não é um elemento constituinte das suas culturas. Tal interesse não pode deixar de ser positivo e resulta em grande medida do prestígio e estatuto moral que a Comunidade tem no mundo e da crescente importância económica e política do Brasil (maior país da Lusofonia), da importância também ela crescente de Angola enquanto potencia regional e produtor mundial de petróleo e, por fim, do estatuto de Portugal como país do euro e da União Europeia. Estes três factores “utilitaristas” estão a atrair estes países, assim como a existência de fenómenos migratórios muito intensos (como será o caso da Ucrânia e do Luxemburgo), mas estes factores seriam rapidamente anulados se o prestígio moral e ético da CPLP fosse colocado em causa. Pela adesão de uma ditadura como a no poder na Guiné Equatorial, por exemplo… Com efeito, quem acredita e defende a expansão dos poderes e das competências da Comunidade não pode defender simultaneamente e em boa consciência a adesão plena (a Guiné Equatorial já é “membro observador”) de um regime que oprime o seu próprio povo, censura os meios de comunicação e prende opositores. Tolerar em tal adesão é deitar sementes para o ocaso da CPLP e que defende a Comunidade Lusófona e encontra na CPLP um seu prototipo não poderá assim nunca concordar com tal adesão, por muito fortes que possam ser (e são) os argumentos de ordem económica e política.

Fonte:
http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=2653:australia-indonesia-luxemburgo-suazilandia-e-ucrania-interessados-em-entrara-na-cplp&catid=2:informante&Itemid=74

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 87 comentários

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