Daily Archives: 2010/07/27

Quids S20: Que cidade é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S20 | 5 comentários

Facebook: Uma visão sumária sobre a mais popular Rede Social da atualidade

Introdução

O nome facebook é uma alusão ao nome dado aos livros que a universidades dos EUA dão aos novos alunos no começo de cada ano para os ajudarem a conhecerem-se melhor. Mas o fundador recordou-se do nome porque na sua Preparatória publicou-se durante décadas um manual com todos os estudantes a que chamavam oficiosamente “face book”.

O facebook foi fundado por Mark Zuckerberg com os seus colegas de quarto e de curso (Ciências da Computação) Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hugher.

Numa noite, Zuckerberg estava a escrever no seu blog sobre uma rapariga que o tinha deixado, “um pouco bêbado” com o livro do dormitório (facebook) aberto na secretária, com algumas fotos bem horríveis e pensou que devia haver forma de as votar. Invadiu a rede da Universidade e copiou várias imagens e fotos, obtendo assim dados para o seu site, que cresceu rapidamente. Dias depois a administração de Harvard desligou o site e acusou Zuckerberg de violações diversas e ameaçou-o de expulsão. Desistindo pouco tempo depois.

Inicialmente, o site estava limitado a apenas estudantes de Harvard, mas depois expandiu-se a outras universidades da zona de Boston. Mais tarde cresceu ate alcançar estudantes do Secundário e, por fim, todos os que tivessem mais que 13 anos e mail. Atualmente, tem mais de 400 milhões de utilizadores.

Em 2004, Zuckerberg lançou o thefacebook.com

Sucesso:

O termo “facebook” é atualmente uma das palavras mais procuradas nos motores de busca. De facto, em 2010 oito em cada dez buscas referiam-se a palavras diretamente relacionadas com o facebook.

Controvérsias:

Apenas seis dias depois do lançamento do site, três colegas de Zuckerberg acusaram-no de os ter enganado dizendo que os queria ajudar a criar uma rede social chamada HarvardConnection.com, mas acabando por lhes roubar a ideia e código fonte. Foi no decurso desta questão que Zuckerberg terá invadido as contas de jornalistas na universidade de Harvard usando as passwords inválidas em acessos ao seu site. Em 2008 as partes chegariam a acordo, tendo Zuckerberg pago 65 milhões de dólares.

O site é barrado em vários países e empresas, que o consideram uma perda de produtividade.
Há alguma controvérsia quanto à venda de dados pessoais de perfil e das listas de amigos a entidades terceiras.

Despedimentos:

Quando após um dia de trabalho, Kimberley Swan escreveu no facebook que tinha um “trabalho aborrecido” o seu gestor chamou-a no dia seguinte ao gabinete e disse-lhe que já não precisava dos seus serviços. Na Suíça, uma mulher que ficou em casa por estar com enxaquecas foi despedida porque atualizou o seu Status isto quando supostamente estava doente demais para trabalhar com um computador… A empresa tinha criado uma conta de facebook falsa para monitorizar a atividade dos seus empregados e despediu-a alegando “quebra de confiança”.

Privacidade:

Os Termos de Serviço indicam que o utilizador deve ter os seus dados sempre atualizados e se não o fizer o facebook pode encerrar a sua conta. Numa mudança recente, todos os dados dos perfis antigos foram tornados públicos, o que resultou em vários processos judiciais. Todos os dados de um perfil são partilhados com todas as aplicações instaladas e com os seus criadores… E assim que aceitamos uma dada aplicação deixamos de poder controlar o que eles farão com os nossos dados pessoais e até, a quem os venderão.

É extremamente difícil apagar uma conta no facebook. Os dados de facto nunca são apagados e para “apagar” uma conta tem que se andar a navegar nos menus até dar com essa opção, bem longe da vista… E mesmo depois de apagada, a conta continua a aparecer em Tags de fotos e a receber mensagens de mail da facebook. Prova aliás de que as contas não são apagadas é que se depois de “apagarmos” a conta, regressarmos, zás, esta é instantaneamente ativada e todo o nosso perfil regressa, exatamente como o deixámos… Os nossos dados pessoais são simplesmente demasiado preciosos para uma empresa que vende anúncios direcionados para poderem ser perdidos. À custa de tudo, aparentemente.

Demografia:

Mais de 60% dos utilizadores têm mais de 25 anos, entre os 35 e os 54, de 2009 a 2010, os utilizadores entre os 35 e os 54 subiram 29%, mas os com mais de 55 subiram nesse mesmo período mais de 920%.

História:

Em junho de 2004, o facebook mudou-se para Palo Alto, na California e deixou o “the”, comprando por 200 mil dólares o registo “facebook.com”.

Em 2007, a Microsoft comprou 1,6% do facebook por 240 milhões de dólares, valorizando em 15 biliões. A compra também incluía direitos para colocar anúncios internacionais no site.

Em janeiro de 2009, o facebook era a rede social mais usada do mundo, seguida apenas pelo MySpace. Meses depois, o facebook comprava o agregador FriendFeed (uma empresa do antigo googler Paul Bucheit que inventara a expressão “do no evil”). No mesmo ano, facebook tornava-se lucrativo pela primeira vez na sua história. Em agosto de 2009, lançava a versão Lite, abandonada pouco depois, em meados de 2010.

Dados financeiros e de RH:

Os lucros ascendem a 300 milhões de dólares anuais e tem cerca de 1300 colaboradores.

Características:

A maior diferença entre o facebook e o seu maior concorrente, o MySpace, é que este permite a personalização com HTML e CSS, enquanto que o facebook apenas permite texto simples.

O facebook tem várias características focadas no utilizador:

Mural: um espaço que permite que os utilizadores possam escrever pequenos textos e que os seus amigos façam o mesmo.

Pokes: que permitem enviar pokes

Photos: onde os utilizadores podem carregar fotos, agrupadas em álbuns. É permitido o carregamento de um número ilimitado de fotos, mas apenas 200 por cada álbum. As fotos podem ter configurações de privacidade. Se uma foto tem um amigo, este pode ser identificado por uma Tag e dar-lhe-á um link direto para a fotografia. Todos os dias são carregadas mais de 14 milhões de fotografias.

Notes: lançadas em 2006 é uma plataforma de blogging que permite Tags e imagens embebidas e que suporta a importação a partir de várias plataformas de blogging.

Chat: lançado em abril de 2008, esta ferramenta de Instant Messaging foi recentemente vítima de uma séria vulnerabilidade.

Status: que permitem que os amigos de um utilizador sejam informados de estado do utilizador

Gifts: criadas em fevereiro de 2007 estas prendas virtuais aparecem no perfil dos amigos. Cada custa um dólar.

Marketplace: permite a colocação de anúncios gratuitos mas apenas aparecem nos utilizadores que pertencem às mesmas Redes.

Aplicações: A facebook Platform foi lançada em maio de 2007, em novembro de 2007 havia já sete mil aplicações, mas atualmente há já mais de meio milhão. Para ver uma lista completa de todas as suas atuais aplicações facebook clique em Conta/Account em Applications Settings se clicar em Edit Settings em cada uma das aplicações verá um separador (tab) chamado Additional Permissions que tem sempre a caixa desmarcada por defeito.

Farmville: este popular Jogo Casual merece aqui um capítulo à parte. Há quem passe horas por dia a jogar o jogo e recentemente houve um caso de um adolescente que gastou 400 dólares do Visa da mãe para comprar “moedas”. O jogo tem mais de 80 milhões de jogadores e a sua empresa, a Zynga reúne mais de 760 funcionários gerando um lucro de 218 milhões de euros, só em 2009 pela venda de dinheiro virtual para comprar bens virtuais para a Quinta.

Facebook Connect: Permite o cross-posting de comentários e reviews entre o facebook e sites externos permitindo-os publicar o comentário no seu Muro e aparece nas News Feeds dos seus amigos.

Encurtador de URLs: Em dezembro de 2009 o facebook lançou o fb.me: todos os links baseados no facebook.com pode ser substituídos pelo fb.me.

Neologismos:

Em 2005, a utilização do facebook já estava tão generalizada que os termos “facebooking” e “unfriend” entraram em muitos dicionários, como New Oxford American Dictionary.

Justiça:

Um decreto do Supremo Tribunal dos EUA, afirmava que o facebook poderia ser usado em casos de Tribunal e vários empregadores usavam-no para despedirem funcionários.

Categories: Informática, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 14 comentários

Jacaranda, paragem Belek ou Pequena crónica de uma minúscula viagem à Turquia (Belek)


(Fotografia da metade “russa” do hotel)

A viagem a Belek é feita geralmente por voos charter de companhias turcas que utilizam aviões relativamente modernos e confortáveis da construtura norte-americana Boeing. Uma diferença notável, por exemplo, em relação à Croácia, onde os McDouglas MD500 (em 3a ou 4a) mão são ainda utilizados.

O hotel de destino era o Jacaranda Hotel Beach, supostamente em Belek, mas de facto situado noutro local, como depois se viria a confirmar, e apesar da indicação do agente de viagens e para grande confusão logística… Aliás, supostamente o Hotel seria o tal Jacaranda (sem acento), mas a total ignorância de todos os motoristas de táxi e autocarro em relação ao dito hotel provou que este de facto “não existia”, sendo de facto um espaço no interior do Hotel Justiniano, mas ocupado em mais de 80% por alemães e membros de outros países europeus, enquanto que no Justiniano (com quartos enquanto que no Jacaranda a disposição era por bungallows) a ocupacao era quase total de russos. Aparentemente, as duas nacionalidades não se entendem. Vá lá saber-se porquê…

O hotel é moderno, tendo sido construído em 1994 e sofrido uma grande remodelação em 2010. O pessoal é simpático e eficaz, sendo contudo, raros aqueles que falam outra língua estrangeira além do alemão (país que tem hoje quase 30 milhões de emigrantes turcos) e que constituí hoje 80% de todo o turismo na Turquia sendo seguido com perto de 10% de turismo russo, com a particularidade de que estes últimos não gostam de se misturar nem com alemães (nao sendo raras as refregas quando o álcool se cruza com a proximidade) e com a estranha particularidade de se verem muitos cartazes dedicados a russos escritos exclusivamente em cirílico, agencias de turismo locais só para russos e inclusivamente hotéis inteiros (vedados) apenas para hóspedes russos.

A única grande cidade visitada, Antalya, recolhe o nome do seu fundador Atalo I, o rei de Pergamo que é hoje homenageado na praça principal da cidade, tem mais de 770 mil habitantes e é uma das seis grandes cidades da Turquia. Claramente, recebeu uma série de melhoramentos urbanos nos últimos anos, com a construção de uma linha de elétricos rápidos, renovacoes na via e nos passeios pedonais e jardins públicos. Muito limpa, especialmente para os padroes árabes (a Turquia não é um país árabe), a cidade é um testemunho da atmosfera de otimismo que se vive na Turquia com os seus notáveis 11% de crescimento do PIB mas com uns contraditórios 25% de desemprego que é bem visivel nas ruas da Antalya, com os cafés cheios de homens em idade laboral em plena tarde ou homens sózinhos deabulando pelo centro da cidade.

Em toda esta grande cidade turca são raros os vestígios de Portugal, algo compreensível já que somente durante a nossa presença no Índico é que houves contactos intensos com os turcos e nesse contexto quase sempre de inimizade e conflitos militares… Assim e à parte de uma agência do Banco Millenium e de duas t-shirsts de Cristiano Ronaldo, de Portugal, nem um traço… o mesmo não se pode contudo dizer do Brasil, já que é comum encontrar jovens turcos vestidos com padrões da bandeira brasileira.

O hotel Jacaranda Beach Hotel está situado junto a uma praia privativa, com boa areia e excelentes condições. Em termos estritamente hoteleiros, é um merecido hotel de 5 estrelas, idêntico a qualquer outro hotel da mesma classe situado em qualquer outro país do mundo. O serviço tem uma qualidade compatível com a classificação, assim como as instalações e a simpatia do pessoal. O maior problema é mesmo um fraco (ou mesmo nulo) domínio da língua inglesa, já que a esmagadora maioria dos turistas que o visitam são alemães ou russos.

O maior problema do Jacaranda é o… desconhecimento de todos os motoristas de autocarro e de táxi quanto à sua existência. Como o hotel se situa longe de tudo, de qualquer loja ou povoação é preciso ou apanhar um táxi ou um autobus para sair dele ou… andar a pé durante 3 km até à pequena povoacao turística de Kadrye. E cuidado com as saídas do Jacaranda… Como a recepção não tem mapas (incompreensível num hotel de 5 estrelas) e como o título do hotel é “Jacaranda Beach Hotel – Belek” pode ficar a impressão errada de que o hotel é em Belek… Nada disso, fica a 12 km do centro de Belek e a 3 km (ou uma hora a pé) de Kadrye, a cidade mais perto deste e dos outros hotéis que o rodeiam de ambos os lados. A título de exemplo, fica a minha experiência: quando tentei regressar ao hotel, depois de ter ido a Antalya de autocarro, deixaram-me em Belek, a 12 km de distância… felizmente, tinha observado que o Jacaranda ficava mesmo ao lado do Altis, bem mais conhecido, e assim foi possível a um segurança de um hotel em Belek (que falava um inglês gutural) indicar-me num papel que estava a 12 km e apontar-me um taxi que – para nao variar me ludribriou na tarifa – e regressar enfim ao hotel. Porque este desconhecimento? Não é certo, mas parece que o Jacaranda é uma espécie de spin-off do hotel Justiniano criada a partir da sua zona de bungallows e para turistas europeus (sobretudo alemães) enquanto que os quartos “convencionais” do Justiniano ficavam reservados para os hóspedes russos, mais belicosos e particularmente inasmitosos para com os turistas alemães. Aliás, a divisão estendeu-se até à praia, onde um segurança barra a passagem da “praia russa” para a “praia alemã/europeia)…

A visita a Antalya não foi isenta de percalços… optando por ir de autocarro, cedo foi possível observar que não havia empresas públicas de transportes na região, mas apenas multiplas pequenas empresas de transporte de passageiros em que o motorista era o próprio proprietário, empregando depois um homem em cada grande paragem ou paragem terminal para reunir passageiros e – tentar – desviá-los da concorrência. Não parecem empresas “piratas” (como sucede frequentemente em África) já que todos andam com fotocópias de folhas a4 cheias de carimbos e assinaturas que mostram quando alguém questiona a sua legalidade (o que acontece frequentemente). De qualquer forma, todos desviam clientes uns dos outros, por regra, por exemplo, se perto de Kadriye um motorista vir um turista esperando o autocarro para Antalya, pára e diz-lhe que tal autocarro não passa ali, mas que tem que entrar no seu autocarro, que depois em Kadryie passará um autocarro para Antalya, ganhando assim 3 euros (de Jacaranda a Kadrye) que são efetivamente desnecessários, ja que há de facto ligação e que esta custa (ida) 5 euros… Nos autocarros ninguém nos dá bilhete e a viagem ou é paga no interior do veículo por “revisores” não identificados ou é paga no término. É também frequente que estes autocarros interrompam os seus percursos para reabastecerem de gasolina, algo impensável na maioria dos países europeus… Um conselho: ao sair do hotel arrancar a pulseira e não exibir nada que dê a entender o nosso estatuto de turistas, andando idealmente apenas de mãos livres, de forma a não ser incomodado por comerciantes mais agressivos (na Turquia existe crime, especialmente nas grandes cidades, mas em muito baixa intensidade).

Enquanto país em si, a Turquia é bastante diferente de qualquer país europeu. Embora muitos de nós nos queixemos de encontrar raro policiamento a pé em Portugal, na Turquia este simplesmente não existe, nem mesmo nas grandes cidades e o policiamento por automóvel e mota é apenas um pouco menos raro. De facto, apenas à porta de alguns edifícios governamentais é possível encontrar polícias, por sinal muito amistosos, deixando-se fotografar juntamente com turistas mas falando apenas um alemão muito mau…

Tal ausência de forças da autoridade pode explicar o facto de ninguém andar com cinto de segurança e de ser comum encontrar carrinhas e camionetas de caixa aberta cheias de trabalhadores viajando soltos ou agarrados à carroceria. A ASAE também não tem aqui jurisdição… vende-se carne shoarma na rua, assim como bolos em forma de anéis muito apreciados pelos turcos. Nas ruas vêm-se muitos homens conversando sob qualquer sombra, tomando chá de menta ou de maçã em pequenos grupos ou simplesmente deabulando sozinhos na rua, procurando-se sabe-se lá o quê… talvez emprego, já que o desemprego na Turquia é superior a 25%. É comum encontrar engraxadores (homens e mulheres) com as suas exóticas caixas metálicas em degrau e plenas de latas de diversas cores de graxa. Pedintes? Formalmente, não os há, mas encontramos algumas pessoas que levam consigo uma balança de chão onde pesam transeuntes que depois lhes dão em troca do serviço uma ou duas moedas. No único aquartelamento militar que encontrei observava-se um militar, com farda de combate e g-3 espreitando pela fresta da guarita, recordando que a Turquia trava uma guerra interna contra os 4 mil guerrilheiros do PKK que defendem a independencia do Curdistão da Turquia. As mulheres casadas andam de véu, mas nunca de burka e as raparigas solteiras vestem-se como qualquer ocidental, havendo também algumas mulheres maduras sem trajes muçulmanos, provavelmente cristãs. Existe na Turquia uma espécie de campanha política permanente, com cartazes políticos colados em cada cruzamento e infinitas bandeiras nacionais em praticamente todo o lado. Os políticos, curiosamente, fazem-se fotografar sempre na mesma postura, de mao direita levantada e olhando para cima, imitando uma fotografia clássica do fundador da Turquia moderna, Ataturk.

Um pouco por todo o lado vêm-se obras públicas recentes, como um novíssimo (e incompleto) elétrico rápido em Antalya, novas estradas, novos jardins e arruamentos urbanos e novas construções e monumentos públicos. Contudo, o parque automóvel é consideravelmente idoso, havendo alguns carros de marcas turcas. É também relativamente comum encontrar altifalantes nos campos agricolas, junto às numerosas estufas para que os grandes grupos de trabalhadores rurais possam seguir a oração que o muezzin (ou uma gravação) canta a partir da altaneira torre da mesquita mais próxima.

É possível levantar euros ou liras turcas nos Bancos das grandes cidades nas caixas automáticas com o símbolo “visa eletron” ou em cambistas com máquinas de visa. Atenção que estes últimos aparecem também identificados como “bank automat”, ainda que de facto não sejam “automáticos” coisa nenhuma… saiba-se também que não é necessário levantar liras turcas, porque em todo o lado se aceitam pagamentos em euros, ainda que a um câmbio pouco favorável e até algo artificioso.

Alguns preços de referência:
tabaco 2 a 4 euros
taxi de Jacaranda a Kadrye 15 liras
taxi de Belek a Jacaranda 28 liras
autobus de Jacaranda a Kadrye 3 euros
autobus de Kadrye a Antalya 5 euros

Categories: Sociedade | Etiquetas: , , | 3 comentários

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