Daily Archives: 2010/06/28

Quids S20: O que é isto? (nome exato)

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Medina Carreira: A causa maior do desiquilíbrio crónico dos orçamentos de Portugal é a existência de mais de 6 milhões de pessoas que vivem de subsídios ou de ordenados. Ou não.

Medina Carreira (http://ruimacdonald.com)

Medina Carreira (http://ruimacdonald.com)

Recentemente, o economista Medina Carreira recordou aquilo que é efetivamente a causa maior do desequilíbrio crónico dos orçamentos de Portugal: a existência de mais de 6 milhões de pessoas que vivem de subsídios ou de ordenados da função pública, cativando assim perto de 87% de todas as receitas do Estado. Isto quer dizer que toda a margem orçamental à disposição de qualquer governo é de apenas 13%, ou seja, insuficiente e logo, passível apenas de ser reforçada com recurso a um aumento da carga fiscal.

Visto assim, parece inevitável que qualquer política séria e consistente de ajustamento orçamental tem que passar pela reducao da função pública e dos subsídios sociais. Mas terá mesmo que ser assim? A primeira falácia destes economistas está em que toda a despesa em vencimentos da Função Pública é irreprodutível, isto é, que nao produz riqueza. Isso, obviamente é falso. Se for tomado à letra, todos os setores de atividade indispensáveis à boa Administração da Res Publica, mas não lucrativos numa perspetiva economicista de curto prazo teriam que ser encerrados. E quem quer – a começar por Medina Carreira – viver numa Sociedade sem Polícia, sem Tribunais (por maus que sejam), nem Defesa? Se acabassemos com a Polícia e esta se tornasse numa rede de “seguranças privados” que apenas os ricos poderiam pagar como se poderia defender a propriedade e a vida de todos os cidadãos que nao conseguissem viver sob esse dispendioso guarda-chuva securitário? Se não existisse Justiça, como haveria Lei e sem Lei como se poderia viver sem anarquia? E como pode haver Democracia sem Saúde nem uma Educação gratuita e universal que dê a todos condições mínimas para poderem exercer as suas potencialidades como cidadãos úteis e geradores de riqueza? Todos os médicos e professores que permitem que estes cidadãos concretizem o seu pleno potencial são um “peso morto financeiro”, ou serão, pelo contrário, condições indispensáveis ao seu sucesso? Por tudo isto, e por muito mais que nao cabe aqui enumerar: cuidado com os discursos meramente economicistas de Medina Carreira…

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 12 comentários

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